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domingo, 11 de novembro de 2012

150-A MATURIDADE CRISTÃ

A MATURIDADE CRISTÃ
Ef 4.11-16














O ideal para a vida cristã é chegar à maturidade. A vida cristã passa naturalmente por várias etapas: O novo nascimento, a infância, a juventude e a maturidade espiritual. Não há nada de errado "passar" pela "infância espiritual", e prosseguir crescendo! Mas, seria alarmante para uma mãe verificar que, depois de quatro anos o seu lindo bebê, ainda continua bebê. Isto seria uma anomalia. No âmbito espiritual é a mesma coisa. Nós nascemos de novo para crescer! Esta é a Lei da Vida – todo ser vivo nasce para o crescimento, até à maturidade.

Conforme escreveu Paulo em Ef 4.14, a principal característica do "menino" é a inconstância! Uma criança sempre "oscila de um extremo ao outro", e, jamais se firma em um "ponto de equilíbrio".

O processo para se chegar à maturidade espiritual, consiste em diminuirmos cada vez mais essa "oscilação", avançando gradativamente para uma vida de propósitos firmes e constantes.

Neste estudo, vamos analisar os quatro pontos extremos, em que a vida cristã comumente tende oscilar. São eles:

 1. Emocionalismo # Racionalismo; 2. Tradicionalismo # Modernismo; 3. Legalismo # Liberalismo; 4. Fanatismo # Formalismo.


1.    Racionalismo # Emocionalismo


1.1. O Racionalismo é a tentativa de se compreender tudo que diz respeito à vida cristã e a sua espiritualidade  de forma intelectual. É a ênfase exagerada sobre o potencial da mente, como o único meio para empreender a busca da verdade. É o desprezo pela revelação de Deus, que tem por base as faculdades do espírito.

O cristão que tende para o racionalismo terá muita dificuldade para aceitar os milagres. E, com certeza nunca conseguirá estabelecer um relacionamento profundo com o Espírito Santo.

Paulo trata dos perigos do racionalismo nos capítulos 1 e 2 de I aos Coríntios. Vejamos alguns pontos importantes:


a. I Co 1.19 – O sentido aqui não é que Deus condene o uso da mente, absolutamente, pois foi Ele mesmo quem deu esta capacidade ao homem. O que deve ser aniquilado é o racionalismo;
b.  I Co 1.26 – "Sábios segundo a carne", refere-se ao racionalismo;
c.  I Co 2.4-6 – A pregação de Paulo não era baseada no intelectualismo;
d.  I Co 2.9,10 – A revelação de Deus comunica conhecimentos mais profundos do que aqueles que a mente pode entender, conf. Mt 11.25;
e.  I Co 2.14,15 – O racionalista é chamado de "homem natural".


2.1. O Emocionalismo tem por base as emoções e os sentimentos puramente humanos.

A vida cristã é cheia de emoções, entretanto, não está fundamentada nessas emoções. Muitos que não entendem isto, e que procuram estabelecer um relacionamento com Deus à base das emoções, começam logo cedo a ter os seus conflitos espirituais. Os nossos sentimentos mudam facilmente, e por isso não servem para arbitrar o nosso relacionamento com Deus.

O emocionalismo está presente na vida e experiência de praticamente todos os crentes recém convertidos. Eles querem encontrar Deus em seus "arrepios" e em suas "lágrimas". E quando isto não acontece, chegam até a duvidar da existência de Deus. Estão sempre procurando provas palpáveis para comprovarem suas experiências espirituais. Às vezes têm a animação para mudar o mundo todo, e pouco depois duvidam de sua própria salvação.

Em I Co 1.22
, Paulo fala dos dois extremos: O Judeu emocionalista que exigia sinais para crer, e dos gregos racionalistas que exigiam explicações intelectuais.


O Ponto de Equilíbrio através do Viver Cristão baseado na Fé, Rm 1.17.

 

 

A vida cristã pela fé não exclui as emoções legítimas, nem a razão! Usamos a mente em nossa consagração efetiva à Deus,  Rm 12.1,2, e a emoções são bem vindas quando acontecem como consequência dos atos da fé.

 

O cristão que aprende as lições do viver pela fé, alcança maturidade nas seguintes áreas:



a.      Hb 3.14     -    Torna-se participante de Cristo:
b.      Hb 11.27 -    Fica firme;
c.      Hb 11.33,34   -    Vence, tirando "forças da fraqueza". Conf. II Co 12.9,10
d.      I Pe 5.8,9  -    Resiste às tentações do diabo.


2.     Tradicionalismo # Modernismo


2.1.   O tradicionalismo é o apego aos costumes e lendas antigas, transmitidas de geração à geração. Conceitos ligados ao passado.

O Judaísmo da época de Jesus estava eivado de tradições humanas que não tinham nenhum valor espiritual., e, estavam em total confronto com a Palavra de Deus,  Mt 15.2,3,6. 

·    O tradicionalismo tem, na verdade, uma aparência de humildade e sabedoria, mais é totalmente inútil do ponto de vista espiritual, Cl 2.20-23.
·    Pode conduzir à hipocrisia e a adoração vã, Mt 15.7-9.
·    É considerado como uma "vã maneira de viver", I Pe 1.18.
·    Devemos ter o cuidado com sua subtileza, Cl 2.8.
·    Paulo antes sua conversão era um tradicionalista do judaísmo, Gl 1.14.


2.2.   Modernismo é a tendência para aceitar inovações. É a facilidade para adotar idéias e práticas modernas que o uso ainda não consagrou. É o extremo do tradicionalismo.


2.3.   O Conflito de gerações é um fenômeno bastante comum, resultante destes dois pontos extremos: tradicionalismo e modernismo. Trata-se da dificuldade que os nossos avós e pais tiveram em aceitar os nossos comportamentos e costumes, quando éramos jovens. É o mesmo conflito que temos hoje, com relação aos nossos filhos.

 Quem está correto neste conflito? – Geralmente ninguém está correto! Os pais se posicionam num extremo, e os filhos noutro: Um rejeita os valores do outro, e ambos apontam defeitos mútuos. – Isto se chama O Conflito das Gerações!


Precisamos procurar os pontos de equilíbrio, para uma autêntica espiritualidade, por exemplo:


a.      Existem tradições que não podem ser rejeitadas, II Ts 2.15; 3.6;
b.      Existem ensinos que não podem ser mudados, II Tm 3.14;
c.      Existem fundamentos que não podem ser removidos, I Co 3.11; II Tm 2.19.
d.      Nem toda novidade é a fiel expressão da verdade, II Tm 4.3,4.
e.      Os métodos de pregação podem mudar, mas o Evangelho jamais pode mudar Gl 1.8; I Co 9.22.


Precisamos conciliar o "espírito conservador", com o "espírito criativo", fugindo tanto do tradicionalismo, quanto do modernismo.


3.      Legalismo # Liberalismo


3.1. Legalismo é o apego à Lei, na tentativa de se auto justificar-se por meio das obras. Ênfase sobre o esforço humano em agradar à Deus.


a.   O legalismo dá uma importância exagerada às normas e as regras que regem as aparências exteriores, Fp 3.4-6. Mas, para Deus as aparências não definem a verdadeira espiritualidade, I Sm 16.7; Jo 7.24; II Co 5.12: 10.7; II Tm 3.5.
b.   O legalismo faz julgamentos sem amor e sem misericórdia. A exemplo de Paulo que, escudado em seu legalismo, perseguia cruelmente a Igreja, At 9.1,2;  
c.   O legalismo faz acepção de pessoas, Gl 2.11-14. Deus não faz, At 10.34.


3.2. Liberalismo está relacionado com a liberdade pessoal. Com o desprezo à toda a sorte de regras e disciplinas pessoais.
Assim como no legalismo a ênfase recai sobre a lei, no liberalismo a ênfase recai sobre a Graça.

É a defesa sobre uma liberdade irresponsável!


3.3. O Equilíbrio neste ponto, está nos seguintes passos:


a.   Quando Paulo foi acusado de pregar sobre uma "graça irresponsável", sua resposta foi clara, Rm 5.20; 6.1-4;
b.   Estamos livres do jugo da lei, Gl 5.1, porém, não devemos usar desta liberdade para dar ocasião à carne, Gl 5.13;
c.   A mesma Graça que nos salva também nos ensina a viver de forma pura, Tt 2.11-14; Hb 12.28.


4.   Fanatismo # Formalismo


4.1. Fanatismo é um zelo religioso excessivo, cego, intolerante. É a expressão de uma fé doentia e infantil. O fanatismo religioso tem produzido grandes tragédias na vida espiritual.


A Igreja de Corinto começou entrar pelo caminho do fanatismo. Não obstante possuir as manifestações dos dons do Espírito Santo, I Co 1.5,7, era uma igreja infantil, carnal e cheia de divisões, I Co 1.11-13; 3.1,3.


O fanatismo religioso tem aparências de espiritualidade, mas, em sua essência é totalmente mundano, I Co 5.7.


4.2. Formalismo é uma oposição a tudo o que é expontâneo e natural. Refere-se a tudo o que é programado, que obedece a regras fixas e inflexíveis.

 O formalismo religioso pode privar o homem de certas experiências com Deus. Pode tornar a fé cristã fria e sem espiritualidade. Numa igreja formalista, o Espírito Santo de Deus jamais terá liberdade para realizar grandes obras.

Podemos notar esta tendência na Igreja de Tessalônica, I Ts 5.17,19 e 20.

Devemos ser fervorosos no espírito, servindo ao Senhor,  Rm 12.11


4.3. O Equilíbrio para essa oscilação é o amor.

 Doutrinando a Igreja de Corinto, Paulo recomendou o amor, como a virtude espiritual de equilíbrio, I Co 12.31. Ou seja, onde há amor não haverá fanatismo nem formalismo.

BUSCANDO A MATURIDADE CRISTÃ
Texto:

“Antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo”

(Ef 4.15) INTRODUÇÃO:
Desde o instante que uma pessoa aceita a Jesus como salvador de sua vida, torna-senecessário o amadurecimento espiritual deste indivíduo. Algumas atitudes serão importantes para que esteprocesso seja efetivamente estabelecido. Abordaremos abaixo algumas dessas atitudes.
1. TENHA FOME E SEDE DA PALAVRA DE DEUS.I - O esquecimento de Israel quanto a Palavra de Deus e a sua conseqüência.
 “O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu terejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; e, visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu meesquecerei de teus filhos.”

(Oséias 4:6)II - A assimilação e a aprendizagem estão ligadas a:
a)

De 10% a 15% No ouvirb)

De 15% a 25% No lerc)

De 50% a 60% No estudard)

De 60% a 80% No estudar e meditare)

De 80% a 100% No estudar, meditar e memorizar.
2. DESENVOLVA UMA VIDA CONSISTENTE DE ORAÇÃO.I - Os elementos da oração eficaz:
a)

Adoração.
“Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem emespírito e em verdade.”

(Jo 4.23-24).
 b)

Gratidão. “
E a paz de Deus, para a qual também fostes chamados em um corpo, domine em vossos corações; e sedeagradecidos.”

(Cl 3.16).
 c)

Confissão.
“Contra ti, contra ti somente pequei, e fiz o que é mal à tua vista, para que sejas justificado quando falares, e puro quando julgares.”
(Salmo 51:4)d)

Intercessão.
“Admoesto-te, pois, antes de tudo, que se façam deprecações, orações, intercessões, e ações de graças, por todos os homens.”

(1 Tm 2.1).
 e)

Petição.
“Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á. Porque, aquele que pede, recebe; e, oque busca, encontra; e, ao que bate abrir-se-lhe-á.”

(Mt 7.7).

“Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito.”

(Jo 15.7).

II - Os impedimentos à oração eficaz:

a)Incredulidade

“Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam”.

(Hb 11.6)
b)Motivação errada. Deus não responde oração de ‘feiticeiros’c)

Desobediência.
“O que desvia os seus ouvidos de ouvir a lei, até a sua oração será abominável.”

(Pv 28.9)
 d)Desajustamento conjugal.
"Igualmente vós, maridos, coabitai com elas com entendimento, dando honra à  mulher, como vaso mais fraco; como sendo vós os seus co-herdeiros da graça da vida; para que não sejam impedidas as vossas orações."

(1 Pe 3.7).

e)Estar fora da vontade de Deus.
"Então consultou Saul a Deus, dizendo: Descerei atrás dos filisteus? Entregá-los-ás na mão de Israel? Porém aquele dia não lhe respondeu."
(I Sm 14. 37).


3. ESTABELEÇA UM MOMENTO DEVOCIONAL DIÁRIO.I - Um momento pessoal, particular.
Mínimo de 15 minutos pela manhã, tarde ou à noite.a)

O exemplo devocional de Isaque.

“Isaque saíra a orar no campo, à tarde”

(Gn. 24: 63-A)
b)A instrução dada a Timóteo.

“Medita estas coisas; ocupa-te nelas, para que o teu aproveitamento seja manifesto a todos.”
(1ª Tm 4: 15)II - Culto doméstico.
Reunião devocional familiar diária, onde se prioriza a leitura, oração e a meditação da palavra de Deus. Restaure o altar da adoração no seu lar. Leve a presença de Deus para o seio da família.
"Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao SENHOR, escolhei hoje a quem sirvais; se aos deuses a quem serviram vossos pais, que estavam além do rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao SENHOR."

(Js 24.15)4. INTEGRE-SE EM SUA IGREJA.
 I – Conheça a estrutura organizacional de sua igreja. É sabedor que uma igreja possui vários níveis de organização, desde ministérios, departamentos, etc.II – Procure estabelecer um bom relacionamento com os líderes dos ministérios e dos departamentos de sua igreja.
"Se for possível, quanto estiver em vós, tende paz com todos os homens."

(Rm 12.18).
 III – Participe de maneira voluntária dos diferentes trabalhos de sua igreja.
"Portanto, meus amados irmãos,sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor."

(1Co 15.58).
IV – Identifique-se com a igreja local onde você congrega e coopera na obra do Senhor.
"Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia."

(Hb 10.25).

5. VIVA SOB O SENHORIO DE CRISTO.
I - O senhorio de Cristo se estabelece na vida do cristão através de uma plena e absoluta submissão e obediência à sua vontade.II – Tenha um mente renovada.
"E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus."

(Rm 12.2).
 III – Seja cheio do Espírito Santo.
"E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito"

(Ef 5.18).
 IV – Experimente um avivamento contínuo que permita uma mudança de vida.
"Porque em Cristo Jesus nem a circuncisão, nem a incircuncisão tem virtude alguma, mas sim o ser uma nova criatura."

(Gl 6.15).

 Dois Fatores de Encorajamento Na Corrida Rumo à Maturidade Cristã

I. O Exemplo (12-19)
Paulo afirma no versículo 12 que não era completo, que ainda não havia atingido o auge da maturidade. Para esclarecer a mente dos leitores quanto a isto, ele se põe a descrever como eles deveriam agir em relação a busca de maturidade na vida cristã. Nos versículos 12-19 Paulo nos dá dois exemplos:
A. O Bom Exemplo (12-17)
Ele expõe como agia no que concerne a busca da maturidade cristã. Paulo tinha consciência que ainda não havia atingido o ponto máximo da maturidade espiritual, mas ele afirma que seguia (perseguia - diwkw) firmemente rumo a ela. Sem olhar para trás ele se esforçava para alcançar o “prêmio do alto”, pois este era os seu propósito. Sabia que lá estava o que tanto almejava, a perfeição espiritual, a plena maturidade cristã que tanto almejava.
É interessante notar que no versículo 14 Paulo leva em conta os níveis espirituais de maturidade, pois eles nos convoca a andarmos com Cristo segundo o que
já atingimos. Ou seja, cada um de nós deve se comportar de acordo com o conhecimento espiritual que temos e nunca de modo inferior ao crescimento cristão que já obtivemos. Quando um adulto se comporta como uma criança sua atitude é considerada inadequada. Assim também é nos níveis de crescimento espiritual.
Um crente maduro comportar-se como uma criança em Cristo é algo que beira ao ridículo.
Creio que o ponto alto deste texto está no versículo 17. Aqui Paulo tem a ousadia e, porque não dizer, autoridade espiritual de nos conclamar a imitá-lo (summimtai), a seguirmos o seu exemplo (tupon). Mesmo consciente de não ter atingido a plena maturidade (teteleiwmai), os convida a seguirem o seu exemplo.
Pelo estudo das Escrituras sabemos que o nível espiritual atingido por Paulo era bastante elevado, por isso ele se coloca como o padrão no qual os crentes de Filipos deveriam se espelhar.
Me encanta o fato de alguém tão maduro como Paulo, um cristão espetacular, não ter se conformado ao estágio atingido. Ele queria mais, ele não estacionou, ele prosseguia para frente com o olhar voltado paro o próximo degrau. Que contraste conosco os cristão do final do século XX! Depois passa a falar daqueles aos quais os crentes de Filipos jamais deveriam seguir o exemplo.
B. O Mau Exemplo (18-19)
Ele se refere àquelas pessoas que apesar de aparentarem ser cristãos, eram na verdade inimigos da cruz de Cristo. Não que o fossem abertamente, mas na prática seus ensinos iam contra as verdades básicas do Evangelho.
Paulo afirma que o fim destes é a destruição e dá três exemplos que norteia a existência destes indivíduos. Primeiramente há o fato de que o deus deles era o seu próprio ventre. A conotação é que eles eram egocêntricos, viviam para si mesmos. Viviam para satisfazer aos desejos da sua carne, eram os seus próprios deuses. Eram orgulhosos. Creio que cai bem aqui uma citação do livro o Pequeno Príncipe quando ele estava a visitar aqueles planetas habitados por uma só pessoa. Vejamos:
"No segundo planeta um vaidoso habitava. Ah! Ah! Um admirador vem visitar-me exclamou de longe o vaidoso, mal vira o príncipe. Porque para os vaidosos, os outros homens são sempre admiradores. Bom dia disse o principezinho. Você tem um chapéu engraçado. É para agradecer, exclamou o vaidoso. Para agradecer quando me aclamam. Infelizmente não passa ninguém por aqui. Bate as mão uma na outra, o vaidoso aconselhou. O principezinho bateu as mãos uma na outra. O vaidoso agradeceu modestamente, erguendo o chapéu. E (o principezinho) recomeçou a bater as mãos uma na outra. O vaidoso recomeçou a agradecer tirando o chapéu. (...) o principezinho cansou-se com a monotonia do brinquedo: E para os chapéu cair, perguntou ele, que é preciso fazer? Mas o vaidoso não ouviu. Os vaidosos só ouvem os elogios. Não é verdade que tu me admiras muito? Perguntou ele ao principezinho. Que quer dizer admirar? Admirar significa reconhecer que eu sou o homem mais belo, mais rico, mais inteligente e mais bem vestido de todo o planeta. Mas só tem você no seu planeta! Dá-me este gosto. Admira-me mesmo assim. Eu te admiro, disse o principezinho, dando de ombros. Mas como isto pode interessar-te? E o principezinho foi embora".
Em segundo lugar, Paulo afirma que a glória deles é a vergonha (desgraça - aiscuh), é uma glória oca, uma vanglória, uma vaidade (vacuidade). Por isso, no dia do julgamento seu destino será a desgraça. Agora eles ostentavam espiritualidade, porém, no futuros, seriam cobertos de infâmia. Toda "espiritualidade" que chama atenção para si próprio não é espiritualidade, é orgulho disfarçado, é farisaísmo. Cuidado com aqueles que ostentam uma espiritualidade que redunda em glória para si mesmos e não para o nosso Deus.
Em terceiro lugar fala acerca da visão espiritual deles que era um tanto quanto limitada, pois só consideravam as coisas deste mundo. Consequentemente seu deus, sua glória e sua espiritualidade só poderiam ser terrenas.
Em seguida Paulo traça o contraste entre a cidadania, a esperança e o futuro destes pseudo cristãos com a dos verdadeiros cristãos. Ai entraremos no segundo fator de encorajamento.
II. A Esperança (20-21)
Depois de condenar a visão obtusa dos inimigos de Cristo, Paulo fala acerca da verdadeira esperança, daquela que transcende os limites deste mundo. São enfocados dois pontos importantíssimos desta esperança. São eles:
A. A Cidadania (20)
Vale a pena, voltar no tempo e conhecer um pouco das características da cidade.
Uma das características principais dos moradores de Filipos era a sua cidadania romana (cf. At 16:21). A cidade de Filipos localizava-se em uma cordilheira que dividia a Ásia da Europa. Era uma cidade militarmente estratégica. No início do século IV a.C., Filipe da Macedônia (pai de Alexandre o Grande), conquistou-a e deu-lhe um nome de acordo com o seu. Em 168 a.C., Filipos caiu nas mãos dos romanos tornando-se parte da província romana da Macedônia e tendo Tessalônica como capital. Em 42 a.C., Marco Antônio e Otávio derrotaram Brutus e Cásio, nas proximidades de Filipos. Em gratidão ao auxílio recebido dos moradores de Filipos, Antônio fez dela uma colônia romana. Pelo fato de ser colônia romana seus cidadãos desfrutavam de todos os privilégios da cobiçada cidadania romana. Sua economia e leis eram baseadas no padrão romano. Na época de Paulo era uma importante cidade militar (havia lá um destacamento da Guarda Pretoriana) e era também um importante centro econômico. Uma das mais importantes estradas do Império, a Via Ignatia, passava por lá. Eles tinham orgulho da sua cidade.
Paulo usa o orgulho que tinham da sua cidadania romana para ensinar uma lição. Ele afirma que a cidadania do cristão está no céu; lá está a sua verdadeira pátria e é para lá que os seus olhos devem estar voltados. Eles deveriam considerar não somente as coisas terrenas, mas também, e principalmente, as divinas. É dos céus que eles aguardavam a volta do Salvador, Jesus Cristo, que viria com uma finalidade especifica. É desta finalidade que falaremos a seguir, pois ela também faz parte da esperança do cristão.
B. A Glorificação (21)
Creio que uma das maiores esperanças dos cristãos de todos os tempos é a glorificação deste corpo no arrebatamento da Igreja. Ter um corpo livre das marcas do pecado e de todas as implicações vindas dele. Sem sombra, de dúvida para um servo de Deus, não há dia mais esperado que este. É esta a segunda esperança destacada por Paulo. Ele afirma que esta glorificação será feita por aquele que tem o poder de subordinar a Si todas as coisas. Não será uma transformação qualquer. Este novo corpo será semelhante ao do Senhor Jesus depois que Ele ressuscitou. Um corpo semelhante aquele com o qual ele se apresentou aos discípulos após Sua vitória sobre a morte. Um corpo capaz de se locomover sobrenaturalmente (cf. Lc 24:31), um corpo que não precisa de portas para entrar em um recinto (cf. Jo 21:19), e o melhor: um corpo totalmente livre do pecado.
Só o verdadeiro cristão tem esta certeza, pois sua esperança em Cristo não se limita a esta vida (cf. ICo 15:19), as coisas deste mundo. O seu olhar está voltado para os céus onde está a sua verdadeira e permanente morada. Apesar desta esperança estar no futuro, o cristão genuíno pode viver hoje com a certeza de que ela se realizará, pois o nosso Mestre nos provou isto ao ressuscitar dos mortos, vencendo a morte, e voltando para junto do Pai para nos levará.
Amém!
Segue abaixo uma tradução própria do texto do Grego para o Português:
12. Não que já recebi, ou já tenha sido completado, mas sigo para obter aquilo pelo que fui conquistado por Cristo Jesus. 13. irmãos, eu de mim mesmo não considero havê-lo alcançado; mas uma coisa faço, esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e esforçando-me para as que estão adiante, 14. sigo para o alvo, o prêmio do alto, da vocação divina em Cristo Jesus. 15. Todos pois que são maduros considerem isto; e se alguém pensa diferente, também isto Deus vos revelará. 16. Mesmo assim no que já atingimos andemos com Ele. 17. Irmãos tornem-se meus imitadores e observem os que andam desse modo tal qual o exemplo que tende em nós. 18. Pois muitos que andam entre nós, dos quais muitas vezes vos disse e agora vos digo, chorando, que são inimigos da cruz de Cristo. 19. Dos quais o fim é a destruição, o deus deles é o ventre e a glória deles é a vergonha, porquanto só consideram as coisas terrenas. 20. Pois a nossa cidadania está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, 21. que transformará o corpo da nossa humilhação à semelhança do corpo da sua glória, segundo a operação do seu poder de subordinar para si todas as coisas.

  
FONTE:
http://evangelhopleno.multiply.com
http://pt.scribd.com
http://www.jabesmar.com.br

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