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domingo, 9 de dezembro de 2012

274-O CRISTÃO E AS LEIS HUMANAS

O cristão e as relações sociais

Texto Áureo

"Tendo o vosso viver honesto entre os gentios, para que, naquilo em falam mal de vós, como de malfeitores, glorifiquem a Deus no dia da visitação, pelas boas obras que em vós observem". 1 Pe 2.12

Verdade Aplicada

Nossas obrigações como cidadãos e servos de Deus devem mostrar, acima de tudo, a glória de Deus.

Objetivos da Lição

Apresentar a integridade como fator essencial na vida do cristão;
Definir o que é a liberdade cristã;
Mostrar como deve o cristão se comportar diante da sociedade.

Texto de Referência

1 Pe 2.11  Amados, peço-vos, como a peregrinos e forasteiros, que vos abstenhais das concupiscências carnais, que combatem contra a alma,
1 Pe 2.12  Tendo o vosso viver honesto entre os gentios, para que, naquilo em falam mal de vós, como de malfeitores, glorifiquem a Deus no dia da visitação, pelas boas obras que em vós observem.
1 Pe 2.13  Sujeitai-vos, pois, a toda ordenação humana por amor do Senhor; quer ao rei, como superior;
1 Pe 2.14  Quer aos governadores, como por ele enviados para castigo dos malfeitores e para louvor dos que fazem o bem.
1 Pe 2.15  Porque assim é a vontade de Deus, que, fazendo o bem, tapeis a boca da ignorância dos homens loucos;
1 Pe 2.16  Como livres e não tendo liberdade por cobertura da malícia, mas como servos de Deus.
1 Pe 2.17  Honrai a todos. Amai a fraternidade.   Temei a Deus. Honrai o rei.
1 Pe 2.18  Vós, servos, sujeitai-vos com todo o temor ao senhor, não somente ao bom e humano, mas também ao mau;


Ajuda 1


"Portai-vos de modo que não deis escândalo nem aos judeus, nem aos gregos nem à igreja de Deus" (1Co 10.32).

Estamos sendo transformados segundo a imagem de Cristo, temos portanto o dever de demonstrar ao mundo a realidade desta operação do Espírito em nossa vida.

Todo o crente precisa dar testemunho de Cristo diante da sociedade em que vive. Testemunhar significa muito mais que simplesmente falar de Cristo. Testemunhar é também reconhecer as autoridades levantadas por Deus para servirem de governantes no mundo. Por amor de Cristo, o cristão deve reconhecer e aceitar suas responsabilidades e obrigações de cidadania, em submissão aos direitos legítimos do Estado. A obrigação cristã não depende do caráter pessoal da autoridade, mas depende do ofício exercido e dos deveres de que essa autoridade está encarregada (Rm 13.1).

Enquanto a obediência às leis humanas não envolve desobediência a Deus, cumpre-nos submetermo-nos a elas por amor a Cristo (At 4.19; 5.29).

O crente tem um relacionamento com a sociedade, e deve ser visto como um bom cidadão, cumpridor dos seus deveres e respeitador das leis. Deus deseja que sejamos um exemplo para o mundo, influenciando os que estão à nossa volta. As autoridades foram instituídas por Deus para julgar os que praticam o mal e recompensar os bons cidadãos. Apesar dessas designações, as autoridades são humanas e, por isso, falhas. Uma das falhas pode ser julgar erradamente os bons, reputando-os por maus. É principalmente nesse caso que deve o cristão manter o testemunho de Cristo.

Que tipo de relacionamento deve ter o crente com a sociedade? Deverá isolar-se totalmente do mundo a fim de manter-se afastado das más influências, ou aproximar-se dele para transformá-lo com o poder do evangelho de Cristo?

O Cristão e o Próximo

1. Exemplo para o mundo. O v.12 faz-nos lembrar da oração sacerdotal de Jesus quando disse: "Não peço que os tires do mundo; mas que os livres do mal" (Jo 17.15). A missão dos discípulos de Cristo é ser sal da terra e luz do mundo. Isso exige ter contato com o mundo, e não tremer diante dele ou fugir. Cristo não orou para que seus discípulos fossem tirados do mundo, mas sim, preservados do mal que há no mundo.

Todo crente deve influenciar a sociedade à prática do bem com o testemunho de sua própria vida, tendo sempre o cuidado de manter-se afastado das concupiscências carnais. O modo de viver do cristão tanto pode exaltar como denegrir o nome de Cristo.

2. As boas obras. Para o cristão, "fazer o bem" significa viver conforme os ditames da Palavra de Deus, os quais expressam a sua vontade (1 Pe 3.10-12; 4.2; 1.15). A vida cristã genuína deve ser vivida de tal forma que, ao observá-la, as pessoas se sintam motivadas a glorificar a Deus (Mt 5.16).

3. A liberdade cristã. O exercício da liberdade cristã pelo crente não é simples e fácil como muitos imaginam. Além desta epístola, outros livros da Bíblia tratam do assunto com detalhes, como Gálatas, Romanos e 1 Coríntios.

O v.16 nos ensina que a liberdade cristã nunca deve ser usada para "encobrir" atos maliciosos. Se a liberdade for usada para o mal, deixa de ser liberdade, para ser escravidão espiritual.

A conduta e o comportamento antibíblicos de certos crentes, considerados como "uso da liberdade cristã", não é outra coisa senão anarquia na igreja (cf. 2 Pe 2.19). É o temor do Senhor, os ensinos da Palavra de Deus, a direção e o poder do Espírito Santo em nossas vidas que nos levam ao correto uso da autêntica liberdade cristã. Em suma, o autocontrole impelido pelo Espírito é a única base duradoura para a liberdade: "Se sois guiados pelo Espírito, não estais debaixo da lei" (Gl 5.18). O homem inteiramente controlado por Deus é verdadeiramente livre. Não significa fazer o que queremos para satisfazer a vontade da nossa natureza humana e carnal. É liberdade em Cristo para fazer o que devemos, segundo a vontade do Senhor (Lc 14.33).

Uma pessoa que realmente ama a Deus não se fiará na liberdade de Cristo para conduzir sua vida separada da soberana vontade do Pai, desonrando-o em sua santidade. 

Liberdade Cristã

Benefício da graça pelo qual o pecador arrependido é liberto da velha natureza, passando a viver de forma voluntária e integral para a glória de Deus (Jo 8.32).

Soberana vontade do Pai

Autoridade inquestionável que Deus exerce sobre todas as coisas criadas, quer na terra, quer nos céus, dispondo de tudo de acordo com os seus conselhos e desígnios.

O Cristão e o Estado

1. Autoridades. Jesus ordenou: "Daí a César o que é de César" (Mt 22.21). A Bíblia ensina que os que governam o fazem por delegação divina. Todo poder pertence a Deus (Sl 62.11). Portanto, submeter-se à autoridade é um modo de honrar a Deus. A submissão é um ato de fé que estabelece Deus como a autoridade máxima sobre o relacionamento, seja como governo, igreja, emprego ou família. Quanto maior a autoridade, maior a responsabilidade para com Deus. Todo cristão deve respeitar as leis, ser cauteloso e autodisciplinado.

2. "Sujeitai-vos". A expressão "sujeitai-vos" (v.13), não implica obediência cega às autoridades, mas consciente, à luz da fé cristã. Observe as palavras do próprio apóstolo Pedro perante o Sinédrio: "Julgai vós se é justo, diante de Deus, ouvir-vos antes a vós do que a Deus" (At 4.19). Deus instituiu e ordenou os governos para garantir a ordem e a justiça na sociedade, por isso o crente deve submeter-se a eles. Todavia, se tais governos deixarem de exercer a sua devida função, e passarem a agir no sentido contrário a Palavra de Deus, o cristão deverá obedecer a Deus, e não mais aos homens. Esta doutrina continua em Romanos 13.1-7 e Tito 3.1,2.

Relações de Trabalho

Além do v.18 desta lição sobre o relacionamento patrão-empregado e chefe-subordinado, há várias outras orientações bíblicas sobre o assunto, como em Ef 6.5-7; Cl 3.22-25; 1 Tm 6.1,12; Tt 2.9,10; Rm 13.1-7. Nestes textos aprendemos que os empregadores devem ser generosos e os empregados honestos e zelosos no seu trabalho, merecendo assim o reconhecimento do seu serviço. Essa relação deve basear-se no respeito e ajuda mútua, uma vez que todos os homens têm um Senhor nos céus, a quem terão de prestar contas.

1. Os deveres dos que prestam serviço a outrem. O que quer que o cristão faça, deve ser feito como ao Senhor (Rm 14.7-9). Ou seja, deve trabalhar como se Cristo fosse o seu patrão, sabendo que todo o trabalho realizado "como ao Senhor", um dia será recompensado com um galardão (Ef 6.6-8).

Qualquer trabalho ou serviço deve ser prestado como se fosse oferecido ao próprio Senhor celestial. Em todas as coisas, o que importa é o "espírito" com que é feito o trabalho, e não simplesmente o produto como o homem o vê - tudo o que se faz deve ser feito de coração e de boa vontade (Cl 3.22). 

2. A atitude do senhor. O patrão ou chefe cristão deve saber que tudo o que ele diz ou faz ao seu subordinado deve ser dito ou feito lembrando-se de que ele (o patrão) tem um Senhor nos céus. A Ele deve esse patrão ou chefe prestar contas, inclusive quanto à maneira com que tratou seus subordinados. Há patrões e chefes que se dizem crentes e reduzem seus subalternos a pouco mais que escravos, exigindo trabalho longo e árduo, em troca de um salário insignificante, simplesmente por gozarem de posição social privilegiada. Para Deus, tanto o servo quanto o senhor estão no mesmo nível (Cl 3.11), pois para Ele não há acepção de pessoas.

Concluindo

O cristão deve ser um instrumento que conduza por sua vida e testemunho outros ao reconhecimento da ação de Deus nas pessoas e no mundo, de forma que possam se chegar a Deus e glorificá-lo.

"A Bíblia mostra-nos que, como cristãos, podemos viver sob qualquer forma de governo. Ainda que, como estrangeiros, nossos direitos sejam limitados no que diz respeito a este mundo. Mas enquanto cidadão dos céus, temos uma lealdade mais elevada, e isto deve colidir com nossas responsabilidades perante os potentados terrenos. Foi o que ocorreu quando o Sinédrio ordenou a Pedro e a João a não mais pregarem no nome de Jesus. Eles foram obrigados a declarar que lhes era necessário obedecer antes a Deus que aos homens. O próprio Jesus os tinha comissionado. Por isso, não podiam deixar de contar as coisas que haviam visto e ouvido (At 4.19,20).

"Vejamos o exemplo do próprio Cristo. Num momento difícil, Ele evitou o choque com o poder imperial romano, ao recomendar: "Daí, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus" (Mt 22.21). A Bíblia é muito clara ao afirmar que Deus instituiu as autoridades terrenas para que mantenham a ordem e a legalidade (Rm 13.1-7).

"A responsabilidade do cristão, enquanto residente temporário na terra, é submeter-se de boa vontade às instituições humanas. Assim o fazemos não porque tais instituições sejam boas. Elas podem estar mui distantes do ideal bíblico. O império romano em nada diferia das ditaduras modernas. Não obstante, Pedro e Paulo exortavam os crentes a acatarem-lhe as leis. Assim procedemos não para agradar ao governo, mas a Deus.

"Uma breve observação da história é suficiente para demonstrar que o cristão nada obtém de real ao envolver-se em atividades subversivas, ainda que pacíficas.

"Ao sujeitar-nos aos soberanos e governantes terrenos (1 Pe 2.14), reconhecemo-los como enviados por Deus. Isso significa que Deus é que detém o controle de tudo ...

"Deus pode utilizar-se do governo humano (1 Pe 2.15) para reconhecer o nosso bom procedimento, e silenciar a ignorância dos que se recusam a considerar a verdade."

O cristão e a observância da lei


“Se quiseres observar os mandamentos, eles te guardarão; se confias em Deus, tu também viverás” (Eclo 15, 16).

O discurso sobre a lei está no centro da Liturgia da Palavra deste VI Domingo Comum. Somos chamados ou não à observância da lei? Devemos obedecer a Deus ou à lei? Qual a sua finalidade? Jesus instituiu uma nova lei? A comunidade cristã é chamada a refletir a respeito destas questões à luz da fé e da palavra de Jesus. Este é apresentado pelo evangelista Mateus como aquele que ensina a prática da justiça e a realização da vontade de Deus. O texto evangélico deste Domingo (Mt 5, 17 – 37) está inserido no discurso do sermão da montanha, onde Jesus ensina aos discípulos e à multidão reunida em torno dele.

A lei e a justiça

Jesus começa dizendo que não veio abolir a lei e os profetas. Logo, não podemos acusá-lo de ser mais um revolucionário desobediente entre os judeus. A palavra de Jesus revela que ele aprovou e reforçou o texto da lei judaica dada aos antigos, mas este reforço exigiu a realização de alguns “reparos”. Somos levados a pensar que o problema não está na lei em si mesma, mas na prática da lei. Os fariseus e mestres da lei observavam-na, rigorosamente; ou seja, se preocupavam com a letra da lei, não com seu espírito. Assim, mostravam-se ultraconservadores e legalistas, pois cumpriam a lei pela lei.

O cumprimento da lei pela lei tem como conseqüência o esquecimento ou a marginalização da justiça. Os fariseus e os mestres da lei não estavam preocupados com a prática da justiça que preserva e promove a vida do ser humano, mas, somente, com observâncias minuciosas da lei através de uma burocracia escravizante que não considera a dignidade da pessoa. Quando fala sobre a lei e os profetas, que resumem todo o Antigo Testamento, Jesus quer chamar a atenção para a prática da lei que deve colocar o ser humano em primeiro lugar.

Colocar a pessoa em primeiro lugar significa que esta é maior do que a lei, ou seja, não é a pessoa que deve viver em função da lei, mas esta em função daquela. Tanto no aspecto social quanto religioso, ninguém está obrigado à obediência de leis que oprimem e/ou que não promovem a justiça. Jesus cumpriu a lei levando-a a perfeição. Ele nos ensina que a prática da lei corresponde, necessariamente, à prática da justiça. O contrário disso se expressa na opressão oriunda do farisaísmo e da alienação.

Na sociedade e na Igreja temos as leis, que deveremos observá-las seguindo o exemplo de Jesus. Tanto numa quanto noutra há o risco de nos tornarmos escravos. As leis não são produções divinas, mas humanas; portanto, sujeitas a reparos. Nas constituições e códigos civis temos as chamadas “emendas”, ou seja, aperfeiçoamentos necessários para o pleno cumprimento das leis que devem promover a justiça social. Todas as leis devem ter como fim a promoção da justiça social.

As leis eclesiásticas devem ter o mesmo tratamento, ou seja, não foram ditadas por Deus, mas são oriundas da inteligência humana, e devem convergir para a prática da justiça que constrói o Reino de Deus. Na Igreja temos fariseus e mestres da lei, que a interpretam segundo interesses, meramente, institucionais e/ou grupais. Na vida eclesial, as leis canônicas e litúrgicas devem ter como princípio fundamental a vida do ser humano. Quando ocorre o contrário, assistimos humilhações, exclusões, julgamentos injustos e condenações, hipocrisia, alienação e toda espécie de opressão religiosa.

Os fundamentalismos bíblico, teológico e religioso são frutos da interpretação equivocada e da aplicação exacerbada das leis e/ou prescrições canônico-religiosas. Portanto, peca contra Deus toda Igreja e/ou autoridade religiosa que se utiliza da lei para julgar e condenar as pessoas. A Igreja nasceu para trabalhar, incansavelmente, na construção do Reino de Deus, não para reforçar a opressão que os poderosos exercem sobre as pessoas, principalmente sobre os empobrecidos.

Ofensa e reconciliação

Em segunda, Jesus fala, também, dos valores que dignificam as relações interpessoais: além de não devermos matar, não devemos odiar nem difamar o próximo; somos chamados à reconciliação e ao diálogo. Tudo isto nos remete a uma sadia convivência na comunidade. Aliás, não podemos viver nem construir comunidade sem vivermos o respeito, a reconciliação e o diálogo. Somos seres humanos, falantes e racionais, portanto, chamados a construir um mundo de justiça e de paz.

Jesus não dita códigos e/ou normas de conduta. O amor deve ser a norma que deve reger a conduta do discípulo missionário de Jesus. Ele não fez nenhum acréscimo ao conjunto das leis que encontrou na comunidade judaica, pois esta não foi a sua missão. A missão de Jesus de Nazaré, missionário do Pai, foi a de reconciliar as pessoas com Deus, reconciliação que acontece na relação sadia com o próximo. A prática da justiça do Reino de Deus é o ensinamento fundamental de Jesus de Nazaré, esta justiça supera a dos fariseus e mestres da lei.

O mundo padece pela falta da prática da justiça do Reino de Deus, pois as injustiças tornaram-se coisa comum entre as pessoas. Ser justo virou motivo de escândalo. Aos poucos, o povo está se acostumando com as injustiças. A situação é tão gritante que ser injusto é normal, ser justo é anormal!

A pessoa inteligente e esperta é aquela que é desonesta e que pauta sua vida na desonestidade, seu progresso material é certo numa sociedade regida pelo capitalismo selvagem; enquanto que a pessoa justa, que pauta sua vida na prática da justiça que promove o Reino de Deus é tida como atrasada, e seu progresso material é, muitas vezes, ínfimo. Esta é lógica do mundo.

Jesus nos ensina que ter vantagens em detrimento da vida do próximo é um pecado gravíssimo que se mostra quase que imperdoável. A realidade nos mostra que não tem futuro a pessoa que assim procede; cedo ou tarde todos descobrem a falsidade das aparências e a corrupção das atitudes.

O enriquecimento ilícito é prática comum em nossos dias e tem levado ao empobrecimento cada vez mais agravante de muitas pessoas: uns cada vez mais ricos em detrimento de outros cada vez mais pobres. Um exemplo atual disso está no Egito: enquanto o ditador Hosni Mubarak, durante quase trinta anos no poder, desviou bilhões dólares dos cofres públicos para as próprias contas em outros países, metade da população padece pela falta daquilo que é básico para sobreviver; mas graças ao Deus da vida e à luta incansável da maioria jovem daquele país, a libertação está se tornando possível.

Adultério e fidelidade

Jesus legitimou a legítima união entre o homem e a mulher. O matrimônio é, de fato, um dom de Deus. A traição desta união chama-se adultério. Jesus ensina que a fidelidade alimenta a verdadeira união entre os cônjuges. Fidelidade é sinônimo de confiança, ou seja, a pessoa que, verdadeiramente, ama a outra na relação conjugal é chamada à confiança que gera a fidelidade.

As experiências conjugais de nossos dias estão cada vez mais escassas. As pessoas se casam, mas tal casamento dura pouco. A desconfiança é um dos fatores que tem levado à separação de muitos casais. O homem e a mulher precisam aprender que a recíproca confiança gera comunhão. Assim, pessoas extremamente desconfiadas, que têm dificuldades de construir relações duradouras costumam não ser felizes na relação matrimonial, porque não conseguem confiar no/a outro/a.

Jesus recomenda que a pessoa se separe da outra no caso de fornicação, ou seja, ninguém está obrigado a viver com o cônjuge traidor. A traição quebra, às vezes, definitivamente, a confiança entre as pessoas. Depois da experiência da traição, as pessoas nunca voltam a ser o que eram. É verdade que há casais que se perdoam, mutuamente; mas isto tem acontecido muito pouco. Recomenda-se que aconteça, mas as pessoas tem se mostrado cada vez indispostas.

Em matéria de matrimônio e adultério é preciso que tenhamos em mente a seguinte sentença: Não há neste mundo a mulher e o homem ideais, justos e santos na relação. O ser humano é fraco, que tende para o pecado; e quando este último está diretamente relacionado ao corpo, às faculdades sexuais, tende, portanto, ao desequilíbrio. Não é à toa que Jesus declarou em outra oportunidade: “o espírito está pronto, mas a carne é fraca” (Mt 26, 41). Por isso, orar e vigiar devem ser práticas constantes do casal que deseja ser feliz.

A confiança no Deus que nos conhece (cf. Eclo 15, 20) e que nos concede e nos revela a sabedoria que nos conduz à vida (cf. 1 Cor 2, 7. 10) é um valor evangélico imprescindível na vida do cristão. Devemos pedir a Deus que nos ensine a viver seus preceitos (Sl 118, 33), a fim de que nos faça alcançar aquilo que foi preparado para cada um de nós deste a eternidade: “algo que os olhos jamais viram nem os ouvidos ouviram nem coração algum jamais pressentiu” (1 Cor 2, 9). Este algo é, certamente, a vida feliz do Reino de Deus que devemos, cotidianamente, construir com a prática do amor e da justiça.


FONTE:
http://www.ebdareiabranca.com
http://teologiaelibertacao.blogspot.com.br

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