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domingo, 25 de novembro de 2012

214-A FIDELIDADE NO RELACIONAMENTO COM DEUS

OSEIAS - A FIDELIDADE NO RELACIONAMENTO COM DEUS



PALAVRAS-CHAVE

- Prostituição (hb. zenunim): adultério, prostituição, devassidão, luxúria, fornicação. No sentido figurado é usada para a prática da idolatria.
- Adultério (hb. na’aph): cometer adultério.
- Fidelidade (hb.emunah): substantivo utilizado para descrever o caráter verdadeiro e firme de Deus.
- Conhecimento (hb. da‘ath): compreensão, saber, discernimento, percepção e noção (cf. Os 4.1 e 6).
- Conhecer (hb. yadha‘): saber, conhecer de maneira relacional e experimental, conhecer no nível interpessoal (cf. Os 6.3; Gn 29.5; Jó 19.13).

INTRODUÇÃO

Oseias iniciou seu ministério profético no final de um período de grande prosperidade material, durante o reinado de Jeroboão II, rei de Israel (2Rs 14.23-27). No campo espiritual as coisas não iam tão bem, contando com a conivência da liderança da nação (2 Cr 27.2; 2 Rs 15.35), que tolerava e apoiava a idolatria, e com isso a prostituição espiritual era fortalecida e perpetuada.<!--[if !supportFootnotes]-->[1]<!--[endif]-->

Para se ter uma ideia da gravidade dos pecados da nação, os termos prostituição, adultério e seus derivados aparecem cerca de 23 vezes no livro com conotação espiritual.

No livro do profeta Oseias estão presentes a denúncia dos pecados da nação, a sentença dos juízos de Deus por causa desses pecados, e a promessa de um tempo de restauração por causa da fidelidade do Senhor.
Os juízos de Deus podem ser conferidos conforme os textos de Oseias 1.4-9; 2.9-13; 3.4; 4.3; 4.7-10; 5.1-15; 7.12-14; 8.5-9; 10.5; 12.14; 13.1-3, 12-16. As promessas de restauração são citadas em Oseias 1.1; 2.14-23; 3.5; 6.1-3; 10.12; 14.4-9.

OS PECADOS DE ISRAEL DENUNCIADOS POR OSEIAS

Nos estudos sobre os Doze Profetas Menores será de fundamental importância detectar os erros ou pecados de Israel, e perceber como os tais se reproduzem na vida da Igreja, para que dessa maneira não incorramos na repetição e na insistência tola dos mesmos. Passemos então a uma breve descrição e análise dos fatos:

- Falta de reconhecimento de que foi o Senhor quem fez Israel prosperar (2.5; 13.6). A soberba pode fazer com que creditemos a nossa prosperidade material aos nossos próprios esforços, ou a ajuda de terceiros (namorados), fazendo com que esqueçamos de que o Senhor é a verdadeira fonte de bênção e riquezas materiais e espirituais. Reconheçamos que tudo vem dele, por sua graça e para a sua glória!

- Olhares lascivos para outros deuses (3.1). Dentro da metáfora da prostituição espiritual, que desencadeou a decadência moral e a crise social em Israel, é preciso ter cuidado para o que se olha, para quem se olha e como se olha. Somos diariamente seduzidos espiritualmente e moralmente, e se não vigiarmos poderemos ser atraídos para “outros deuses”, ou seja, para coisas que ocuparão o lugar do Senhor em nosso coração, assumindo a condição de “deus”, dentre as quais podemos citar os bens materiais, a riqueza, a fama, o poder, a imoralidade sexual e outros males. Como diz a canção evangélica infantil: “Cuidado no olhinho no que vê, cuidado no olhinho no que vê, o Salvador do céu está olhando pra você, cuidado no olhinho no que vê”. É preciso voltar o olhar para o Senhor (4.10; Is 45.22, Hb 12.1-2).

- A multiplicação dos pecados morais e sociais (4.2, 10-14). Perjúrios, mentiras, enganos, homicídios, adultérios, prostituição, luxúria, glutonarias, incontinência, bebedices, desobediência, corrupção, etc. A lista aqui se assemelha muito com as obras da carne de Gálatas 5.19-21. Como se pode ver, os tempos mudam, mas os pecados do povo de Deus permanecem os mesmos.A multiplicação dos pecados morais e sociais tem relação direta com o pecado espiritual de rebeldia e insubmissão a Deus (4.12).Os pecados morais e sociais que hoje se avolumam na Igreja são decorrentes do baixo padrão de vida espiritual dos líderes e do povo em geral.

- A soberba e a autoconfiança (7.10; 10.13). Soberba e autoconfiança caminham de mãos dadas. Dos dois sentimentos nasce o autoengano. Quando associamos tudo isso, o que temos são pessoas que resolvem trilhar os próprios caminhos e confiar nas próprias forças. Igrejas, ministérios, pastores, líderes em geral, membros e congregados caíram nos laços da soberba, da autoconfiança e do autoengano, pensando ser quem não são, pensando ter o que não possuem, pensando fazer o que não podem. Fizeram-se deuses, tornaram-se senhores de si mesmos, estabeleceram o próprio caminho a seguir, a própria vontade a obedecer. O juízo de Deus virá sobre os que não se arrependerem dos seus pecados.

- As alianças reprováveis (7.11). A falta de entendimento faz com que se busque na força do poder temporal o apoio aos projetos institucionais e a proteção da nação (povo de Deus). Precisamos discernir e perceber os limites da relação entre a igreja e o Estado, e entre a igreja e as instituições privadas. Em nome do benefício à “obra”, e em nome da preservação do direito do crente enquanto cidadão, nada justifica a negociação de princípios e de valores cristãos.Nada abona a compra e venda de privilégios ou influências com políticos ou empresários. O Senhor é o nosso provedor e protetor, e duvidar disso é duvidar de seu caráter, verdade, bondade e santidade (7.15).

- O problema com uma liderança não estabelecida por Deus e corrompida (8.4; 9.8-9). A declaração é de que “Eles fizeram reis, mas não por mim; constituíram príncipes, mas eu não o soube;” é grave. Nos dias atuais vivemos a mesma realidade. O povo está fazendo líderes para si, desejando com isso que os tais aprovem e apoiem os seus pecados. Os referidos líderes não possuem nenhuma autoridade espiritual, pois não foram estabelecidos pelo Senhor. São líderes que vivem ou apoiam o pecado do adultério, da união homossexual, do divórcio, da injustiça social, da pluralidade religiosa, do liberalismo teológico e outros. Há líderes e igrejas para todos os gostos e desgostos. E o que falar dos profetas na atualidade (Ef 4.11)? Assim como nos dias de Oseias, muitos já perderam a autoridade profética por se venderem por tão pouco, por estarem a serviço de lideranças corruptas e corruptíveis. Há profetas mercenários, que recebem dinheiro ou privilégios para profetizar conforme a conveniência daqueles que pagam os seus salários ou cachês. Dessa forma: “o profeta é como um laço de caçador de aves em todos os seus caminhos, um inimigo na casa do seu Deus”.

- A edificação de palácios e fortalezas (8.14). A segurança de uma instituição cristã não repousa na riqueza e no valor do seu patrimônio físico e material. Chamo mais uma vez a atenção para toda a sorte de abuso e desperdício dos recursos financeiros da igreja na construção de megas catedrais e de outras imponentes edificações. Sem generalismo ou denuncismo algum, com temor e tremor, pergunto aos nossos amados líderes e companheiros: Não estaríamos cedendo às pressões do “mercado” evangélico, onde o esplendor arquitetônico vale mais do que o próprio culto, e o luxo mais do que a simplicidade e a praticidade? Não estamos cedendo à tentação de “eternizar” os nossos nomes através da construção de obras faraônicas, nabucodonosorianas e constantinianas? Não estamos tentando dar demonstrações de força ministerial, mediante uma competição onde quem faz um templo maior e mais luxuoso é quem parece ter e poder mais? Não poderíamos estar canalizando mais recursos financeiros da igreja para a obra missionária e social? Estamos de fato construindo, edificando “palácios e cidades fortes” para a glória de Deus? Que cada líder e igreja faça uso de sua consciência cristã para responder a tais questões.

Não me coloco aqui na condição de juiz, mas na posição de atalaia do altíssimo.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Na base de todos os problemas e dos pecados da nação estava o descaso, a negligência, a falta de conhecimento de Deus (hb. da‘ath), ou seja, do discernimento e da percepção de sua ação e vontade. O conhecimento (hb. yadha‘) no sentido de relação pessoal, amizade e intimidade com o Criador estava também comprometido:

Ouvi a palavra do SENHOR, vós, filhos de Israel, porque o SENHOR tem uma contenda com os habitantes da terra, porque não há verdade, nem benignidade, nem conhecimento de Deus na terra. (4.1)

O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos. (4.6)

Diante da clareza dos fatos, entendo que a melhor maneira de concluir o presente texto é com a própria exortação do profeta Oseias, e com uma mensagem de esperança:

Conheçamos e prossigamos em conhecer o SENHOR: como a alva, será a sua saída; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra. (6.3)
LIÇÃO 2: OSEIAS - A FIDELIDADE NO RELACIONAMENTO COM DEUS


TEXTO ÁUREO  
"Porque estou zeloso de vós com zelo de DEUS; porque vos tenho preparado para vos apresentar como uma virgem pura a um marido, a saber, a CRISTO"  (2 Co 11.2).

VERDADE PRÁTICA 
O casamento de Oseias ilustra a infidelidade de Israel e mostra a sublimidade do amor de DEUS.

 
LEITURA DIÁRIA
Segunda - Is 54.5 DEUS se apresenta a Israel como um marido
Terça - Jr 2.2 A união de marido e mulher é uma figura do relacionamento entre DEUS e Israel
Quarta - Mt 25.1 O Senhor JESUS compara o cortejo nupcial a sua vinda
Quinta - Sl 45.9-11 O resplendor do casamento real ilustra a beleza e a pureza da Igreja
Sexta - Hb 13.4 O casamento deve ser honrado por todos
Sábado - Ap 19.7 O encontro de CRISTO com a Igreja é comparado a um casamento

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Oseias 1.1, 2;  2.14-17,  19, 20
Oseias 1.1 Palavra do SENHOR que foi dita a Oséias, filho de Beeri, nos dias de Uzias, Jotão, Acaz, Ezequias, reis de Judá, e nos dias de Jeroboão, filho de Joás, rei de Israel. 2 O princípio da palavra do SENHOR por Oséias; disse, pois, o SENHOR a Oséias: Vai, toma uma mulher de prostituições e filhos de prostituição; porque a terra se prostituiu, desviando-se do SENHOR.
Oseias 2.14 Portanto, eis que eu a atrairei, e a levarei para o deserto, e lhe falarei ao coração. 15 E lhe darei as suas vinhas dali e o vale de Acor, por porta de esperança; e ali cantará, como nos dias da sua mocidade e como no dia em que subiu da terra do Egito. 16 E acontecerá naquele dia, diz o SENHOR, que me chamarás: Meu marido e não me chamarás mais: Meu Baal. 17 E da sua boca tirarei os nomes de baalins, e os seus nomes não virão mais em memória.
Oseias 2.19 E desposar-te-ei comigo para sempre; desposar-te-ei comigo em justiça, e em juízo, e em benignidade, e em misericórdias.
Oseias 2.20 E desposar-te-ei comigo em fidelidade, e conhecerás o SENHOR.

1.2 VAI, TOMA UMA MULHER DE PROSTITUIÇÕES. O relacionamento entre DEUS e Israel é freqüentemente comparado a um contrato matrimonial (e.g., Is 54.5; Jr 3.14; cf. Ef 5.22-32). "Desviando-se do Senhor", a fim de adorar aos ídolos, Israel foi considerado por DEUS como um caso de infidelidade ou prostituição espiritual. O casamento de Oséias deveria ser, portanto, uma lição prática para o infiel Reino do Norte. Há forte probabilidade de que Gomer não fosse prostituta por ocasião do seu matrimônio, tendo posteriormente se voltado ao adultério e à imoralidade, talvez como prostituta no templo de Baal. Ao abandonar o Senhor, ela não somente foi levada à
adoração falsa, mas também ao rebaixamento dos padrões morais. Hoje se pode ver o mesmo padrão de vida imoral sempre que o povo de DEUS se desvia da genuína dedicação ao Todo-poderoso (ver Pv 5.3).
1.4 VISITAREI O SANGUE DE JEZREEL. O mais provável é que este versículo se refira à matança dos setenta filhos de Acabe, executada por Jeú (2 Rs 10.1-8). Embora fosse elogiado por ter trazido o justo juízo de DEUS à família de Acabe, Jeú portara-se com demasiada severidade (2 Rs 10.30,31).
1.4 FAREI CESSAR O REINO DA CASA DE ISRAEL. DEUS não demoraria para trazer juízo e destruição ao Reino do Norte. É provável que Oséias tenha vivido até ver cumprida esta profecia, em 722 a.C., quando os assírios conquistaram Samaria, deportaram cerca de dez por cento da população, e tornaram os demais habitantes parte de uma mera província assíria.
1.6 EU NÃO ME TORNAREI MAIS A COMPADECER. O nome "Lo-Ruama" (lit., "não é compadecida" ou "ela não recebe compaixão e amor") significa que DEUS, em sua santidade, declarara ter chegado a hora de cessar a sua longanimidade, e acionar a sua justiça. O juízo finalmente teria de vir contra o povo pecaminoso e rebelde.
1.7 E OS SALVAREI. O Reino do Sul (Judá) não seria destruído na mesma ocasião que o Reino do Norte -(Israel). Em virtude de o rei Ezequias estar conduzindo sua nação pelo caminho da fé e do arrependimento, o Senhor os salvaria naquela ocasião (2 Rs 19.32-36; Is 37.36). O reino de Judá perduraria ainda por 136 anos.
1.9 NÃO SOIS MEU POVO. Acredita-se que o terceiro filho de Gomer, um menino chamado "Lo-Ami" (que significa "não meu povo"), não fosse de Oséias. O nome da criança simbolizava a quebra do relacionamento pactual em conseqüência da contínua rebeldia contra DEUS mediante a idolatria. O povo do Reino do Norte já não poderia esperar que DEUS o abençoasse e o livrasse de seus adversários. Oséias estava aprendendo, através de sua própria angústia, sobre como se achava o coração de DEUS por causa dos pecados de seu povo.
1.10,11 ISRAEL SERÁ COMO A AREIA DO MAR. A rejeição do Reino do Norte como nação separada não significava que DEUS se esqueceria de sua promessa a Abraão, Isaque e Jacó, a respeito da terra e da nação. Apesar de Israel haver pecado, DEUS restauraria o seu povo à condição de filhos. Ele reuniria as doze tribos para formar uma única nação sob um único líder. A promessa de reunificação anuncia o Messias vindouro.
1.11 GRANDE SERÁ O DIA DE JEZREEL. Jezreel significa "DEUS espalha". E, aqui, tal nome é empregado num sentido ligeiramente distinto daquele que aparece no versículo quatro. DEUS espalharia o seu povo (v. 4), mas posteriormente o recolheria das terras para onde havia sido espalhado, e o semearia de novo na terra que lhe pertencia, assim como o agricultor esparge as sementes no solo devidamente preparado.

Oséias – A Fidelidade no Relacionamento com Deus
Lição 02 - 4º. Tri. 2012 - EBD CPAD - 14.10.12
Esboço: Escrito por Pr. João Barbosa da Silva
Texto da Lição: Oséias 1.1,2; 2.14-17,19,20
I - OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM:
1. Conhecer a estrutura do livro de Oséias.
2. Compreender a linguagem simbólica usada no livro.
3. Conscientizar-se de que Deus está pronto a nos reconciliar e acolher.
TEXTO ÁUREO:
“Porque estou zeloso de vós com o zelo de Deus; porque vos tenho preparado para vos apresentar como uma virgem para o marido, a saber, a Cristo” (Filipenses 4.12,13).
III – VERDADE PRÁTICA: O casamento de Oséias ilustra a infidelidade de Israel e mostra a sublimidade do amor de Deus.
IV – PALAVRA CHAVE: Matrimônio
Os termos matrimônio e casamento são sinônimos; vocábulos que no grego equivalem a leito conjugal (Hb 13.4) e bodas (Jo 2.1,2). O casamento é uma instituição divina estabelecida por Deus desde a criação do mundo.
Em, seu sentido natural e histórico, o matrimônio pode ser definido como uma relação pessoal e íntima entre um homem e uma mulher, com o intuito de perdurar por toda a vida (Mt 19.6) e com a finalidade de procriação e estabelecimento de uma família.
Essa união de caráter indissolúvel tem uma relação legal, social e espiritual. É no casamento que acontece o processo legítimo de procriação (Gn 1.27,28), proporcionando oportunidade para a felicidade humana e o companheirismo – “Deus faz que o solitário habite em família” (Sl 68.6a).
V – COMENTÁRIO – Apresentação
O casamento de Oséias em seus simbolismos reflete o amor, a beleza e a felicidade que o verdadeiro casamento pode proporcionar. No caso de Israel, Deus almeja que a nação deixe o caminho do adultério espiritual e retorne ao amor inefável do esposo que, acima de tudo, o ama.
A intimidade, o amor, a beleza, o gozo e a reciprocidade que o casamento proporciona fazem dele o símbolo da união e do relacionamento entre Cristo e a sua Igreja (2Co 11.2; Ef 5.31-33; Ap 19.7). Essa figura é notada desde o Antigo Testamento.
Considerando a santidade do casamento confirmada em toda a Bíblia, a ordem divina parece contradizer tudo o que as Escrituras falam sobre o matrimônio.
“O princípio da palavra do SENHOR por Oséias; disse, pois, o SENHOR a Oséias: Vai, toma uma mulher de prostituições e filhos de prostituição; porque a terra se prostituiu, desviando-se do SENHOR” (Os 1.2).
Através do casamento de Oséias, e seu difícil relacionamento familiar, Deus tinha uma mensagem para o povo, pois a esposa e os filhos de Oséias, assim como o abandono e a prostituição dela, e o seu sofrimento e perdão, são sinais e profecias sobre Israel e Judá ao longo dos séculos.
OBJETIVO 1: Conhecer a estrutura do livro de Oséias.
O livro de Oseias pode ser dividido em duas partes significantes: A primeira é uma biografia profética, que descreve a crise do relacionamento de Oséias com sua esposa infiel, Gomer. Ao mesmo tempo que compara essa crise conjugal com a infidelidade e a apostasia do seu povo (Os 1 – 3).
A segunda parte apresentada em uma literatura poética, se constitui de profecias proferidas durantre um longo intervalo de tempo (Os 4 – 14). O assunto do livro é a apostasia de Israel e o grande amor de Deus demonstrado pela nação de Israel através da vida do profeta Oséias e o seu casamento e compreende a advertência, juízo divino e promessas de restauração futura (Os 8.11 – 14; 11. 1-9; 14.4-9).
Oséias viveu uma realidade literal atrávés do seu casamento com uma mulher de prostituição – Gomer, cujos filhos são de prostituições, bem como os nomes dados aos seus três filhos, que projetaram a avaliação espiritrual do relacionamento matrimonial entre Oséias e Gomer por permissão de Deus a fim de ilustrar de forma simbólica o relacionamento infiel da nação de Israel com o seu Deus (Os 1.1-6).
A abordagem do livro de Oséias à mensagem profética que tinha de entregar baseava-se em sua relação de esposo. Isso representava o fato de que Yaweh havia sido ofendido por sua esposa infiel, a nação de Israel. A fim de que essa mensagem fosse sentida e entregue com eficácia, era mister que Oséias passasse por uma situação real de traição sofrida.
E, para que isso acontecesse realmente, como é óbvio, ele teria de manter profundo amor por sua esposa. Somente então ele poderia sentir a agressividade da infidelidade, compreendendo, metaforicamente, a ofensa de Israel, contra o Senhor, em sua infidelidade, que consistia na idolatria e corrupção moral.
Através da vida do profeta Oséias e do casamento com sua esposa infiel, Deus demonstra o seu amor e misericórdia para com a nação de Israel que havia se prostituído com os ídolos – Baal, Baalins e Poste-ídolos.
De sorte que todo o livro de Oséias encontra-se permeado do amor e da misericórdia de Deus através do envolvimento do profeta com a esposa infiel mostrando o amor insondável de Deus para com a nação adúltera e o convite de Deus para sua reconciliação com o Senhor.
OBJETIVO 2. Compreender a linguagem simbólica usada no livro.
Mesmo num contexto de decadência moral, o amor de Deus é descrito de forma bela e surpreendente (Os 2.14-16; 11.1-4; 14.4-8). A poesia do livro de Oséias está repleta de metáforas e símbolos dirigidos aos contemporâneos. Sua mensagem denuncia o pecado do povo e a corrupção das instituições sociais, políticas e religiosas das dez tribos do norte (Os 5.1).
O emprego das coisas do dia a dia como ilustração facilita a compreensão da mensagem divina no livro de Oséias. Variados são os recursos literários encontrados na Bíblia para fazer compreender uma determinada situação. O casamento é o símbolo perfeito para compreendermos o relacionamento de Deus com o seu povo, e do Senhor Jesus Cristo com o cristão.
No seu livro Oséias descreve os acontecimentos como literias, a ponto de dizer que Gomer teve três filhos depois de se casar com ele, embora não seja encontrada nenhuma referência bíblica de que o casamento de Oséias com Gomer possa ser entendido como uma figura parabólica.
Dentre todas as controvérsias existentes é salutar saber quem foi Oséias e a certeza de que ele fôra um homem de Deus que ouviu a sua voz para cumprir uma ordem nada aceitável humana e espiritualmente: casar-se com uma mulher dada á prostituição.
O casamento de Oséias com uma “mulher de prostituições” é uma comparação clara com a própria nação de Israel. Deus considerava o assunto prostituição de forma dupla: no sentido físico, quando os israelitas participavam de cultos a outros deuses que envolviam a prática sexual como parte da liturgia, e no sentido espiritual, deixando a adoração ao Senhor para envolverem-se com outros deuses.
Há também um profundo simbolismo através dos nomes dos filhos de Oséias com Gomer (Os 1.3-9). De forma geral os nomes dados aos filhos de Oséias Jezrreel (Deus espalhou), Lo-Ruama (não amada) e Lo-Ami (não-meu-povo), mostram o que estava acontecendo e o que haveria de acontecer à nação de Israel.
Jezrrel tinha dois sentidos: para o passado ele falava do julgamento que Deus executou sobre a casa de Acabe (1Re 19.13-17; 21.21-24; 2Re 9.6-10; 10.30); para o futuro do julgamento que Deus exerceria sobre Israel por causa da sua infidelidade quando foi para o cativeiro assírio. Isso tratava do julgamento vindouro de Deus sobre as dez tribos de Israel ou Reino do Norte, por causa do sangue de Jezrrel (Os 1.4).
OBJETIIVO 3. Conscientizar-se de que Deus está pronto a nos reconciliar e acolher.
A linguagem da reconciliação no livro de Oséias é apresentada através do amor, tema principal do livro. Ao reconciliar-se com Gomer (Os 3.2), Oséias ilustra de maneira nova o amor de Deus por Israel. Ao que parece, Gomer havia abandonado o marido a fim de continuar prestando sua imoral adoração a Baal (Os 2.5).
Oséias, no entanto, jamais desistiria de seu amor por ela, embora estivesse com o coração partido. Ele devia procurá-la para expressar-lhe novamente seu amor e cuidado assim como Deus o faria em relação aos israelitas Os 3.3). Estes também haviam partido o coração do Altíssimo ao se voltarem para outros deuses, e se deliciarem com os “bolos de uvas” das festas pagãs (Os 3.1).
É muito provável que, agora, Gomer estivesse endividada, prestes a ser vendida como escrava, conforme previam as leis. Oséias, no entanto, resgata-a por um alto preço (Os 3.2), tal atitude ilustra o amor redentivo de Deus pelos pecadores, que não tem como redimir-se ou salvar-se a si mesmos; sua única esperança é a graça divina.
Deus está pronto a nos reconciliar e acolher – “E tudo isso provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo e nos deu o ministério da reconciliação, isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados, e pôs em nós a palavra da reconciliação” (2Co 5.18,19).
A doutrina da reconciliação, segundo a própria palavra significa essencialmente, troca ou permuta. Consiste da mudança da relação de hostilidade que pode existir entre dois indivíduos passando eles a serem amigos entre si. Essa relação de hostilidade é alterada para a relação de paz.
Há, portanto, a permuta de estado. Do estado de paz, em seguida, fluem as bênçãos, da salvação, isto é, a salvação que se deriva da vida de Cristo. No sentido cristão, a mudança nas relações entre Deus e um homem é efetuada por meio de Cristo.
O movimento de Deus em direção ao homem, tendo em vista quebrantar a hostilidade humana, recomenda o amor e a santidade divina ao homem convencendo-o da enormidade de seu pecado e das consequências do mesmo. É Deus quem inicia esse movimento, na pessoa e na obra de Jesus Cristo (Rm 5.6,8; Ef 1.6; 1 Jo 4.19).
CONCLUSÃO:
A profecia de Oséias foi a última tentativa de Deus em levar Israel a arrepender-se de sua idolatria e iniqüidade persistentes, antes que ele
entregasse a nação ao seu pleno juízo. O livro foi escrito com o objetivo de revelar:
a) Que Deus conserva o seu amor a seu povo segundo o concerto, e deseja intensamente redimi-lo de sua iniqüidade;
b) E que conseqüências trágicas se seguem quando o povo persiste em desobedecer a Deus, e em se sujeitar ao seu amor redentor. A infidelidade da esposa de Oséias é registrada como ilustração da infidelidade de Israel.
c) Gomer vai atrás de outros homens, ao passo que Israel corre atrás de outros deuses. Gomer comete prostituição física; Israel, comete prostituição espiritual.
LIÇÃO 2, OSEIAS, A FIDELIDADE NO RELACIONAMENTO COM DEUS
LIÇÕES BÍBLICAS - 4º Trimestre de 2012 - CPAD - Para jovens e adultos
Tema: Os Doze Profetas Menores - Advertências e Consolações para a Santificação da Igreja de CRISTO.
Comentários da revista da CPAD: Pr. Esequias Soares
Consultor Doutrinário e Teológico da CPAD: Pr. Antonio Gilberto
Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva
QUESTIONÁRIO
Veja também http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/oseias1.htm  - Revista 2º Trimestre de 2002
 
 
TEXTO ÁUREO  
"Porque estou zeloso de vós com zelo de DEUS; porque vos tenho preparado para vos apresentar como uma virgem pura a um marido, a saber, a CRISTO"  (2 Co 11.2).
 
 
VERDADE PRÁTICA 
O casamento de Oseias ilustra a infidelidade de Israel e mostra a sublimidade do amor de DEUS.
 
 
LEITURA DIÁRIA
Segunda - Is 54.5 DEUS se apresenta a Israel como um marido
Terça - Jr 2.2 A união de marido e mulher é uma figura do relacionamento entre DEUS e Israel
Quarta - Mt 25.1 O Senhor JESUS compara o cortejo nupcial a sua vinda
Quinta - Sl 45.9-11 O resplendor do casamento real ilustra a beleza e a pureza da Igreja
Sexta - Hb 13.4 O casamento deve ser honrado por todos
Sábado - Ap 19.7 O encontro de CRISTO com a Igreja é comparado a um casamento
 
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Oseias 1.1, 2;  2.14-17,  19, 20
Oseias 1.1 Palavra do SENHOR que foi dita a Oséias, filho de Beeri, nos dias de Uzias, Jotão, Acaz, Ezequias, reis de Judá, e nos dias de Jeroboão, filho de Joás, rei de Israel. 2 O princípio da palavra do SENHOR por Oséias; disse, pois, o SENHOR a Oséias: Vai, toma uma mulher de prostituições e filhos de prostituição; porque a terra se prostituiu, desviando-se do SENHOR.
Oseias 2.14 Portanto, eis que eu a atrairei, e a levarei para o deserto, e lhe falarei ao coração. 15 E lhe darei as suas vinhas dali e o vale de Acor, por porta de esperança; e ali cantará, como nos dias da sua mocidade e como no dia em que subiu da terra do Egito. 16 E acontecerá naquele dia, diz o SENHOR, que me chamarás: Meu marido e não me chamarás mais: Meu Baal. 17 E da sua boca tirarei os nomes de baalins, e os seus nomes não virão mais em memória.
Oseias 2.19 E desposar-te-ei comigo para sempre; desposar-te-ei comigo em justiça, e em juízo, e em benignidade, e em misericórdias.
Oseias 2.20 E desposar-te-ei comigo em fidelidade, e conhecerás o SENHOR.
 
1.2 VAI, TOMA UMA MULHER DE PROSTITUIÇÕES. O relacionamento entre DEUS e Israel é freqüentemente comparado a um contrato matrimonial (e.g., Is 54.5; Jr 3.14; cf. Ef 5.22-32). "Desviando-se do Senhor", a fim de adorar aos ídolos, Israel foi considerado por DEUS como um caso de infidelidade ou prostituição espiritual. O casamento de Oséias deveria ser, portanto, uma lição prática para o infiel Reino do Norte. Há forte probabilidade de que Gomer não fosse prostituta por ocasião do seu matrimônio, tendo posteriormente se voltado ao adultério e à imoralidade, talvez como prostituta no templo de Baal. Ao abandonar o Senhor, ela não somente foi levada à
adoração falsa, mas também ao rebaixamento dos padrões morais. Hoje se pode ver o mesmo padrão de vida imoral sempre que o povo de DEUS se desvia da genuína dedicação ao Todo-poderoso (ver Pv 5.3).
1.4 VISITAREI O SANGUE DE JEZREEL. O mais provável é que este versículo se refira à matança dos setenta filhos de Acabe, executada por Jeú (2 Rs 10.1-8). Embora fosse elogiado por ter trazido o justo juízo de DEUS à família de Acabe, Jeú portara-se com demasiada severidade (2 Rs 10.30,31).
1.4 FAREI CESSAR O REINO DA CASA DE ISRAEL. DEUS não demoraria para trazer juízo e destruição ao Reino do Norte. É provável que Oséias tenha vivido até ver cumprida esta profecia, em 722 a.C., quando os assírios conquistaram Samaria, deportaram cerca de dez por cento da população, e tornaram os demais habitantes parte de uma mera província assíria.
1.6 EU NÃO ME TORNAREI MAIS A COMPADECER. O nome "Lo-Ruama" (lit., "não é compadecida" ou "ela não recebe compaixão e amor") significa que DEUS, em sua santidade, declarara ter chegado a hora de cessar a sua longanimidade, e acionar a sua justiça. O juízo finalmente teria de vir contra o povo pecaminoso e rebelde.
1.7 E OS SALVAREI. O Reino do Sul (Judá) não seria destruído na mesma ocasião que o Reino do Norte -(Israel). Em virtude de o rei Ezequias estar conduzindo sua nação pelo caminho da fé e do arrependimento, o Senhor os salvaria naquela ocasião (2 Rs 19.32-36; Is 37.36). O reino de Judá perduraria ainda por 136 anos.
1.9 NÃO SOIS MEU POVO. Acredita-se que o terceiro filho de Gomer, um menino chamado "Lo-Ami" (que significa "não meu povo"), não fosse de Oséias. O nome da criança simbolizava a quebra do relacionamento pactual em conseqüência da contínua rebeldia contra DEUS mediante a idolatria. O povo do Reino do Norte já não poderia esperar que DEUS o abençoasse e o livrasse de seus adversários. Oséias estava aprendendo, através de sua própria angústia, sobre como se achava o coração de DEUS por causa dos pecados de seu povo.
1.10,11 ISRAEL SERÁ COMO A AREIA DO MAR. A rejeição do Reino do Norte como nação separada não significava que DEUS se esqueceria de sua promessa a Abraão, Isaque e Jacó, a respeito da terra e da nação. Apesar de Israel haver pecado, DEUS restauraria o seu povo à condição de filhos. Ele reuniria as doze tribos para formar uma única nação sob um único líder. A promessa de reunificação anuncia o Messias vindouro.
1.11 GRANDE SERÁ O DIA DE JEZREEL. Jezreel significa "DEUS espalha". E, aqui, tal nome é empregado num sentido ligeiramente distinto daquele que aparece no versículo quatro. DEUS espalharia o seu povo (v. 4), mas posteriormente o recolheria das terras para onde havia sido espalhado, e o semearia de novo na terra que lhe pertencia, assim como o agricultor esparge as sementes no solo devidamente preparado.  
 
 
OS FILHOS DE OSÉIAS – Oséias 1.4-9 – “Mensagens de Deus aos rebeldes”
Preparado pelo Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho (http://www.isaltino.com.br/2010/12/os-filhos-de-oseias-%E2%80%93-oseias-1-4-9-%E2%80%93-%E2%80%9Cmensagens-de-deus-aos-rebeldes%E2%80%9D/)
 
INTRODUÇÃO
Oséias teve três filhos, cada um com nome simbólico. Jizreel, Lo-Ruama e Lo-Ami. Cada um trazia uma mensagem de Deus ao povo. E que serve para nós. Vejamos.
1. COMO OS FILHOS ERAM – O JUÍZO DE DEUS
(1) Jizreel (1.4). Primogênito. “Deus semeia”. Era o nome da cidade onde Jezabel, a idólatra sanguinária foi morta: 2Reis 9.30-37 e 2Reis 10.1-11. Este nome evocava juízo. Jizreel: onde Deus julgou os idólatras. A menção do nome do menino ensinava às pessoas o juízo. A lição: Deus trataria a nação como idólatra.
(2) Lo-Ruama (1.6). “Não compaixão”. No hebraico não havia a preposição “sem”. O “não” fazia esta função. A menção do nome da menina ensinava que Deus deixaria de lado sua compaixão. Deus julgaria Israel como se fosse uma nação idólatra, sem compaixão. A lição: Deus pode suspender sua compaixão.
(3) Lo-Ami. Em 1.8. “Não meu povo”. Este era o caçula. Deus julgaria Israel como se fosse uma nação idólatra, e sem compaixão, porque não era seu mais povo. Ele estava rejeitando o povo. A lição: os pecados do povo haviam esgotado a paciência de Deus.
Três filhos, três lições. Guardemos isto: O pecado nao passa despercebido diante de Deus.
 
 
2. COMO DEUS QUERIA QUE OS FILHOS FOSSEM – O CHAMADO DE DEUS
Ami e Ruma (2.1). Deus diz a Jizreel (personagem citado em 1.11) que seus irmãos serão chamados Ami (“Meu povo”) e Ruama (“Compaixão”). Ele quer tratar seu povo como seu povo e quer ter compaixão. Oséias era de Israel, o grupo separatista e apóstata (1Rs 12.16), que rejeitou a liderança da casa de Davi. É o único profeta escritor de Israel (os demais eram de Judá, o Sul). Israel era desviado, mas Deus queria tê-lo como povo e tratá-lo com compaixão. Ele tem compaixão dos errados e quer tratá-los como filhos. A lição: Deus tem grande compaixão. Muito maior que sua ira: Salmo 30.5.
 
 
3. COMO DEUS RESOLVEU A QUESTÃO – AÇÃO DE DEUS PELO SEU POVO
Em Jesus Cristo. Em Jesus ele trata os homens como filhos: João 1.12. Em Jesus ele nos trata com graça (compaixão): João 1.17. Em Jesus ele nunca nos rejeita: João 10.27-29. Nunca nos deixará: Mateus 28.20. Não quer dizer que podemos fazer o que quisermos, mas que seu amor nos constrange (2Co 5.14) a uma vida santa. O salvo busca agradar a Deus, por isso foge do pecado (1Jo 5.18). No NT, ele mora em nós, pelo seu Espírito, e nos fortalece para não imitarmos Israel. A lição: Jesus nos manifesta todo o amor de Deus, e remove seu desgosto para conosco: Romanos 8.1 e 34-35.
CONCLUSÃO
Os filhos de Oséias mostram que Deus investiu em Israel, e que este o frustrou. Ele não desistiu. Investiu mais, dando Jesus. A igreja, livre do poder do Maligno, pode viver como Israel não viveu. Ele nunca nos rejeitará. Seremos sempre seu povo e ele sempre nos tratará sempre com compaixão. Que nunca o decepcionemos.
 
 
À MESA COM OSÉIAS - INSTRUMENTOS DE DEUS
Quando o Senhor começou a falar por meio de Oséias... (Os 1.2)
A BOCA QUE TORNA a Palavra audível pode ser humana (às vezes pode ser animal, como no caso da jumenta de Balaão), mas a Palavra é de Deus e não do homem. Deus fala por meio de Oséias, por meio de Ageu (Ag 1.1), por meio de Malaquias (Ml 1.1). Por meio dos cinco profetas maiores e por meio dos doze profetas menores. Mas, desde os tempos remotos até hoje, nem todos que se dizem profetas falam da parte de Deus. Esse é um dos problemas mais complicados da história do povo de Deus, da história religiosa.
É loucura deixar de ouvir um profeta por meio de quem Deus fala. É loucura dar ouvidos à voz de um profeta por meio de quem Deus não fala. Há profetas verdadeiros e profetas falsos. O profeta verdadeiro pode ser um
homem simples, mas fala da parte de Deus. O profeta falso pode ser um crânio, mas não fala da parte de Deus. É o tal dilema entre o trigo e o joio, que exige uma dose muito grande de responsabilidade da parte do ouvinte.
Geralmente o falso profeta fala aquilo que queremos ouvir e não aquilo que precisamos ouvir.
 
Nunca mais vou ouvir a voz de um profeta que se coloca aos meus pés para me servir!
 
POR CAUSA DO MASSACRE
Castigarei a dinastia de Jeú por causa do massacre ocorrido em Jezreel (Os 1.4)
O MASSACRE OCORREU lá pelo ano 841 antes de Cristo. Foi massacre mesmo. Jeú fez muito além do que era para fazer. Ultrapassou os oráculos de Elias (1 Rs 21.21-24) e a ordem de Eliseu (2 Rs 9.7-10). Em Jezreel, “Jeú matou todos os que restavam da família de Acabe [...], bem como todos os seus aliados influentes, os seus amigos pessoais e os seus sacerdotes, não lhe deixando sobrevivente algum” (2 Rs 10.11). Depois, o rei de Israel ainda matou 42 parentes de Acazias, rei de Judá, em Bete-Equede dos Pastores, e muitos outros em Samaria (2 Rs 10.12-36). O pior é que Jeú não era coerente: eliminou a adoração a Baal, mas manteve a adoração aos bezerros de ouro (2 Rs 10.28,29). O fim da dinastia de Jeú aconteceu no trigésimo nono ano do reinado de Uzias, rei de Judá (752 a.C.), cerca de 110 anos depois do fatídico massacre e pouco depois da profecia de Oséias. Nesse tempo, um tal de Salum derrubou Zacarias, o último descendente de Jeú, e tomou posse do governo de Israel (2 Rs 15.8-16).
 
Obrigo-me a fazer a medida certa da vontade de Deus; nem menos nem mais!
 
O ARCO QUEBRADO
Naquele dia quebrarei o arco de Israel no vale de Jezreel (Os 1.5).
QUANDO A PEÇA DE MAIOR valor se quebra, ficamos de pés e mãos amarrados. A peça de maior valor, a peça imprescindível, varia de uma pessoa para outra, de uma época a outra, de uma circunstância a outra. Pode ser uma atiradeira, um conjunto de arco e flechas, uma espada, uma espingarda, um revólver, um lança-bombas. Como também pode ser uma dentadura, um veículo, um celular, um notebook. Qualquer apetrecho experimentado e continuamente usado, quando é quebrado, gera insegurança e até pânico. Significa perder o imperdível. Oséias se fez entender quando ameaçou: “Naquele dia quebrarei o arco de Israel no vale de Jezreel”. Logo no vale de Jezreel, onde o arco de Israel havia provocado o famoso massacre de muitas dezenas de pessoas relacionadas com o rei Acabe. Nessa hora de arco quebrado, de dentadura quebrada, de carro quebrado, de celular quebrado, Deus nos deixa vazios, indefesos, humilhados e estáticos. Então começa a hora e a vez dele!
 
Não farei minha segurança girar em torno de meros apetrechos quebráveis!
 
AMOR E PERDÃO
Não mais mostrarei amor para com a nação de Israel, não a ponto de perdoá-la (Os 1.6)
QUAL É A RELAÇÃO entre amor e perdão? O que vem primeiro, o amor ou o perdão? Em todos os casos, o perdão só é possível por causa do amor. Quando o amor se esgota, o perdão não tem a menor chance. Se o nível do amor de Deus abaixasse, a disponibilidade do perdão também cairia. É isso que o profeta Oséias quer que a nação entenda. Esse mecanismo é de conhecimento público por causa do versículo mais conhecido e amado da Bíblia: “Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16). Deus só “arrepende-se, e não envia a desgraça” porque é “cheio de amor”
(Jl 2.13; Jn 4.2). Ele é misericordioso e compassivo e muito paciente porque é cheio de amor. Jesus jamais faria a oração “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo” (Lc 23.34), referindo-se aos seus algozes, se não tivesse profundo amor por aquela turba que o maltratava e zombava dele.
 
Àquele que me amou e perdoou, devo o maior respeito e a maior devoção!
 
NÃO PELO ARCO
Eu lhe concederei vitória, não pelo arco, pela espada ou por combate [...], mas pelo Senhor, o seu Deus (Os 1.7).
ERA UMA TAREFA dificílima convencer o povo eleito de que a vitória viria não por esforço puramente humano, mas pela intervenção de Deus, ora por meios naturais ora por meios sobrenaturais. Todos os profetas gastaram
muita saliva para deixar isso suficientemente claro. A salvação tem como ponto de partida o amor de Deus: “Tratarei com amor a nação de Judá”. E se torna viável e concreta porque Ele concede vitória, “não pelo arco, pela espada ou por combate [ou ‘pela guerra’], nem por cavalos e cavaleiros, mas pelo Senhor, o seu Deus”. Não era para o povo insistir na idéia de salvação por força nem por violência, mas pelo Espírito de Deus (Zc 4.6), por causa dos antecedentes históricos que ele mesmo recitava: “Não foi pela espada que [nossos antepassados] conquistaram a terra, nem pela força do seu braço que alcançaram a vitória; foi pela tua mão direita, pelo teu braço, e pela luz do teu rosto” (Sl 44.3).
 
Deponho as armas e renuncio à guerra e à violência: vou confiar no braço do Senhor!
 
ALGUM DIA O SOL NÃO NASCEU?
Tão certo como nasce o sol, ele aparecerá; virá para nós como as chuvas de inverno (Os 6.3)
ALGUM DIA O SOL não nasceu? Algum dia a noite durou mais de 12 horas? Assim é o Senhor. Ele esconde o seu rosto só por um momento: “Tão certo como nasce o sol, ele aparecerá; virá para nós como as chuvas de
inverno, como as chuvas de primavera que regam a terra”. Pode demorar um pouco, até mais do que gostaríamos, mas virá! O Senhor não tem o hábito de marcar datas... Ele não marca a data de suas muitas voltas particulares nem de sua volta especial, “com poder e grande glória” (Mt 24.30). Com Ele vem as chuvas há tanto tempo necessárias e esperadas. Chuvas para desfazer os torrões, a seca, a poeira e a sede. Chuvas para trazer de volta o verde, a sombra, o mato, as árvores, as flores, os frutos, o perfume do eucaliptal, os riachos, as cachoeiras, as aves do céu, a justiça, novos céus e nova terra e o bendito refrigério da alma cansada, exausta e ansiosa. As
chuvas que vêm com o Senhor enchem as nossas cisternas vazias (Sl 84.6)!
 
O Senhor será o meu pastor para sempre, pois é Ele quem me conduz a águas tranqüilas!
 
A NEBLINA DA MANHÃ
Seu amor é como a neblina da manhã, como o primeiro orvalho que logo evapora (Os 6.4)
NÃO É SÓ A MULHER que reclama do amor do marido. Não é só o marido que reclama do amor da mulher. Não é só a mãe que reclama do amor da filha. Não é só a filha que reclama do amor da mãe. O Senhor também reclama do amor humano: “Seu amor é como a neblina da manhã, como o primeiro orvalho que logo evapora”. Não é a única vez que Deus cobra amor de Israel ou da igreja. Ao pastor da igreja em Éfeso, Jesus escreveu: “Você abandonou o seu primeiro amor” (Ap 2.4). Que diferença há entre nenhum amor e amor tão efêmero como a neblina? Sobretudo se comparado com “a largura, o comprimento, a altura e a profundidade” do “amor de Cristo que excede todo conhecimento” (Ef 3.18,19)?
O assunto é muito sério já que o maior mandamento da lei de Moisés é: “Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento” (Mt 22.37). E não como a neblina da manhã.
 
Prometo exercitar o meu amor pelo Senhor para que eu o ame como Ele me ama!
 
MEMÓRIA COMPRIDA
[Efraim e Samaria] não percebem que eu me lembro de todas as suas más obras (Os 7.2)
TRÊS VEZES O Senhor declara que não se esquece dos pecados de Israel (Os 7.2; 8.13; 9.9). Aí está uma situação que exige reflexão. Pois em outras passagens encontra-se uma declaração exatamente oposta a esta. Em Isaías está escrito: “Sou eu, eu mesmo, aquele que apaga suas transgressões, por amor de mim, e que não se lembra mais de seus pecados” (Is 43.25). Em Jeremias também lemos: “Eu lhes perdoarei a maldade e não me lembrarei mais dos seus pecados” (Jr 31.34). Afinal, Deus tem memória curta ou memória comprida? Os textos não se contradizem. Deus só se esquece quando perdoa e só perdoa quando há arrependimento. Deus quer que Efraim e Samaria percebam que Ele não se esqueceu de seus pecados recentes. Eram ainda problemas pendentes, não resolvidos. Embora acentuadamente graves, os pecados cometidos por eles ainda não tinham sido localizados, admitidos, confessados e abandonados. Em situações assim, a memória de Deus é necessariamente comprida e não curta!
 
Não permitirei que o pecado já confessado me venha à lembrança e me atormente!
 
O BOLO QUEIMADO E CRU
Efraim é um bolo que não foi virado (Os 7.8)
QUE DENÚNCIA inteligente: “Efraim é um bolo que não foi virado”. O povo de Israel não presta para nada. De um lado está cru; do outro, está queimado. É como o sal que perde o seu sabor: “Não servirá para nada, exceto para ser jogado fora e pisado pelos homens” (Mt 5.13). O padeiro perdeu a farinha, perdeu os ovos, perdeu a manteiga, perdeu o tempo e perdeu a confiança de seus fregueses. Foi um desperdício total. Todos os que pendem para um lado só são como Efraim, “um bolo que não foi virado”. Quem não acha o equilíbrio e não se compromete com ele, mais cedo ou mais tarde será semelhante a um bolo queimado e cru. Os que são empolgados na oração e reticentes na ação ou vice-versa são como Efraim. Os que são empolgados na ortodoxia e reticentes na espiritualidade ou vice-versa são como Efraim. Não vale a pena ser como Efraim. É preciso virar o bolo na hora certa para ele não ficar queimado de um lado e cru do outro.
 
Não vou me permitir o destempero religioso que pode me tornar fanático.
 
RAIZ SECA
Efraim está ferido, sua raiz está seca, eles não produzem frutos (Os 9.16)
TODAS AS VEZES que o livro de Oséias menciona o nome de Efraim não se refere a uma pessoa, ao filho de José, mas a uma das doze tribos de Israel. Por ser a principal tribo do reino do Norte, o nome Efraim quase sempre
diz respeito ao país inteiro. Além de estar com os seios ressecados (Os 9.14), a raiz de Efraim também está seca (Os 9.16). O adjetivo seco lembra expressões desagradáveis e incômodas, como árvore seca, erva seca, espiga seca, ossos secos, pão seco, rio seco e terra seca. Agora Efraim sofre de ventre seco, seios secos e raiz seca. A nação está em maus lençóis. O que se pode esperar dela se sua raiz está seca? Se está seca é porque rompeu com Deus, deixou de procurá-lo, distanciou-se dos rios subterrâneos cheios de água viva. Efraim deixou de ser aquela “árvore plantada junto às águas e que estende as suas raízes para o ribeiro”. Uma árvore assim não teme o calor nem deixa de dar fruto mesmo no ano da seca (Jr 17.8).
 
Serei como árvore plantada à beira de águas correntes, cujas folhas não murcham!
 
 
 
RESUMO DA BEP EM CD - CPAD - (BEP - Bíblia de Estudo Pentecostal)
Esboço
Título (1.1)
I. O Casamento de Oséias Ilustra a Infidelidade de Israel, e a Rejeição e Restauração
da  Nação (1.2—3.5)
A. O Casamento com Gomer (1.2)
B. O Nascimento dos Três Filhos (1.3-9)
C.  Profecia da Restauração (1.10—2.1)
D.  Gômer Como Símbolo de Israel (2.2-23) 1. O Adultério de Israel (2.2-5) 2. O Juízo Divino (2.6-13) 3. DEUS Promete a Restauração de Israel (2.14-23)
E. A Redenção de Gomer (3.1-5)
II. A Mensagem de Oséias Descreve a Infidelidade, Rejeição e Restauração de Israel
(4.1—14.9)
A. O Adultério Espiritual de Israel (4.1-19)
B. O Juízo Divino Sobre Israel (5.1-14)
C. O Arrependimento Insincero de Israel (5.15—6.3)
D. O Registro dos Pecados de Israel (6.4—8.6)
1. Violação do Concerto (6.4-10)
2. Recusa em Confiar em DEUS, e Obedecê-lo (6.11—7.16)
3. Servir a Falsos Deuses (8.1-6)
E. A Predição do Juízo de Israel (8.7—10.15)
1. Será Devorada pelas Nações (8.7-14)
2. A Prosperidade Evaporará (9.1-9)
3. A Madre se Tornará Estéril (9.10-17)
4. A Nação Será Destruída (10.1-15)
F. O Amor Persistente de DEUS por Israel (11.1-11)
G. Repetição dos Pecados de Israel (11.12—12.14)
H. O Cuidado Passado de DEUS e Sua Ira Presente (13.1-16)
1. A Idolatria de Israel (13.1-3)
2. O Cuidado Divino no Êxodo (13.4-6)
3. O Plano Divino em Destruir Israel (13.7-13)
4. O Plano Divino para a Restauração Final de Israel (13.14)
5. Insistência na Destruição Iminente de Israel (13.15,16)
I. DEUS Promete Restaurar Israel (14.1-9)
1. A Chamada ao Arrependimento (14.1-3)
2. A Promessa de Bênçãos Abundantes (14.4-9)
 Autor: Oséias
 

Tema: O Julgamento Divino e o Amor Redentor de DEUS
Data: 715-710 a.C.
Considerações Preliminares
Oséias, cujo nome significa “salvação”, é identificado como filho de Beeri (1.1). Nada mais se sabe do profeta, a não ser os lances biográficos que ele mesmo revela em seu livro. Que Oséias provinha de Israel, e não de Judá, e que profetizou à sua nação, fica patente: (1) em suas numerosas referências a “Israel” e “Efraim”, as duas principais designações do Reino do Norte; (2) na sua
referência ao Rei de Israel, em Samaria, como “nosso rei” (7.5); e (3) em sua intensa preocupação com a corrupção espiritual, moral, política e social de Israel. O ministério de Oséias, ao Reino do Norte, seguiu-se logo depois ao ministério de Amós que, embora fosse de Judá, profetizou a Israel. Amós e Oséias são os únicos profetas do AT, cujos livros foram dedicados inteiramente ao Reino
do Norte, anunciando-lhe a destruição iminente.Oséias foi vocacionado por DEUS a profetizar ao Reino de Israel, que desmoronava espiritual e moralmente, durante os últimos quarenta anos de sua existência, assim como Jeremias seria chamado a fazer o mesmo em Judá. Quando Oséias iniciou o seu ministério, durante os últimos anos de Jeroboão II, Israel desfrutava de uma temporária prosperidade econômica e de paz política, que acabariam por produzir um falso senso de segurança. Logo após a morte de Jeroboão
II (753 a.C.), porém, a nação começa a deteriorar-se, e caminha velozmente à destruição em 722 a.C. Passados quinze anos da morte do rei, quatro de seus sucessores seriam assassinados. Decorridos mais quinze anos, Samaria seria incendiada, e os israelitas, deportados à Assíria e, posteriormente, dispersados entre as nações. O casamento trágico de Oséias, e sua palavra profética, harmonizavam-se com a mensagem de DEUS a Israel durante esses anos caóticos.DEUS ordenou a Oséias que tomasse “uma mulher de prostituições” (1.2) a fim de ilustrar a infidelidade espiritual de Israel. Embora há os que interpretem o casamento do profeta como
alegoria, os eruditos conservadores consideram-no literal. Parece improvável, porém, que DEUS instruísse seu piedoso servo a casar-se com uma mulher de má fama para exemplificar sua mensagem a Israel. Parece mais provável que Oséias haja se casado com Gomer quando esta ainda era casta, e que ela haja se tornado meretriz posteriormente. Sendo assim, a ordem para se tomar
“uma mulher de prostituições” era uma previsão profética do que estava prestes a acontecer.O contexto histórico do ministério de Oséias é situado nos reinados de Jeroboão II, de Israel, e de quatro reis de Judá (Uzias, Jotão, Acaz, e Ezequias; ver 1.1) — i.e., entre 755 e 715 a.C. As datas revelam que o profeta não somente era um contemporâneo mais jovem de Amós, como também de
Isaías e Miquéias. O fato de Oséias datar boa parte de seu ministério mediante uma referência a quatro reis em Judá, e não aos breves reinados dos últimos seis reis de Israel, pode indicar ter ele fugido do Reino do Norte a fim de morar na terra de Judá, pouco tempo antes de Samaria ter sido destruída pela Assíria (722 a.C.). Ali, compilou suas profecias no livro que lhe leva o nome.
Propósito
A profecia de Oséias foi a última tentativa de DEUS em levar Israel a arrepender-se de sua idolatria e iniqüidade persistentes, antes que Ele entregasse a nação ao seu pleno juízo. O livro foi escrito com o objetivo de revelar: (1) que DEUS conserva seu amor ao seu povo segundo o concerto, e deseja intensamente redimi-lo de sua iniqüidade; e (2) que conseqüências trágicas se seguem quando o povo persiste em desobedecer a DEUS, e em rejeitar-lhe o amor redentor. A infidelidade da esposa de Oséias é registrada como ilustração da infidelidade de Israel. Gomer vai atrás de outros homens, ao passo que Israel corre atrás de outros deuses. Gomer comete prostituição física; Israel, prostituição espiritual.
Visão Panorâmica
Os capítulos 1—3 descrevem o casamento entre Oséias e Gomer. Os nomes dos três filhos são sinais proféticos a Israel: Jezreel (“DEUS espalha”), Lo-Ruama (“Não compadecida”) e Lo-Ami (“Não meu povo”). O amor perseverante de Oséias à sua esposa adúltera simboliza o amor inabalável de DEUS por Israel.Os capítulos 4—14 contêm uma série de profecias que mostram o paralelismo entre a infidelidade de Israel e a da esposa de Oséias. Quando Gomer abandona Oséias, e vai à procura de outros amantes (cap. 1), está representando o papel de Israel ao desviar-se de DEUS (4—7). A degradação de Gomer (cap. 2) representa a vergonha e o juízo de Israel (8—10). Ao resgatar Gomer do mercado de escravos (cap. 3), Oséias demonstra o desejo e intenção de DEUS em
restaurar Israel no futuro (11—14). O livro enfatiza este fato: por ter Israel desprezado o amor de DEUS e sua chamada ao arrependimento, o juízo já não poderá ser adiado.
Características Especiais
Sete aspectos básicos caracterizam o livro de Oséias. (1) Ocupa o primeiro lugar na seção do AT
chamada “O Livro dos Doze”, também conhecida como os “Profetas Menores”, por causa de sua brevidade em comparação com Isaías, Jeremias e Ezequiel. (2) Oséias é um dos dois únicos profetas do Reino do Norte a terem um livro profético no AT (o outro é Jonas). (3) À semelhança de Jeremias e Ezequiel, as experiências pessoais de Oséias ilustram sua mensagem profética. (4)
Contém cerca de 150 declarações a respeito dos pecados de Israel, sendo que mais da metade deles relaciona-se à idolatria. (5) Mais do que qualquer outro profeta do AT, Oséias relembra aos israelitas que o Senhor havia sido longânimo e fiel em seu amor para com eles. (6) Não há ordem visível entre suas profecias (4—14). É difícil distinguir onde uma profecia termina e outra começa.
(7) Elas acham-se repletas de vívidas figuras de linguagem, muitas das quais tiradas do cenário rural.
O Livro de Oséias ante o NT
Diversos versículos de Oséias são citados no NT: (1) o Filho de DEUS é chamado do Egito (11.1; cf. Mt 2.15); (2) a vitória de CRISTO sobre a morte (13.14; cf. 1 Co 15.55); (3) DEUS deseja a misericórdia, e não o sacrifício (6.6; cf. Mt 9.13; 12.7; e (4) os gentios que não eram o povo de DEUS, passam a ser seu povo (1.6, 9-10; 2.23; cf. Rm 9.25,26; 1 Pe 1.10). Além dos trechos específicos, o NT expande o tema do livro — DEUS como o marido do seu povo — e diz que CRISTO é o marido de sua noiva redimida, a igreja (ver 1 Co 11.2; Ef 5.22-32; Ap 19.6-9; 21.1-2, 9-10). Oséias enfatiza a mensagem do NT a respeito de se conhecer a DEUS para se entrar na vida
(2.20; 4.6; 5.15; 6.3-6; cf. Jo 17.1-3). Juntamente com esta mensagem, Oséias demonstra claramente o relacionamento entre o pecado persistente e o juízo inexorável de DEUS. Ambas as ênfases são resumidas por Paulo em Rm 6.23: “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de DEUS é a vida eterna, por CRISTO JESUS, nosso Senhor”.
 
 
INTERAÇÃO
O casamento de Oseias denota uma diversidade de sentimentos humanos que desabrocham numa história trágica entre DEUS e seu povo. Sim! Tristezas e frustrações fazem parte da vida pessoal do profeta. Mas também é verdade que renovadas esperanças estão implícitas na mensagem dramática desse profeta. Como marido, ele esperava a reconciliação plena com sua esposa Gomer. Tal retrato reflete o amor, a beleza e a intimidade que o verdadeiro casamento pode proporcionar. No caso de Israel, o Altíssimo almeja que a nação deixe o caminho do adultério espiritual e retorne ao amor inefável do esposo que, acima de tudo, a ama.
 
OBJETIVOS - Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Conhecer a estrutura do livro de Oseias. 
Compreender a linguagem simbólica usada no livro. 
Conscientizar-se de que DEUS está pronto a nos reconciliar e acolher.
 
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA 
Reproduza o esquema da página abaixo. Utilize-o na introdução do primeiro tópico da lição. O esquema facilitará a compreensão dos alunos a respeito da estrutura do livro de Oseias. Explique que os assuntos principais do livro são: a apostasia de Israel; o grande amor de DEUS; o juízo divino e as promessas de restauração. O objetivo do livro é mostrar quão grande e abenegado é o amor de DEUS por seu povo. 
 
ESBOÇO DO LIVRO DE OSEIAS
Esposa do profeta Oseias
(Os 1 - 3)
O povo de Oseias 
(Os 4 - 14)
Mensagem de julgamento
(Os 4 - 10)

 
 
RESUMO RÁPIDO
A situação de Israel na época do profeta Oséias era deplorável, o povo estava corrompido pela idolatria e DEUS na sua ira prepara o ato final para deportá-los a fim de que o conheçam como único e verdadeiro DEUS, mas é com o sofrimento de um marido traído que DEUS os chama ao arrependimento, procurando de todas as formas perdoá-los.
O casamento de Oséias e o seu triste relacionamento com Gômer, sua esposa, era o retrato do relacionamento de Israel com Jeová. A mensagem aqui é de castigo e restauração. A mensagem de Oséias anuncia também a vinda do Messias e o surgimento da Igreja (11.1; 1,10). Os pormenores aparecem nos capítulos subseqüentes.
 
O livro do profeta Oséias nos chama a uma urgente reflexão: 
Em 2 Co 11.2 o apóstolo Paulo guiado pelo ESPÍRITO SANTO, escreve:
"Porque estou zeloso de vós com zelo de DEUS; pois vos desposei com um só Esposo, CRISTO, para vos apresentar a ele como virgem pura."
Pergunta nº 1- Existem porventura alguns pontos de semelhança entre seu relacionamento com o Senhor JESUS CRISTO e o relacionamento de Israel com DEUS? De que maneira você está agradando o Noivo Celestial? Você está dilacerando o coração de DEUS de alguma forma?
Pergunta nº 2- Que providências você tem que tomar; o que precisa fazer? 
Pergunta nº 3- De que maneira você acha que DEUS vai reagir e por que?
 
O autor do livro é Oséias, filho de Beeri, de Israel. Profundamente influenciado pelo profeta Amós, tragicamente ferido pela terrível infidelidade de sua esposa Gomer, agudamente cônscio dos terríveis pecados de seu próprio povo, sensível à voz de DEUS dirigida a um povo pecador, o profeta roga intensamente enquanto procura fazer que o povo infiel volte para seu DEUS. É o evangelista divinamente escolhido para persuadir os pecadores empedernidos a que se voltem para um DEUS cheio de amor, que está ansioso por perdoar-lhes e salvá-los. O ministério de Oséias estendeu-se por vários anos depois do ano de 756 a.C.
 
No reino do Sul, Judá, cuja capital era Jerusalém, profetisaram nesta época os profetas Isaías e Miquéias.
No reino do Norte, Israel, cuja capital era Samaria, profetisaram nesta época Amós e Oséias.
 
"Como também diz em Oséias: Chamarei meu povo ao que não era meu povo; e amada, à que não era amada" (Rm 9.25-26). Paulo faz aqui uma ligação direta com o chamado de DEUS a todos nós que não somos Judeus. "Mas pergunto ainda: Porventura Israel não o soube? Primeiro diz Moisés: Eu vos porei em ciúmes com aqueles que não são povo, com um povo insensato vos provocarei à ira" (Rm 10.19).
 
“Por que a idolatria era tão fascinante aos israelitas? 
Há vários fatores implícitos.
“(1) As nações pagãs que circundavam Israel criam que a adoração a vários deuses era superior à adoração a um único DEUS. Noutras palavras: quanto mais deuses, melhor. O povo de DEUS sofria influência dessas nações
e constantemente as imitava, ao invés de obedecer ao mandamento de DEUS, no sentido de se manter santo e separado delas.
“(2) Os deuses pagãos das nações vizinhas de Israel não requeriam o tipo de obediência que o DEUS de Israel requeria. Por exemplo, muitas das religiões pagãs incluíam imoralidade sexual religiosa no seu culto, tendo para
isso prostitutas cultuais. Essa prática, sem dúvida, atraía muitos em Israel. DEUS, por sua vez, requeria que o seu povo obedecesse aos altos padrões morais da sua lei, sem o que, não haveria comunhão com Ele.
“(3) Por causa do elemento demoníaco da idolatria, ela, às vezes, oferecia, em bases limitadas, benefícios materiais e físicos temporários. Os deuses da fertilidade prometiam o nascimento de filhos; os deuses do tempo
(sol, lua, chuva etc.) prometiam as condições apropriadas para colheitas abundantes e os deuses da guerra prometiam proteção dos inimigos e vitórias nas batalhas. A promessa de tais benefícios fascinava os israelitas;
daí, muitos se dispunham a servir aos ídolos.” (Bíblia de Estudo Pentecostal, CPAD, pág. 446)
 
Êx 20,3-4 = Não terás outros deuses diante de mim.Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.
 
O adultério espiritual: 
    É trocar DEUS por outro deus ou querer servir a DEUS e ao mundo ao mesmo tempo. DEUS não aceita isso.
    Is 42.8 Eu sou o Senhor; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não a darei, nem o meu louvor às imagens esculpidas.
    Mt 6.24 Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar a um e amar o outro, ou há de dedicar-se a um e desprezar o outro. Não podeis servir a DEUS e às riquezas.
    Ap 2.22 Eis que a lanço num leito de dores, e numa grande tribulação os que cometem adultério com ela, se não se arrependerem das obras dela.
    Jr 3.8 Sim viu que, por causa de tudo isso, por ter cometido adultério a pérfida Israel, a despedi, e lhe dei o seu libelo de divórcio, que a aleivosa Judá, sua irmã, não temeu; mas se foi e também ela mesma se prostituiu.
 
Crime e pecado: 
"O homem que adulterar com a mulher de outro, sim, aquele que adulterar com a mulher do seu próximo, certamente será morto, tanto o adúltero, como a adúltera". (Levítico 20:10)
Por que será que a religião que mais cresce depois do Cristianismo é o Islamismo?
Uma das respostas tem que passar pelo adultério. Veja o que diz o Alcorão, livro sagrado dos muçulmanos: SURATA AN NISSÀ 4 SURATA 3-5   (Até mesmo seu mestre e profeta maior tinha mais de uma esposa - SURATA 66)
Em Marcos 10, JESUS diz que Moisés permitiu aos Judeus darem cartas de divórcio, não foi DEUS, foi Moisés, por causa da dureza de coração dos judeus e também porque insistiram tanto e fizeram tanta pressão que Moisés permitiu sem consultar a DEUS.
 
A mentira e o engano de Israel são, nos sentidos vertical e horizontal, infidelidade a DEUS e ao próximo. 
 
SENTIDO
ENVOLVIDOS
SITUAÇÃO
RESULTADO
Vertical 
DEUS e os Homens
Idolatria e alianças com ímpios.
Deportação e exílio.
Horizontal
Os Homens entre si mesmos
Mentira e Engano (Finanças e Comércio)
Guerras e Inimizades.


 
A aliança foi desfeita pelos israelitas e quem desfaz a aliança é passível de maldições: 
Dt 28.15 Se, porém, não ouvires a voz do Senhor teu DEUS, se não cuidares em cumprir todos os seus mandamentos e os seus estatutos, que eu hoje te ordeno, virão sobre ti todas estas maldições, e te alcançarão:
Os Sacerdotes são os principais culpados pelos pecados do povo, mas DEUS também cita os líderes, os Profetas e o próprio povo que deveriam ser fiéis ainda que seus ensinadores não o fossem, como fez Daniel na Babilônia e outros tantos servos de DEUS que em meio a um povo corrupto, idólatra e maldizente têm se mantido fiel a DEUS.
 
YHVH RESTAURARÁ SEU POVO 

1. “Vinde e tornemos para o Senhor” (v.1). Muitos expositores entendem que os vv.1-3 estão vinculados ao v.15 do capítulo anterior: 

Vinde = Chamamento, está no imperativo, não é apenas um pedido, mas uma ordem como última oportunidade.
Tornemos = Mudança de atitude, de vida, de direção, agora rumo ao verdadeiro DEUS.
 
2. “Ele despedaçou e nos sarará, fez a ferida e a ligará” (v.1). 
Na última oportunidade dada por DEUS ao seu povo o profeta os lembra de que a diáspora é para causar arrependimento e volta ao caminho correto. O oleiro amassa o vaso e faz outro. A aliança deve ser ratificada para ter renovação de promessas. 
 
“Ao terceiro dia nos ressuscitará” (v.2). Essa profecia tem dupla aplicação: a restauração de Israel e a ressurreição de CRISTO. 
 
É provável que a indicação de tres dias queira dizer um período suficiente de juízo como em: 
Gn 40.19 dentro de três dias tirará Faraó a tua cabeça, e te pendurará num madeiro, e as aves comerão a tua carne de sobre ti.
Êx 10.22 Estendeu, pois, Moisés a mão para o céu, e houve trevas espessas em toda a terra do Egito por três dias.
Jn 1.17 Então o Senhor preparou um grande peixe, para que tragasse a Jonas; e esteve Jonas três dias e três noites nas entranhas do peixe.
 
Também tem a ver com a necrose ou tempo que o corpo suporta para começar a se decompor; indicando que Israel estaria no cativeiro até um determinado período de tempo para que não desaparecessem totalmente da terra. DEUS reservaria alguns fiéis joelhos para ELE, o remanescente é que se salvará.
1 Rs 19.18 Todavia deixarei em Israel sete mil: todos os joelhos que não se dobraram a Baal, e toda boca que não o beijou.
Ed 9.13 E depois de tudo o que nos tem sucedido por causa das nossas más obras, e da nossa grande culpa, ainda assim tu, ó nosso DEUS, nos tens castigado menos do que merecem as nossas iniqüidades, e ainda nos deixaste este remanescente;
 
Ressuscitará quer dizer que após o período de quase destruição (Juízo, quase chegando ao extermínio), haverá ressurreição.
A nação será restabelecida. Após setenta anos de cativeiro foram restabelecidos como nação como vimos na lição passada.
Ez 37.21 Dize-lhes pois: Assim diz o Senhor DEUS: Eis que eu tomarei os filhos de Israel dentre as nações para onde eles foram, e os congregarei de todos os lados, e os introduzirei na sua terra;
 
OSÉIAS 14.1-9

Exortação ao arrependimento e promessa de perdão

1 Converte-te, ó Israel, ao SENHOR, teu DEUS; porque, pelos teus pecados, tens caído.
CONVERTE-TE... AO SENHOR. Embora seus pecados fossem a causa de sua ruína, os israelitas ainda tinham a oportunidade de se arrependerem e voltar ao Senhor. DEUS, porém, queria mais do que sacrifícios sem sentido. Queria que os israelitas oferecessem palavras provenientes do coração palavras de submissão e louvor, que demonstrassem uma nova atitude; palavras de absoluta confiança no Senhor. Tais palavras levariam a ações que agradariam a DEUS.

2 Tomai convosco palavras e convertei-vos ao SENHOR; dizei-lhe: Expulsa toda a iniqüidade e recebe o bem; e daremos como bezerros os sacrifícios dos nossos lábios.
Hb 13.15 Portanto, ofereçamos sempre, por ele, a DEUS sacrifício de louvor, isto é, o fruto dos lábios que confessam o seu nome.

3 Não nos salvará a Assíria, não iremos montados em cavalos e à obra das nossas mãos não diremos mais: Tu és o nosso DEUS; porque, por ti, o órfão alcançará misericórdia.
Is 31.1 Ai dos que descem ao Egito a buscar socorro e se estribam em cavalos! Têm confiança em carros, porque são muitos, e nos cavaleiros, porque são poderosíssimos; e não atentam para o SANTO de Israel e não buscam ao SENHOR.

4 Eu sararei a sua perversão, eu voluntariamente os amarei; porque a minha ira se apartou deles.
5 Eu serei, para Israel, como orvalho; ele florescerá como o lírio e espalhará as suas raízes como o Líbano.
6 Estender-se-ão as suas vergônteas, e a sua glória será como a da oliveira, o seu odor, como o do Líbano.
7 Voltarão os que se assentarem à sua sombra; serão vivificados como o trigo e florescerão como a vide; a sua memória será como o vinho do Líbano.
14.4-7 EU VOLUNTARIAMENTE OS AMAREI. Depois de os israelitas terem suportado o castigo, DEUS os curaria e os restauraria plenamente, cuidando deles assim como um pai cuida de seus filhos. Seriam caracterizados por um novo modo de vida, belo e puro como o lírio; tal como os cedros do Líbano, o povo seria forte, altamente estimado e profundamente arraigado na Palavra de DEUS. Todas as figuras de linguagem nestes versículos demonstram quão precioso será para DEUS o povo restaurado.

8 Efraim dirá: Que mais tenho eu com os ídolos? Eu o tenho ouvido e isso considerarei; eu sou como a faia verde; de mim é achado o teu fruto.
Jr 31.18 Bem ouvi eu que Efraim se queixava, dizendo: Castigaste-me, e fui castigado como novilho ainda não domado; converte-me, e converter-me-ei, porque tu és o SENHOR, meu DEUS.
 
RESUMO DA LIÇÃO 2, OSEIAS, A FIDELIDADE NO RELACIONAMENTO COM DEUS
I. O LIVRO DE OSEIAS 
1. Contexto histórico.
2. Estrutura.
3. Mensagem.
II. O MATRIMÔNIO 
1. Etimologia.
2. Simbolismo.
3. A ordem divina para o casamento de Oseias.
III. A LINGUAGEM DA RECONCILIAÇÃO 
1. O casamento restaurado.
2. O vale de Acor e a porta de esperança.
3. A reconciliação.
IV. O BANIMENTO DA IDOLATRIA EM ISRAEL 
1. Meu marido, e não meu Baal.
a) Significados.
b) Divindade dos cananeus.
2. O fim do baalismo.
 
SINÓPSE DO TÓPICO (1) O livro do profeta Oseias é  repleto de metáforas e símbolos. Sua mensagem denuncia o pecado e a corrupção do povo. 
SINÓPSE DO TÓPICO (2) O matrimônio de Oseias com Gômer simboliza a infidelidade do povo em relação a DEUS.  
SINÓPSE DO TÓPICO (3) A linguagem da reconciliação no livro de Oseias é apresentada através do amor, tema principal do oráculo divino neste livro.  
SINÓPSE DO TÓPICO (4) O baalismo foi definitivamente extinguido em Israel. Isso pode ser confirmado até hoje. 
 
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICOI - Subsídio Bibliológico
"Livro de Oseias
[...] Quando Oseias iniciou seu ministério, Israel estava desfrutando o zênite da sua prosperidade e poder sob o reinado de Jeroboão II. Para entender melhor o livro de Oseias, leia 2 Reis 14.23 a 15.31. Oseias distinguia as dez tribos pelo nome de Israel, ou de Samaria, sua capital, ou de Efraim, a tribo principal. Oseias não morreu antes de ver o cumprimento de suas profecias. // O autor: Oseias, 1.1 // A chave: Adultério espiritual, 4.12. A idolatria com toda espécie de vício, permeava todas as classes sociais. Oseias por mais ou menos 60 anos condenava do modo mais veemente o procedimento do povo, qualificando-o de adultério. Continuava seus avisos sem resultados, o que é um tocante exemplo de perseverança no meio dos maiores desânimos. // As divisões: I. Israel, a esposa infiel de DEUS, caps. 1 a 3. II. Israel pecaminoso, 4.1. a 13.8 // III. Israel restaurado, 13.9 a 14.9." (BOYER, Orlando. Pequena Enciclopédia Bíblica. 2.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2008, p.394).
 
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO II - Subsídio Teológico
"Diante de tudo que temos estudado podemos compreender que o homem tem sido ingrato e rebelde e mesmo assim DEUS trabalha para a redenção humana. Primeiro levantou um povo na antiguidade para a glória de seu nome: Israel. Esse povo fracassou, mas ainda será restaurado. Quando Israel fracassou, rejeitando o seu Messias, DEUS levantou outro povo, a Igreja.
É comum encontrar no livro do profeta Oseias as promessas de bênçãos após as advertências de juízos. Isso revela o grande amor de DEUS por seu povo e isso é confirmado no Novo Testamento pela expressão: 'Se formos infiéis, ele permanece fiel; não pode negar-se a si mesmo' (2 Tm 2.13).
Depois de anunciar o fim da casa de Israel, 'farei cessar o reino da casa de Israel' (1.4), e de afirmar que Israel não é mais seu povo, 'porque vós não sois meu povo, nem eu serei vosso DEUS' (1.9), logo em seguida afirma que os filhos de Israel são povo de DEUS e também chama de filhos de DEUS. Não há nisso contradição alguma, pois essa promessa é escatológica, vem depois dos juízos anunciados nesse capítulo, em outros lugares do livro de Oseias.
Vemos que no Velho Testamento Jeová se utilizou da experiência de seu povo para se revelar a si mesmo de maneira progressiva, culminando com a manifestação de sua plenitude na Pessoa de seu Filho JESUS CRISTO (Cl 2.9). Agora, em Oseias, começa-se a vislumbrar o amor de Jeová pelo seu povo e por toda a humanidade, amor manifestado no calvário (Jo 3.16)" (SOARES, Esequias. Oseias: A restauração dos filhos de DEUS. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2002, p.53). 
 
VOCABULÁRIO 
Corregente: Pessoa que governa com outra.
ARA: Versão Almeida Revista e Atualizada.
TB: Versão da Tradução Brasileira.
Metáfora: Consiste na transferência da palavra para outro âmbito semântico; fundamenta-se numa relação de semelhança entre o sentido próprio e o figurado.
Execrada: Abominável. 
 
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA 
BOYER, Orlando. Pequena Enciclopédia Bíblica. 2.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2008.
SOARES, Esequias. Oseias: A restauração dos filhos de DEUS. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2002. 
SAIBA MAIS - Revista Ensinador Cristão - CPAD, nº 52, p.37.
 
QUESTIONÁRIO DA
LIÇÃO 2, OSEIAS, A FIDELIDADE NO RELACIONAMENTO COM DEUS
Responda conforme a revista da CPAD do 2º Trimestre de 2012
Complete os espaços vazios e marque com "V" as respostas verdadeiras e com "F" as falsas
 
TEXTO ÁUREO  
1- Complete:
"Porque estou zeloso de vós com zelo de DEUS; porque vos tenho preparado para vos apresentar como uma __________________________ pura a um _______________________, a saber, a ______________________________"  (2 Co 11.2).
 
VERDADE PRÁTICA 
2- Complete:
O casamento de _____________________ ilustra a ____________________________________ de Israel e mostra a _______________________________ do amor de DEUS.
 
I. O LIVRO DE OSEIAS 
3- Qual o contexto histórico do livro de oseias?
(    ) O ministério de Oseias deu-se no período da supremacia política e militar da Assíria.
(    ) Ele profetizou em Samaria, capital do Reino do Norte, durante os "dias de Josias, Josafá, Acaz, Ezequias, reis de Judá, e nos dias de Jeroboão II, filho de Joás, rei de Israel" (1.1).
(    ) Ele profetizou em Samaria, capital do Reino do Norte, durante os "dias de Uzias, Jotão, Acaz, Ezequias, reis de Judá, e nos dias de Jeroboão, filho de Joás, rei de Israel" (1.1).
(    ) A soma desses anos deve ser reduzida significativamente porque Jotão foi corregente com seu pai, Uzias, e da mesma forma Ezequias reinou com Acabe, seu pai.
(    ) Esses dados fornecidos pelo profeta nos permitem datar o seu ministério entre 793-753 a.C.
(    ) Jeroboão II, reinou 41 anos num período de prosperidade econômica, mas também de apostasia generalizada.
 
4- Qual a estrutura do livro de Oseias?
(    ) A revelação foi entregue ao profeta pela palavra "dita a Oseias" (1.1a).
(    ) A segunda declaração: "O princípio da palavra do Senhor por Oseias" (1.2a), reitera a forma de comunicação do versículo anterior.
(    ) A ordem para Oseias se casar com "uma mulher prostituta" aconteceu no meio do seu ministério, como fica claro na ARA e na TB (1.2b).
(    ) A ordem para Oseias se casar com "uma mulher de prostituições" aconteceu no começo do seu ministério, como fica claro na ARA e na TB (1.2b).
(    ) Primeira parte do livro: É uma biografia profética escrita em prosa que descreve a crise do relacionamento de Oseias com sua esposa infiel, ao mesmo tempo que compara essa crise conjugal com a infidelidade e a apostasia do seu povo (1-3).
(    ) Segunda parte do livro: Escrita em forma poética e se constitui de profecias proferidas durante um longo intervalo de tempo (4-14).
 
5- Qual a mensagem central do livro de Oseias?
(    ) O assunto do livro é a apostasia de Israel e o grande amor de DEUS revelado, que compreende advertência, juízo divino e promessas de restauração futura.
(    ) O assunto do livro é a apostasia de Israel e o juízo de DEUS revelado, que compreende advertência, castigo divino e promessas de destruição futura.
(    ) Mesmo num contexto de decadência moral, o oráculo descreve o amor de DEUS de maneira bela e surpreendente.
(    ) Seus oráculos são cheios de metáforas e símbolos dirigidos aos contemporâneos.
(    ) Sua mensagem denuncia o pecado do povo e a corrupção das instituições sociais, políticas e religiosas das dez tribos do norte.
 
6- Onde Oseias é citado no Novo Testamento?
(    ) Rm 9.25,26; Mt 9.13; 12.7; Mt 2.15.
(    ) Lc 23.30; Ap 6.16.
(    ) Mc 3.21; Jo 6.35; At 5.6
 
II. O MATRIMÔNIO 
7- Qual a etimologia da palavra "matrimônio"?
(    ) Os termos "casamento" e "matrimônio" são diferentes, mas ambos são usados para traduzir o grego bodas, que indica também "festa" (Jo 2.1,2) e "mácula" conjugal.
(    )
Os termos "casamento" e "matrimônio" são equivalentes e ambos usados para traduzir o grego gamos, que indica também "bodas" (Jo 2.1,2) e "leito" conjugal.
(    )
Trata-se de uma instituição estabelecida pelo Criador desde a criação, na qual um homem e uma mulher se unem em relação legal, social, espiritual e de caráter indissolúvel.
(    )
É no casamento que acontece o processo legítimo de procriação (Gn 1.27,28), gerando a oportunidade para a felicidade humana e o companheirismo.
 
8- Qual o simbolismo do "matrimônio"?
(    )
Essa figura é notada somente no Novo Testamento.
(    )
A intimidade, o amor, a beleza, o gozo e a reciprocidade que o casamento proporciona fazem dele o símbolo da união e do relacionamento entre CRISTO e a sua Igreja.
(    )
Essa figura é notada desde o Antigo Testamento.
 
9- Como foi a ordem divina para o casamento de Oseias? Complete:
Considerando a _____________________________________ do casamento confirmada em toda a Bíblia, a ordem divina parece contradizer tudo o que as Escrituras falam sobre o matrimônio. Temos dificuldade em aceitá-la, mas qualquer interpretação contra o caráter literal do texto é forçada. Quando Jeová deu a ordem, acrescentou: "porque a terra se prostituiu, desviando-se do SENHOR" (1.2b). Isso era literal. A infidelidade a DEUS é em si mesma um ______________________________________ espiritual (Jr 3.1,2; Tg 4.4), ainda mais quando se trata do culto a _________________________________, que envolvia a chamada _____________________________ sagrada (4.13,14; Jz 8.33). 
 
III. A LINGUAGEM DA RECONCILIAÇÃO 
10- De que forma é apresentado o casamento restaurado de Jeová e israel?
(    )
O palácio foi o lugar do julgamento (2.3) e nele Israel achou graça, tal qual a noiva perante o noivo .
(    )
O amor é o tema central de Oseias.
(    )
Com ele, Israel será atraído por Jeová.
(    )
O deserto foi o lugar do julgamento (2.3) e nele Israel achou graça, tal qual a noiva perante o noivo .
(    )
A expressão "e lhe falarei ao coração" (2.14) é a linguagem de um esposo falando amorosamente à esposa.
(    )
Nós fomos atraídos e alvejados pelo amor de DEUS.
 
11- Qual a simbologia do vale de Acor e a porta de esperança?
(    )
Há aqui uma menção do monumento erguido no vale de Acor, onde Acã pagou pelos seus crimes e foi executado com toda a sua casa (Js 7.2-26).
(    )
A promessa é que nesse vale a nação de Israel mais uma vez será castigado como mulher adúltera.
(    )
A promessa é que esse vale não será mais lembrado como lugar de castigo.
(    )
Será transformado em lugar de restauração (Is 65.10), cujas vinhas serão dadas "por porta de esperança" (2.15).
 
12- como é feita a reconciliação em Oseias?
(    )
A sentença de divórcio (2.2) será decretada: "abandonarte-ei para sempre" (2.19).
(    )
A sentença de divórcio (2.2) será anulada: "desposar-te-ei comigo para sempre" (2.19).
(    )
O baalismo generalizado (2.13) virá a ser transformado em conversão nacional e genuína.
(    )
Todo o povo servirá a Jeová em fidelidade, e cada um voltará a ter conhecimento do DEUS verdadeiro (2.20). 
 
IV. O BANIMENTO DA IDOLATRIA EM ISRAEL 
13- O que querem dizer as expressões: "naquele dia" (2.6, 18, 21), "meu marido" e "meu Baal"?
(    )
A fórmula "naquele dia" (2.6, 18, 21) é teológica (Jl 3.18).
(    )
A fórmula "naquele dia" (2.6, 18, 21) é escatológica (Jl 3.18).
(    )
As expressões "meu marido" e "meu Baal", em hebraico ishi e baali, são um jogo de palavras muito significativo.
(    )
Marido - a palavra Baal significa "homem, marido, gentio" (Gn 2.24; 3.6);
(    )
Marido - a palavra ish significa "homem, marido" (Gn 2.24; 3.6);
(    )
Baal, ou baalim, no plural, quer dizer "dono, marido" (Êx 21.29; 2 Sm 11.26).
(    )
Baal, ou baalim também é aplicado metaforicamente a DEUS, como marido: "Porque o teu Criador é o teu marido" (Is 54.5).
(    )
A palavra "baal", como "dono, proprietário", aparece 84 vezes no Antigo Testamento, sendo 15 delas como esposo de uma mulher, portanto "marido".
 
14- Como aparece nos escritos bíblicos o nome Baal para os fenícios e para os isarelitas?
(    )
Como nome da divindade nacional dos Israelitas aparece 58 vezes, sendo 18 delas no plural.
(    )
Como nome da divindade nacional dos fenícios com a qual Israel e Judá estavam envolvidos naquela época, aparece 58 vezes, sendo 18 delas no plural.
(    )
Essa palavra se corrompeu por causa da idolatria e por isso Jeová não será mais chamado de "meu Baal", mas de "meu marido" (2.16).
 
15- Como será o fim do baalismo?
(    )
DEUS destruirá todos os ídolos da terra (Jr 10.11).
(    )
Os ídolos desaparecerão da terra (Jr 10.11).
(    )
Isso inclui os baalins, cuja memória será execrada para sempre, uma vez que a palavra profética anuncia o fim definitivo do baalismo: "os seus nomes não virão mais em memória" (2.17).
(    )
Apesar de a promessa divina ser escatológica, esses deuses são hoje repulsa nacional em Israel. 
 
CONCLUSÃO 
16- Complete:
O emprego das coisas do dia a dia como ilustração facilita a compreensão da mensagem _______________________________, e a Bíblia está repleta desses recursos literários. O ________________________________ é o símbolo perfeito para compreendermos o relacionamento de DEUS com o seu povo, e do Senhor JESUS CRISTO com o ___________________________________________. 
 


FONTE:
http://www.altairgermano.net
http://www.portalebd.org.br
http://www.comadalpe.org
http://www.apazdosenhor.org.br

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