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quinta-feira, 18 de outubro de 2012

71-E AGORA LÁ VEM DANÇA!!!.

Dança na Igreja

A dança é um ministério de adoração que o Senhor tem levantado em algumas igrejas, mas, como é comum no meio evangélico virou “moda” e praticamente todas as igrejas dispõe de dançarinos de plantão.
Eu não sou contrário à existência da dança; creio plenamente que o Espírito de Deus tem feito uso desta forma de expressão corporal para honrar e glorificar ao Todo Poderoso. E, quando esta adoração é externada com temor e amor, o nosso Espírito alegra-se profundamente ao contemplá-la.
A infidelidade, incredulidade e a conseqüente falta de santidade de muitos povos (igrejas), impossibilitam o mover do Espírito Santo, resultando em cultos desprovidos da verdadeira unção que alimenta a alma. Para saírem desta situação, lançam mão, copiando, toda sorte de movimento. Esquecem que é o Espírito de Deus que derrama o óleo e estas práticas desprovidas de unção, são inconsistentes, sem valor diante de Deus.
Amados líderes, é preciso ouvir a voz do Espírito Santo, consultá-Lo e conhecer a Sua vontade para a igreja; não tome decisões segundo a sabedoria e ou entendimento humano. Afinal, a Igreja é do Senhor Deus que enviou o Espírito Santo a edificá-la. Se houver aprovação do Senhor quanto à existência de um ministério de dança, alguns pontos devem ser observados pelos que serão ungidos.
1- Amor a Deus:
“Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento”.  Mt 22.37
A nossa condição de servos obriga-nos a sermos desprovidos de vontade própria e sujeitos ao domínio integral do Senhor Deus. Isto significa: Primeiro à vontade de Deus e em segundo plano e em conformidade com os princípios divinos, o nosso querer.
Esta condição é tão real, que o próprio Jesus, quando homem, submeteu-se por completo aos desígnios do Pai, a direção de Sua vida não estava mais sob seu controle.
Ele disse: “Pai, se queres, afasta de mim este cálice de sofrimento! Porém que não seja feito o que eu quero, mas o que tu queres”.
(Lc 22.42)
Esta sujeição incondicional era fruto do grande amor do Senhor Jesus, primeiro para com o Todo Poderoso e também pela humanidade que caminha a passos largos em direção à perdição eterna.
2- Temor a Deus: Coração sábio.
“Para ser sábio, é preciso primeiro temer a Deus, o SENHOR. Ele dá compreensão aos que obedecem aos seus mandamentos. Que o SENHOR seja louvado para sempre!” (Sl 111.10)

Temor a Deus significa que devemos possuir sentimento de reverencia e respeito, ao contrário do que pensam alguns, ao associar temor a medo. É inconcebível que vidas impuras, desprovidas de santidade possam tomar lugar no desempenho da obra do Senhor. A falta do temor abre brechas através das quais, o maligno infiltra-se e as obras da carne ganham espaço. As pessoas que deveriam ser adoradores tornam-se em “dançarinos”, ávidos pelos elogios, sentem prazer quando são glorificados por fazerem bem as coreografias.
... Como é que vocês podem crer, se aceitam ser elogiados pelos outros e não tentam conseguir os elogios que somente o único Deus pode dar?... Se eu elogiasse a mim mesmo, os meus elogios não valeriam nada. Quem me elogia é o meu Pai...” (Jo 5.41,44;8.54)
Movido pelo amor e temor, Jesus despiu-se da glória celeste, colocando-se apenas como instrumento nas mãos de  Deus, para ser útil ao Reino, Ele dispensou os elogios, veja:
“Eu não procuro ser elogiado pelas pessoas” (Jo 5.41)
3- Santos e Puros:
“Paulo, servo de Jesus Cristo, chamado para ser apóstolo, separado para o evangelho de Deus”. (Rm 1:1)
A exemplo de Paulo, somos chamados para fazermos a obra do Senhor Deus, em diversas áreas no Reino. Separados para a honra e glória do  Senhor. Consciente desta condição é preciso que haja uma adequação da vida ao viver definido por Deus. Você foi chamado pelo Espírito Santo para integrar o ministério de dança? Louvor? Pregação da Palavra? Líder na igreja?  Oh graças!  És bem-aventurado!
O mandamento é: Seja Santo! A santidade nos proporciona:
-A oportunidade de comungarmos as mesmas idéias do Senhor.
-E intimidade profunda com Ele.
Quando isto é uma realidade, a nossa alegria é glorificá-Lo com os nossos atos.
Os frutos da carne: “... a imoralidade sexual, a impureza, as ações indecentes, a adoração de ídolos, as feitiçarias, as inimizades, as brigas, as ciumeiras, os acessos de raiva, a ambição egoísta, a desunião, as divisões,  as invejas, as bebedeiras, as farras e outras coisas parecidas com essas”. (Gl 5.19-21) São inexistente na vida que procura ser santa e pura.
Servo leia com atenção esta mensagem, reflita sobre a tua situação com o Senhor, e jamais permita que sentimentos de orgulho, a soberba e a vaidade penetrem em teu coração, roubando o lugar que é exclusivamente do Senhor. Você é ungido a adorar através da dança? Faça isto com perfeição, com satisfação e com todas as tuas forças, para que o Senhor veja e aprove, recebendo como aroma suave a tua adoração. Não permita que a carne sobressaia e queira ouvir dos irmãos palavras afáveis; não tome a glória do Senhor para si.

Amém

Pr Elias R. de Oliveira
 

AGORA, LÁ VEM A DANÇA!

Por: Pastor Gerson Rocha
Introdução:
Coisas estranhas estão entrando nas
igrejas evangélicas nestes dias finais
da penúltima dispensação, o tempo da
graca, pela igreja. Um neófito Iê no
Salmo 47, "batei palmas todos os
povos", e sem entender bem o "quem",
o porquê, o quando e o onde, logo faz
uma campanha para as igrejas baterem
palmas para Deus, para homens e para
inimigos do evangelho. E, sob
aplausos, gritos e assobios, vem abaixo
a adoração "em espírito e em verdade".
Outro, sem nada entender do que se
encontra em João 20:22, levado pela
imaginação do que pode ocorrer com um super-sopro, sai pelas igrejas soprando e
derrubando as pessoas. Outros acham que têm o dom de pular e ficam a dar pulos
altos, espetaculares dentro do recinto já não mais sagrado, e, entre muitas outras
esdruxularias, há os que proclamam ter o dom de girar. No momento azado, entoam
um hino e começam a girar com velocidade incrível à frente e ao redor do templo,
outrora recinto sagrado. Lembrem-se, também de que há os que caem no chão e
rolam. Lembro-me de um contato que missionários da Missão Novas Tribos fizeram
com os araonas, tribo da Bolívia que, sob evidente impacto de possessão de espíritos
malígnos, rolaram no chão com incrível velocidade à vista dos missionários. Paulo diz
em 1Timóteo 4:1 que, nos últimos tempos, os espíritos enganadores estariam agindo, e
espalhando doutrinas de demônios.
Agora, lá vem a dança! "Pastor, é pecado dançar? pergunta a moça - "Aqui no
Saimo 150:4 está escrito que devemos louvar a Deus com danças, e sabemos que,
após aderrota dos egípcios, afogados no Mar Vermelho, Miriam e as mulheres
dançaram ao som do tamborim" (Ex.1 5:20,21).
Pondere-se, nesta introdução, que há dança e dança, assim como há vinho e
vinho, amor e amor, paz e paz, etc. Elementos, próprios de uma cultura, podem não
pertencer ao patrimônio cultural de outros povos. E se podemos ver a diferença entre
dança e dança, temos condições de entender melhor o problema. Sabemos que há
vinho alcoólico e vinho não alcoólico; há amor sujo e amor santo; há paz mundana e
paz celeste, bem como há coisas aparentemente boas que podem tomar direções
desastrosas.
Neste assunto de dança, temos que levar em conta o tipo, as influências, a
inspiração que recebeu, a origem, e se a dança religiosa perdurou entre os cristãos
primitivos.
Definindo a palavra MAHOL (H fortemente aspirado), que aparece no Salmo 150:4,
Sábado Dinotos, em seu dicionário Hebraico-Português, 'fala dessa dança como "dança
de roda formada por cantores e cantoras..." E, muitas vezes como os filhos de Coré,
saltando de júbilo entoavam: "Todas as minhas fontes estão em ti" (SI.87:7). Nada de
dança a dois, carnal e sensual, inspirada por arroubos sexuais irreprimíveis como a
dança dos povos pagãos. O Dr. Merril F. Unger, em seu "Unger's Bible Dictionary", traz
informações bastante esclarecedoras sobre a dança entre diferentes povos e culturas, e
justifica o repúdio da própria dança chamada religiosa por parte dos primitivos crentes,
repúdio bem de acordo com o espírito cristão neo-testamentário de reverência solene
no culto prestado a Deus "em espírito e em verdade." Traduzindo e fazendo adaptações
e comentários cabíveis do material que pesquisei na obra do citado autor, ponho o
assunto diante do leitor.
1. A Dança entre os Egípcios.
Quase sempre consistia de uma sucessão de posturas, nas quais os participantes se
esforçavam por exibir uma grande variedade de gestos. Homens e mulheres dançavam
ao mesmo tempo ou em grupos separados. Esta última modalidade era preferida em
virtude do alto grau de graça e elegância demonstrados. Alguns dançavam ao som de
melodias vagarosas, adaptadas ao estilo de seus movimentos no que demonstravam
não serem inferiores aos gregos na maneira graciosa como se conduziam em sua
dança. Outros preferiam um passo animado, regulado por um tom apropriado. Os
modos graciosos e as gesticulações eram o estilo geral de sua dança, mas como em
outros países, o gosto do desempenho variava de acordo com a posição social da
pessoa, ou pela sua própria habilidade. A dança na casa de um sacerdote diferia da
que acontecia entre os rudes camponeses ou as classes mais baixas dos cidadãos.
Era costume, nas camadas superiores entre os egípcios, entregarem-se a esta diversão
tanto em público como em reuniões particulares, embora se admitisse que esta prática
se limitasse às classes mais baixas da sociedade bem como aos que ganhavam a vida
participando dessas reuniões festivas. As roupas das dançarinas eram leves, e feitas
dos mais finos tecidos bem transparentes, mostravam a forma e os movimentos de
seus membros. Consistiam geralmente de uma vestimenta folgada e esvoaçante que ia
até os tornozelos, ocasionalmente bem presa à cintura, e, ao redor dos quadris, havia
uma cinta pequena e estreita adornada com contas ou ornamentos de várias cores. Os
escravos aprendiam a dança e música, e nas casas dos ricos, além de outras
ocupações, dançavam eles para divertir a família ou grupo de amigos, como exigência
de seus senhores.
Os egípcios livres também ganhavam a vida dançando. As danças das classes
inferiores demonstravam uma tendência para uma espécie de pantomima (expressões
corporais); e o rude camponês se deliciava mais com a destreza lúdica e extravagante
do que com os gestos que demonstravam elegância e graça. Os egípcios também
dançavam no templo em honra a seus deuses, e, em algumas procissões, à medida em
que se aproximavam dos recintos dos pátios sagrados.
2. A Dança entre os gregos.
Embora empregassem mulheres para tocar e dançar a fim de divertir os hóspedes, os
gregos consideravam a dança como uma recreação de que todas as classes deveriam
participar, pois era uma atividade que caía bem para cavalheiros. A dança - embora
bem diferente da dos pagãos - era também um costume judaico para jovens e senhoras
nos entretenimentos particulares. A dança pagã, oriunda das bacanais romanos, estava
presente entre os hebreus também, introduzida que foi pelos romanos (Mt. 14:6). 0
mesmo acontecia em Damasco e outras cidades orientais.
3. A Dança entre os Romanos.
Entre estes, a dança longe estava de ser aceita como algo digno de um homem de
classe elevada ou de uma pessoa sensível. Cícero disse: "Nenhum homem sóbrio
dança, a menos que esteja fora de si, nem quando está só, nem quando pertença a
uma sociedade decente, pois a dança é companheira da alegria devassa, da dissolução
e da luxúria." Os gregos quando dançavam não se entregavam aos excessos e às
danças efeminadas bem como às gesticulações exageradas, que eram tidas como
indecentes para os homens de caráter e de saber. As danças dos romanos, afirma o
tradutor, se degeneraram. Basta lembrar as orgias inspiradas por Baco, o deus do
vinho, principalmente nas bacanais dos loucos imperadores romanos.
4. A Dança entre os Judeus.
Totalmente diferente da dança sensual das nações alienadas de Deus, este tipo de
atividade era sempre um passa-tempo social favorito entre moças e mulheres hebréias
(Jer. 31:4), imitado pelas crianças a brincar nas ruas (Jr. 21:1 1,12; Mt.1 1:16,17; Lc.
7:32). É verdade que em Jó 21; 11,12, o patriarca se refere a dança das criancas dos
ímpios que, evidentemente, diferia da dança dos hebreus. Dessas danças judaicas
participavam grupos de mulheres em honra aos dias de alegria nacional, especialmente
quando se celebrava uma vitória 1Sm.18:6) e festividades religiosas (Ex. 15:20,21; Jz.
21:21). Em tais ocasiões, pelo menos nos tempos mais antigos, os homens
expressavam a alegria de seus corações, dançando (2Sm. 6:5,14). A dança da tocha
tinha também um significado religioso, que surgiu mais tarde, introduzida pelos homens
no templo na primeira tarde da Festa dos Tabernáculos.
As danças entre os hebreus consistiam provavelmente de movimentos circulares
com passos rítmicos simples e gesticulações vigorosas, enquanto as mulheres batiam
címbalos e triângulos (Jz. 11:34). Por ocasião de festividades nacionais, outros
instrumentos eram tocados (Sl. 68;25;15:4).
Sobre as dançarinas, que se exibiam em público, como frequentemente se
encontram no oriente moderno [e nas igrejas carismáticas atuais - nota do editor] , não
há sequer vestígio delas nos tempos do Velho Testamento. A dança, como a da filha de
Herodias, exibida diante dos homens, na ocasião de um banquete voluptuoso e
sensualíssimo, foi introduzida entre os judeus atraves da influência dos corruptos
costumes gregos (Mt. 14:6; Mc.6:22).
Na dança judaica, os sexos se separavam. Não há evidência na história sagrada de
que tal diversão era promiscuamente praticada, a não ser no exemplo da adoração do
bezerro deificado, quando os israelenses rebeldes imitaram a festa pagã dos egípcios
em honra ao boi Apis: Todas as classes dos hebreus se misturaram numa orgia
desenfreada.
Nas danças religiosas, embora ambos os sexos, ao que parece, desempenhavam a
sua parte à hora dos cânticos do coro, eles permaneciam em grupos distintos e
separados (Sl. 68:25; Jer. 31:13). As danças das virgens, em Siló, faziam parte de
festividades religiosas (Jz. 21:19-23).
5. A Dança Entre Os Primitivos Cristãos.
Não há entre eles um patrimônio cultural envolvendo dança. Embora tivesse havido,
informa-nos o Dr. Linger, uma forma de dança religiosa nos cultos públicos dos
primitivos cristãos, tal costume foi copiado dos judeus. Esses cristãos tomavam parte
das procissões solenes dos judeus, nas quais estavam presentes corais de jovens e
donzelas, entoando musicas sacras solenes, jamais profanas. Não se deve supor,
então, que as "danças religiosas" tinham qualquer semelhança com as diversões
modernas envolvendo dança. Eram antes procissões nas quais os participantes
marchavam sincronizados com os que cantavam. Este costume, contudo, foi
abandonado, logo no início da era cristã, talvez em virtude de se temer levasse ele a
adoção das danças inconvenientes à moral cristã como as que eram praticadas em
honra aos deuses pagãos.
Foram abundantes as proibições das danças como divertimento pelos Iíderes das
igrejas e pelos concílios.
Observa o tradutor que, se foi posta de lado pelos primitivos cristãos aquele tipo de
dança sacra solene copiada dos judeus, por que haveríamos de introduzir qualquer tipo
de dança na igreja de hoje? As mudanças, contudo, que se verificam atualmente nas
igrejas evangélicas(?) com suas músicas profanas, irreverentes e totalmente
inconvenientes para o louvor a Deus e o predomínio da dança, animada por estas
músicas, não se justificam na Palavra de Deus, mas na porta que tais igrejas
escancararam para o mundo. Inspirada por gritos e sons estrepitosos, a dança dos
"crentes" não podia ser outra senão a motivada pelo desvio da sã doutrina e da
"simplicidade e pureza devidas a Cristo" (2Cor. 11:1-3).
Cânticos e hinos espirituais não inspiram dança (Ef. 4:31), inspiram-na os cânticos
estrepitosos e a barulheira dos instrumentos irreverentes do povo desviado de Deus
(Amós 5:23).
Pastor Gerson Rocha
Fonte:
http://www.baptistlink.com
http://www.vivos.com.br

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