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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

99-O PECADO

Palavras no Original para “Pecado”
Erros, Transgressões, Falhas. As Escrituras freqüentemente vinculam “erro” (hebr.: ‛awón), “transgressão” (hebr.: pésha‛; gr.: parábasis), “falha” (gr.: paráptoma), e outros termos assim, com “pecado” (hebr.: hhattá’th; gr.: hamartía). Todos esses termos relacionados apresentam aspectos específicos do pecado, as formas que ele assume.
Erros, enganos e tolices: Assim, ‛awón se relaciona basicamente ao erro, a agir de modo fraudulento ou errado. O termo hebraico se refere a um erro ou uma falha moral, uma distorção do que é correto. (Jo 10:6, 14, 15) Aqueles que não se submetem à vontade de Deus obviamente não são guiados pela perfeita sabedoria e justiça dele, e, assim, fatalmente erram. (Veja Is 59:1-3; Je 14:10; Fil 2:15.) Sem dúvida, visto que o pecado desequilibra o homem, distorcendo o que é reto (Jó 33:27; Hab 1:4), ‛awón é o termo hebraico mais freqüentemente vinculado com hhattá’th, (pecado, errar o alvo) ou usado em paralelo com este termo. (Êx 34:9; De 19:15; Ne 4:5; Sal 32:5; 85:2; Is 27:9) Este desequilíbrio produz confusão e desarmonia no íntimo do homem, e dificuldades em seus modos de lidar com Deus e com o restante da criação de Deus.
O “erro” (
‛awón) pode ser intencional ou desintencional, quer um desvio consciente do que é correto, quer um ato desapercebido, um “engano” (sheghagháh), o qual, não obstante, move a pessoa a errar e a ter culpa perante Deus. (Le 4:13-35; 5:1-6, 14-19; Núm 15:22-29; Sal 19:12, 13) Naturalmente, caso seja intencional, então o erro é de conseqüências muito mais graves do que se cometido por engano. (Núm 15:30, 31; compare isso com La 4:6, 13, 22.) O erro é contrário à verdade, e aqueles que pecam deliberadamente pervertem a verdade, proceder que só pode resultar em pecado ainda mais crasso. (Veja Is 5:18-23.) O apóstolo Paulo fala do “poder enganoso do pecado”, que possui um efeito endurecedor sobre o coração humano. (He 3:13-15; compare isso com Êx 9:27, 34, 35.) O mesmo escritor, ao citar Jeremias 31:34, onde o original hebraico fala do “erro” e do “pecado” de Israel, escreveu hamartía (pecado) e adikía (injustiça) em Hebreus 8:12, e hamartía e anomía (o que é contra a lei), em Hebreus 10:17.
Provérbios 24:9 declara que “a conduta desenfreada da tolice é pecado”, e os termos hebraicos que transmitem a idéia de tolice freqüentemente são empregados em relação com o pecar, reconhecendo o pecador, às vezes, de forma penitente: “Agi nesciamente.” (1Sa 26:21; 2Sa 24:10, 17) Quando não é disciplinado por Deus, o pecador fica enredado em seus erros e tolamente se perde. — Pr 5:22, 23; compare isso com 19:3.

A transgressão é ‘infração’. O pecado pode assumir a forma duma “transgressão”. A palavra grega
parábasis (transgressão) refere-se basicamente a uma “infração”, isto é, a ir além de certos limites ou fronteiras, especialmente na violação duma lei. Mateus emprega a forma verbal (parabaíno) ao narrar a pergunta dos fariseus e dos escribas sobre por que os discípulos de Jesus ‘infringiam a tradição dos homens dos tempos anteriores’, e a pergunta de Jesus, em resposta, de por que esses opositores ‘infringiam o mandamento de Deus por causa de sua tradição’, invalidando assim a palavra de Deus. (Mt 15:1-6) Pode também significar um ‘desvio’, como no caso de Judas ‘desviar-se’ de seu ministério e apostolado. (At 1:25) Em alguns textos gregos emprega-se este mesmo verbo ao se referir àquele que “vai além, e não se atém à doutrina do Ungido”. — 2Jo 9, ED.
Nas Escrituras Hebraicas há referências similares ao pecado de pessoas que ‘infringiram’, ‘transgrediram’ ou ‘deixaram de lado’ (hebr.:
‛avár) o pacto de Deus ou Suas ordens específicas. — Núm 14:41; De 17:2, 3; Jos 7:11, 15; 1Sa 15:24; Is 24:5; Je 34:18.
O apóstolo Paulo mostra a relação especial de
parábasis com a violação de uma lei estabelecida, ao dizer que, “onde não há lei, tampouco há transgressão”. (Ro 4:15) Portanto, na ausência de lei, o pecador não poderia ser chamado de “transgressor”. De modo coerente, Paulo e os demais escritores cristãos empregam parábasis (e parabátes, “transgressor”) no contexto da lei. (Veja Ro 2:23-27; Gál 2:16, 18; 3:19; Tg 2:9, 11.) Adão, tendo recebido ordem direta de Deus, era portanto culpado de “transgressão” de uma lei declarada. A esposa dele, embora enganada, também era culpada de ter transgredido aquela lei. (1Ti 2:14) O pacto da Lei, transmitido a Moisés por anjos, foi acrescentado ao pacto abraâmico “para tornar manifestas as transgressões”, a fim de que ‘todas as coisas fossem entregues juntas à detenção pelo pecado’, declarando legalmente culpados de pecado todos os descendentes de Adão, inclusive Israel, e demonstrando que todos evidentemente precisavam de perdão e de salvação por meio da fé em Cristo Jesus. (Gál 3:19-22) Assim, se Paulo se tivesse submetido de novo à Lei mosaica, teria feito outra vez de si mesmo um “transgressor” daquela Lei, sujeito à condenação dela, e assim teria repelido a benignidade imerecida de Deus que fornecia o livramento daquela condenação. — Gál 2:18-21; compare isso com 3:1-4, 10.
O hebraico
pésha‛ transmite a idéia de transgressão (Sal 51:3; Is 43:25-27; Je 33:8), bem como a de “revolta”, que é um desvio ou uma rejeição da lei ou da autoridade de outrem. (1Sa 24:11; Jó 13:23, 24; 34:37; Is 59:12, 13) A transgressão deliberada, então, equivale à rebelião contra o governo e a autoridade paternais de Deus. Opõe a vontade da criatura à do Criador, e, assim, ela se empenha em revolta contra a soberania de Deus, Seu governo supremo
Falha. A palavra grega
paráptoma significa literalmente “queda para o lado”, portanto, um passo em falso (Ro 11:11, 12), ou erro crasso, uma ‘falha’. (Ef 1:7; Col 2:13) O pecado de Adão, ao comer do fruto proibido, foi uma “transgressão” no sentido de que infringiu a lei de Deus; foi uma “falha” no sentido de que ele caiu, ou deu um passo em falso, em vez de manter-se de pé ou de andar em retidão, em harmonia com os requisitos justos de Deus, e em apoio da autoridade dele. Os muitos estatutos e requisitos do pacto da Lei realmente abriam o caminho para muitas de tais falhas devido à imperfeição dos sujeitos a ele (Ro 5:20); a nação de Israel, como um todo, errou crassamente com respeito a guardar aquele pacto. (Ro 11:11, 12) Visto que todos os diversos estatutos daquela Lei eram parte de um só pacto, quem dava um “passo em falso” em um ponto tornava-se com isso violador e “transgressor” do pacto inteiro, e, assim, de todos os seus estatutos. — Tg 2:10, 11

HAMARTIOLOGIA - Doutrina do Pecado
I. A ORIGEM DO PECADO

A) Em Relação a Deus
Deus não pode pecar, e no entanto o plano de Deus “precisaria” ter incluído a permissão para a entrada do pecado no mundo, já que desde a eternidade incluía um Salvador.

B) Em Relação a SatanásO pecado foi achado em satanás (Ez 28.15). Esta afirmação é o mais próximo que a Bíblia chega de uma indicação da origem do pecado.

C) Em Relação a AnjosAlguns deles seguiram a satanás em seu pecado.

D) Em Relação ao HomemO pecado originou-se no Éden.

II. A DEFINIÇÃO DE PECADO

A) O Pecado é uma ilusão:
Esta idéia (errônea) assume vária formas de expressão; e.g., nossa falta de conhecimento é a razão pela qual temos a ilusão do pecado; ou, quando a evolução tiver tido tempo suficiente para nos ajudar a progredir, a ilusão do pecado desaparecerá.

B) O Pecado é o eterno princípio do dualismo:Sendo o Mal uma entidade externa a Deus é independente dEle.

C) O Pecado é o egoísmo:Esta é a definição ouvida com maior freqüência. É bíblica mas incompleta e insuficiente.

D) O Pecado é a violação da Lei:Esta definição também é bíblica mas insuficiente, a não ser que o conceito de lei seja estendido de modo a compreender todo o caráter de Deus.

E) O Pecado é qualquer coisa contrária ao Caráter de Deus.

III. PECADO PESSOAL

A) Significado:
O pecado é cometido por indivíduos. Podem ser pecados deliberados ou pecados por ignorância. Errar o alvo também implica atingir o alvo errado.

B) Penalidade:Perda de comunhão.

C) Remédio:Perdão - Retira a culpa produzida pelo pecado.
Justificação - Declaração da atribuição da justiça de Cristo ao pecador que crê e é perdoado.

IV. A NATUREZA PECAMINOSA

A) Significado:
A Natureza pecaminosa é a capacidade e inclinação humana para fazer tudo aquilo que nos torna reprováveis aos olhos de Deus.

B) Passagens Bíblicas relacionadas:2Co 4.4; Ef 4.18; Rm 1.18- 3.20

C) Resultado da natureza pecaminosa:Depravação total (Absoluta falta de mérito do homem perante Deus)
Morte Espiritual.

D) Transmissão da natureza pecaminosa:
Dos pais para os filhos (Sl 51.5).

E) Remédio:Redenção, que nos concede nova natureza (regeneração) e uma nova capacidade de servir a Cristo.
O Poder do Espírito que habita no crente para dar vitória sobre a natureza pecaminosa, que já foi julgada.

V. PECADO IMPUTADO

A) Significado:
O resultado da participação de cada homem no pecado original de Adão.

B) Texto-chave:Romanos 5.12 - Toda a humanidade estava em Adão, participando de seu pecado e assumindo a culpa resultante dele.

C) Transmissão do pecado imputado:Transmitido diretamente de Adão a cada membro da raça.

D) Penalidade:Morte física.

E) Remédio:A Justiça imputada de Cristo (2Co 5.21).

VI. O PECADO NA VIDA DO CRENTE

A) O fato do pecado na vida do crente:
1 João 1.8-10

B) O padrão para o crente:Andar na Luz ( 1Jo 1.7)

C) A prevenção do pecado na vida do crente:
Através da Palavra de Deus (Sl 119.11)
A intercessão de Cristo ( Jo 17.15)
O Espírito Santo que habita nele (Jo 7.37-39)
D) Penalidades do pecado na vida do crente:Perda de comunhão (1Jo 1.6)
Exclusão da Instituição religiosa (1 Co 5.4,5)
Disciplina de Deus (Hb 12.6)
Às vezes morte física (1Co 11.30)

E) O remédio para o pecado na vida do crente:Confissão (1Jo 1.9)

A Bíblia utiliza muitas palavras, tanto em hebraico como em grego, para definir o conceito de pecado:

A) NO ANTIGO TESTAMENTO
1.     HataSignifica “errar o alvo”. Seu equivalente grego é hamartano. A ideia é que o homem, ao errar o alvo, atinge outro lugar, o lugar errado. Essa palavra designa pecados morais, idolatria e pecados cerimoniais (Ex 20.20; Jz 20.16; Pv 8.36; 19.2);
2.     Ra Muitas vezes indica calamidade e frequentemente é traduzindo como “mal” ou “perverso”. Pode indicar algo moralmente errado (Gn 3.5; 38.7; Jz 11.27). O texto de Isaías 45.7 é controverso quanto ao sentido entre calamidade e mal, cuja interpretação mais aceita é calamidade ou “mal punitivo”;
3.     Pecha “Rebelar”, “transgredir” ou “revoltar” (1Rs 12.19; 2Rs 3.5; Sl 51.13; Is 1.2);
4.     Aon “Iniquidade” ou “culpa” (1Sm 3.13; Is 53.6; Nm 15.30-31);
5.     Shagah “Errar” ou “extraviar-se” como uma ovelha ou um bêbado (Is 28.7; Nm 15.22);
6.     Asham Significa “culpado”, tem a ideia de “culpa perante Deus” e aparece muito em rituais no tabernáculo e no templo (Lv 4.13; 5.2-3);
7.     Rasha “Perverso” ou “impiedade”, o contrário de justiça (Ex 2.13; Sl 9.16; Pv 15.9; Ez 18.23);
8.     Taah “Vaguear” ou “extraviar-se”. Indica pecado deliberado, não incidental (Nm 15.22; Sl 58.3; 119.21; Is 53.6).
Com o estudo dessas palavras hebraicas podemos chegar a estas conclusões sobre o pecado:
a)     O pecado pode assumir muitas formas e cada homem podia estar ciente da forma particular do seu pecado;
b)    O pecado é aquilo que contraria uma norma e, por fim, acaba sendo desobediência a Deus;
c)     A desobediência envolve tanto a omissão como o erro deliberado. O pecado também não é apenas errar o alvo, mas acertar o lugar errado. 

B) NO NOVO TESTAMENTO
1.     KakósSignifica “algo ruim”. Pode referir-se a um mal físico, mas normalmente indica um mal moral (Mt 21.41; Mc 7.21; At 9.13; Rm 12.17);
2.     Ponerós Termo básico para mal e quase sempre indica mal moral (Mt 7.11; Rm 12.9). Também é usado para referir-se a Satanás (Mt 13.19,38; 1Jo 2.13-14). Demônios também são chamados de “espíritos malignos” (Lc 11.26; At 19.12);
3.     Asebês Significa “ímpio” e designa aqueles que não foram salvos (Rm 4.5; 5.6; 1Tm 1.9; 1Pe 4.18);
4.     Énochos “Réu” ou “culpado” e geralmente denota alguém que pratica um crime passível de morte (Mt 5.21-22; Mc 14.64; 1Co 11.27; Tg 2.10);
5.     Hamartia Palavra mais usada para falar de pecado. Significa “errar o alvo”. No NT quase sempre ocorre no contexto que fala de perdão ou de salvação (Mt 1.21; Jo 1.29). Outras referências úteis são Rm 5.12; 1Co 15.3;e Tg 1.15;
6.     Adikía Em sentido amplo se refere a qualquer conduta errada. É usado para falar de pessoas não salvas (Rm 1.18), dinheiro (Lc 16.9) e ações (2Ts 2.10);
7.     AnomosSignifica “sem lei” e é frequentemente traduzido como “transgressão” ou “iniquidade” (Mt 13.41; 24.12; 1Tm 1.9);
8.     Parabátes “Transgressor” e é usada quando há violações específicas da lei (Rm 2.23; Gl 3.19; Hb 9.15);
9.     AgnoemaSe refere ao adorador que pratica uma adoração falsa, o que o torna culpado e necessitado de um sacrifício (At 17.23; Rm 2.4; Hb 9.7);
10.  Planáo “Desgarrar” (1Pe 2.25), levar alguém para um caminho mau (Mt 24.5-6) e enganar-se a si mesmo (1Jo 1.8).
11.  Paraptôma A ideia dessa palavra é de “cair ao lado de”, na maioria das vezes de modo deliberado. Com frequência é traduzida como “ofensa” (Mt 6.14; Rm 5.15-20; Gl 6.1);
12.  Hypókrisis Incorpora três ideias: “Interpretar falsamente”, como faria um oráculo; “fingir”, como faria um ator; e “seguir uma interpretação” reconhecidamente falsa (1Tm 4.2).
O estudo dessas palavras gregas nos leva a algumas conclusões sobre o pecado:
a)     Sempre existe um padrão claro contra o qual o pecado é cometido;
b)    No final de tudo, o pecado é uma rebelião contra Deus e uma transgressão de seus padrões;
c)     O mal pode assumir muitas formas;
d)    A responsabilidade do homem é entendida de forma clara e definitiva.
O pecado é uma ofensa a Deus?
O pecado é uma falta contra a razão, a verdade e a reta consciência. É uma falta ao amor verdadeiro que devemos a Deus, a nós mesmos e ao próximo, por causa de um apego perverso a certos bens que aparecem como atrativos por efeitos da tentação, mas que na verdade são daninhos para o homem. Por isso o Papa João Paulo II afirma que o pecado, sob a aparência de "bom" ou "agradável", é sempre um ato suicida.
É grande a variedade de pecados que são cometidos por egoísmo e por falta de visão sobrenatural.
Mas Deus misericordioso quer perdoar os pecados: "Acaso tenho eu prazer na morte do ímpio? - diz o Senhor Deus - Porventura não alcançará ele a vida se converter de seus maus caminhos?" (Ez 18,23).
O Evangelho nos repete este chamado à conversão, e Jesus durante sua vida perdoou muitas vezes aos pecadores e, além disso, deu seu poder divino aos Apóstolos e a seus sucessores para perdoar os pecados.
O que é o pecado?
O pecado é uma palavra, um pensamento, um ato, um desejo ou uma omissão contrários ao plano de felicidade que Deus tem para o homem.
O que é um pecado mortal?
Um pecado mortal é escolher deliberadamente, quer dizer, sabendo e querendo, uma coisa gravemente contrária à lei divina e ao fim último do homem.
Que conseqüências tem o pecado mortal?
O pecado mortal entranha a perda da caridade e a privação da graça santificante, quer dizer, do estado de graça. Sem o arrependimento do homem e o perdão de Deus, causa a morte eterna no inferno.
O que devemos fazer se tivemos a desgraça de cometer um pecado mortal?
Se tivemos a desgraça de cometer um pecado mortal, devemos pedir de coração perdão a Deus e nos reconciliarmos com Ele o quanto antes, fazendo uma boa confissão.
Que conseqüências tem a reiteração de pecados?
A reiteração de pecados, inclusive daqueles que são mortais, geram os vícios, entre os quais se distinguem os pecados capitais.

O que é o pecado original?




Pergunta: "O que é o pecado original?"
Resposta: O termo “pecado original” refere-se ao pecado de Adão em comer da Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal e seus efeitos sobre o resto da raça humana desde então, principalmente seus efeitos em nossa natureza e nosso relacionamento com Deus, até mesmo antes de termos idade suficiente para cometer pecado conscientemente. Veja a seguir as três opiniões diferentes que tentam explicam seu efeito:

Pelagianismo: O pecado de Adão não teve nenhuma influência sobre as almas de seus descendentes além de, através de seu exemplo pecaminoso, encorajar outras pessoas a também pecar. De acordo com essa opinião, o homem tem a habilidade de parar de pecar se ele quisesse. Esse ensino vai de encontro a várias passagens que ensinam que o homem é um escravo do pecado (quando longe da intervenção de Deus) e que suas boas obras são “mortas”, quer dizer, sem nenhum valor para ganhar o favor de Deus (Efésios 2:1-2; Mateus 15:18-19; Romanos 7:23; Hebreus 6:1; 9:14).

Arminianismo: Os arminianos acreditam que o pecado de Adão resultou no resto da humanidade herdando uma tendência a pecar chamada de “natureza pecaminosa”. Essa natureza pecaminosa nos leva a pecar da mesma forma que a natureza de um gato o leva a miar – ocorre naturalmente. De acordo com essa opinião, o homem não pode parar de pecar sozinho, por isso Deus dá uma graça universal, a qual o capacita a parar. Essa graça é chamada de graça preveniente. Também de acordo com essa opinião, não somos responsáveis pelo pecado de Adão, apenas os nossos. Esse ensinamento vai de encontro ao tempo verbal escolhido para “...todos pecaram” em Romanos 5:12 e também ignora o fato de que todos sofrem a punição do pecado (morte) mesmo quando não pecaram de uma forma semelhante à de Adão (1 Coríntios 15:22; Romanos 5:14-15,18). Além disso, a Bíblia não ensina em lugar nenhum a doutrina de graça preveniente.

Calvinismo: O pecado de Adão resultou não só na nossa natureza pecaminosa, mas também em culpa diante de Deus, pelas quais merecemos punição. Ser concebido com o pecado original sobre nós (Salmos 51:5) resulta em nós herdando uma natureza pecaminosa tão perversa que Jeremias 17:9 descreve o coração humano como “enganoso ... mais do que todas as coisas, e perverso”. Adão foi não só culpado por causa do seu pecado, mas sua culpa e punição (morte) pertencem a nós também (Romanos 5:12,19). Há duas opiniões sobre por que Deus deve enxergar a culpa de Adão como pertencente a nós também. A primeira afirma que a raça humana fazia parte de Adão em forma de semente; portanto, quando Adão pecou, pecamos nele. Isso é semelhante ao ensino Bíblico de que Levi (um descendente de Abraão) pagou dízimos a Melquisedeque em Abraão (Gênesis 14:20; Hebreus 7:4-9), apesar de que Levi não nasceu até centenas de anos mais tarde. A outra opinião é de que Adão serviu como nosso representante e como tal, quando ele pecou, tornamo-nos culpados também.

A opinião Calvinista enxerga o homem como incapaz de ter vitória sobre o seu pecado, exceto sob o poder do Espírito Santo. Esse poder só é possuído quando alguém arrepende-se do seu pecado e vira-se para Cristo em total dependência dEle e Seu sacrifício expiatório na cruz. Um problema com essa opinião é como explicar como bebês e aqueles que são incapazes de cometer pecado de forma consciente são salvos (2 Samuel 12:23; Mateus 18:3; 19:14), já que eles também são responsáveis pelo pecado de Adão. Millard Erickson, autor de Teologia Cristã, acha que essa dificuldade é resolvida da seguinte maneira: “Há uma posição (opinião) que….preserva o paralelismo entre nós aceitando o trabalho de Cristo e o de Adão (Romanos 5:12-21), e ao mesmo tempo destaca de forma mais clara nossa responsabilidade pelo primeiro pecado. Somos responsáveis e culpados quando aceitamos ou aprovamos a nossa natureza corrupta. Há um momento na vida de cada um de nós quando nos tornamos cientes de nossa própria tendência a pecar. Naquele ponto, podemos abominar a natureza pecaminosa que tem estado presente todo aquele tempo.... e arrepender-nos dela. Pelo menos haveria uma rejeição do nosso pecado. Mas se submeter-nos à natureza pecaminosa, estamos na verdade dizendo que ela é boa. Ao estabelecer nossa aprovação de uma forma tácita da corrupção, estamos também aprovando ou concordando com a ação no Jardim do Edén de tanto tempo atrás. Tornamo-nos culpados daquele pecado sem termos ainda cometido um pecado próprio”.

A opinião Calvinista do pecado original é a mais consistente com o que a Bíblia ensina e “pecado original” pode ser definido como “aquele pecado e sua culpa que todos nós possuímos aos olhos de Deus como resultado direto do pecado de Adão no Jardim do Éden”.




Fonte:
http://www.gotquestions.org

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