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segunda-feira, 8 de outubro de 2012

47-ULRICO ZWINGLIO

História do Movimento Reformado

ULRICO ZUÍNGLIO: O FUNDADOR DA TRADIÇÃO REFORMADA

Alderi Souza de Matos

A grande importância atribuída a João Calvino, o mais destacado teólogo e organizador do movimento reformado, muitas vezes obscurece a figura do reformador Ulrico Zuínglio, o líder inicial desse movimento. Zuínglio nasceu no dia 1º de janeiro de 1484 (apenas dois meses após o nascimento de Lutero) na vila de Wildhaus, no Cantão de St. Gall, nordeste da Suíça. Após freqüentar uma escola latina em Berna, ingressou na Universidade de Viena, onde entrou em contato com o humanismo. Em seguida, estudou na Universidade de Basiléia, na qual foi influenciado pelo interesse bíblico de alguns mestres e formou um círculo de amigos que mais tarde o puseram em contato com o grande humanista holandês Erasmo de Roterdã.

Após obter o grau de mestre em 1506, foi ordenado ao sacerdócio e tornou-se pároco na cidade de Glarus. As influências humanistas e as suas próprias experiências como capelão de mercenários suíços na Itália o levaram a opor-se a esse sistema. Tal fato contribuiu para a sua transferência para Einsiedeln em 1516 e dois anos mais tarde para Zurique, onde se tornou sacerdote da principal igreja da cidade. Tendo lido recentemente a tradução do Novo Testamento feita por Erasmo, começou em 1519 a pregar uma série de sermões bíblicos que causaram forte impacto. A partir dessa época, defendeu um grande programa de reformas em cooperação com os magistrados civis. Suas idéias sobre o culto público e os sacramentos representaram uma ruptura mais radical com as antigas tradições do que fez o movimento luterano.

O ano de 1522 foi decisivo. Zuínglio protestou contra o jejum da quaresma e o celibato clerical, casou-se secretamente com Ana Reinhart, escreveu Apologeticus Archeteles (seu testemunho de fé) e renunciou ao sacerdócio, sendo contratado pelo concílio municipal como pastor evangélico. Nos dois anos seguintes, uma série de debates públicos levou à progressiva implantação da reforma em Zurique, culminando com a substituição da missa pela Ceia do Senhor em 1525. Infelizmente, alguns de seus primeiros colaboradores, tais como Conrado Grebel e Félix Mantz, adotaram posturas radicais quanto ao batismo, dando início ao movimento anabatista, que gerou fortes reações das autoridades.

Os últimos anos da vida de Zuínglio foram marcados por crescente atividade política. No interesse da causa reformada, ele defendeu a luta contra o império alemão e também contra os cantões católicos da Suíça. Buscando fazer uma aliança com os protestantes alemães, encontrou-se com Lutero no célebre Colóquio de Marburg, convocado pelo príncipe Filipe de Hesse em 1529. Embora concordassem em quase todos os pontos discutidos, os dois reformadores não puderam chegar a um acordo com relação à Ceia do Senhor. No dia 11 de outubro de 1531, quando acompanhava as tropas protestantes na segunda batalha de Kappel, Zuínglio foi morto em combate. Segundo se afirma, suas últimas palavras foram: “Eles podem matar o corpo, mas não a alma”.

A REFORMA PROTESTANTE
Zwinglio e a Reforma Suíça (1481-1522)

Deixando Lutero em Wartburgo, notemos o que Deus tinha estado a fazer pelo seu povo em outro ponto da Europa por meio de outros instrumentos. É especialmente digno de menção que ao mesmo tempo em que se ia iniciando a Reforma na Alemanha, ia-se abalando cada vez mais o trono papal, em conseqüência de um despertamento religioso na Suíça, e o instrumento que Deus tinha escolhido para o cumprimento desta obra ali foi um padre de Roma chamado Úlrico Zwínglio. Se Lutero era filho de um mineiro, o reformador suíço não se podia gabar de ser de origem mais nobre, visto que seu pai era pastor, e guardava seu rebanho em Wildaus, no vale de Tockemburgo.




Zwínglio nos Estudos
Se não fosse o fato de o pai de Zwínglio destiná-lo a igreja, podia este ter morrido sem que seu nome jamais chegasse a nós. Mas tudo foi sabiamente ordenado por Deus, que tinha uma obra especial e importante para dar a fazer ao filho do pastor; e a sua mocidade foi regulada em conformidade com isso. Ainda não tinha dez anos de idade quando o mandaram para os estudos, sob a vigilância do seu tio, o deão de Wesen, e ali deu tais provas da sua inteligência, que seu parente tomou a responsabilidade da sua educação e mandou-o estudar sucessivamente em Basiléia, Berne, Viene, e de novo em Basiléia. Quando voltou para esta cidade teve a felicidade de ficar entregue aos cuidados do célebre Tomás Wittembach, homem que via claramente os erros de Roma, e ao mesmo tempo não era estranho à importante doutrina de justificação pela fé. O professor não escondia ao seu discípulo, nem os seus conhecimentos, nem as suas opiniões; e foi ali que Zwínglio ouviu pela primeira vez, com um sentimento de admiração, que "
a morte de Cristo era o único resgate para a sua alma".

Deixando Basiléia após concluir o seu curso de teologia e depois de ter tomado o grau de bacharel em letras, foi escolhido para pastor na comunidade de Claris, onde ficou dez anos. Durante a sua permanência ali, dedicou-se a um estudo profundo das Escrituras e a examinar com atenção as doutrinas e práticas da igreja primitiva, como estavam descritas nos escritos dos antigos doutores, e isso mais o convenceu do estado de corrupção em que se achava a igreja professa; e começou a exprimir as suas opiniões sobre matérias eclesiásticas com uma clareza admirável.

No ano de 1516 estava ele em Einsiedeln, no cantão de Schwyz, tendo recebido um convite do governador do mosteiro dos Beneditinos para paroquiar a igreja de Nossa Senhora de Ermitagem, que era então um foco da idolatria e superstição de Roma. O que Lutero vira em Roma, viu Zwínglio em Einsiedeln; e o seu zelo na obra da Reforma foi estimulado pelas deploráveis descobertas que ali fez. Os seus trabalhos na Ermitagem foram abençoados, e o administrador Geroldseok e vários monges convertidos.

Depois de um ministério fiel de três anos em Einsiedeln, o reitor dos cônegos da igreja catedral de Zurique convidaram-no para ser seu pastor e pregador, sendo este convite aceito. Alguns, suspeitando das doutrinas reformadas, opunham-se à sua nomeação, mas a sua reputação era tão grande, e os seus modos tão atraente, que estava a maioria a seu favor, e foi devidamente eleito. Zurique tornou-se então a esfera central dos seus trabalhos, e foi ali que travou conhecimento com Oswaldo Myconius, que mais tarde escreveu a sua vida.



Zwínglio Pregando em Zurique
Quando ele pregava na catedral, reuniam-se milhares de pessoas para o ouvir; a sua mensagem era nova para os seus ouvintes, e expunha-a numa linguagem que todos podiam compreender. Diz-se que a energia e a novidade do seu estilo produziu impressões indescritíveis, e muitos foram os que obtiveram bênçãos eternas por meio do Evangelho puro e claro, enquanto que todos admiraram-se do que ouviam. Era grande a sua fé no poder da Palavra de Deus para converter as almas sem explicações humanas. Não quis restringir-se aos textos destinados às diferentes festividades do ano, que limitavam, sem necessidade, o conhecimento do povo com respeito ao livro sagrado e declarou que era sua intenção começar no evangelho de São Mateus e segui-lo capítulo por capítulo, sem os comentários dos homens. "
No púlpito", diz Myconius, "não poupava ninguém. Nem papa, nem prelados, nem reis, nem duques, nem príncipes, nem senhores, nem pessoa alguma. Nunca tinham ouvido um homem falar com tanta autoridade. Toda a força e todo o deleite de seu coração estavam em Deus e em conformidade com isso exortava a cidade de Zurique a confiar somente nele". "Esta maneira de pregar é uma inovação!" – exclamavam alguns – "e uma inovação leva a outra; onde irá isto parar?". "Não é a maneira nova", respondia Zwínglio, com modos cortezes e brandos, "pelo contrário é antiga. Recordem-se dos sermões de Crisóstomo sobre S. Mateus, e de Agostinho sobre S. João". Com estas respostas pacíficas, desarmava muitas vezes os seus adversários, chegando até com freqüência a atraí-los a si. Neste ponto ele apresenta um notável contraste com o rude e enérgico Lutero.

Estava Zwínglio em Zurique havia pouco mais ou menos um ano quando a peste visitou a Suíça, e o reformador foi atacado por ela. Ele orou a Deus sinceramente pelo seu restabelecimento e obteve resposta para a sua oração, e a misericórdia divina em o poupar foi mais um incentivo para uma devoção ainda mais profunda. O poder da sua pregação aumentava sempre, e seguiu-se um tempo de muita benção, convertendo-se centenas de pessoas; e por este motivo os padres ficavam encolerizados e indignados. Zwínglio convidou-os mais do que uma vez para uma disputa pública, mas eles receavam o convite, e por fim, para fazerem calar o reformador, apelaram para o Estado. Este apelo foi a ruína deles, porque o Estado decretou: "
Visto que Úlrico Zwinglio tinha por diferentes vezes convidado publicamente os contrários à sua doutrina a contradizê-la com argumentos das Escrituras, e visto que apesar disto nenhum o tinha querido fazer, ele podia continuar a anunciar e pregar a Palavra de Deus exatamente como até então. E também que todos os ministros de religião, quer residentes na cidade quer no campo, se absteriam de ensinar qualquer doutrina que não pudessem provar pelas Escrituras; e que deveriam igualmente evitar fazer acusações de heresia e outras alegações escandalosas, sob pena de castigo severo". Assim se viu Roma presa na própria rede que armara, e mais uma vez vencida, enquanto que o decreto se tornou um poderoso impulso para a Reforma.



Oferta do Papa a Zwínglio
Entretanto o papa (Adriano VI), que tinha estado a ameaçar a Saxônia com os seus anátemas, recebeu as alarmantes notícias do movimento na Suíça, e, temendo os efeitos de uma segunda reforma, experimentou um novo estratagema com Zwínglio. Sabia que o reformador suíço era um homem mais delicado do que Lutero, e por isso enviou-lhe uma carta mui lisonjeira, certificando-o da sua amizade especial, e chamando-lhe seu "
amado filho" e fez acompanhar esta epístola assucarada de provas evidentes da sua consideração. Quando Myconius perguntou ao portador do breve papel o que era que o papa lhe tinha encarregado de oferecer a Zwínglio, recebeu esta resposta: "Tudo menos a cadeira de S. Pedro". Mas Zwínglio conhecia bem a astúcia de Roma, e preferiu a liberdade com que Jesus Cristo o tinha libertado, ao jugo de superstição, e a um barrete de cardeal.



Progresso da Reforma
Depois deste acontecimento a Reforma ganhou terreno com muita rapidez, e o reformador recebia constantes incentivos para a obra e as mais agradáveis provas de que Deus estava com ele. Em Janeiro de 1524 foi publicado um decreto que determinava que as imagens fossem destruídas; em abril de 1525 foi abolida a missa, e determinado que desde então, pela vontade de Deus, fosse a Ceia do Senhor celebrada conforme fora instituída por Cristo, e o costume apostólico. Mais tarde ainda, chegou a notícia da conversão das freiras do poderoso convento de Konigsfeldt, onde os escritos de Zwínglio tinham entrado; e o coração do reformador exultou quando recebeu uma carta que lhe tinha sido dirigida por uma dessas convertidas. Isto foi um golpe terrível para Roma. O efeito que um Evangelho claro e simples produziu nas freiras foi mostrar-lhes a inutilidade de uma vida de celibato e solidão, e pediram ao governo licença para sair do convento. O concílio, mal compreendendo as razões que elas tinham para isso, e assustado com aquele pedido, prometeu-lhes que a disciplina do convento seria menos severa e que lhes aumentaria a pensão. "
Não é a liberdade da carne que nós pedimos", responderam elas, "mas sim a liberdade do Espírito". O pedido das freiras foi satisfeito porque o próprio Concílio ficou também esclarecido; e não foram só as freiras de Konigsfeldt que foram libertas; as portas de todos os conventos foram abertas de par em par, e a oferta de liberdade estendeu-se a todas as internas.



Efeitos da Reforma em Berna
Em Berna o poder da verdade manifestou-se de outro modo, não menos interessante. Os magistrados em sinal de regozijo pela grande obra, soltaram vários prisioneiros, e concederam completo perdão a dois desgraçados que estavam esperando o dia da sua execução: "
Um grande grito", escreve Bullinger, discípulo de Zwínglio, "ressoou por toda a parte. Num dia Roma decaiu em todo o país, sem traições, sem violências, sem seduções; unicamente pela força da verdade". Os felizes cidadãos, despertados pelo poder da verdade, exprimiram os sentimentos dos seus corações da maneira mais generosa. "Se um rei, ou imperador, nosso aliado", diziam eles, "estivesse para entrar na nossa cidade, não perdoaríamos nós as ofensas, e não auxiliaríamos os pobres? E agora que o Rei dos reis, o Príncipe da paz, o Filho de Deus, o Salvador do gênero humano está conosco, e trouxe consigo o perdão dos pecados, a nós que merecíamos ser expulsos da sua presença, que melhor podemos nós fazer para celebrar a sua chegada à nossa cidade do que perdoar aqueles que nos ofenderam?"



A Obra em Basiléia
Em Basiléia, uma das comarcas mais poderosas da Suíça, as doutrinas da Reforma espalharam-se com incrível rapidez, e produziram os melhores resultados. Os zelosos burgueses limparam o país das suas imagens, e quando o humilde e piedoso Oecolâmpade (o Melanchton da reforma Suíça), acabou de completar um ministério fiel de seis anos na comarca, adotaram em todas as igrejas o culto reformado, que foi firmemente estabelecido por um decreto do Senado.

O coração exulta ao descrever esta gloriosa obra de Deus, e sentimos não poder continuar uma tarefa tão agradável, mas falta-nos espaço.

Ulrico Zuínglio



Ulrico Zuínglio
Nascimento
Morte
Ocupação
Ulrico Zuínglio, em alemão Ulrich (ou Huldrych) Zwinglio, (Wildhaus, Cantão de São Galo, 1 de janeiro de 1484Kappel am Albis, 10 de outubro de 1531) foi um teólogo suíço e principal líder da Reforma Protestante na Suíça.
Zuínglio foi o líder da reforma suíça e fundador das igrejas reformadas suíças. Independentemente de Martinho Lutero, que era doctor biblicus, Zuínglio chegou a conclusões semelhantes pelo estudo das escrituras do ponto de vista de um erudito humanista. Zuínglio não deixou uma igreja organizada, mas as suas doutrinas influenciaram as confissões calvinistas.

Índice

Nasceu numa família rica da classe média, foi o terceiro de oito filhos. Seu pai Ulrico era o magistrado chefe da cidade e o seu tio Bartolomeu o vigário.
Fez os primeiros estudos em Basileia e Berna, e os estudos superiores em Viena e depois em Basileia, onde, em 1506, obteve o "Magister Sententiarum" (o título de Mestre das Sentenças de Pedro Lombardo). No mesmo ano foi ordenado sacerdote e destinado à paróquia de Glanora, na qual desempenhou com dedicação suas funções pastorais, sem descurar, por isso os estudos e os contatos com o mundo da cultura, tornando-se um convicto fautor do humanismo.
Em 1516 foi transferido para a abadia de Einsiedeln como capelão. Naquele santuário, a exuberância das práticas religiosas, que, nos fiéis, raiava pela superstição e, no clero, pelas práticas simoníacas, chocou profundamente o espírito do jovem sacerdote, preparando-o para as ideias da Reforma Protestante que não tardariam em vir da Alemanha.
Datam deste período os primeiros contatos com Erasmo de Roterdã, do qual se tornou grande admirador e em larga escala também seguidor.
Em 1519 foi transferido como cura da catedral, para Zurique, onde em suas pregações começou a criticar com insistência as indulgências e a comentar a Sagrada Escritura segundo o "evangelho puro", inspirando-se nos escritos de Lutero, que ele considerava substancialmente na linha do reformismo de Erasmo ou pelo menos não em antítese a ele. Mais tarde também atacou o celibato eclesiástico e o jejum e começou a conviver com uma viúva, a qual desposou publicamente em 1524. A partir de 1522 começou a criticar cada vez mais radicalmente a devoção a Nossa Senhora e aos santos, a autoridade dogmática e disciplinar dos concílios e dos papas, o culto das imagens, a missa como sacrifício. Em vista disso, o bispo de Constança proibiu-o de pregar, acusando-o de heresia.
A partir de 1522, ano em que se casou secretamente com Anna Reinhard, Zwingli se empenhou na obra da Reforma. Partindo do princípio de que só a Bíblia contém a doutrina necessária para a salvação, preparou 67 breves artigos de fé. Neles afirmava que Cristo é o único chefe da igreja e que a salvação se opera pela fé. Em De vera et falsa religione commentarius (1525; Comentário sobre a verdadeira e a falsa religião), negou o caráter sacrificial da missa, a salvação pelas obras, a intercessão dos santos, a obrigatoriedade dos votos monásticos, a existência do purgatório. Afirmou o caráter simbólico da eucaristia, divergindo de Martinho Lutero, que tomava de firma literal as palavras de Cristo "este é o meu corpo".
A reforma de Zuínglio foi apoiada pelo magistrado e pela população de Zurique e levou a mudanças significantes na vida civil e em assuntos de estado em Zurique. O governo de Zurique anulou a proibição do bispo, introduziu a língua alemã na liturgia e aboliu o celibato eclesiástico. A Reforma Protestante propagou-se desde Zurique a cinco outros cantões da Suíça, enquanto que os restantes 5 ficaram firmemente do lado da fé católica-romana.
Zuínglio organizou sessões de debate teológico, nas quais os argumentos dele e de outros protestantes eram confrontados com os argumentos da Igreja Católica oficial. Normalmente, os seus argumentos eram mais convincentes e estas sessões acabavam por ser um fortalecimento da reforma. Em Janeiro de 1523, foi organizada uma disputa em Zurique, com a presença de seiscentas pessoas, que assistiram a uma confrontação entre Zuínglio e os enviados do Bispo de Constança. Ao contrário do modelo medieval (disputatio), esta forma de disputa tem lugar em local público e não numa sessão fechada ao público, algures numa universidade, sendo falada em alemão e não em latim. Em 1528, uma sessão semelhante teve lugar em Berna.
Zuínglio tentou sem êxito a aliança entre Zurique, França e a Savoia, mas conseguiu organizar uma Aliança Cívica Cristã, que em 1529 já contava com vários cantões, iniciando-se a luta armada. Decidido a pôr fim ao perigo de intervenção imperial, em face da hostilidade dos cantões católicos, Zwingli incitou o Conselho de Zurique a atacá-los e, ao acompanhar as tropas como capelão, encontrou a morte em batalha, perto de Kappel am Albis, em 11 de outubro de 1531. Crê-se que o seu cadáver foi esquartejado e dado às chamas.

 Zuínglio e Martinho Lutero

Bases históricas:
Marcos:
Influências:
Igrejas:
Martinho Lutero frequentemente atacava algumas afirmações de Zuínglio. Muitas tentativas foram feitas para a aproximação dos dois reformistas, mas nunca tiveram sucesso. Quanto à visão teológica, a de Zuínglio tem muitos elementos em comum com a de Lutero nas negações, mas é muito diferente dela nas afirmações. De fato, o motivo que levou Zuínglio à Reforma é precisamente o contrário ao de Lutero. Este último era movido por razões fideístas: a incapacidade do homem, em virtude das quais o homem e Deus estão separados por um abismo tão grande que nenhuma série de intermediários jamais poderá transpor. Zuínglio, ao contrário, apoiava-se em motivos racionalistas e humanísticos: a bondade essencial do homem, que faz com que ele não precise de nenhuma série de impulsos para subir até Deus, porque está em condições de fazê-lo sozinho. A tendência racionalista da reforma zuingliana pode ser notada imediatamente nas seguintes doutrinas: redução do pecado original a um simples vício hereditário não merecedor de condenação eterna e sem diminuição das forças éticas do homem; valor positivo da Lei e não meramente negativo; felicidade eterna acessível também aos sábios pagãos que tivessem praticado a lei moral natural. Lutero e Zuínglio estão muito longe um do outro tanto pelos motivos teológicos quanto pelos motivos que se propuseram com a Reforma: enquanto Lutero que responder à questão "como serei salvo?", Zuínglio propõe outra: "como será salvo o meu povo?".
"A grande preocupação de Lutero, tanto em Erfurt quanto em Wittenberg, era a salvação de sua alma. Não era certamente uma angústia egoísta porque pode-se dizer que ele tomou sobre si a angústia de toda a sua época. Mas o que constituía o tormento de Zuínglio era a salvação de seu povo." [1]
=== Zuínglio e João Calvino === Jesus Salva
Ulrico Zuínglio morreria em 1531, e com sua morte, parecia que a reforma na Suíça acabaria. Mas o movimento continuou, e agora quem assumiria a liderança seria Heinrich Bullinger, que embora fosse um líder muito capaz, parecia que o movimento estava condenado a ficar restrito a algumas regiões da Suíça e da Alemanha, e assim não causaria qualquer impacto ao restante da Europa e ao mundo. Mas então entra em cena João Calvino, um intelectual brilhante que iria dar profundidade teológica à fé reformada, sistematizando-a em suas Institutas da Religião Cristã, conduzindo-a a um alcance e impacto por toda a Europa, e daí ao resto do mundo, transpondo fronteiras territoriais e temporais.


FONTE:
http://protestantismo.ieadc.com.br
http://pt.wikipedia.org

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