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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

334-O LIVRO DE ÊXODO



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  ÊXODO - ANÁLISE
Análise
Assim como o Gênesis é o livro do início. Êxodo é o livro da redenção. O livramento dos oprimidos israelitas do poder egípcio é o tipo de toda a redenção (1Co 10.11). Os rigores da escravidão no Egito (tipo do mundo) e o Faraó (um dos tipos de Satanás) exigiram a preparação do libertador, Moisés (2.1-4.31), um dos tipos de Cristo. O conflito com o opressor (5.1-11.10) resultou na saída (em grego êxodos, “saída”) dos hebreus do Egito. Foram redimidos pelo sangue do Cordeiro Pascoal (12.1-28) e pelo poder do Senhor, manifestado na passagem pelo mar de Juncos (no hebraico, Yam suf, “Mar de Juncos”) (13.1-14.31). A de redenção celebrada por um cântico triunfal dos redimidos (15.1-21), foi seguida pelo teste a que firam sujeitos no deserto (15.22-18.27). No monte Sinai a nação redimida aceitou a lei (19.1-31.18). Mas, o fato de não terem dependido da graça, levou-os à infração e à condenação (32.1- 34.35). A graça de Deus triunfou, contudo, quando foram dados o tabernáculo, o sacerdócio e o sacrifício, por meio dos quais os redimidos podiam adorar e ter comunhão com seu Redentor (36.1-40.38).
Autor
Embora em parte alguma o livro de Êxodo reivindique a autoria mosaica in totum, o livro inteiro da lei expressa no Pentateuco, que compreende principalmente a porção que se estende de Êxodo 20 até o fim do livro de Deuteronômio, reivindica para si, em termos positivos, a autoria mosaica. Ali é declarado que Moisés foi o autor do Livro da Aliança (cap.20-23), que inclui os Dez Mandamentos e os juízos e estatutos acompanhantes (24.4,7). O chamado Código Sacerdotal, que trata do ritual do tabernáculo e do sacerdócio, contido no restante do livro de Êxodo ( excetuando os caps. 32-34), foram declaradamente entregues a Moisés pelo Senhor (25.1, 23,31; 26.1; e assim por diante). A construção do tabernáculo foi realizada “...segundo o Senhor ordenara...” Essa frase, ou outra semelhante aparece repetidamente nos capítulos 39 e 40. A autoria mosaica é igualmente asseverada no tocante à seção proeminentemente histórica – a vitória de Israel sobre os amalequitas (17.4). Citando um trecho de Êxodo 3, Jesus chamou o Pentateuco em geral e o livro de Êxodo em particular de “livro de Moisés” (Mc 12.26). A moderna erudição conservadora, como também a tradição, tem sustentado a autoria mosaica. As teorias críticas não oferecem qualquer substituto adequado para a autenticidade mosaica.

 

Resumo do livro do Êxodo

PROPÓSITO
Para registrar os Eventos da Libertação de Israel do Egito e o seu desenvolvimento como uma nação
AUTOR
Moisés
ESCRITO EM
1.450-1.410 AC
Aproximadamente o mesmo tempo que Gênesis
ONDE FOI ESCRITO
No deserto durante a peregrinação de Israel, em algun lugar na Península do Sinai.
CENÁRIO
Egito. O povo de Deus, antes muito bem tratados ali, agora são escravos. Deus vai libertá-los.
VERSÍCULO CHAVE
" Vem, agora, e Eu te enviarei a faraó, para que tires o meu povo, os filhos de Israel, do Egito." Exôdo 3.10
PESSOAS CHAVES
Moisés
Miriã
Faraó
Jetro
Arão
CARACTERISTICAS ESPECIAIS
O Exôdo relata mais milagres que qualquer outro livro no Antigo Testamento.
O TíTULO
Este livro tira o seu nome daquele fato que constitui o fio condutor de toda a sua narrativa: a saída dos israelitas do Egito e os anos em que viveram no deserto antes de chegar a Canaã, a Terra Prometida. De fato, a mesma palavra grega (êxodos), utilizada pela Septuaginta como a palavra portuguesa equivalente se definem propriamente como “saída”. Por sua vez, a Bíblia Hebraica intitula o livro com uma das suas primeiras palavras: Shemoth, que significa “nomes”.
A HISTÓRIA
O livro de Êxodo (Êx) oferece alguns dados que, dentro de uma certa margem de probabilidade, permite delimitar a época em que aconteceram os fatos referidos. Tais dados, ainda que insuficientes para estabelecer datas precisas, têm um inegável valor histórico. Por exemplo, 1.11 revela que os israelitas, residentes no Egito durante 430 anos (12.40-41), foram obrigados a trabalhar na construção de duas cidades: Pitom e Ramessés (chamada, em egípcio, de Casa de Ramessés). Esse fato sucedeu entre fins do séc. XIV e início do séc. XIII a.C.
CONTEÚDO DO LIVRO
A primeira parte do livro de Êxodo (1.1—15.21) relata a mudança de situação que, para os descendentes de Jacó, supôs que um “novo rei... que não conhecera a José” (1.8) havia começado a reinar sobre o Egito. A narrativa não se ajusta a uma cronologia estrita; e à primeira vista, parece que os fatos se sucedem sem solução de continuidade. No entanto, uma leitura atenta leva à evidência de que, entre o assentamento de Jacó em Gósen (Gn 46.1—47.6) e o reinado do novo faraó, transcorreram os 430 anos da permanência dos israelitas no Egito (cf. 1.7). Foi somente no final deste período que a hospitalidade egípcia (Gn 47.5-10) se transformou em opressão, sendo os israelitas reduzidos à escravidão (1.13). Naquela penosa condição, as suas súplicas chegaram aos ouvidos do Senhor (2.24-25; 3.7), que chamou a Moisés e se revelou a ele em Horebe, o “monte de Deus” (3.1), para lhe confiar a missão de libertar o povo (3.15—4.17). Com uma extraordinária demonstração de sinais portentosos, Deus, por meio de Moisés, obriga o faraó a conceder liberdade à multidão israelita (12.37-38). Esta, depois de celebrar a primeira Páscoa como sinal de salvação, empreendeu a marcha a caminho do mar e o atravessa a pé enxuto pelo mesmo ponto em que depois as águas cobriram o exército egípcio. O povo, então, junto com Moisés e Miriã, expressa a sua gratidão a Deus entoando um cântico, que é um dos testemunhos mais antigos da milagrosa libertação de Israel (15.1-18,21).
A segunda parte do livro (15.22—18.27) recolhe uma série de episódios relacionados com a marcha dos israelitas pelo deserto. Depois de atravessado o mar, adentraram as paragens secas e áridas da península do Sinai. Na sua nova situação, viram-se expostos a graves dificuldades e perigos, desconhecidos para eles até então. A fome, a sede e a aberta hostilidade de outros habitantes da região, como os amalequitas, foram causa de freqüentes queixas e murmurações contra Moisés e contra o Senhor (15.24; 16.2; 17.2-7). Muitos protestavam abertamente e, parecendo-lhes melhor comer e beber como escravos do que assumir as responsabilidades da liberdade, clamavam: “Quem nos dera tivéssemos morrido pela mão do Senhor, na terra do Egito, quando estávamos sentados junto às panelas de carne e comíamos pão a fartar” (16.3). Por isso, Moisés teve de interceder repetidas vezes diante de Deus em favor dos israelitas, e o Senhor os atendeu em todas suas necessidades. Alimentou-os com codornizes e maná (cap. 16), fez brotar água da rocha para matar a sua sede (17.1-7; cf. Nm 20.2-13) e os livrou dos inimigos que os acossavam (17.8-16).
A marcha pelo deserto do Sinai tinha como objetivo final o país de Canaã. Ali estava a Terra Prometida, descrita como uma “terra que mana leite e mel” (3.8). Porém, antes de chegar a ela, o povo de Israel tinha de aprender que o Senhor Deus o havia tomado dentre todos os outros povos da terra para lhe ser consagrado como o povo da sua “propriedade”, como um “reino de sacerdotes e nação santa” (Êx 19.5-6; cf. Dt 4.20; 7.6). O monte Sinai foi o cenário escolhido por Deus para estabelecer a sua aliança com Israel e constituí-lo a sua propriedade particular.
Essa aliança significava, pois, um compromisso para o povo, que ficava obrigado a viver em santidade. Esta era a parte que lhe correspondia observar, em resposta à eleição com que Deus o havia distinguido de maneira gratuita. Para que isso fosse possível, Deus mesmo deu a conhecer ao seu povo, na lei proclamada no Sinai, o que dele exigia e esperava que cumprisse pontualmente.
A Lei (hebr. torah), que é dada a Israel pelas mãos de Moisés, começa com a série de disposições universalmente conhecida como O Decálogo ou Os Dez Mandamentos, que começa assim: “Eu sou o Senhor, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa de servidão. Não terás outros deuses diante de mim” (20.2-3). Com essas palavras fica estabelecida a vinculação exclusiva e definitiva de Israel com o Deus que o havia libertado e o havia atraído como que “sobre asas de águia” (19.4). A partir do Decálogo, toda a Lei, com a sua evidente preocupação em defender o direito dos mais fracos (p. ex., 22.21-27), assenta o fundamento jurídico de uma comunidade criada para a solidariedade e a justiça e especialmente consagrada ao culto ao seu Senhor, o Deus único e verdadeiro (caps. 25—31; 35—40).
ESBOÇO:
1. Israel é libertado da sua escravidão no Egito (1.1—15.21)
a. Escravidão no Egito (1.1-22)
b. Nascimento de Moisés e primeira parte da sua vida (2.1—4.31)
c. Moisés e Arão diante do Faraó (5.1—11.10)
d. Páscoa e saída do Egito (12.1—15.21)
2. Os israelitas marcham até o monte Sinai (15.22—18.27)
3. Aliança de Deus no Sinai (19.1—24.18)
4. Prescrições para a construção do Tabernáculo (25.1—31.17)
5. Bezerro de ouro. Renovação da aliança (31.18—34.35)
6. Construção do Tabernáculo (35.1—40.38)

 

PARA LER O LIVRO DE ÊXODO




Título: Êxodo
Capítulos: 40
Versículos: 1213
Tempo aproximado para leitura: 140 minutos

O livro do Êxodo conta a história do nascimento de Israel, a partir da promessa dada a Abraão e confirmada aos seus descendentes (como lemos em Gênesis). 
As datações variam, mas José morreu no século 19 a.C. Passaram-se entre dois e três séculos. A data do êxodo é fixada ou no século 15 ou no século 13.

ESTRUTURA
O livro tem duas partes bem claras. A primeira está nos capítulos 1 a 18 e narra o êxodo do Egito em direção a Canaã, história que continuará nos livros seguintes. A segunda parte (capítulos 19 a 40) trata da legislação para a vida.

Na primeira parte, lemos:
A preparação de Moisés (Êxodo 1-6.16)
O "diálogo" de Moisés e Araçao com o Faraó (Êxodo 7.17-11.10)
O êxodo propriamente dito (Êxodo 17.11-18.27)

Na segunda parte, temos:
A legislação para a vida, inclusive os Dez Mandamentos (Êxodo 19-24)
A legislação para o culto (Êxodo 25-30)
A organização do culto (Êxodo 31-40)

SÍNTESE TEOLÓGICA
Quatro frases podem ser usadas para definir a teologia do livro de Êxodo:
. Deus age. O Êxodo é o livro das ações extroardinarias de Deus, mais que qualquer outro livro da Bíblia.
. Deus se revela. Deus diz inclusive como é o seu nome: EU SOU ou EU SOU O QUE SOU..Ele fala ao povo, através do seu profeta (Moisés) e através dos fenômenos naturais, como ventos e trovões.
. Deus é fiel ao pacto que firma com o homem. O pacto firmado com Abraão é renovado, mesmo que tenha que ser repetido (como no caso da quebra das tábuas da lei).
. Deus ensina seu povo a viver. A legislação apresentada e reunida visa precisamente dar ao povo um roteiro para a sua vida durante a caminhada (fuga) e durante o estabelecimento em Canaã como uma nação.

PARA LER DEVAGAR
Um dos salmos da Bíblia está em Êxodo, no capítulo 15. Todo o salmo, de exaltação ao Deus que age, deve ser lido bem devagar, como nesta estrofe:

"O Senhor é a minha força e a minha canção; 
ele é a minha salvação! 
Ele é o meu Deus e eu o louvarei, 
é o Deus de meu pai, 
e eu o exaltarei!" (Êxodo 15.2)

O TEXTO QUE MAIS TOCOU MEU CORAÇÃO
Leio sempre com espanto a história da chamada de Moisés. O registro mostra (Êxodo 3-4) como Deus age. Evidencia também como nossas limitações são limitadas. Moisés estava cuidando do rebanho da família, quando algo estranho aconteceu. No fim do horizonte, uma árvore pegava fogo permanentemente. O fogo não se apagava, nem a árvore se consumia. Moisés ficou curioso. Deus esperava por ele. Deus usou as circunstâncias, inclusive a curiosidade de Moisés. Depois, Moisés não teve como "escapar". Homicida e trânsfuga, seu encontro com Deus foi mudando a sua vida. Relutante em obedecer à chamada, foi convencido a aceitar a missão. O resto é uma história de obediência e intimidade. Uma linda história.
Leio também com prazer a história do trabalho de Bezalel e Aoliabe, à frente de uma grande equipe de voluntários (Êxodo 31). A história começa com a chamada dos dois profissionais, que foram cheios do Espírito de Deus, recebendo "destreza, habilidade e plena capacidade artística" (Êxodo 31.3). Com os profissionais dispostos, Moisés chamou o povo para prover os recursos financeiros. O povo compareceu de modo extraordinário (Êxodo 36.6). Ao final, Moisés inspecionou tudo o que foi feito, pondo seu selo de qualidade (Êxodo 39.43).

TEXTOS DIFÍCEIS
1. Deus endureceu o coração de Faraó para não permitir a saída do povo de Israel. Por 12 vezes, a expressão aparece, indicando a soberania de Deus até sobre o rei pagão do Egito. O problema é que a ação de Deus parece indicar, então, que o Faraó não teve responsabilidade em sua resistência. Para entender esta ação de Deus, devemos nos lembrar da teologia subjacentes: tudo o que acontece na história está sob o controle de Deus. Se o Faraó amolecesse, Deus estava por trás disso. Se o Faraó endurecesse, Deus estava por trás disso. 
Ademais, o êxodo não seria uma coisa fácil. O processo até a saída devia também servir para o que o povo de Egito soubesse quem era Deus, o mesmo valendo para a família de Moisés e todas as famílias hebréias.
A ação de Deus não elimina a liberdade (e, por conseguinte, a responsabilidade) do governante. Ele decidiu segundo a sua consciência. Deus sabia como ele agiria.

2. Ante de deixarem a terra da escravidão, as famílias hebréias devem defraudar as egípcias (Êxodo 3.22)
Há um problema ético difícil aqui, porque Deus recomenda que mulheres de Israel usem de um artifício para se apropriaram de bens das famílias do Egito.
Devemos nos lembrar que as hebréias eram escravas das egípcias. Durante muitos anos (pelo menos uns 126 anos), elas foram exploradas. Agora, tinham a oportunidade de tomar dinheiro, numa espécie de "reparação" pelos que sofreram. Podemos entender a recomendação como uma condenação à prática da injustiça. No contexto da revelação neste momento, o conceito de justiça é retributivo, do tipo "tomou, tem que devolver".
A atitude das mulheres não é um padrão para nós.

3. Êxodo 4.24-26 informa:
"Numa hospedaria ao longo do caminho, o Senhor foi ao encontro de Moisés e procurou matá-lo. Mas Zípora pegou uma pedra afiada, cortou o prepúcio de seu filho e tocou os pés de Moisés. E disse:
-- Você é para mim um marido de sangue!
Ela disse “marido de sangue”, referindo-se à circuncisão. Nessa ocasião o Senhor o deixou". 
Como a narrativa é muito curta, não temos certeza absoluta do seu sentido. Provavelmente, Moisés descurou de sua responsabilidade como pai e não circuncidou o seu filho. Deus pretendeu disciplina-lo, com a morte, por sua desobediência. Zípora entrou em cena e fez o papel que cabia ao marido e tudo se acertou. Assim mesmo, recriminou o marido por, em função do seu descuido, ter que ela fazer o trabalho "sujo", que implicava em derramar sangue (com a circuncisão), tarefa que não lhe cabia.

4. Deus se arrependeu de seguir adiante com seu intento de destruir o povo por causa da idolatria, ao fabricarem um ídolo de ouro para seu deus, em lugar do Único (Êxodo 32.14).
Este arrependimento divino (Gênesis 6.6, 1Samuel 15.35, 2Samuel 24.16, 1Crônicas 21.15, Salmo 106.45, Jeremias 26.19, Amos 7.3 e 6, Jonas 3.10), no contexto da revelação progressiva, é um antropomorfismo, uma forma humana de atribuir sentimentos humanos a Deus. Este arrependimento é emocional, não tendo uma dimensão moral, porque não implica em erro da parte de Deus. Ele quer dizer que a decisão (de castigar/destruir) lhe pesou no coração diante da oração dos homens e o Senhor tomou outra decisão em relação ao assunto.

VIVENDO OS ENSINOS
Há ensinos precisos no livro de Êxodo. Eis alguns deles.

SEM DESCULPAS -- Moisés ofereceu desculpas para não atender ao chamado de Deus (Êxodo 3). No entanto, ele era o homem para aquele momento, uma vez que, sem o saber, fora preparado ao longo de oitenta anos para aquela nova jornada.
Também temos uma tarefa a desenvolver no Reino de Deus. Se Deus nos chama, para fazer arder no nosso coração (como uma sarça interna), devemos atender ao Seu convite, mesmo que tenhamos limitações que achemos incapacitantes. Ele também pode nos dar uma Arão.

A ARTE DE LIDERAR -- Jetro ensinou ao genro como gerir pessoas (Êxodo 18). Suas lições servem para a família, para a igreja e até para o mundo corporativo profissional.
Moisés se arrebentava de trabalhar orientando o povo e julgando as pendências entre as pessoas, quando o sogro o encontra e sugere:
-- O que você está fazendo não é bom. Você e o seu povo ficarão esgotados, pois essa tarefa lhe é pesada demais. Você não pode executá-la sozinho. Agora, ouça-me! Eu lhe darei um conselho, e que Deus esteja com você! Seja você o representante do povo diante de Deus e leve a Deus as suas questões. Oriente-os quanto aos decretos e leis, mostrando-lhes como devem viver e o que devem fazer. Mas escolha dentre todo o povo homens capazes, tementes a Deus, dignos de confiança e inimigos de ganho desonesto. Estabeleça-os como chefes de mil, de cem, de 50 e de dez. Eles estarão sempre à disposição do povo para julgar as questões. Trarão a você apenas as questões difíceis; as mais simples decidirão sozinhos. Isso tornará mais leve o seu fardo, porque eles o dividirão com você. Se você assim fizer, e se assim Deus ordenar, você será capaz de suportar as dificuldades, e todo este povo voltará para casa satisfeito. (Êxodo 18.17-23)
A atitude de Moisés foi a de um líder humilde: "Moisés aceitou o conselho do sogro e fez tudo como ele tinha sugerido. Escolheu homens capazes de todo o Israel e colocou-os como líderes do povo: chefes de mil, de cem, de cinqüenta e de dez. Estes ficaram como juízes permanentes do povo. As questões difíceis levavam a Moisés; as mais simples, porém, eles mesmos resolviam". (Êxodo 18.24-26)
Os líderes devem aprender que não devem fazer tudo. Os lideres não devem esperar que seus líderes sejam onipresentes e onipotentes.

FUNDAMENTOS DA VIDA -- Lendo os Dez Mandamentos (Êxodo 20), que são repetidos ao longo do livro, bem como em todos os outros do Pentateuco, aprendemos os fundamentos para uma vida santa e saudável. Ali estão as bases sobre as quais podemos construir nossas vidas.

RISCO DE VIVER -- Quando Moisés viu que o povo tinha feito um bezerro de ouro, teve uma porção de atitudes. Uma delas foi pedir perdão para o seu povo, com uma oração ousada, que só a graça ensinaria (Hebreus 4.16):
-- Ah, que grande pecado cometeu este povo! Fizeram para si deuses de ouro. Mas agora, eu te rogo, perdoa-lhes o pecado; se não, risca-me do teu livro que escreveste. (Êxodo 32.31-32)
Moisés se referia ao livro da vida, onde os nomes dos salvos (como aprendemos em Apocalipse 3.5, 13.8, 17.8, 20.12,15 e 21.27).

SERIEDADE COM OS RECURSOS DO POVO DE DEUS (Êxodo 36) -- Moisés convocou profissionais para preparar os artefatos ligados ao culto do povo hebreus. Ao mesmo tempo, convocou o povo a ofertar e o povo atendeu tão generosamente que foi solicitado a parar de contribuir.
Os comissionados por Moisés lhe disseram:
-- O povo está trazendo mais do que o suficiente para realizar a obra que o Senhor ordenou. 
Diante disto, Moisés ordenou que o povo parasse de trazer ofertas para o santuário, "pois o que já haviam recebido era mais que suficiente para realizar toda a obra".
Quando chamado a contribuir, o povo deve comparecer e fazer o que lhe cabe.
Seus recursos, no entanto, devem ser administrados como o que são: são de Deus porque Lhe foram entregues. Os gestores não podem fazer o que bem entenderem. Não podem esconder informações, como se ainda faltasse dinheiro, se o recebido já é suficiente.

PARA MEMORIZAR
Entre tantos versículos, três vales guardar na memória:

1
"O Senhor é a minha força e a minha canção; ele é a minha salvação! Ele é o meu Deus e eu o louvarei, é o Deus de meu pai, e eu o exaltarei!" (Êxodo 15.2)

2
"Moisés disse ao povo: 'Não tenham medo! Deus veio prová-los, para que o temor de Deus esteja em vocês e os livre de pecar'”. (Êxodo 20.20)

3
"O Senhor lutará por vocês; tão-somente acalmem-se”. (Êxodo 14.14)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CHOURAQUI, André. Nomes. Rio de Janeiro: Imago, 1996.
COELHO FILHO, Isaltino Gomes. A atualidade dos Dez Mandamentos. São Paulo: Exodus, 1997.
MEHL, Ron. A ternura dos Dez Mandamentos. São Paulo: Quadrangular, 2000.

 Êxodo

Da Bíblia Sagrada


O ÊXODO é o segundo livro da Bíblia e do Pentateuco. Na Bíblia Hebraica recebe o título de Shemôt, isto é, “Nomes”, de acordo com o hábito judaico de intitular os livros a partir das suas palavras iniciais: “We’elleh shemôt” (= «E estes são os nomes dos filhos de Israel que vieram para o Egipto»: 1,1). O título de ÊXODO provém da versão grega dos Setenta, que procura dar a cada livro um título de acordo com o seu conteúdo. Neste caso, privilegia os 15 primeiros capítulos, pois é aí que propriamente se descreve o “Êxodo”, isto é, a “saída” dos israelitas do Egipto.
Este léxico tem a ver prevalentemente com os grupos recalcitrantes que Moisés “fez sair” do Egipto pela “estrada do deserto”; mas, dada a importância determinante de Moisés, dos seus grupos e das suas experiências para a constituição de Israel e a formação da Bíblia, o seu léxico torna-se património comum, podendo expressar também as “libertações” de outros grupos da “opressão” do domínio egípcio.

CONTEÚDO E DIVISÃO
Pode dividir-se o seu conteúdo do seguinte modo:
I. “Opressão” e “Libertação” dos filhos de Israel no Egipto. Este é o tema fundamental de 1,1-15,21. Nesta secção merecem especial relevo as peripécias no Egipto (1,1-7,8), como um povo que nasce no sofrimento. Seguem-se as pragas (7,8-12,32), como meio violento de libertação.
II. Caminhada pelo deserto (15,22-18,27) do povo, agora livre do Egipto.
III. Aliança do Sinai (19,1-24,18). Esta aliança é o encontro criacional ou fundacional de Javé com os “israelitas”, em que o Senhor se dá a si mesmo ao homem e restitui cada homem a si mesmo, e em que o homem aceita a dádiva pessoal de Deus e se aceita a si mesmo como dom de Deus com tudo o mais que lhe é dado: a natureza, a razão, a Lei, a História, o mundo. Por sua vez, a dádiva e a sua aceitação também reclamam dádiva mútua e, portanto, responsabilidade. O pecado surge como possibilidade da liberdade humana; mas Deus pode sempre recomeçar tudo de novo.
IV. Código sacerdotal, com especial relevo para a construção do santuário (25,1-31,18). A execução do mesmo vai ser revelada em 35,1-40,33, com a correspondente organização do culto. Esta narrativa está encerrada numa inclusão significativa: 40,34-38 descreve a descida do Senhor sobre o santuário com as mesmas características (nuvem, glória, fogo) com que 24,12-15a descreveu a descida do Senhor sobre o Sinai, mostrando, assim, que o santuário assumiu o papel do Sinai como lugar da manifestação de Deus. É a presença da ideologia sacerdotal (conhecida por fonte P), que projecta retrospectivamente no Sinai a imagem do segundo templo, do seu sacerdócio e do seu culto – em suma, o ideal da comunidade judaica pós-exílica (ver VI).
V. Renovação da Aliança do Sinai, relatada em 32,1-34,35.
VI. Código sacerdotal (35,1-40,38): execução das obras relativas ao santuário (ver IV).
O texto normativo do livro do ÊXODO é sobretudo um entrançado de peças narrativas e legislativas. Nestas últimas, destacam-se o “Decálogo” propriamente dito (20,1-17) e os chamados “Código da aliança” (20,22-23,19) e “Decálogo ritual” (34,12-26). São a Lei dada por Deus, mas formulada pelo homem a partir da razão e da experiência.

AUTOR
A antiga tradição judaica, tal como a antiga tradição cristã, atribuíam a Moisés a autoria de todo o Pentateuco e, por isso, também do livro do ÊXODO. Este modo de pensar está hoje claramente ultrapassado. Contudo, talvez hoje se avalie também, com mais clareza do que nunca, a eventual acção determinante de Moisés na constituição de Israel e do corpo bíblico do Pentateuco e do ÊXODO.

GÉNERO LITERÁRIO
O tecido literário deste livro resulta em parte da acostagem horizontal de temáticas por via redaccional (“teoria fragmentária”), mas fundamentalmente da complexidade dinâmica da vida de múltiplos grupos cujas experiências no terreno vão sendo recolhidas e integradas em contextos ideológicos mais amplos.
É ainda a questão da “teoria documentária”, embora redimensionada, nas suas componentes Javista (J), Eloista (E), Deuteronómico-Deuteronomista (D-Dtr) e Sacerdotal (P); das múltiplas “fichas” que recolhem e da ideologia e intenção das redacções; sem esquecer, também, a redacção final.

LEITURA CRISTÃ E TEOLOGIA
O acontecimento do Êxodo relata a libertação de Israel do Egipto pelo Senhor, que faz com esse povo uma Aliança. Tal acontecimento fundador foi objecto de várias releituras, já dentro da própria Bíblia, pois toda a teologia e espiritualidade do povo de Israel ficou profundamente marcada por ela. Assim, o Segundo e Terceiro Isaías vêem a libertação de Judá do domínio da Babilónia como um novo Êxodo.
Os primeiros discípulos de Jesus e as primeiras comunidades cristãs, que eram de origem judaica, viram na doutrina de Jesus um “êxodo” novo e definitivo (Lc 4,16-21); e, na sua pessoa, o verdadeiro libertador, à vista do qual o próprio Moisés era simples figura, e a Lei do Sinai mero pedagogo para conduzir o povo até ao verdadeiro Mestre, que é Cristo (Gl 3,24). O Novo Testamento apresenta Moisés como muito inferior a Jesus, que veio trazer a nova Lei (Mt 5,17-48). A Carta aos Hebreus chega mesmo a dizer que Moisés já considerava os opróbrios por Cristo superiores aos tesouros do Egipto, seguindo em frente com firmeza, «como se contemplasse o Invisível» (Heb 11,27).

FONTE:
http://alimentandoaalma.blogspot.com
http://www.prazerdapalavra.com.br
https://sites.google.com
http://www.capuchinhos.org

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