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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

85-OS LIVROS APÓCRIFOS

Tradução dos Evangelhos Gnósticos
Durante muito tempo, vários livros do Cristianismo permaneceram na obscuridade. Por apresentarem informações que divergiam da doutrina ortodoxa estabelecida pela igreja, foram considerados heréticos, e acabaram não sendo incluídos na versão oficial da Bíblia.
Muitos desses livros se perderam no tempo, outros foram destruídos, e é provável ainda que o Vaticano tenha em seu poder parte dessas obras cujo conteúdo é de extrema importância para que possamos entender o surgimento da religião que tem hoje o maior número de seguidores no mundo.
Diferente do relato da Criação encontrado no Gênesis, escritos apócrifos contam uma história complexa e fascinante sobre as coisas que já estavam em existência antes da Criação; e que neste Universo, que surgiu depois, não tem apenas um céu e um deus, mas muitos céus e deuses numa hierarquia de poderes conflituosos. Esses poderes e autoridades que foram estabelecidos produziram não somente os humanos, mas também inúmeros outros seres, e raças que se assimilaram à humanidade há muito tempo atrás.
Há descrições de como a vida se iniciou 'nas águas', e eventos catastróficos de destruição em massa que se sucederam; como o dilúvio, que ecoa nas tradições de diversos povos antigos; e a conflagração, uma chuva de fogo, asfalto, e enxofre, lançada sobre a Terra pelos regentes. Poderiam estes acontecimentos terem sido os responsáveis pela extinção e o desaparecimento dos dinossauros?
Se não fosse pelas evidências materiais que podem ser rastreadas através dos acontecimentos narrados, poderia se dizer que estes textos são o mais fantástico trabalho de ficção já feito, dada a coerência da história relatada, e a sofisticação de seus conceitos metafísicos que hoje possuem poucos ou nenhum equivalente.
A sabedoria proibida ressurge
Com a descoberta da Biblioteca de Nag Hammadi, em 1945 no Egito, treze manuscritos antigos contendo mais de cinquenta textos trouxeram à tona os pensamentos que circulavam nos meios gnósticos do início do Cristianismo e que tanto preocupavam a igreja.
O que em tempos remotos era um privilégio apenas para os mais avançados estudantes de teosofia, hoje revoluciona nosso entendimento sobre um dos personagens mais intrigantes de toda a história. Quem foi Jesus? Um louco? Um mensageiro? Ele realmente existiu?
Um dos evangelhos apócrifos encontrados em Nag Hammadi é o Evangelho de Tomé, e nele encontramos uma versão bem diferente do Jesus bíblico. Nos escritos, Jesus pouco menciona pecado, se posiciona contra a igreja; acusa os doutores e cientistas de terem roubado e escondido as chaves da sabedoria, obstruindo o processo de salvação; e diz que não veio ao mundo para a paz, mas para a guerra.
Tem também uma impressionante reviravolta na lenda de Adão e Eva, a árvore da sabedoria e a queda do Paraíso; a relação dos deuses com a humanidade; reinos eternos e a descida de seres imortais para a Terra; impérios de deuses e anjos em outros planetas e seus domínios nos céus do caos. Conteúdos estes que por vezes se assemelham a lendas Sumérias e Babilônicas, como os tabletes do Enuma Elish, ou o Épico de Gilgamesh. E se são apenas lendas, por que culturas distintas em épocas tão diferentes insistem em contá-las com uma sequência de fatos e riqueza de detalhes tão extraordinárias?
Se a verdade estiver na sua frente, você seria capaz de reconhecê-la?
Veja aqui em primeira mão e na íntegra, a tradução dos livros secretos:
 (portanto, quatro raças existem)
 (palavras que nenhuma geração dos homens conhecerá)
 (e assim a humanidade foi escravizada para sempre)
 (aquele que eles crucificaram era o primogênito na casa dos demônios)
(Porque ele era um homem terrestre, mas eu, eu vim do lugar acima dos céus)
(No fim desta estrada há uma árvore cuja altura chega até as nuvens) *
 (Desistam, vocês que andam na matéria, pois vejam, eu estou descendo ao mundo dos mortais)
 (eles não me reconheceram; eles estavam achando que eu era um homem mortal)
 (E eles me encontrarão lá, e eles viverão, e eles não morrerão novamente.)
 (Eu lhes dei autoridade sobre todas as coisas como Filhos da Luz, para que vocês possam pisar sobre o poder deles com seus pés)
 (Deixe a sua mente acordar, Paulo)
 (e todos que se instruíram sobre estas coisas existem como imortais no meio da humanidade mortal)
 (Pois quando você sair dos sofrimentos e das paixões do corpo, você irá receber descanso)
 (Deste mesmo modo nós existimos neste mundo, como peixes.)
 (EU SOU aquele que estava dentro de mim. Eu nunca sofri de modo algum, nem estive angustiado.)
 (deste momento em diante, eu irei me despir, para que eu possa me vestir)
 (esta sabedoria é cobiçada por um criador inferior, e a civilização que ele criou ainda não terminou.)
 


 AS HERESIAS DOS LIVROS APÓCRIFOS

Uma das grandes razões, talvez a principal delas, pelas quais os evangélicos rejeitam os Apócrifos, é devido a grande quantidade de heresias que tais livros apresentam. Fora isso, existem também lendas absurdas e fictícias e graves erros históricos e geográficos, o que fazem osApócrifos serem desqualificados como palavra inspirada de Deus. A seguir daremos um resumo de cada livro e logo a seguir mostraremos seus graves erros.
RESUMO DOS LIVROS
 TOBIAS - (200 a.C.)É uma história novelística sobre a bondade de Tobiel (pai de Tobias) ealguns milagres preparados pelo anjo Rafael.Apresenta:· justificação pelas obras - 4:7-11; 12:8· mediação dos Santos - 12:12· superstições - 6:5, 7-9, 19· um anjo engana Tobias e o ensina a mentir 5:16 a 19 JUDITE - (150 a.C.) É a História de uma heroína viúva e formosa que salvasua cidade enganando um general inimigo e decapitando-o. Grandeheresia é a própria história onde os fins justificam os meios.BARUQUE - (100 d.C.) - Apresenta-se como sendo escrito por Baruque, ocronista do profeta Jeremias, numa exortação aos judeus quando dadestruição de Jerusalém. Porém, é de data muito posterior, quando dasegunda destruição de Jerusalém, no pós-Cristo. Traz entre outras coisas, a intercessão pelos mortos - 3:4.ECLESIÁSTICO - (180 a.C.) - É muito semelhante ao livro de Provérbios,não fosse as tantas heresias:· justificação pelas obras - 3:33,34· trato cruel aos escravos - 33:26 e 30; 42:1 e 5· incentiva o ódio aos Samaritanos - 50:27 e 28SABEDORIA DE SALOMAO - (40 d.C.) - Livro escrito com finalidadeexclusiva de lutar contra a incredulidade e idolatria do epicurismo(filosofia grega na era Cristã).Apresenta:· o corpo como prisão da alma - 9:15· doutrina estranha sobre a origem e o destino da alma 8:19 e 20· salvação pela sabedoria - 9:19
 
1 MACABEUS - (100 a.C.) - Descreve a história de 3 irmãos da família dos"Macabeus", que no chamado período ínterbíblico (400 a.C. 3 a.D) lutaramcontra inimigos dos judeus visando a preservação do seu povo e terra.II MACABEUS - (100 a.C.) - Não é a continuação do 1 Macabeus, mas umrelato paralelo, cheio de lendas e prodígios de Judas Macabeu.Apresenta:· a oração pelos mortos - 12:44 - 46· culto e missa pelos mortos - 12:43· o próprio autor não se julga inspirado -15:38-40; 2:25-27· intercessão pelos Santos - 7:28 e 15:14ADIÇÕES A DANIEL:capítulo 13 - A história de Suzana - segundo esta lenda Daniel salvaSuzana num julgamento fictício baseado em falsos testemunhos.capítulo 14 - Bel e o Dragão - Contém histórias sobre a necessidade da idolatria.capítulo 3:24-90 - o cântico dos 3 jovens na fornalha.
LENDAS, ERROS E HERESIAS
1. Histórias fictícias, lendárias e absurdas Tobias 6.1-4 - "Partiu, pois, Tobias, e o cão o seguiu, e parou na primeira pousada junto ao rio Tigre. E saiu a lavar os pés, e eis que saiu da águaum peixe monstruoso para o devorar. À sua vista, Tobias, espavorido,clamou em alta voz, dizendo: Senhor, ele lançou-se a mim. E o anjo disse-lhe: Pega-lhe pelas guerras, e puxa-o para ti. Tendo assim feito,puxou-o para terra, e o começou a palpitar a seus pés. Erros Históricos e Geográficos-Os Apócrifos solapam a doutrina da inerrância porque esses livros incluemerros históricos e de outra natureza. Assim, se os Apócrifos sãoconsiderados parte das Escrituras, isso identifica erros na Palavra de Deus.Esses livros contêm erros históricos, geográficos e cronológicos, além dedoutrinas obviamente heréticas; eles até aconselham atos imorais (Judite9.10,13). Os erros dos Apócrifos são freqüentemente apontados em obrasde autoridade reconhecida. Por exemplo:O erudito bíblico DL René Paehe comenta: "Exceto no caso de determinada informação histórica interessante (especialmente em 1.Macabeus) e alguns belos pensamentos morais (por exemplo Sabedoriade Salomão), Tobias... contém certos erros históricos e geográficos, tais como a suposição de que Senaqueribe era filho de Salmaneser (1 .15) em vez deSargão II, e que Nínive foi tomado por Nabucodonosor e por Assuero(14.15) em vez de Nabopolassar e por Ciáxares... Judite não pode ser histórico porque contém erros evidentes... [Em 2 Macabeus] há também numerosas desordens e discrepâncias em assuntos cronológicos,históricos e numéricos, os quais refletem ignorância ou confusão..3. Ensinam Artes Mágicas ou de Feitiçaria como método de exorcismoa) Tobias 6.5-9 - "Então disse o anjo: Tira as entranhas a esse peixe, eguarda, porque estas coisas te serão úteis. Feito isto, assou Tobias partede sua carne, e levaram-na consigo para o caminho; salgaram o resto,para que lhes bastassem até chegassem a Ragés, cidade dos Medos.Então Tobias perguntou ao anjo e disse-lhe: Irmão Azarias, suplico-lhe queme digas de que remédio servirão estas partes do peixe, que tu memandaste guardar: E o anjo, respondendo, disse-lhe: Se tu puseres umpedacinho do seu coração sobre brasas acesas, o seu fumo afugenta todaa casta de demônios, tanto do homem como da mulher, de sorte que nãotornam mais a chegar a eles. E o fel é bom para untar os olhos que têmalgumas névoas, e sararão"b) Este ensino que o coração de um peixe tem o poder para expulsar todaespécie de demônios contradiz tudo o que a Bíblia diz sobre comoenfrentar o demônio.c) Deus jamais iria mandar um anjo seu, ensinar a um servo seu, comousar os métodos da macumba e da bruxaria para expulsar demônios.
d) Satanás não pode ser expelido pelos métodos enganosos da feitiçaria ebruxaria, e de fato ele não tem interesse nenhum em expelir demônios (Mt12.26).e) Um dos sinais apostólicos era a expulsão de demônios, e a única coisasque tiveram de usar foi o nome de Jesus (Mc 16.17; At 16.18)4. Ensinam que Esmolas e Boas Obras - Limpam os Pecados e Salvam a Almaa) Tobias 12.8, 9 - "É boa a oração acompanhada do jejum, dar esmola valemais do que juntar tesouros de ouro; porque a esmola livra da morte(eterna), e é a que apaga os pecados, e faz encontrar a misericórdia e a vidaeterna".Eclesiástico 3.33 - "A água apaga o fogo ardente, e a esmola resiste aospecados"b) Este é o primeiro ensino de Satanás, o mais terrível, e se encontrarbasicamente em todas a seitas heréticas.c) A Salvação por obras, destrói todo o valor da obra vicária de Cristo emfavor do pecador. Se caridade e boas obras limpam nossos pecados, nós nãoprecisamos do sangue de Cristo. Porém, a Bíblia não deixa dúvidas quanto ovalor exclusivo do sangue como um único meio de remissão e perdão depecados:- Hb 9:11, 12, 22 - "Mas Cristo... por seu próprio sangue, entrou uma vez portodas no santo lugar, havendo obtido uma eterna redenção ...semderramamento de sangue não há remissão."- I Pe 1:18, 19 - "sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ououro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver, que por tradição recebestes dos vossos pais, mas com precioso sangue, como de um cordeirosem defeito e sem mancha, o sangue de Cristo,".
Apócrifos ou Não Canônicos
1. A palavra Apócrifo , do grego apokrypha, escondido,  nome usado pelos escritores eclesiásticos para determinar, 1) Assuntos secretos, ou misteriosos; 2) de origem ignorada, falsa ou espúria; 3) documentos não canônicos.
2. Os livros apócrifos do Antigo Testamento (A.T.): Estes não faziam parte do Cânon hebraico, mas todos eram mais ou menos aceitos pelos judeus de Alexandria que liam o grego, e pelos de outros lugares; e alguns são citados no Talmude. Esses livros, a exceção de 2 Esdras, Eclesiástico, Judite, Tobias, e 1 dos Macabeus, foram primeiramente escritos em grego, mas o seu conteúdo varia em diferentes coleções.
Eis os livros apócrifos pela sua ordem usual:
I (ou III) de Esdras: é simplesmente a forma grega de Ezra, e o livro narra o declínio e a queda do reino de Judá desde o reinado de Josias até à destruição de Jerusalém; o cativeiro de Babilônia, a volta dos exilado, e a parte que Esdras tomou na reorganização da política judaica. Em certos respeitos, amplia a narração bíblica, porém estas adições são de autoridade duvidosa. O historiador Josefo é o continuador de Esdras. Ignora-se o tempo em que foi escrito e quem foi o meu autor.
II (ou IV) de Esdras: Este livro tem estilo inteiramente diferente de 1º de Esdras. Não é propriamente uma história, mas sim um tratado religioso, muito no estilo dos profetas hebreus. O assunto central, compreendido nos caps. 3-14, tem como objetivo registrar as sete revelações de Esdras em Babilônia, algumas das quais tomaram a forma de visões: a mulher que chorava, 9.38, até 10.56; a águia e o leão, 11.1 até 12.39; o homem que se ergueu do mar, 13.1-56. O autor destes capítulos é desconhecido, mas evidentemente era judeu pelo afeto que mostra a seu povo. (A palavra Jesus, que se encontra no cap. 7.28, não está nas versões orientais.) A visão da águia, que é expressamente baseada na profecia de Daniel (2º Esdras 12.11), parece referir ao Império Romano, e a data de 88 A.D. até 117 A.D. é geralmente aceita. Data posterior ao ano 200 contraria as citações do v. 35 cap. 5 em grego por Clemente de Alexandria com o Prefácio: “As­sim diz o profeta Esdras.” Os primeiros dois e os últimos dois capítulos de 2º Esdras, 1 e 2, 15 e 16 são aumentos; não se encontram nas versões orientais, nem na maior parte dos manuscritos latinos. Pertencem a uma data posterior à tradução dos Setenta que já estava em circulação, porquanto os profetas menores já aparecem na ordem em que foram postos na versão grega, 2º Esdras, 1.39, 40. Os dois primeiros capítulos contêm abundantes reminiscências do Novo Testamento e justificam a rejeição de Israel e sua substituição pelos Gentios, 2º Esdras, 1.24,25,35-40; 2.10,11,34), e, portanto, foram escritos por um cristão, e, sem dúvida, por um judeu cristão.
Tobias: Este livro contém a narração da vida de certo Tobias de Neftali, homem piedoso, que tinha um filho de igual nome, O pai havia perdido a vista. O filho, tendo de ir a Rages na Média, para cobrar uma dívida, foi levado por um anjo a Ecbatana, onde fez um casamento romântico com uma viúva que, tendo-se casado sete ve­zes, ainda se conservava virgem. Os sete maridos haviam sido mortos por Asmodeu, o mau espírito nos dias de seu casamento. Tobias, porém, foi animado pelo anjo a tornar-se o oitavo marido da virgem-viúva, escapando à morte, com a queima de fígado de peixe, cuja fumaça afugentou o mau espírito. Voltando, curou a cegueira de seu pai esfregando-lhe os escurecidos olhos com o fel do peixe que já se tinha mostrado tão prodigioso. O livro de Tobias é manifestamente um conto moral e não uma história real. A data mais provável de sua publicação é 350 ou 250 a 200 A.C.
Judite: E a narrativa, com pretensões a história, do modo por que uma viúva judia, de temperamento masculino, se recomendou às boas graças de Holofernes, comandante-chefe do exército assírio, que sitiava Betúlia. Aproveitando-se de sua intimidade na tenda de Holofernes, tomou da espada e cortou-lhe a cabeça enquanto ele dormia. A narrativa está cheia de incorreções, de anacronismos e de absurdos geográficos. É mesmo para se duvidar que exista alguma cousa de verdade; talvez que o seu autor se tenha inspirado nas histórias de Jael e de Sisera, Jz 4.17-22. A primeira referência a este livro, encontra-se em uma epístola de Clemente de Roma, no fim do primeiro século. Porém o livro de Judite data de 175 a 100 A. C., isto é, 400 ou 600 anos depois dos fatos que pretende narrar. Dizer que naquele tempo Nabucodonosor reinava em Nínive em vez de Babilônia não parecia ser grande erro, se não fosse cometido por um contemporâneo do grande rei.
Ester: Acréscimo de capítulos que não se acham nem no hebreu, nem no caldaíco. O livro canônico de Ester termina com o décimo capítulo. A produção apócrifa acrescenta dez versículos a este capitulo e mais seis capítulos, 11-16. Na tradução dos Setenta, esta matéria suplementar é distribuída em sete porções pelo texto e não interrompe a história. Amplifica partes da narrativa da Escritura, sem fornecer novo fato de valor, e em alguns lugares contradiz a história como se contém no texto hebreu. A opinião geral é que o livro foi obra de um judeu egípcio que a escreveu no tempo de Ptolomeu. Filometer, 181-145 A.C.
Sabedoria de Salomão: Este livro é um tratado de Ética recomendando a sabedoria e a retidão, e condenando a Iniqüidade e a idolatria. As passagens salientam o pecado e a loucura da adoração das imagens, lembram as passagens que sobre o mesmo assunto se encontram nos Salmos e em Isaías (compare: Sabedoria 13.11-19, com Salmos 95; 135.15-18 e Isaias 40.19-25; 44.9-20). É digno de nota que o autor deste livro, referindo-se a incidentes históricos para ilustrar a sua doutrina, limita-se aos fatos recordados no Pentateuco. Ele escreve em nome de Salomão; diz que foi escolhido por Deus para rei do seu povo, e foi por ele dirigido a construir um templo e um altar, sendo o templo feito conforme o modelo do tabernáculo. Era homem genial e piedoso, caracterizando-se pela sua crença na imortalidade. Viveu entre 150 e 50 ou 120 e 80, A.C. Nunca foi formalmente citado, nem mesmo a ele se referem os escritores do Novo Testamento, porém, tanto a linguagem, como as correntes de pensamento do seu livro , encontram paralelos no Novo Testamento (Sab. 5.18-20; Ef 6.14-17; Sab. 7.26, com Hb 1.2-6 e Sab. 14.13-31 com Rm 1.19-32).
Eclesiástico: também denominado Sabedoria de Jesus, filho de Siraque. É obra comparativamente grande, contendo 51 capítulos. No capítulo primeiro, 1-21, louva-se grandemente o sumo sacerdote Simão, filho de Onias, provavelmente o mesmo Simão que viveu entre 370 - 300, A.C. O livro deveria ter sido escrito entre 290 ou 280 A.C., em língua hebraica. O seu autor, Jesus, filho de Siraque de Jerusalém, Eclus 1.27, era avô, ou, tomando a palavra em sentido mais lato, antecessor remoto do tradutor. A tradução foi feita no Egito no ano 38, quando Evergeto era rei. Há dois reis com este nome, Ptolonmeu III, entre 247 a 222 A.C., e Ptolomeu Fiscom, 169 a 165 e 146 a 117 A.C. O grande assunto da obra e a sabedoria. É valioso tratado de Ética. Há lugares que fazem lembrar os livros de Provérbios, Eclesiastes e porções do livro de Jó, das escrituras canônicas, e do livro apócrifo, Sabedoria de Salomão. Nas citações deste livro, usa-se a abreviatura Eclus, para não confundir com Ec abreviatura de Eclesiastes.
Baruque: Baruque era amigo do Jeremias. Os primeiros cinco capítulos do seu livro pertencem à sua autoria, enquanto que o sexto é intitulado “Epístola de Jeremias.” Depois da introdução, descrevendo a origem da obra, Baruque 1.1,14, abre-se o livro com três divisões, a saber:
1)
Confissão dos pecado. de Israel e orações, pedindo perdão a Deus, Baruque 1.15, até 3.8. Esta parte revela ter sido escrita em hebraico, como bem o indica a introdução, cap. 1:14. Foi escrita 300 anos A.C.
2)
Exortação a Israel para voltar à fonte da Sabedoria, 3.9 até 4.4.
3)
Animação e promessa de livramento, 4.5 até 5.9. Estas duas seções parece que foram escritas em grego, pela sua semelhança com a linguagem dos Setenta. Há dúvidas, quanto à semelhança entre o cap. 5 e o Salmo de Salomão, 9. Esta semelhança dá a entender que o cap. 5 foi baseado no salmo, e portanto, escrito depois do ano 70, A.D., ou então, que ambos os escritos são moldados pela versão dos Setenta. A epístola de Jeremias exorta ou judeus no exílio a evitarem a idolatria de Babilônia. Foi escrita 100 anos A.C.
Adição à História de Daniel:O cântico dos três mancebos (jovens): Esta produção foi destinada a ser Intercalada no livro canônico de Daniel, entre caps. 3.23,24. É desconhecido o seu autor e ignorada a data de sua composição. Compare os versículo, 35-68 com o Salmo 148.A história de Suzana: É também um acréscimo ao livro de Daniel, em que o seu autor mostra como o profeta, habilmente descobriu uma falsa acusação contra Suzana, mulher piedosa e casta. Ignora-se a data em que foi escrita e o nome de seu autor.Bel e o dragão: Outra história introduzida no livro canônico de Daniel. O profeta mostra o modo por que os sacerdotes de Bel e suas famílias comiam as viandas oferecidas ao ídolo; e mata o dragão. Por este motivo, o profeta é lançado pela segunda vez na caverna dos leões. Ignora-se a data em que foi escrita e o nome do autor.
Oração de Manassés, rei de Judá quando esteve cativo em Babilônia. Compare, 2º Cr 33.12,13. Autor desconhecido. Data provável, 100 anos A. C.
Primeiro Livro dos Macabeus: E um tratado histórico de grande valor, em que se relatam 05 acontecimentos políticos e os atos de heroísmo da família levítica dos Macabeus durante a guerra da lndependência judaica, dois séculos A.C. O autor é desconhecido, mas evidentemente é judeu da Palestina. Há duas opiniões quanto à data em que foi escrito; uma dá 120 a 106 A.C., outra, com  melhores fundamentos, entre 105 e 64 A.C. Foi traduzido do hebraico para o grego.
Segundo Livro dos Macabeus: É inquestionavelmente um epítome da grande obra de Jasom de Cirene; trata principalmente da história Judaica desde o reinado de Seleuco IV, até à morte de Nicanor, 175 e 161 A.C. É obra menos importante que o primeiro livro. O assunto é tratado com bastante fantasia em prejuízo de seu crédito, todavia, contém grande soma de verdade. O livro foi escrito depois do ano 125 A.C. e antes a tomada de Jerusalém, no ano 70 A.D.
Terceiro Livro dos Macabeus: Refere-se a acontecimentos anteriores à guerra da independência. O ponto central do livro e pretensão de Ptolomeu Filopater IV, que em 217 A.C. tentou penetrar nos Santo dos Santos, e a subseqüente perseguição contra os judeus de Alexandria. Foi escrito pouco antes, ou pouco depois da era cristã, data de 39, ou 40 A.D.
Quarto Livro dos Macabeus: É um tratado de moral advogando o império da vontade sobre as paixões e ilustrando a doutrina com exemplos tirados da história dos macabeus. Foi escrito depois do 2º Macabeus e antes da destruição de Jerusalém.
É, talvez, do 1º século d.C. Ainda que os livros apócrifos estejam compreendidos na versão dos Setenta, nenhuma citação certa se faz deles no Novo Testamento. É verdade que os Pais muitas vezes os citaram isoladamente, como se fossem Escritura Sagrada, mas, na argumentação, eles distinguiam os apócrifos dos livros canônicos. S. Jerônimo, em particular, no fim do 4º século, fez entre estes livros uma claríssima distinção. Para defender-se de ter limitado a sua tradução latina aos livros do Cânon hebraico, ele disse: “Qualquer livro além destes deve ser contado entre os apócrifos. Sto. Agostinho, porém (354-430 à.C.), que não sabia hebraico, juntava os apócrifos com os canônicos como para os diferençar dos livros heréticos. Infelizmente, prevaleceram as idéias deste escritor, e ficaram os livros apócrifos na edição oficial (a Vulgata) da Igreja de Roma. O Concilio de Trento, 1546, aceitou “todos os livros... com igual sentimento e reverência”, e anatematizou os que não os consideravam de igual modo. A Igreja Anglicana, pelo tempo da Reforma, nos seus trinta e nove artigos (1563 e 1571), seguiu precisamente a maneira de ver de S. Jerônimo, não julgando os apócrifos como livros das Santas Escrituras, mas aconselhando a sua leitura “para exemplo de vida e instrução de costumes”.
3. Livros Pseudo-epígrafos. Nenhum artigo sobre os livros apócrifos pode omitir estes inteiramente, porque de ano para ano está sendo mais compreendida a sua importância. Chamam-se Pseudo-epígrafos, porque se apresentam como escritos pelos santos do Antigo Testamento. Eles são amplamente apocalípticos; e representam esperanças e expectativas que não produziram boa influência no primitivo Cristianismo. Entre eles podem mencionar-se:
Livro de Enoque (etiópico), que é citado em Judas 14. Atribuem-se várias datas, pelos últi­mos dois séculos antes da era cristã.
Os Segredos de Enoque (eslavo), livro escrito por um judeu helenista, ortodoxo, na primeira metade do primeiro século d.C.
O Livro dos Jubileus (dos israelitas), ou o Pequeno Gênesis, tratando de particularidades do Gênesis duma forma imaginária e legendária, escrito por um fariseu entre os anos de 135 e 105 a.C.
Os Testamentos dos Doze Patriarcas: é este livro um alto modelo de ensino moral. Pensa-se que o original hebraico foi composto nos anos 109 a 107 a.C., e a tradução grega, em que a obra chegou até nós, foi feita antes de 50 d.C.
Os Oráculos Sibilinos, Livros III-V, descrições poéticas das condições passadas e futuras dos judeus; a parte mais antiga é colocada cerca do ano 140 a.C., sendo a porção mais moderna do ano 80 da nossa era, pouco mais ou menos.
Os Salmos de Salomão, entre 70 e 40 a.C.
As Odes de Salomão, cerca do ano 100 da nossa era, são, provavelmente, escritos cristãos.
O Apocalipse Siríaco de Baruque (2º Baruque), 60 a 100 a.C.
O Apocalipse grego de Baruque (3º Baruque), do 2º século, a.C.
A Assunção de Moisés, 7 a 30 d.C.
A Ascensão de Isaias, do primeiro ou do segundo século d.C.
4. Os Livros Apócrifos do Novo Testamento (N.T.): Sob este nome são algumas vezes reunidos vários escritos cristãos de primitiva data, que pretendem dar novas informações acerca de Jesus Cristo e Seus Apóstolos, ou novas instruções sobre a natureza do Cristianismo em nome dos primeiros cristãos. Entre os Evangelhos Apócrifos podem mencionar-se:
O Evangelho segundo os Hebreus  (há fragmentos do segundo século);
O Evangelho segundo S. Tiaqo, tratando do nascimento de Maria e de Jesus (segundo século);
Os Atos de Pilatos.(Segundo século).
Os Atos de Paulo e Tecla (segundo século).
Os Atos de Pedro (terceiro século).
Epístola de Barnabé (fim do primeiro século).
Apocalipses, o de Pedro (segundo século).
Ainda que casualmente algum livro não canônico se ache apenso a manuscritos do N.T., esse fato é, contudo, tão raro que podemos dizer que, na realidade, nunca se tratou seriamente de incluir qualquer deles no Cânon.



AS HERESIAS DOS LIVROS APÓCRIFOS


Uma das grandes razões, talvez a principal delas, pelas quais osevangélicos rejeitam os Apócrifos, é devido a grande quantidade deheresias que tais livros apresentam. Fora isso, existem também lendasabsurdas e fictícias e graves erros históricos e geográficos, o que fazem osApócrifos serem desqualificados como palavra inspirada de Deus. A seguirdaremos um resumo de cada livro e logo a seguir mostraremos seusgraves erros.
RESUMO DOS LIVROS
 TOBIAS - (200 a.C.)É uma história novelística sobre a bondade de Tobiel (pai de Tobias) ealguns milagres preparados pelo anjo Rafael.Apresenta:· justificação pelas obras - 4:7-11; 12:8· mediação dos Santos - 12:12· superstições - 6:5, 7-9, 19· um anjo engana Tobias e o ensina a mentir 5:16 a 19 JUDITE - (150 a.C.) É a História de uma heroína viúva e formosa que salvasua cidade enganando um general inimigo e decapitando-o. Grandeheresia é a própria história onde os fins justificam os meios.BARUQUE - (100 d.C.) - Apresenta-se como sendo escrito por Baruque, ocronista do profeta Jeremias, numa exortação aos judeus quando dadestruição de Jerusalém. Porém, é de data muito posterior, quando dasegunda destruição de Jerusalém, no pós-Cristo. Traz entre outras coisas, a intercessão pelos mortos - 3:4.ECLESIÁSTICO - (180 a.C.) - É muito semelhante ao livro de Provérbios,não fosse as tantas heresias:· justificação pelas obras - 3:33,34· trato cruel aos escravos - 33:26 e 30; 42:1 e 5· incentiva o ódio aos Samaritanos - 50:27 e 28SABEDORIA DE SALOMAO - (40 d.C.) - Livro escrito com finalidadeexclusiva de lutar contra a incredulidade e idolatria do epicurismo(filosofia grega na era Cristã).Apresenta:· o corpo como prisão da alma - 9:15· doutrina estranha sobre a origem e o destino da alma 8:19 e 20· salvação pela sabedoria - 9:19
 
1 MACABEUS - (100 a.C.) - Descreve a história de 3 irmãos da família dos"Macabeus", que no chamado período ínterbíblico (400 a.C. 3 a.D) lutaramcontra inimigos dos judeus visando a preservação do seu povo e terra.II MACABEUS - (100 a.C.) - Não é a continuação do 1 Macabeus, mas umrelato paralelo, cheio de lendas e prodígios de Judas Macabeu.Apresenta:· a oração pelos mortos - 12:44 - 46· culto e missa pelos mortos - 12:43· o próprio autor não se julga inspirado -15:38-40; 2:25-27· intercessão pelos Santos - 7:28 e 15:14ADIÇÕES A DANIEL:capítulo 13 - A história de Suzana - segundo esta lenda Daniel salvaSuzana num julgamento fictício baseado em falsos testemunhos.capítulo 14 - Bel e o Dragão - Contém histórias sobre a necessidade daidolatria.capítulo 3:24-90 - o cântico dos 3 jovens na fornalha.
LENDAS, ERROS E HERESIAS
1. Histórias fictícias, lendárias e absurdas Tobias 6.1-4 - "Partiu, pois, Tobias, e o cão o seguiu, e parou na primeirapousada junto ao rio Tigre. E saiu a lavar os pés, e eis que saiu da águaum peixe monstruoso para o devorar. À sua vista, Tobias, espavorido,clamou em alta voz, dizendo: Senhor, ele lançou-se a mim. E o anjo ddisse-lhe: Pega-lhe pelas guerras, e puxa-o para ti. Tendo assim feito,puxou-o para terra, e o começou a palpitar a seus pés2. Erros Históricos e GeográficosOs Apócrifos solapam a doutrina da inerrância porque esses livros incluemerros históricos e de outra natureza. Assim, se os Apócrifos sãoconsiderados parte das Escrituras, isso identifica erros na Palavra de Deus.Esses livros contêm erros históricos, geográficos e cronológicos, além dedoutrinas obviamente heréticas; eles até aconselham atos imorais (Judite9.10,13). Os erros dos Apócrifos são freqüentemente apontados em obrasde autoridade reconhecida. Por exemplo:O erudito bíblico DL René Paehe comenta: "Exceto no caso dedeterminada informação histórica interessante (especialmente em 1.Macabeus) e alguns belos pensamentos morais (por exemplo Sabedoriade Salomão), Tobias... contém certos erros históricos e geográficos, tais como asuposição de que Senaqueribe era filho de Salmaneser (1 .15) em vez deSargão II, e que Nínive foi tomado por Nabucodonosor e por Assuero(14.15) em vez de Nabopolassar e por Ciáxares... Judite não pode serhistórico porque contém erros evidentes... [Em 2 Macabeus] há também
  FONTE:
http://misteriosantigos.50webs.com
http://pt.scribd.com
http://www.vivos.com.br

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