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sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

298-OS DONS DO ESPÍRITO SANTO

Dons do Espírito Santo
1 Coríntios 12

Há indivíduos que se revelam extremamente talentosos em determinadas áreas, como por exemplo: na música, na oratória, no ensino, nas artes, nos esportes, etc. Os talentos ou aptidões naturais já nascem com as pessoas, sendo algo inerente à vida humana. Tanto cristãos quanto não-cristãos possuem talentos naturais, que são dados para a glória de Deus.

Os dons espirituais são concedidos pelo Espírito Santo aos cristãos para o serviço e adoração ao Senhor. Na Igreja de Corinto estavam presentes atitudes errôneas quanto ao uso dos dons espirituais, chegando alguns a utilizados como nível de vaidade espiritual.
Havia entre os coríntios uma atitude de se cultivar o espetacular e o fascínio pelo sobrenatural, o que refletia as práticas pagãs. É preciso deixar claro que nem todas as manifestações de entusiasmo religioso provêm de Deus.

Este estudo pretende apresentar alguns princípios para unta correta utilização dos dons espirituais, sem contudo oferecer uma análise pormenorizada de cada um deles. Eles são encontrados em Romanos 12.3-8; I Coríntios 12; Efésios 4.7-12 e I Pedro 4.10-11. 

1 - A PROCEDÊNCIA DOS DONS ESPIRITUAIS
Os dons do Espírito são dádivas de Deus, como resultado de Sua graça e presença ativa na vida de Seu povo.

O Novo Testamento mostra esta procedência de diversas maneiras:
1.1. Eles são da graça de Deus.
A própria palavra "dom" indica que é algo dado por Deus, sendo um favor imerecido de Deus. Esta dádiva é gratuita e espontânea. Isso está evidente em Romanos 12.6; Efésios 4.7 e I Pedro 4.10.

1.2. Eles são do Espírito de Deus.
Em I Coríntios 12.1 a ideia é de algo espiritual: "A respeito dos dons espirituais". O verso 11 do mesmo capítulo diz que é o "Espírito" quem distribui como lhe apraz. É o Espírito Santo quem nos dota de dons espirituais. Para o escritor John R. W. Stott "O Espírito Santo é o Executivo da Divindade".

1.3. Eles são da soberania de Deus.
Os dons são presentes graciosos e a distribuição é Soberana. "Mas um só e o mesmo Espírito realiza todas estas cousas, distribuindo-as como lhe apraz, a cada um, individualmente" (I Co 12.11).

Assim sendo, mesmo que tenhamos de "procurar os melhores dons" (I Co 12.31), a partilha não depende da vontade humana, mas da vontade soberana do próprio Espírito Santo (Hb 2.1-4).

Daí, não há nenhuma justificativa para inveja, arrogância e nem frustração. Cada cristão precisa estar contente com o dom que recebeu e nunca ter inveja dos outros por terem dons que você ainda não recebeu.

2. O ALCANCE DOS DONS ESPIRITUAIS
Há uma diversidade bem como uma distribuição ampla dos dons. O dom não é privilégio de um grupo seleto ou de uma determinada comunidade religiosa.

2.1. Distribuição a cada um.
Em Romanos 12.3,6; I Coríntios 12.11; Efésios 4.7 e I Pedro 4.10 há referência clara quanto à distribuição dos dons espirituais a "cada um". Todo cristão tem pelo menos um dom, mesmo que este esteja adormecido ou inativo. A Bíblia ensina que o cristão não é dotado de todos os dons.

2.2. Distribuição aos membros do corpo de Cristo.
O Apóstolo Paulo utiliza a metáfora do corpo para falar sobre a Igreja como corpo de Cristo. Neste corpo composto de sistemas coordenados, cada membro tem uma função distinta, ou seja, diferente (Rm 12.4-6; I Co 12.12,14,27).

Assim como é no corpo humano, é no Corpo de Cristo. Cada cristão tem um dom espiritual e é responsável pela sua funcionalidade. Nenhum cristão fica esquecido pelo Espírito Santo.

Portanto, o trabalho da Igreja não pode ficar apenas nas mãos de uns poucos líderes, pois os dons são dados a todos. A desculpa de que não há na Igreja pessoas capacitadas é anti-bíblica, pois a "cada um" o Espírito concede dons para o desempenho da obra.

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3 - AS FINALIDADES DOS DONS ESPIRITUAIS
É preciso perguntar agora: para que o Espírito distribui dons espirituais?

3.1. Para serem utilizados.
Os dons são funcionais. A Bíblia diz que somos "despenseiros da multiforme graça de Deus", e recebemos a ordem para ser "bons despenseiros" (I Pe 4.10). Na Igreja não há lugar para a ociosidade ou comodismo.

3.2. Para assistir outros.
Os dons precisam auxiliar a outras pessoas. Eles são altruístas e não são doações para ajudar, confortar e enaltecer a nós mesmos. Conforme a tradução da Bíblia de Jerusalém, "cada um recebe o dom de manifestar o Espírito para a utilidade de todos" (I Co 12.7). Veja a recomendação do Apóstolo Pedro em I Pe 4.10.

3.3. Para a edificação da Igreja.
"... procurai progredir, para a edificação da Igreja" (I Co 14.12). Os dons são dados para a edificação pessoal e coletiva. Quanto mais eles edificam, mais valiosos eles são. A falta de crescimento de muitas Igrejas possui como uma das causas a utilização incorreta dos dons (Ef 4.12,15,16). 3.4. Para unir a Igreja.

Está claro que a distribuição dos dons atinge a todos os membros do Corpo de Cristo. Ninguém fica sem ele. A unidade precisa ser preservada dentro da diversidade dos dons, pois o Espírito é o mesmo (I Co 12.4,5,11). E lamentável que a interpretação do significado dos dons tem provocado tantos desentendimentos. A Bíblia recomenda para que não haja divisões na Igreja (I Co 1.10).

É preciso deixar claro, de modo conclusivo, que uma coisa é o Dom do Espírito, o qual o cristão recebe por ocasião da sua conversão a Cristo, e outra coisa são os dons do Espírito, que o Espírito Santo faz depois que se encontra no coração do homem.
Eles são dados de modo soberano e livre pelo Espírito Santo, a cada um segundo a Sua vontade e sempre com uma finalidade prática e útil. Cada cristão deve buscar uma intimidade maior com Deus para compreender qual é o seu dom e aplicá-lo ao serviço do Mestre.

Procure uma integração mais dinâmica em sua Igreja, se envolvendo mais em suas atividades e assim o Espírito Santo estará conferindo a você os Seus dons, qualificando-o para melhor servir ao Senhor.

Saiba que Deus quer usá-lo e através de sua vida Ele estará realizando os Seus propósitos e manifestando a Sua graça abundante em Sua Igreja. Coloque-se integralmente e sem reservas diante daquele que deseja que você seja "perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra" (II Tm 3.17).

DISCUSSÃO
Alguns dons são mais importantes do que os outros? Por quê?
Como entender a atualidade dos dons espirituais?

PARA PENSAR
Cada cristão tem um dom espiritual e é responsável pela sua funcionalidade. Nenhum cristão fica esquecido pelo Espírito Santo.

1Co 12.7 “Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um para o que for útil”.

PERSPECTIVA GERAL.
Uma das maneiras do Espírito Santo manifestar-se é através de uma variedade de dons espirituais concedidos aos crentes (12.7-11). Essas manifestações do Espírito visam à edificação e à santificação da igreja (12.7; ver 14.26 nota). Esses dons e ministérios não são os mesmos de Rm 12.6-8 e Ef 4.11, mediante os quais o crente recebe poder e capacidade para servir na igreja de modo mais permanente. A lista em 12.8-10 não é completa. Os dons aí tratados podem operar em conjunto, de diferentes maneiras.

(1) As manifestações do Espírito dão-se de acordo com a vontade do Espírito (12.11), ao surgir a necessidade, e também conforme o anelo do crente na busca dos dons (12.31; 14.1).

(2) Certos dons podem operar num crente de modo regular, e um crente pode receber mais de um dom para atendimento de necessidades específicas. O crente deve desejar “dons”, e não apenas um dom (12.31; 14.1).

(3) É antibíblico e insensato se pensar que quem tem um dom de operação exteriorizada (mais visível) é mais espiritual do que quem tem dons de operação mais interiorizada, i.e., menos visível. Também, quando uma pessoa possui um dom espiritual, isso não significa que Deus aprova tudo quanto ela faz ou ensina. Não se deve confundir dons do Espírito, com o fruto do Espírito, o qual se relaciona mais diretamente com o caráter e a santificação do crente (Gl 5.22,23).

(4) Satanás pode imitar a manifestação dos dons do Espírito, ou falsos crentes disfarçados como servos de Cristo podem fazer o mesmo (Mt 7.21-23; 24.11, 24; 2Co 11.13-15; 2Ts 2.8-10). O crente não deve dar crédito a qualquer manifestação espiritual, mas deve “provar se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo” (1Jo 4.1; cf. 1Ts 5.20,21; ver o estudo PROVAS DO GENUÍNO BATISMO NO ESPÍRITO SANTO).

OS DONS ESPIRITUAIS.
Em 1Co 12.8-10, o apóstolo Paulo apresenta uma diversidade de dons que o Espírito Santo concede aos crentes. Nesta passagem, ele não descreve as características desses dons, mas noutros trechos das Escrituras temos ensino sobre os mesmos.

(1) Dom da Palavra da Sabedoria (12.8). Trata-se de uma mensagem vocal sábia, enunciada mediante a operação sobrenatural do Espírito Santo. Tal mensagem aplica a revelação da Palavra de Deus ou a sabedoria do Espírito Santo a uma situação ou problema específico (At 6.10; 15.13-22). Não se trata aqui da sabedoria comum de Deus, para o viver diário, que se obtém pelo diligente estudo e meditação nas coisas de Deus e na sua Palavra, e pela oração (Tg 1.5,6).

(2) Dom da Palavra do Conhecimento (12.8). Trata-se de uma mensagem vocal, inspirada pelo Espírito Santo, revelando conhecimento a respeito de pessoas, de circunstâncias, ou de verdades bíblicas. Freqüentemente, este dom tem estreito relacionamento com o de profecia (At 5.1-10; 1Co 14.24,25).

(3) Dom da Fé (12.9). Não se trata da fé para salvação, mas de uma fé sobrenatural especial, comunicada pelo Espírito Santo, capacitando o crente a crer em Deus para a realização de coisas extraordinárias e milagrosas. É a fé que remove montanhas (13.2) e que freqüentemente opera em conjunto com outras manifestações do Espírito, tais como as curas e os milagres (ver Mt 17.20, nota sobre a fé verdadeira; Mc 11.22-24; Lc 17.6).

(4) Dons de Curas (12.9). Esses dons são concedidos à igreja para a restauração da saúde física, por meios divinos e sobrenaturais (Mt 4.23-25; 10.1; At 3.6-8; 4.30). O plural (“dons”) indica curas de diferentes enfermidades e sugere que cada ato de cura vem de um dom especial de Deus. Os dons de curas não são concedidos a todos os membros do corpo de Cristo (cf. 12.11,30), todavia, todos eles podem orar pelos enfermos. Havendo fé, os enfermos serão curados (ver o estudo A CURA DIVINA). Pode também haver cura em obediência ao ensino bíblico de Tg 5.14-16 (ver Tg 5.15 notas).

(5) Dom de Operação de Milagres (12.10). Trata-se de atos sobrenaturais de poder, que intervêm nas leis da natureza. Incluem atos divinos em que se manifesta o reino de Deus contra Satanás e os espíritos malignos (ver Jo 6.2 nota; ver o estudo O REINO DE DEUS).

(6) Dom de Profecia (12.10). É preciso distinguir a profecia aqui mencionada, como manifestação momentânea do Espírito da profecia como dom ministerial na igreja, mencionado em Ef 4.11. Como dom de ministério, a profecia é concedida a apenas alguns crentes, os quais servem na igreja como ministros profetas (ver o estudo DONS MINISTERIAIS PARA A IGREJA). Como manifestação do Espírito, a profecia está potencialmente disponível a todo cristão cheio dEle (At 2.16-18). Quanto à profecia, como manifestação do Espírito, observe o seguinte: (a) Trata-se de um dom que capacita o crente a transmitir uma palavra ou revelação diretamente de Deus, sob o impulso do Espírito Santo (14.24,25, 29-31). Aqui, não se trata da entrega de sermão previamente preparado. (b) Tanto no AT, como no NT, profetizar não é primariamente predizer o futuro, mas proclamar a vontade de Deus e exortar e levar o seu povo à retidão, à fidelidade e à paciência (14.3; ver o estudo O PROFETA NO ANTIGO TESTAMENTO). (c) A mensagem profética pode desmascarar a condição do coração de uma pessoa (14.25), ou prover edificação, exortação, consolo, advertência e julgamento (14.3, 25,26, 31). (d) A igreja não deve ter como infalível toda profecia deste tipo, porque muitos falsos profetas estarão na igreja (1Jo 4.1). Daí, toda profecia deve ser julgada quanto à sua autenticidade e conteúdo (14.29, 32; 1Ts 5.20,21). Ela deverá enquadrar-se na Palavra de Deus (1Jo 4.1), contribuir para a santidade de vida dos ouvintes e ser transmitida por alguém que de fato vive submisso e obediente a Cristo (12.3). (e) O dom de profecia manifesta-se segundo a vontade de Deus e não a do homem. Não há no NT um só texto mostrando que a igreja de então buscava revelação ou orientação através dos profetas. A mensagem profética ocorria na igreja somente quando Deus tomava o profeta para isso (12.11).

(7) Dom de Discernimento de Espíritos (12.10). Trata-se de uma dotação especial dada pelo Espírito, para o portador do dom discernir e julgar corretamente as profecias e distinguir se uma mensagem provém do Espírito Santo ou não (ver 14.29 nota; 1Jo 4.1). No fim dos tempos, quando os falsos mestres (ver Mt 24.5 nota) e a distorção do cristianismo bíblico aumentarão muito (ver 1Tm 4.1 nota), esse dom espiritual será extremamente importante para a igreja.

(8) Dom de Variedades de Línguas (12.10). No tocante às “línguas” (gr. glossa, que significa língua) como manifestação sobrenatural do Espírito, notemos os seguintes fatos: (a) Essas línguas podem ser humanas e vivas (At 2.4-6), ou uma língua desconhecida na terra, e.g., “línguas... dos anjos” (13.1; ver cap. 14 notas; ver também o estudo O FALAR EM LÍNGUAS). A língua falada através deste dom não é aprendida, e quase sempre não é entendida, tanto por quem fala (14.14), como pelos ouvintes (14.16). (b) O falar noutras línguas como dom abrange o espírito do homem e o Espírito de Deus, que entrando em mútua comunhão, faculta ao crente a comunicação direta com Deus (i.e., na oração, no louvor, no bendizer e na ação de graças), expressando-se através do espírito mais do que da mente (14.2, 14) e orando por si mesmo ou pelo próximo sob a influência direta do Espírito Santo, à parte da atividade da mente (cf. 14.2, 15, 28; Jd 20). (c) Línguas estranhas faladas no culto devem ser seguidas de sua interpretação, também pelo Espírito, para que a congregação conheça o conteúdo e o significado da mensagem (14.3, 27,28). Ela pode conter revelação, advertência, profecia ou ensino para a igreja (cf. 14.6). (d) Deve haver ordem quanto ao falar em línguas em voz alta durante o culto. Quem fala em línguas pelo Espírito, nunca fica em “êxtase” ou “fora de controle” (14.27,28; ver o estudo O FALAR EM LÍNGUAS).

(9) Dom de Interpretação de Línguas (12.10). Trata-se da capacidade concedida pelo Espírito Santo, para o portador deste dom compreender e transmitir o significado de uma mensagem dada em línguas. Tal mensagem interpretada para a igreja reunida, pode conter ensino sobre a adoração e a oração, ou pode ser uma profecia. Toda a congregação pode assim desfrutar dessa revelação vinda do Espírito Santo. A interpretação de uma mensagem em línguas pode ser um meio de edificação da congregação inteira, pois toda ela recebe a mensagem (14.6, 13, 26). A interpretação pode vir através de quem deu a mensagem em línguas, ou de outra pessoa. Quem fala em línguas deve orar para que possa interpretá-las (14.13).



FONTE:
http://www.estudosgospel.com.br
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