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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

178-A REVELAÇÃO DE DEUS



A REVELAÇÃO
A idéia de religião conduz naturalmente à da revelação. Embora se tenham feito muitas tentativas para explicar a religião independentemente da revelação, a convicção aumenta deque toda religião origina-se na revelação. Esta é a única opinião correta sobre o assunto. SeDeus não Se revelasse, o homem absolutamente não estaria em posição de conhecê-Lo e toda religião seria impossível.A REVELAÇÃO EM GERALAntes de entrarmos na discussão das diferentes espécies de revelação que Deus deu ao homem, é necessário fazermos observações sobre a revelação em geral.A IDÉIA DE REVELAÇÃO Deus é O Incompreensível. O homem não pode conhecê- Lo como Ele é nas profundezas de Seu ser divino. Só o Espírito de Deus pode esquadrinhar as coisas profundas de Deus (1 Co2.10, 11). É impossível ao homem ter um conhecimento perfeito de Deus, porque para possuí-Io teria de ser maior do que Deus. A pergunta de Jó é uma negação direta da habilidade do homem para compreender o Infinito:
"Porventura desvendarás os arcanos de Deus ou penetrarás até à perfeição do Todo-poderoso?" 
(Jó 11.7).Ao mesmo tempo é possível ao homem conhecer a Deus numa medida que é perfeitamenteadequada. às suas necessidades pessoais. Mas até mesmo este conhecimento só pode será dquirido porque aprouve a Deus Se revelar, Isto significa, de acordo com a representação da Escritura, que Deus removeu o véu que O cobria e Se expôs à vista. Em outras palavras, Eletem de alguma maneira comunicado ao homem o conhecimento de Si mesmo, abrindo-lhe o caminho para conhecê-Lo, adorá-Lo e viver em comunhão com Ele.DISTINÇÕES APLICADAS À IDÉIA DA REVELAÇÃONo curso dos tempos duas espécies de revelação divina foram distinguidas, a saber, a
natural e a  sobrenatural, a geral  e a especial.
Geralmente falando destas duas distinções movem-se ao longo de paralelas; ao mesmo tempo elas diferem em certas particularidades que merecem ser notadas.
  A revelação natural e a sobrenatural.
Esta distinção baseia-se no modo da revelação de Deus. Por origem, toda revelação é sobrenatural, porque se origina em Deus. Há diferença, porém, na maneira em que Deus Se revela. A revelação natural é comunicada pelos fenômenos da natureza, incluindo a própria constituição do homem. Não é uma revelação dada em palavras, mas incorporada em fatos que falam por volumes. Figurativamente a natureza pode ser chamada um grande livro em que Deus escreveu, com letras grandes e pequenas, no qual o homem) pode aprender Sua bondade e sabedoria, "Seu eterno poder e divindade" (Rm 1.20).A revelação sobrenatural, por outro lado é aquela em que Deus intervém no curso natural dos acontecimentos, e na qual Ele, até mesmo quando usa os meios naturais, tais como sonhos ecomunicações orais, os emprega de maneira sobrenatural. Esta revelação é ao mesmo tempo verbal e factual, na qual as palavras explicam os fatos e os fatos ilustram as palavras.
 A revelação geral e a especial.
A segunda distinção baseia-se na natureza e no objeto da revelação de Deus. A revelação geral está radicada na criação e nas relações gerais de Deus com o homem, é dirigida ao homem
como a criatura portadora da imagem de Deus,
e visa a realização do fim para o qual o homem foi criado, o que pode ser alcançado somente quando o homem conhecer a Deus e gozar comunhão com Ele.A revelação especial, por outro lado, está radicada na obra redentora de Deus, endereçada ao homem
como pecador 
e adaptada às necessidades morais e espirituais do homem decaído, e visa levar o pecador de volta a Deus, através do conhecimento específico do Seu amor
redentor revelado em Cristo Jesus. Não é como a revelação geral, uma luz que ilumina todos os homens, mas uma luz que ilumina o caminho dos que são feitos receptíveis à verdade pela operação especial do Espírito Santo.A NEGAÇÃO DA REVELAÇÃO DIVINAO fato da revelação divina foi com freqüência negado de uma ou de outra forma. Tanto a revelação geral como a especial (mas a primeira menos que a última) foram o objeto destanegação.
  A negação da revelação geral 
O ateísmo, que nega a existência de Deus, naturalmente discorda de toda a revelação. Assim também o agnosticismo, que não crê que o homem possa conhecer a Deus e, portanto, falad’Ele como o grande Desconhecido. O panteísmo ocasionalmente pretende crer que Deus Se revela. Todavia, a idéia da revelação não cabe absolutamente em seu sistema. Não reconhecea existência de um Deus pessoal, que pode consciente e voluntariamente revelar-Se; e mesmo que a reconhecesse, não haveria qualquer objeto fora de Deus, ao qual Ele pudesse fazer-Seconhecido. Para ele, Deus e o homem são um.
 A negação da revelação especial 
O deísmo do século dezoito, enquanto reconhecia a revelação geral de Deus, negava a necessidade, a possibilidade, e a realidade de qualquer revelação especial. Julgava a revelação geral de Deus como suficiente até mesmo para o decaído, e considerava a idéia de sua insuficiência um menosprezo da sabedoria ou do poder de Deus. Dava a entender que Deus foi insuficiente ou na sabedoria ou no poder necessários para criar um mundo que cumprisse todas as exigências de uma revelação divina sob todas as condições.Sob a influência do idealismo panteísta, também a teologia liberal do presente nega a revelação especial de Deus. Reduz a Bíblia a uma parte da Sua revelação geral e simplesmente apaga a distinção entre o natural e o sobrenatural.A REVELAÇÃO GERAL Embora tanto a revelação geral como a especial existam agora lado a lado, a primeira foi anterior à última quanto à época, e é, portanto, considerada em primeiro lugar.A IDÉIA DA REVELAÇÃO GERAL DE DEUSA revelação geral não vem ao homem diretamente por comunicações verbais. Consiste numa incorporação do pensamento divino nos fenômenos na natureza, na constituição geral da mente humana, e nos fatos da experiência ou da história. Deus fala ao homem através de toda a sua criação, nas forças e nos poderes da natureza, na constituição da mente humana, na voz da consciência, e no governo providencial do mundo em geral e das vidas dos indivíduos em particular.O poeta canta: "Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia as obras das suas mãos. Um dia discursa a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite" (SI 19. 1-2).E Paulo diz: "Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas" (Rm 1.20). Esta revelação geral nunca foi exclusivamente natural, mas sempre conteve uma mistura do sobrenatural. Mesmo antes da queda, Deus Se revelou ao homem de maneira sobrenatural no pacto das obras. E, no decorrer da história da revelação, Deus revelou-Se freqüentemente de maneira sobrenatural fora daesfera da revelação especial, (Gn 20. 3ss; 40.5ss; 41.1ss; Jz 7.13; Dn ).1ss).A INSUFICIÊNCIA DA REVELAÇÃO GERAL Embora os pelagianos, os católicos romanos e os deístas e racionalistas concordem em considerar a revelação geral de Deus como inteiramente suficiente para conhecer a Deus, os protestantes são unânimes quanto à sua insuficiência. Há diversas razões por que ela deve ser considerada inadequada às necessidades presentes do homem,
o pecado alterou tanto esta revelação como a receptibilidade pelo homem.
Como resultado da queda do homem a ruína do pecado repousa sobre a criação em geral. O elemento da corrupção entrou na maravilhosa obra de Deus e a obscureceu, contudo sem apagar completamente o escrito de Deus.A natureza, é verdade, ainda mostra as marcas de sua origem divina, mas agora está plena de imperfeições e sujeita às forças destruidoras. Deixou de ser a revelação clara de Deus que umavez fora. Além disso, o homem ficou cego pelo pecado, de modo a não poder ler o escrito divino na natureza, tornando-se sujeito ao poder do erro e da perversão, de modo que se opõe à verdade pela injustiça e até à permuta por uma mentira (Jo 1.5; Rm 1.18,25; Ef 4.18; Cl 1.13; IJo 2.9, 11).A revelação geral não comunica qualquer conhecimento
de Deus e das coisas espirituais inteiramente digno de confiança.
Em virtude dos fatos estabelecidos no parágrafo precedente,o conhecimento de Deus e das coisas eternas e espirituais transmitidas pela revelação geral
são
muito incertos para formar uma base fidedigna para nela se construir para a eternidade; e o homem não pode arcar com as conseqüências de depositar sua esperança para o futuro em incertezas. A
história
da ciência e da filosofia mostra claramente que a revelação geral não é um guia seguro e digno de confiança. Um sistema de verdade após outro foi constituído,apenas para ser desfeito pela geração seguinte. "Nossos pequenos sistemas têm seu dia: Têm seu dia e cessam de existir".
  A revelação geral não oferece uma base adequada para a religião em geral.
A história das religiões mostra, e isto está sendo cada vez mais reconhecido, que não há religiões que sejambaseadas exclusivamente na revelação natural. Está se tornando cada vez mais claro que uma religião puramente naturalista não existe, e nem pode existir. As nações e as tribos pagãs apelam todas para uma revelação especial, supostamente dada pelos deuses, como um fundamento para sua religião.
 A revelação geral é completamente insuficiente como fundamento para a religião cristã.
Pela revelação geral podemos receber algum conhecimento da bondade, da sabedoria e do poder de Deus, mas não podemos conhecer a Cristo, que é o único caminho da salvação (Mt 11. 27;Jo 14.6; 17.3; At 4.12). Ela nada diz da graça salvadora, do perdão do pecado e da redenção, e não pode, portanto, transportar os pecadores da escravidão do pecado para a liberdade gloriosa dos filhos de Deus. Não participa do processo redentor iniciado por Deus para a salvação do homem. Esta é a razão suprema da sua insuficiência. Deus desejou salvar os pecadores para a glória de Seu Nome e tinha, portanto, de enriquecer a humanidade com uma revelação mais especial, uma revelação da graça redentora em Jesus Cristo.O VALOR E O SIGNIFICADO DA REVELAÇÃO GERALO fato de ter sido a revelação geral suplantada, depois da queda do homem, por uma revelação especial, pode conduzir facilmente à uma desvalorização da primeira. Não devemos esquecer, contudo, que a revelação original de Deus continua sendo de grande importância.
 a) Em conexão com o mundo gentílico.
A revelação geral, incluindo os elementos sobrenaturais que nos foram transmitidos de geração em geração, e muitas vezes deturpados ao ponto de serem irreconhecíveis, fornece, contudo, fundamento firme e duradouro para as religiões gentílicas. É em virtude disto que até os gentios se consideram a geração de Deus (At 17.28),que eles buscam a Deus se, tateando O possam achar (At 17.27), e que vêem na natureza opoder eterno e a divindade de Deus (Rm 1. 19, 20), e que procedem por natureza deconformidade com a lei (Rm 2.14).Enquanto vivem nas trevas da ignorância e do pecado pervertem a verdade, tornando-a em mentira, e servem aos deuses que não são deuses, mas mentira e vaidade; mesmo assim participam da iluminação do Logos, e da operação geral do Espírito Santo (Gn 6.3; Jó 32.8; Jo1.9; Rm 2.14, 15; At 14.16, 17; 17.22-30). Como resultado, suas religiões, embora descritas.
A Revelação de Deus:
Uma Vista Panorâmica da Bíblia
Deus criou o homem como um ser inteligente para ter comunhão com ele. De todas as criaturas, o homem é o único feito à imagem de Deus (Gênesis 1:27). Desde a criação, Deus tem desejado que escolhamos imitá-lo e estar com ele. Para fazer isso, precisamos saber quem ele é e o que ele deseja de nós. É por isso que Deus nos deu a Bíblia. Ela é a revelação de Deus para nos equipar para toda a boa obra (2 Timóteo 3:16-17). Ela começa com a história da criação, para nos mostrar o quanto Deus nos ama e o quanto ele quer que estejamos com ele. Ela também nos mostra o quanto ele odeia o pecado e a desobediência, as barreiras que nos separam de nosso Criador.
Duas Grandes Divisões: O Velho E O Novo Testamentos
A Bíblia é dividida em duas partes maiores, conhecidas como o Velho Testamento e o Novo Testamento. O Velho Testamento fala sobre a criação do homem e de suas lutas sem sucesso contra o pecado. Ele nos ajuda a ver o que é o pecado e a entender suas conseqüências, mas não revela completamente a solução (Romanos 3:19-23). O Novo Testamento dá a resposta ao problema do homem na pessoa de Jesus Cristo (Romanos 1:16-17). Apesar de que algumas pessoas ainda o rejeitem, ele é o único meio de salvação (Atos 4:11-12).
Referimo-nos a essas partes da Bíblia como testamentos ou alianças, porque elas mostram como Deus revelou sua vontade a diversas pessoas em diferentes épocas. O Velho Testamento é principalmente sobre o povo de Israel, os descendentes de Abraão, Isaque e Jacó. Deus os escolheu como nação especial e fez um pacto com eles. Ele comunicou-lhes a lei no Monte Sinai e a entregou por intermédio de Moisés, seu servo fiel. Essa aliança foi dada para proteger o povo do mal enquanto ilustrava, muito claramente, a conseqüência mortal do pecado. Sem a informação que nos é dada no Velho Testamento, seria difícil entender as palavras de Paulo: "... porque o salário do pecado é a morte..." (Romanos 6:23). Hoje, entendemos muitas coisas importantes no Velho Testamento. Aprendemos sobre a natureza do Deus verdadeiro que governa o futuro e nunca quebra suas promessas (Romanos 15:1-4). Observamos os perigos da desobediência (1 Coríntios 10:1-13). Encontramos alguns detalhes do plano perfeito de Deus quando ele prepara o envio de seu Filho para nos salvar (João 5:39).
Mas o Velho Testamento não foi destinado a ser a palavra final. Deus enviou mensageiros para entregá-lo, mas já estava preparado para enviar seu próprio Filho para dar a revelação completa e final de sua vontade para todos os homens (Hebreus 1:1-2). Jesus prometeu aos apóstolos que eles seriam guiados pelo Espírito Santo "... a toda a verdade..." (João 16:13). Eles serviram como "vasos de barro" para comunicar a verdade a todos os homens (2 Coríntios 4:7; Colossenses 1:23). Eles a escreveram nos livros que agora temos, denominado como Novo Testamento, e declararam que a fé havia sido entregue "... uma vez por todas... aos santos" (Judas 3). Ninguém tem o direito de acrescentar a esta revelação ou pregar qualquer outra doutrina (Gálatas 1:6-9). É errado ir além do que nos foi revelado na palavra de Cristo (1 Coríntios 4:6; 2 João 9).
Para nos ajudar a entender e apreciar a mensagem da Bíblia, consideremos brevemente o conteúdo dos 66 livros dos quais ela se compõe. Se você é um estudante novo, estas notas o ajudarão a saber um pouco sobre o contexto de cada livro. Se você já estudou cuidadosamente toda a Bíblia, estas observações o ajudarão a relembrar a beleza e a unidade de sua mensagem.
O Velho Testamento: 39 Livros Apontando para o Cristo
Podemos dividir o Velho Testamento em quatro categorias de livros.
Œ Cinco Livros da Lei, Também Conhecidos como o Pentateuco
Gênesis fala da criação do universo e de sua corrupção pelo pecado. Esse livro começa a contar como Deus enviaria um descendente de Abraão para salvar os homens de seus pecados. Êxodo continua a história da família de Abraão, conhecida como o povo de Israel. Depois de quatro séculos no cativeiro egípcio, esse povo foi salvo por Deus e eleito como seu povo especial. Esse livro conta o começo de sua jornada em direção à terra prometida de Canaã, e registra os mandamentos que Deus deu a Moisés e aos israelitas no Monte Sinai. Os próximos três livros, Levítico, Números e Deuteronômio continuam a mesma história, terminando com a morte de Moisés pouco antes do povo entrar na terra prometida.
 Doze Livros de História
Após a morte de Moisés, Josué conduziu o povo na conquista da terra que Deus tinha entregue a eles. Depois que Josué morreu, o Senhor usou uma série de Juízes para salvar os israelitas, repetidamente, das conseqüências de seu próprio pecado. O pequeno livro de Rute é uma linda história do amor e da lealdade ocorrida nesse período de tempo. 1 Samuel é um livro de transição no qual lemos sobre o fim do período dos juízes e sobre o começo da monarquia em Israel. 2 Samuel, 1 e 2 Reis e 1 e 2 Crônicas falam dos reis que reinaram sobre os descendentes de Abraão. Alguns foram muito bons e piedosos, mas alguns foram tiranos egoístas. O povo seguiu seus líderes ímpios e persistiu na idolatria. Deus foi paciente durante longo tempo, mas finalmente usou forças estrangeiras para derrotar e levar o povo em cativeiro. Esdras, Neemias e Ester falam desse cativeiro e também como Deus libertou o povo e permitiu-lhe voltar à sua própria terra.
Ž  Cinco Livros de Sabedoria
"O temor do Senhor é o princípio do saber…" (Provérbios 1:7). Essa é a mensagem ressaltada através dos cinco livros que chamamos livros de sabedoria ou poesia. é um livro sobre o sofrimento. Pessoas justas sofrem, sim, e nem sempre sabem o porquê. Mas, podemos sempre confiar em Deus quando enfrentamos dificuldades. Os Salmos são cânticos de louvor que foram usados freqüentemente no templo ou na adoração individual. Eles glorificam a grandeza e a misericórdia de Deus. Provérbios são breves afirmações de sabedoria prática. Aqui aprendemos como conviver com outras pessoas e a importância de se preparar para a eternidade. Eclesiastes fala da busca de um homem pelo significado da vida, e conclui que não há significado nenhum longe do Criador. Cântico dos Cânticos é uma história de amor. Uma mulher jovem precisa escolher entre o conforto com um homem rico e o amor completo de um pobre.
 Dezessete Livros de Profecia
Os livros restantes do Velho Testamento são mensagens enviadas por vários pregadores inspirados, conhecidos como profetas. Eles estão relacionados no mesmo período de tempo coberto pelos livros de história, e a maioria deles fala sobre os descendentes de Abraão. Esses livros incluem referências ocasionais ao futuro, especialmente profecias sobre a primeira vinda de Jesus Cristo. Os primeiros cinco desses livros, por serem eles geralmente mais longos, são conhecidos como os profetas maiores. Isaías escreveu cerca de 700 anos antes de Cristo e usou a queda de Israel (a maioria dos descendentes de Abraão) para advertir Judá (as tribos restantes) que precisavam arrepender-se. Jeremias veio cerca de 100 anos mais tarde e deu as advertências finais de Deus ao povo rebelde de Judá antes de sua queda. Ele também escreveu Lamentações, um livro de luto por causa da destruição de Jerusalém. Ezequiel e Daniel estavam entre os cativos de Judá. Eles instaram o povo a arrepender-se e assegurou-o de que Deus o resgataria de seu cativeiro.
Os 12 livros restantes do Velho Testamento são chamados Profetas Menores, porque são mais breves. Sua mensagem não é menos significativa. Alguns deles foram escritos por volta do tempo das quedas de Israel (Amós, Oséias e Miquéias) e de Judá (Sofonias e Habacuque). Joel adverte o povo de Judá quanto à necessidade de arrependimento. Jonas e Naum falam das conseqüências dos pecados do povo de Nínive e Obadias adverte os edomitas sobre sua punição iminente. Os últimos três profetas do Velho Testamento (Ageu, Zacarias e Malaquias) encorajaram o povo que havia retornado do cativeiro a servir a Deus fielmente.

O Novo Testamento: 27 Livros que Mostram como Seguir a Jesus

Podemos dividir o Novo Testamento também em quatro categorias maiores, baseadas no conteúdo dos livros.
ΠQuatro Livros Sobre a Vida de Cristo
Os primeiros quatro livros do Novo Testamento são relatos biográficos que registram a vida e o ensinamento de Jesus na terra. Cada livro (Mateus, Marcos, Lucas e João) salienta pormenores diferentes da vida do Senhor. Para melhor entendimento, eles devem ser estudados juntos.
 Um Livro Sobre a Obra dos Cristãos Primitivos
O livro de Atos fala das obras dos cristãos primitivos (especialmente Pedro e Paulo) durante cerca de 30 anos depois da morte e ressurreição de Jesus.
Ž  Vinte E Uma Cartas aos Cristãos
Paulo escreveu a maioria delas. Ele enviou diversas cartas a igrejas (Romanos, 1 e 2, Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, Colossenses, 1 e 2 Tessalonicenses) e outras a alguns indivíduos cristãos (1 e 2 Timóteo, Tito e Filemom). Não sabemos quem escreveu Hebreus, um livro extremamente valioso mostrando a supremacia de Cristo. Quatro discípulos de Cristo escreveram as cartas restantes que foram identificadas pelos nomes de seus autores: Tiago, 1 e 2 Pedro, 1, 2 e 3 João e Judas.
 Um Livro de Profecia
O livro de Apocalipse foi escrito para confortar os cristãos perseguidos com a convicção que Cristo seria vitorioso sobre todos os seus inimigos. Esse livro nos ajuda a ver Cristo como ele verdadeiramente é: poderoso e triunfante sobre Satanás e seus aliados! Ele nos assegura que nós, também, podemos ser vitoriosos sobre o mal.

O Desafio para Estudar a Bíblia

Desde Gênesis até Apocalipse, a Bíblia é uma mensagem do amor de Deus por nós. Devemos estudá-la diligentemente todos os dias para que cresça o nosso entendimento de como glorificar nosso Criador e Redentor.
Texto: Salmos 12:6-7
Introdução: Uma "edição" é uma série de questões do mesmo livro impresso em momentos diferentes, com adições posteriores e mudanças incluídas. A revelação de Deus através da Sua palavra não foi emitida de uma só vez, mas sim dada progressivamente. No curso da história do homem, Deus revelou suas leis, mandamentos e convênios através de Suas palavras. Hoje, vamos lidar com a revelação de Deus tal como se desenvolveu durante todas suas sete edições.
1. Primeira Edição - Escrito na natureza. Salmo 19:1-3.
Um homem não salvo não pode descobrir um Deus invisível usando seus cinco sentidos. Mesmo porque seu coração e entendimento estão obscurecidos em virtude de sua natureza corrupta (Efésios 4:18). Portanto, o Senhor apresenta uma revelação geral de Si mesmo ao homem através da natureza. Aqueles que não ouviram falar de Cristo e do Evangelho ainda pode "ver e ouvir" Deus através da marca parcial, mas clara que Ele deixou na natureza (Salmo 97:6). Por isso, povos não alcançados dos confins da terra são ainda responsáveis ​​e sem desculpa diante de Deus (Romanos 1:20, 25).
2. Segunda Edição - Escrito nos corações. Romanos 2:14-15.
Embora gentios só possuam um conhecimento parcial de Deus através da natureza, eles são capazes de perceber o bem e o mal através da sua consciência. Mesmo sem conhecimento formal dos Dez Mandamentos, o mais primitivo dos homens tem luz suficiente moral para saber que fazer trapaça, mentir, roubar e matar é errado. Eles são responsáveis ​​perante Deus e serão julgados de acordo com suas normas morais reconhecidas (Romanos 2:12).
3. A Terceira Edição - Escrito em tábuas de pedra. Êxodo 24:12; 31:18.
Isto foi na língua hebraica. Os filhos de Israel foram mais privilegiados, pois tinham uma melhor revelação. Não só eles tinham um conhecimento de Deus através da natureza e da consciência, mas também literalmente, ouviram a voz de Deus (Êxodo 20:19, 22) quando Deus falou com eles desde o Monte Sinai e do céu. Deus mesmo emitiu Seus divinos mandamentos em tábuas de pedra, escritas pelo Seu próprio dedo! Com os filhos de grande privilégio de Israel surgiu sua grande responsabilidade de viver pelas leis de Deus (Êxodo 24:3, 7).
4. A Quarta Edição - Escrito no Antigo Testamento. Lucas 24:44-45.
Esta edição da revelação de Deus é registrada em 39 livros hebraicos classificados em três divisões principais, a saber: a Lei de Moisés, os Profetas e os Salmos. Note-se que NUNCA o Senhor Jesus Cristo incluiu os livros apócrifos em Sua identificação do Antigo Testamento as "escrituras." Deus fez uma aliança exclusiva com Israel, que foi selada com sangue animal. Assim, os judeus se tornaram os guardiões da palavra de Deus (Romanos 3:1-2).
5. A quinta edição - Escrito na pessoa de Cristo. Hebreus 1:1-3.
Jesus é uma revelação muito especial de Deus para o homem. Ele é a Palavra que "se fez carne e habitou entre nós" (João 1:1, 14); "Deus... manifesto na carne" (I Tim 3:16.); E a imagem "visível do Deus invisível" (Col. 1:15; João 14:9). Como Deus o Filho, Ele se humilhou e se fez homem para que Ele pudesse derramar Seu precioso sangue e morrer pelos nossos pecados no Calvário (Filipenses 2:8 - Efésios 1:7).
6. A Sexta Edição - Escrito em toda a Bíblia. II Timóteo 3:16-17.
Toda a Bíblia cristã é uma coleção de 66 livros escritos originalmente em hebraico (AT) e grego (NT). Agora nós, os cristãos temos uma superior e mais completa revelação de Deus que os judeus. Não só temos a Lei, os Profetas e os Salmos, mas as próprias palavras de Cristo e os escritos de seus apóstolos. Portanto, "temos também uma palavra mais certa de profecia" (II Pedro 1:19 a).
7. A Sétima Edição - Escrito na vida do cristão. II Coríntios. 3:2-3.
Existem milhares de traduções da Bíblia em português e outras línguas do mundo. No entanto, a tradução melhor e bem lida de todas é - o cristão! Como Cristo (o Verbo que se fez carne), temos de "traduzir" as escrituras em nossas vidas para que aqueles que não leem a Bíblia pode praticamente lê-la de nós. Nem todos nós somos apóstolos de Cristo, mas todos nós somos Epístolas de Cristo!
Conclusão: Companheiro cristão, eu espero e oro para que você seja uma "tradução viva" da Bíblia. Para que as pessoas possam ler claramente as palavras de Deus em tudo o que você diz e faz.  Amigo não crente você não tem desculpa diante de Deus. Venha para Jesus e serás salvo!
Fonte:
http://pt.scribd.com
http://www.estudosdabiblia.net
http://www.opregadorfiel.com.br

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