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sábado, 22 de dezembro de 2012

305-O PAPAI NOEL- PARTE 2

Gif papai noel

PAPAI NOEL

São Nicolau bispo católico que no século V venerado pelos gregos e latinos em dezembro. Segundo a lenda presenteada ocultamente três filhas de um homem muito pobre. Deu a origem ao costume de dar presentes em secreto na véspera do dia de São Nicolau.
Um velhinho numa só noite distribui presentes para todas as crianças, isso é possível através do chamado espírito do natal que inspira milhares de pessoas para fazerem o papel do velhinho.
Algo semelhante, as mesmas entidades aparecem em diversos lugares ao mesmo tempo através dos espíritos respectivos.
TROCA DE PRESENTES
Como parte do ritual solístico se exigia que todos fossem a para as montanhas de madrugada e lá chorassem seus sacrifícios. Esperavam os primeiros raios de sol da manhã para que entregassem presentes uns aos outros em adoração dizendo: que você jamais esqueça dos deuses sobre nós.
CARACTERÍSCAS DOS RITUAIS SOLISTICOS
GLUTONARIA


a) Um grande banquete deveria ser feito, a glutonaria era tão estimulada nestas festas que quer criados lugares para que as pessoas pudessem vomitar, para que pudessem voltar a comer mais.
b) O banquete do ritual solístico tinha inicio a meia noite. A ceia de natal começa exatamente a meia noite.
c) Não podemos participar da benção e da maldição


( 1 Corintios 10:6-14 )
6 E estas coisas foram-nos feitas em figura, para que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram.
7 Não vos façais, pois, idólatras, como alguns deles, conforme está escrito: O povo assentou-se a comer e a beber, e levantou-se para folgar.
14 Portanto, meus amados, fugi da idolatria.


Tudo tem um propósito e as festas pagãs têm o objetivo de adorar deuses falsos. Hoje no natal qual é o deus que aparece? Um deus impotente, um deus menino. Só que Jesus já cresceu, já morreu, já ressuscitou e vai voltar para buscar a sua noiva. Quem está olhando para baixo, contemplando um menino via estar distraído e não perceberá a volta do Senhor Jesus.

Conclusão:
Nos temos uma aliança com Deus e pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos abençoou com toda as sorte de bênçãos nas regiões celestes. A Ele seja a honra e a glórias pelos séculos dos séculos. Amém.
Papai Noel, São Nicolau ou Odin?
Muitas tradições européias pré-cristãs falam de seres mágicos ou divinos a testar o comportamento dos humanos disfarçados de velhos (ou velhas) pedintes ou andarilhos. Atena faz isso no mito de Aracne, Zeus no de Licaon, Deméter no de Demofonte e Triptólemo. No folclore da Cantábria, isso fazem as anjanas, como já contamos em A Outra Origem de Janaína.
Mas e nos países de língua alemã ou influenciados pelos antigos impérios germânicos, onde a tradição do São Nicolau presenteador se desenvolveu? Ora, na mitologia nórdica e teutônica, quem anda entre os humanos disfarçado de velho andarilho barbudo, munido de capa, chapelão e uma longa vara - exatamente como o Gandalf de "O Senhor dos Anéis", inspirado em seu mito -, é Odin ou Wotan. Esse deus conta com dois ajudantes fiéis: os corvos Hugin e Munin (Pensamento e Memória), que lhe servem de olheiros. Voam sobre as batalhas e lhe dizem quais guerreiros merecerão, ao morrer, ser conduzidos ao Valhalla pelas Valquírias e quais farão companhia, no mundo subterrâneo a Hel - que, apesar de Armando Gimenez, era uma deusa e não um deus, a mesma que, com o nome de Huld ou Holle, também mencionamos no artigo acima referido.
Não é muito difícil imaginar camponeses mal saídos do paganismo germânico e desejosos de conservar uma tradição antiga e querida, a "batizar" o antigo senhor de Asgard, com a complacência de uma Igreja ainda bastante aberta ao sincretismo, com o nome cristão de São Nicolau. E a fazer de seus corvos aqueles ajudantes de preto, tão temidos pelas crianças mal-comportadas.
Isto explica razoavelmente bem, no mínimo, a geografia da tradição. Fora do alcance da mitologia teutônica, a imagem de São Nicolau é bem diferente e são outros atributos de sua lenda os mais recordados. E, se há alguma figura folclórica tradicional a distribuir presentes, tem uma aparência bem diferente. Assim, na Itália, existe a bruxa Befana ou Bifana que, segundo Armando Gimenez, que a recordava com saudade, teria chegado a distribuir presentes também no Brasil:
"A Bifana, segundo a lenda, era uma velha que, no dia de Reis, saía pelas ruas da cidades a entregar presentes aos meninos que tivessem sido bons durante o ano que findara. (...) Depois, com a influência francesa e inglesa em nossas tradições a Epifania ou Bifana foi substituída pelo Papai Noel, a quem muitos estudiosos atribuem uma origem pagã e outros, para disfarçar o sentido comercial da sua presença no dia de Natal, confundem com São Nicolau."
A acusação de paganismo a Papai Noel pode não ser totalmente infundada, como se viu, mas a verdade é que também sua querida Bifana não está isenta disso. Se São Nicolau pode ser Odin em disfarce cristão, La Befana, como se mencionou no artigo sobre Janaína, pode ser Diana, Sácia, Abúndia ou Herodíade, a deusa das feiticeiras italianas - relacionada, como se viu, às janas e anjanas -, sob a máscara católica de uma personificação da Epifania. Como vimos, no século IV o São Nicolau cristão foi o arquiinimigo da Diana (Ártemis) pagã. É uma curiosa ironia se, no século XX, foi uma versão "cristã" de Diana que tenha sido proposta como alternativa "religiosamente correta" ao Papai Noel "pagão". De uma forma ou de outra, os dois continuariam rivais.

PAPAI NOEL



· Alguém dirá: Certamente que o velinho tão querido, "Papai Noel", não é uma criação pagã. Porém ele é, e o seu caráter verdadeiro não é tão bondoso e santo quanto muitos pensam!

· nome "Papai Noel" vem de "São Nicolau" um bispo romano que viveu no século V.

· Enciclopédia Britânica, vol.19 páginas 648-649, 11ª edição inglesa, o seguinte: "São Nicolau, bispo de Mira, um santo venerado pelos gregos e latinos no dia 6 de dezembro... A lenda de sua dádiva oferecida as escondidas, de dotes, às três filhas de um cidadão empobrecido..." diz se ter originado o costume de dar presentes as escondidas no dia de São Nicolau (6 de dezembro), o que mais tarde foi transferido para o dia de Natal.

· Daí a associação do Natal com São Nicolau (Papai Noel), que sorrateiramente a idéia é fazê-lo substituir Papai do Céu.

· Durante o ano os pais castigam suas crianças por falarem mentira. Então na época de Natal conta-lhe mentiras. (Provérbios 14:12).

· Velhinho" de barba branca é sempre alguém que se disfarça para parecer bonzinho! Satanás também se mostra como "anjo de luz" para enganar! (II Co 13:14; Apo. 12:9)

Papai Noel x Jesus Cristo


Atenção Irmãos em Cristo filhos de crentes que estão afastados.
O Senhor abomina, não aceita adoração a outros Deuses. O livro de Deuteronômio foi escrito quando estava próximo a partida de Moisés, é um resumo das jornadas e do feitos miraculosos do Senhor na terra do Egito e dos milagres realizados na jornada pelo deserto. No C.31:16-17 e 19 está escrito: “Disse o Senhor a Moisés: Eis que estás para dormir com teus pais: e este povo se levantará, e se prostituirá indo após deuses estranhos na terra, para cujo meio vai, e me deixará, e anulará a aliança que fiz com ele. Nesse dia a minha ira se acenderá contra eles; desampará-los-ei, e deles esconderei o meu rosto, para que sejam devorados; e tantos males e angústias os alcançarão, que dirão naquele dia: Não nos alcançaram estes males por ao estar o nosso Deus no meio de nós? Escrevei para vós outros este cântico, e ensinai-o aos filhos de Israel; ponde-o na sua boca, para que este cântico me seja por testemunha contra os filhos de Israel.” A adoração a Ele e algo que Deus, o Senhor não negocia. O que dizer de pais e avôs que levam seu netos para ficar, as vezes hora na filha para beijar Papai Noel? Leia o estudo abaixo e veja as comparações entre Papei Noel e Jesus Cristo. Se desnude de sua razão do seu eu, veja se você não está levando o seu filho ou neto para uma adoração indevida. O Senhor não tem o culpado por inocente. O texto abaixo não é meu, está em meus arquivos e infelizmente não tenho a fonte para dar os devidos créditos.
Que Deus em Cristo os abençoe e abra os vossos entendimentos
Antes que você reaja sem pensar, separe alguns minutos para ler esta comparação entre os ensinos bíblicos de Jesus Cristo e os ensinos místicos do Papai Noel. Muitos pastores lamentam o fato de que o Papai Noel substituiu Jesus Cristo no coração e na mente de muitas crianças e adultos no nosso país atualmente. Quando você ler esta comparação, compreenderá que essa substituição no coração e na mente das pessoas não é acidental. Verá que Satanás, o mestre dos marionetes, está puxando as cordinhas do mundo, levando os adultos e as crianças para longe de Jesus Cristo e em direção ao Papai Noel, que é o epítome do amor ao mundo e a tudo o que nele há.
Comparação Entre Jesus Cristo e o Papai Noel
Jesus Cristo: Nosso Senhor e Salvador de Acordo com a Bíblia
Papai Noel: A Falsificação de Acordo com o Mito Humano
1.Tem os cabelos brancos como a lã [Apoc 1:14]
1. Tem os cabelos brancos como a lã

2. Tem barba [Isaías 50:6]
2. Tem barba

3. Veste um manto vermelho [Apoc19:13]
3. Veste-se de vermelho

4. A hora da sua vinda é surpresa [Lu 12:40; ]
4. A hora da sua vinda é surpresa

5. Vem do norte, onde vive [Ez 1:4; Sal 48:2]
5. Vem do Polo Norte, onde vive

6. Trabalhou como carpinteiro [Marcos 6:3]
6. Fabrica brinquedos de madeira

7. Vem como o ladrão de noite [Mat 24:43-44]
7. Vem como o ladrão de noite; entra na casa como um ladrão

8. Onipotente - o Todo-poderoso [Apoc 19:6]
8. Onipotente - pode entregar todos os brinquedos no mundo inteiro em uma só noite

9. É onisciente - conhece todas as coisas [Heb. 4:13; 1 Jo 3:20]
9. É onisciente - sabe se a criança foi boa o má o ano todo

10. É onipresente [Sal 139:7-10; Ef 4:6; ]
10. É onipresente - vê quando a criança está acordada ou dormindo. Precisa estar em toda a parte ao mesmo tempo para entregar todos os presentes em todo o mundo na mesma noite

11. Vive para todo o sempre [Apoc1:8; 21:6]
11. Vive para sempre

12. Vive naqueles que o receberam [1 Co 3:16]
12. Vive no coração das crianças

13. Distribui dons [Efésios 4:8]
13. Distribui presentes

14. É a verdade absoluta [João 14:6]
14. Fábula absoluta [1 Timóteo 1:4; 4:7; 2 Timóteo 4:4]

15. Senta-se em um trono [Apoc 5:1; Heb 1:8]
15. Senta-se em um trono

16. Somos exortados a nos achegar ao seu trono de graça e a expor nossas necessidades a ele [Heb 4:16]
16. As crianças são convidadas a se aproximarem do seu trono e a pedir tudo o que quiserem

17. Um de seus mandamentos é que os filhos honrem aos pais
17. Diz às crianças para obedecerem aos pais

18. Convida as crianças a irem a ele [ Mc10:14]
18. Convida as crianças a irem a ele

19. Julga [Rom 14:10; Mat 25:31-46]
19. Julga se a criança foi boa ou má

20. Pai da Eternidade [Isaías 9:6]
20. Papai Noel (Pai do Natal)

21. Menino Jesus [Mateus 1:23; Lucas 2:11-12]
21. Kris Kringle [significa Menino Cristo]

22. Digno de receber orações e adoração [Apoc 5:12-14; Heb 1:6]
22. As crianças adoram e rezam a São Nicolau

23. Senhor dos Exércitos [Malaquias 3:5; Isaías 8:13; Salmos 24:10]
23. Senhor de um exército de elfos [na tradição druídica, os elfos eram demônios ou espíritos das árvores]

24. Deus diz, "Eh! Eh! ... [Zacarias 2:6]
24. O Papai Noel diz "Ho, ho, ho..."

25. Príncipe da Paz, a Imagem de Deus [Is 9:6; Hebreus 1:3];
25. Símbolo da Paz Mundial, a imagem do período do Natal

Nota: Esta comparação foi tirada de The Good Newsletter, de Former Catholics for Christ, out/nov/dez 1997. Pode-se ver claramente que alguém criou uma falsificação secular de Jesus Cristo, colocando muitos de seus atributos no Papai Noel! Existem tantos pontos em comum, que é impossível que essa criação tenha sido acidental. Em Jó 1:6-7, vemos que Satanás passeia pela Terra como se ela fosse o terreno de um jardim, totalmente sob seu controle. Satanás pode ser imaginado como o mestre dos marionetes, que puxa as cordinhas na Terra. Certamente, nestes dias finais, ele quer ter alguém que desvie a atenção, a admiração e o amor das crianças de Jesus Cristo. Mas, não somente isso, também quer contaminar as crianças desde cedo com a mais devastadora das doenças espirituais, o amor aos bens materiais e o amor a si mesmo, que acompanham o desejo de receber o maior número possível de presentes! A criação e a promoção do Papai Noel certamente cumprem todos esses objetivos.

Lembre-se que uma das profecias de Jesus Cristo sobre o final dos tempos é que o coração das pessoas estará extremamente frio com relação a ele. "E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor se esfriará de quase todos." [Mateus 24:12]

Certamente, as crianças aprendem a ir à fonte errada para receber presentes, são encorajadas a se comportar bem durante o ano pelas razões erradas, e aprendem a amar os bens materiais, em vez de amar a Deus sobre todas as coisas. Isso nos faz lembrar de outra profecia bíblica: "Sabe, porém, isto: Nos últimos dias sobrevirão tempos difíceis; pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, antes amigos dos prazeres do que amigos de Deus." [2 Timóteo 3:1-4].

Essa profecia não descreve exatamente como está nossa sociedade nos dias atuais? As crianças estão aprendendo desde cedo a amar os bens materiais, a tentar obter o maior número possível de brinquedos, e a amar a si mesmas, tudo como conseqüência de acreditar nesse mito pagão do Papai Noel.

Pedimos que você receba essas informações com amor, como elas foram dadas. Você certamente não deve ensinar aos seus filhos o mito do Papai Noel. Ensine que Jesus Cristo é a razão do Natal. Não há nada de errado em dar e receber presentes, mas faça as crianças compreender que é muito melhor dar do que receber. Além disso, mostre-lhes que Jesus Cristo nos deu o maior presente de todos, o dom da vida eterna!

Quando você compreender o modo deliberado como o mito do Papai Noel foi criado, como uma falsa imitação de Jesus Cristo, poderá ver que as crianças podem ser facilmente desviadas espiritualmente crendo e participando nessa história. Mantenha o foco em Cristo para seus filhos.

Essas informações são apenas mais um exemplo que mostra como estamos vivendo nos últimos dias de grande engano e frieza nos corações. Juntamente com os muitos outros sinais do final dos tempos, esse amor ao Papai Noel pagão é apenas mais um claro sinal do fim.
Com amor em Cristo
J.Edis

Comparação Entre Jesus Cristo e o Papai Noel

Jesus Cristo: Nosso Senhor e Salvador de Acordo com a Bíblia
Papai Noel: A Falsificação de Acordo com o Mito Humano
1.Tem os cabelos brancos como a lã [Apocalipse 1:14]
1. Tem os cabelos brancos como a lã
2. Tem barba [Isaías 50:6]
2. Tem barba
3. Veste um manto vermelho [Apocalipse 19:13]
3. Veste-se de vermelho
4. A hora da sua vinda é surpresa [Lucas 12:40; Marcos 13:33]
4. A hora da sua vinda é surpresa
5. Vem do norte, onde vive [Ezequiel 1:4; Salmos 48:2]
5. Vem do Polo Norte, onde vive
6. Trabalhou como carpinteiro [Marcos 6:3]
6. Fabrica brinquedos de madeira
7. Vem como o ladrão de noite [Mateus 24:43-44]
7. Vem como o ladrão de noite; entra na casa como um ladrão
8. Onipotente — o Todo-poderoso [Apocalipse 19:6]
8. Onipotente — pode entregar todos os brinquedos no mundo inteiro em uma só noite
9. Onisciente — conhece todas as coisas [Hebreus 4:13; 1 João 3:20]
9. Onisciente — sabe se a criança foi boa ou má o ano todo
10. Onipresente [Salmos 139:7-10; Efésios 4:6; João 3:13
10. Onipresente — vê quando a criança está acordada ou dormindo. Precisa estar em toda a parte ao mesmo tempo para entregar todos os presentes em todo o mundo na mesma noite
11. Vive para todo o sempre [Apocalipse 1:8; 21:6]
11. Vive para sempre
12. Vive naqueles que o receberam [1 Coríntios 3:16; 2 Coríntios 6:16-17]
12. Vive no coração das crianças
13. Distribui dons [Efésios 4:8]
13. Distribui presentes
14. É a verdade absoluta [João 14:6]
14. Fábula absoluta [1 Timóteo 1:4; 4:7; 2 Timóteo 4:4]
15. Senta-se em um trono [Apocalipse 5:1; Hebreus 1:8]
15. Senta-se em um trono
16. Somos exortados a nos achegar ao seu trono de graça e a expor nossas necessidades a ele [Hebreus 4:16]
16. As crianças são convidadas a se aproximarem do seu trono e a pedir tudo o que quiserem
17. Um de seus mandamentos é que os filhos honrem aos pais
17. Diz às crianças para obedecerem aos pais
18. Convida as crianças a irem a ele [Marcos 10:14]
18. Convida as crianças a irem a ele
19. Julga [Romanos 14:10; Mateus 25:31-46]
19. Julga se a criança foi boa ou má
20. Pai da Eternidade [Isaías 9:6]
20. Papai Noel (Pai do Natal)
21. Menino Jesus [Mateus 1:23; Lucas 2:11-12]
21. Kris Kringle [significa Menino Cristo]
22. Digno de receber orações e adoração [Apocalipse 5:12-14; Hebreus 1:6]
22. As crianças adoram e rezam a São Nicolau
23. Senhor dos Exércitos [Malaquias 3:5; Isaías 8:13; Salmos 24:10]
23. Senhor de um exército de elfos [na tradição druídica, os elfos eram demônios ou espíritos das árvores]
24. Deus diz, "Eh! Eh!... [Zacarias 2:6]
24. O Papai Noel diz "Ho, ho, ho..."
25. Príncipe da Paz, a Imagem de Deus [Isaías 9:6; Hebreus 1:3];
25. Símbolo da Paz Mundial, a imagem do período do Natal

Nota: Esta comparação foi tirada de The Good Newsletter, de Former Catholics for Christ, out/nov/dez 1997. Pode-se ver claramente que alguém criou uma falsificação secular de Jesus Cristo, colocando muitos de seus atributos no Papai Noel! Existem tantos pontos em comum, que é impossível que essa criação tenha sido acidental. Em Jó 1:6-7, vemos que Satanás passeia pela Terra como se ela fosse o terreno de um jardim, totalmente sob seu controle. Satanás pode ser imaginado como o mestre das marionetes, que puxa as cordinhas na Terra. Certamente, nestes dias finais, ele quer ter alguém que desvie a atenção, a admiração e o amor das crianças de Jesus Cristo. Mas, não somente isso, também quer contaminar as crianças desde cedo com a mais devastadora das doenças espirituais, o amor aos bens materiais e o amor a si mesmo, que acompanham o desejo de receber o maior número possível de presentes! A criação e a promoção do Papai Noel certamente cumprem todos esses objetivos.
Lembre-se que uma das profecias de Jesus Cristo sobre o fim dos tempos é que o coração das pessoas estará extremamente frio com relação a ele.
"E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará." [Mateus 24:12].
Certamente, as crianças aprendem a ir à fonte errada para receber presentes, são encorajadas a se comportar bem durante o ano pelas razões erradas, e aprendem a amar os bens materiais, em vez de amar a Deus sobre todas as coisas. Isso nos faz lembrar de outra profecia bíblica:
"Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus." [2 Timóteo 3:1-4].
Essa profecia não descreve exatamente como está nossa sociedade nos dias atuais? As crianças estão aprendendo desde cedo a amar os bens materiais, a tentar obter o maior número possível de brinquedos, e a amar a si mesmas, tudo como conseqüência de acreditar nesse mito pagão do Papai Noel.
Pedimos que você receba essas informações com amor, como elas foram dadas. Você certamente não deve ensinar aos seus filhos o mito do Papai Noel. Ensine que Jesus Cristo é a razão do Natal. Não há nada de errado em dar e receber presentes, mas faça as crianças compreender que é muito melhor dar do que receber. Além disso, mostre-lhes que Jesus Cristo nos deu o maior presente de todos, o dom da vida eterna!
Quando você compreender o modo deliberado como o mito do Papai Noel foi criado, como uma falsa imitação de Jesus Cristo, poderá ver que as crianças podem ser facilmente desviadas espiritualmente crendo e participando nessa história. Mantenha o foco em Cristo para seus filhos.
Essas informações são apenas mais um exemplo que mostra como estamos vivendo nos últimos dias de grande engano e frieza nos corações. Juntamente com os muitos outros sinais do fim dos tempos, esse amor ao Papai Noel pagão é apenas mais um claro sinal do fim.


Você está preparado espiritualmente? Sua família está preparada? Você está protegendo seus amados da forma adequada? Esta é a razão deste ministério, fazê-lo compreender os perigos iminentes e depois ajudá-lo a criar estratégias para advertir e proteger seus amados. Após estar bem treinado, você também pode usar seu conhecimento como um modo de abrir a porta de discussão com uma pessoa que ainda não conheça o plano da salvação. Já pude fazer isso muitas vezes e vi pessoas receberem Jesus Cristo em seus corações. Estes tempos difíceis em que vivemos também são tempos em que podemos anunciar Jesus Cristo a muitas pessoas.
Se você recebeu Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, mas vive uma vida espiritual morna, precisa pedir perdão e renovar seus compromissos. Ele o perdoará imediatamente e encherá seu coração com a alegria do Espírito Santo de Deus. Em seguida, você precisa iniciar uma vida diária de comunhão, com oração e estudo da Bíblia.
Se você nunca colocou sua confiança em Jesus Cristo como Salvador, mas entendeu que ele é real e que o fim dos tempos está próximo, e quer receber o Dom Gratuito da Vida Eterna, pode fazer isso agora, na privacidade do seu lar. Após confiar em Jesus Cristo como seu Salvador, você nasce de novo espiritualmente e passa a ter a certeza da vida eterna nos céus, como se já estivesse lá. Assim, pode ter a certeza de que o Reino do Anticristo não o tocará espiritualmente. Se quiser saber como nascer de novo, vá para nossa Página da Salvação agora.
PAPAI NOEL: SUA ORIGEM E SUAS CONTROVÉRSIAS
  
Nessa matéria você lerá, dentre outras curiosidades, sobre: (1) de onde vem a brincadeira de amigo oculto; (2) a origem do Papai Noel depois de Nicolau; (3) a primeira vez que o cinema retratou esse personagem; (4) como o protestantismo conviveu com o Natal e com o Papai Noel durante a Reforma, durante o século XIX e a partir do início do século XX; (5) como a Igreja Católica estimulou a morte do Papai Noel; (6) os primeiros estudos acadêmicos sobre a necessidade ou não de se manter a ficção do Papai Noel; (7) como a OMS cuidou do caso na década de 1950; (8) a origem da relação entre a Coca-Cola e o Papai Noel.

 
Já vimos noutras matérias que Jesus nasceu “antes de Cristo”; que o Natal foi oficializado no século IV, com o aparente objetivo de sufocar a festa pagã chamada Sol Invictus, comemorada no dia 25 de dezembro; agora, vamos contar os bastidores do surgimento e ascensão de Papai Noel.

Inicialmente vale ressaltar que, nos primeiros séculos, várias comunidades cristãs não eram favoráveis à comemoração do Natal, tanto que Orígenes, no século III, posicionou-se abertamente contra as festas comemorativas do aniversário de Jesus, assentindo que tal procedimento faria de Cristo um tipo de faraó, ou seja, uma divindade humana. Outros, no entanto, defendiam que, se o “mundo” via razões de sobra para honrar seu imperador, muitos mais motivos tinha a comunidade cristã para comemorar o nascimento daquele que seria o salvador da humanidade.

O mundo romano, por sua vez, enxertado em seu paganismo histórico, valorizava sobremaneira as festas de finais de ano, notadamente a Saturnália, cujo início se dava em 17 de dezembro. Na ocasião, as casas eram cuidadosamente enfeitadas, havia brincadeiras, troca de presentes, jogos, tréguas de brigas, banquetes, homens se vestindo de mulher, etc.

A troca de presentes no Natal, ainda apreciada nos dias de hoje (veja, por exemplo, as brincadeiras de amigo secreto), fora veementemente combatida por um bispo católico no início do ano 400. O bispo dizia, por exemplo, que a “festa ensina até mesmo as crianças bem pequenas, ingênuas e simples, a serem gananciosas, e acostuma-as a irem de casa em casa e a oferecerem novos presentes...”.

Por mais que várias autoridades da Igreja tenham tentado acabar com as festas de fim de ano, a tradição persistiu na Idade Média e chegou aos dias de hoje com bastante força, como já assinalamos acima. De nada valeu um édito londrino do século XV, através do qual se proibiu pedir presentes de Natal em Londres.

Mas o Papai Noel, quando e como entra nesta história? Para começar, o bom velhinho (trajado de Nicolau) só passa a se relacionar com o Natal em torno de mil anos depois do início da referida festa. Os primeiros registros mostrando um presenteador mágico na época do Natal apontam para o século XII. Nicolau (santo católico), falecido supostamente em 6 de dezembro de 343, vivia, no século 12, sob a fama de ser um santo milagreiro.

Nicolau, sabendo que um pai se achava impossibilitado de prover o dote de suas três filhas, decide entregá-las à prostituição e à escravidão. O santo consegue, em três noites consecutivas, atirar sacos de ouro na casa das três filhas, livrando-as, assim, do infortúnio que se avizinhava. O pai, descobrindo a atitude de Nicolau, espalha sua bondade, embora tivesse sido advertido para não divulgar o milagroso feito.

Curiosamente, é também no século XII que se propaga a forma de presentar como o concebemos hoje, quando freiras francesas, tentando homenagear o santo protetor das criancinhas, deixa secretamente presentes nas casas das crianças pobres na véspera do dia de São Nicolau.

Gradativamente, o santo é incorporado no psicológico social cristão, e passa a ser visto como o presenteador infalível nas noites de Natal (ainda não recebia o nome de Papai Noel). Só havia uma única condição para não ser presenteado na madrugada natalina: a desobediência aos pais durante o ano inteiro. Com isto, os pais tinham em suas mãos um forte motivo para invocar a obediência por parte de seus filhos. Estes, por sua vez, comumente dirigiam ao santo as mais variadas petições: “São Nicolau, protetor das crianças boas, eu me ajoelho para que o senhor interceda. Ouça a minha voz através das nuvens e esta noite me dê alguns brinquedos. O que mais quero é uma casa de bonecas com flores e pássaros, uma montanha, uma campina e carneirinhos bebendo água do regato”, dizia uma delas.

O Natal era, então, aguardado ansiosamente pelas criancinhas, que tinham o hábito de colocar sapatos ou meias embaixo da cama, a fim de que os presentes fossem colocados dentro dos mesmos. Comumente havia casos em que crianças não eram presenteadas na noite de Natal. Em vez de um presente, uma vara era colocada dentro do sapato, significando que o presenteador Nicolau estava triste com a referida criança. A vara, no caso, era sinal de disciplina. Logo, o santo era visto sob o dualismo benevolência x disciplina. Nicolau tinha tanto de misericordioso quanto de punitivo, e tal fama durou muito séculos, inclusive na Idade Moderna.

Já no final da Idade Média houve, por parte de membros da Igreja, quem enxergasse a necessidade de substituir o bom Nicolau pelo Menino Jesus. A fama, então, deveria ser transferida para o “filho de Deus”, a quem cabia, por mérito, a boa fama. Por razoável tempo coexistiram os dois presenteadores natalinos em questão. O reformador Martinho Lutero, por exemplo, chegou a declarar em 1532: “É isso o que fazemos quando ensinamos nossas crianças a jejuar e rezar, e a pendurar suas meias para que o Menino Jesus e São Nicolau possam lhes trazer presentes. Mas, se não rezam, elas não ganham nada, ou então ganham apenas uma vara e maçãs de cavalo [cocô]”.

No entanto, o advento do protestantismo trouxe sérias acusações contra as tradições de então, notadamente a de comemorar o Natal e a de acolher seu respectivo presenteador natalino. Nos países onde a fé calvinista teve maior destaque, não somente o santo como o próprio Natal foi banido. Na Escócia e na Inglaterra puritana, por exemplo, foram promulgadas leis que proibiram incondicionalmente o Natal e o ato de se presentear na referida data, pelo menos de 1645 a 1660. No mesmo período, deixar de trabalhar e ficar em casa no dia 25 de dezembro, ir à igreja para cantar músicas natalinas ou mesmo se reunir com a família em momento festivo poderia resultar em multa ou mesmo em prisão. Havia forte fiscalização no sentido de proibir em definitivo qualquer comemoração que relembrasse o Natal.

Houve casos em que foram registradas inclusive atitudes extremistas: mulheres condenadas e presas por dançarem na noite de Natal; padeiros que fizeram o pão natalino foram arrastados aos tribunais e julgados; aplicação de multas por suspeitas de comemoração; excomunhão para os relutantes. Um ministro calvinista chegou a dizer que comemorar o Natal é a mesma coisa que fornicar. O período natalino nos países protestantes (principalmente calvinista) do final do século XVII se tornou reconhecidamente propício a uma série de punições, muitas das quais manifestamente extremistas.

O período que vai da Renascença à Revolução Industrial só fez ampliar o número de presenteadores natalinos. Nicolau e o Menino Jesus haviam perdido tal monopólio. Desta vez outros elementos sobrenaturais passaram a cumprir a mesma função: fadas, espantalhos, feiticeiras, figuras fantasmagóricas vestidas de branco, anjos (até demônios com correntes). Mas nenhum conseguiu ocupar a proeminência de Nicolau.

No início do século XIX (por volta de 1809), São Nicolau dá indícios de que irá perder, de vez, o posto para outro velhinho: o Papai Noel. A razão encontrada parecia óbvia: Nicolau era caridoso, mas também punitivo. Costumeiramente castigava as criancinhas por suas travessuras. Estava na hora de se aposentar. Entra em cena o bom velhinho que conhecemos hoje. Papai Noel é retratado sobrevoando uma cidade num carroção (depois se converte num trenó) na noite natalina, depois descendo pelas chaminés. Esta invenção vem dos Estados e só aos poucos é que a Europa aceita a substituição proposta pelos americanos.

Os passos seguintes vieram com a imaginação de poetas e cartunistas. Em 1810 aparece a primeira menção impressa do vocábulo Papai Noel, escrito num poema de 15 de dezembro do mesmo ano. Os anos e as décadas seguintes deslancharam o velhinho presenteador, dando-lhe um rosto, um corpo, um comportamento peculiar, uma longa barba. Um poema de 1844 dizia que ele tinha um metro e meio de altura e sua morada era numa árvore (esta, a árvore natalina como conhecemos hoje, tem origem por volta de 1184).

Num poema de 26 de dezembro de 1857, pela primeira se tem maior nitidez de suas vestimentas: Papai Noel é descrito como um homem gordo, vestido de vermelho e ornamentado de branco e com longas botas pretas. Sua residência é descrita num castelo polar, com uma inscrição na entrada que dizia: “Aqui não entra ninguém que fica na cama até tarde”. No mesmo poema o autor dizia: “Todos os que esperam uma meia cheia de presentes não devem perder muito tempo brincando; tenham sempre em mente os livros e o trabalho e levantem-se ao raiar do dia”. Estava aqui, a velha tática de controlar aqueles que pretendiam receber presentes na noite de Natal.

Em 1869 novos poemas trazem algumas inovações sobre Papai Noel. Sua morada é reafirmada como sendo no Polo Norte. Ele é dono de uma luneta, capaz de vigiar todas as crianças do mundo; possui um livro para registrar todos os pedidos que lhe são dirigidos e ainda é mostrado cingido por um cinto largo, o mesmo usado nos dias de hoje.

Nas três últimas décadas do século XIX os Estados Unidos sentiram de perto o alto prestígio do Papai Noel e das festas natalinas. A chaminé, porta de entrada do bom velhinho, passou a ser alvo inevitável de visitas das crianças na noite de Natal. Durante todo o dia 24 de dezembro e principalmente antes de dormir, elas se aproximavam da chaminé, ora gritando, expondo seus pedidos, ora fazendo suas petições em silêncio, como se o Papai Noel fosse um ser onipresente e onisciente, capaz de, num só instante, estar em todos os lugares ao mesmo tempo e capaz de anotar um a um e de uma só vez todos os pedidos que lhe eram dirigidos.

No início da década de 1850 surgem os primeiros cartões de Natal impressos. Poucos anos após a criação do cinema, o personagem fictício já havia conquistado as telas em preto e branco: um filme chamado Santa Claus, de 1899, trazia em seu catálogo a seguinte descrição: “Nesse filme vocês verão o Papai Noel entrar na sala pela lareira e em seguida arrumar a árvore. Então ele enche as meias que as crianças penduraram previamente no console da lareira. Depois de caminhar para trás e conferir tudo o que fez, ele subitamente se arremessa para a lareira e desaparece subindo pela chaminé. Esse filme surpreende a todos e deixa as pessoas imaginando como o velhinho desaparece”.

A fama era tanta que muitas igrejas protestantes, historicamente hostis ao Papai Noel e às comemorações natalinas, voltaram não só a celebrar o Natal como também a convocar o bom velhinho a estar presente em vários momentos festivos das igrejas. A partir de 1850, essas mesmas igrejas passaram a usar o lendário Papai Noel nas escolas dominicais, assim como toda a indumentária natalina (árvore e presentes). Três décadas depois, essas igrejas já pareciam aceitar numa boa a presença do bom velhinho em algumas de suas liturgias, notadamente nas escolas dominicais. Tudo tinha uma explicação lógica: todo esse espetáculo proporcionou um grande aumento na frequência daqueles que visitavam principalmente as ditas escolas dominicais, bastante em voga na segunda metade do citado século, uma vez que elas (as igrejas) enxergaram no novo método (escola dominical) uma forma eficiente de levar o conhecimento bíblico a todos os visitantes.

É de se estranhar, talvez, essa mudança de visão das igrejas protestantes em poucas décadas. Meio século antes, líderes evangélicos chegaram a declarar: “A palhaçada que nessa ocasião acontece em algumas das igrejas, sob o ministério de um tipo de professores mercenários, e as ideias pueris e superficiais propagadas por via desse meio corrupto e interesseiro, referentes à natureza e ao modo da redenção cristã, são maravilhosamente calculadas para ampliar a esfera da estupidez e para aumentar as sombras da escuridão moral sobre a mente da humanidade”.

Mas, segundo alguns especialistas que estudaram o protestantismo americano do século XIX, vários líderes religiosos passaram a valorizar a conversão pessoal em Deus e não necessariamente a forma estereotipada de como se processava essa conversão. Daí justificarem que as festas natalinas eram apenas um chamariz, uma forma de seduzir aqueles que outrora se achavam hostis à própria religião.

Coincidentemente, o desenvolvimento econômico e social dos Estados Unidos no final do século XIX e início do século XX parece ter mexido com a cabeça das crianças. Em 1897, um periódico comparou dois pedidos feitos ao Papai Noel, um chamado de “antiquado” e o outro de “moderno”. O primeiro, escrito sob a luz de um lampião de querosene, diz: “Papai Noel, por favor, me traz um trenó novo e uma faca e um saquinho de doces, pois eu estou tentando ser um bom menino”. O segundo, escrito à luz elétrica, diz: “Querido Papai Noel, quero uma bicicleta e uma carruagem com cavalos, um iate e é bom você me trazer outro revólver porque o meu é muito pequeno”.

Na década de 20, quando a Coca-Cola sofria pesadas críticas feitas pela União Cristã Feminina da Temperança, pelo Governo Federal e por outros críticos por causa da fórmula de seu refrigerante (um senador chegou a declarar que coca-cola causava esterilidade nas mulheres, sem contar que era capaz de dissolver “as capacidades mental e digestiva e tecido moral”), ela decidiu investir pesado invocando o Papai Noel na pretensão de ser vista com outros olhos pela comunidade americana. Surgiu, aí, a tradição que dura ainda nos dias hoje: a íntima relação entre a Coca-Cola, o Natal e o Papai Noel.

Mas nem tudo são flores. Embora sempre criticado em toda a sua existência, as primeiras críticas acadêmicas surgiram por volta de 1896. Uma universidade americana fez estudos e concluiu que não parecia bom manter essa mentira junto às criancinhas. Dois anos antes, um inglês refletiu sobre a importância de manter ou não essa tradição em seu país, e concluiu, levando em conta as recentes mudanças sociais da Inglaterra que já havia chegado a hora de acabar com a tradição de manter vivo o Papai Noel. Ele declarou:

“Acredito que haja algum benefício no uso de todas essas tradições enquanto elas vivem e, se assim for, devemos mantê-las vivas; mas em sua maioria elas são por natureza perecíveis. Morrem porque já fizeram tudo o que estavam destinadas a fazer, e também para deixar espaço para formas novas e melhores da velha vida. Precisamos enterrar o que está morto, e não fazer de conta que essas coisas ainda estão vivas e galvanizá-las num falso aspecto de vida. Fazemos muitas asneiras, isso é inegável; permitimos que morram – ou até nós mesmos destruímos – muitas coisas que ainda continham vida, e continuamos tentando manter vivas muitas coisas que já morreram há muito tempo e aborrecem a todos, inclusive a nós mesmos".

Pouco depois, a Rússia comunista empreende os mais consistentes esforços no sentido de banir em definitivo tudo o que estivesse associado à religião, inclusive o Natal e o velho Papai Noel. Vendedores de árvores de Natal eram presos; igrejas foram fechadas; ícones religiosos quebrados; profissionais que participavam de festas natalinas eram expulsos de seus sindicatos. No dia 25 de dezembro, o golpe de misericórdia: as crianças eram obrigadas a assistir a filmes e concertos antirreligiosos. A festa de Natal havia sido transferida para 31 de dezembro, com uma nova roupagem, inclinada exclusivamente para tudo que fosse contrário à religião.

A ofensiva não vinha, no entanto, somente de países ateus, como a Rússia. A própria Igreja Católica, em 1951, protagoniza algo que até então parecia improvável: um de seus templos franceses promoveu, em dezembro do mesmo ano, a queima pública de Papai Noel. O ato chamou a atenção do mundo, mas a explicação parecia óbvia: o velho bonzinho havia chegado longe demais: seu notório prestígio junto às famílias havia deixado de lado outros símbolos considerados pela Igreja como mais importantes, dentre os quais o presépio e o Menino Jesus. Tal ressentimento se justificava pelo fato de que, segundo a explicação local, o Papai Noel americano representava, na interpretação do estudioso Gerry Bowler, “a paganização de uma importante festa cristã e era mito destituído do valor religioso; e era um herege e um usurpador”.

Assim, o Papai Noel foi queimado ao vivo, na presença de 250 crianças. A Associação Cristã dos Moços (ligada à igreja local) emitiu uma nota que dizia: “Desejosos de combater as mentiras e as histórias falsas, queimamos esse Papai Noel. A intenção não foi fazer uma demonstração esportiva ou comercial, mas sim proclamar alto e bom som que as mentiras não podem despertar o sentimento religioso de uma criança e absolutamente não são um método de educação para a vida”.

Daí em diante, muitas igrejas protestantes passaram a fazer uma nova reflexão sobre a necessidade ou não de preservar essa tradição. Em 1975, uma igreja da Flórida promoveu um linchamento de duas imagens de Papai Noel. Cinco anos depois, outra igreja simbolizou o julgamento do velhinho, acusado de fraude e perjúrio, tendo o réu sido condenado e em seguida enforcado.

Um folheto na Carolina do Norte (não sabemos seu autor) chegou ao extremo e apresentou Papai Noel como sendo o próprio Diabo e acabou incluindo um poema chamado “Ho! Ho! Ho!”, que dizia: “O Diabo tem um demônio, o nome dele é Papai Noel. Ele é um demônio velho e sujo (...) Um dia eles vão se apresentar diante de Deus, sem o seu saco de bugigangas (...) condenados para o Inferno eterno, onde não haverá Ho! Ho! Ho!”.

As pesadas críticas se fizeram acompanhadas não somente de membros ligados à religião. O primeiro diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) chegou a declarar no início da década de 1950 que iria levar o caso do Papai Noel para as Nações Unidas, com o fim de privar as crianças de todo tipo de ficção capaz de incutir em suas mentes ideias completamente distanciadas da realidade. Em décadas posteriores, houve casos em que os professores chegaram a proibir que seus alunos fossem cumprimentados com a frase “Feliz Natal”. Não vingou, e a tradição persistiu.

Finalizamos esta matéria com uma frase dita por um pai ficcional, publicada em 1856, quando ele chega para sua esposa e diz: “A partir de agora o Natal deve ser uma instituição em nossa família! (...) Sou um homem melhor por causa do que fiz na noite passada e da diversão inocente de hoje. Sinto-me vinte anos mais jovem e cinquenta pontos mais feliz. Compensa, minha querida, compensa!”.

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Resumidamente, temos: (1) as brincadeiras de amigo oculto no final de ano tiveram origem no paganismo romano; (2) as comemorações do Natal são antigas e coexistiram no tempo com as festas pagãs com significados parecidos; (3) as origens de um presenteador natalino remontam ao começo do século XII, e estão diretamente associadas a São Nicolau; (4) a origem do Papai Noel como o concebemos hoje remonta às primeiras décadas do século 19, nos Estados Unidos; (5) as igrejas protestantes ora repudiaram o Papai Noel e as festas natalinas, ora os receberam de braços abertos de acordo com as conveniências teológicas e pedagógicas.


FONTE:
http://festasnatalinas.blogspot.com.br
http://terramagazine.terra.com.br
http://solascriptura-tt.org
http://deondeeoteureino.blogspot.com.br
http://www.espada.eti.br

http://historiaesuascuriosidades.blogspot.com.br

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