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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

258-A PERSISTENCIA DO CRISTÃO

A persistência do cristão

A persistência deve ser uma peça fundamental de um cristão que impacta. Se estudarmos os personagens bíblicos, vemos que todos – sem exceção – foram persistentes em sua visão. Com isso, aprendemos grandes lições.

Primeiro, lembre-se: nada é perdido. “Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus.” (Rm 8.28). Quando não deu errado, não significa que não estamos no caminho certo. Se estamos com Deus, estamos sim na trilha certa, pareça ela certa ou não. Na vida do cristão, tudo o que acontece Deus transforma em algo que vai cooperar para o seu bem e Sua glória.

Segundo, insistir e continuar é apenas uma questão de tempo para realizar. E se Moisés não fosse por sete vezes visitar o faraó do Egito, teria este glorificado a Deus? Moisés foi persistente e isto foi impactando ao faraó. Temos a mania de tentar no máximo três vezes, e se Moisés tivesse feito isso, será que Deus seria glorificado no fim? "Não fracassei, descobri mil e duzentos materiais que não servem", disse Thomas Edison até que conseguir inventar a lâmpada. A questão é, sejam uma, duas, três ou mil e duzentas vezes, ainda precisamos andar, até vermos a “lâmpada acessa”, mais um na luz, dar à luz mais um projeto. Quando tiver que perdoar novamente, não deixe de amá-lo, persista. Quando não der certo o seu projeto, não esqueça-o, persista. Quando convidar alguém a conhecer Jesus e esta disser “não”, persista! Aprenderemos que persistir é apenas parte do plano de Deus para mostrar a sua glória.

Em terceiro, ser cristão é ir além dos limites do ser humano. Todos os cristãos da Bíblia foram além da limitação humana, andaram no sobrenatural, fizeram o que era impossível. O que eles estavam fazendo? Apenas utilizando a fé em persistir no caminho que Deus lhes deu. Persistir nos trás a fé que precisamos para acreditar no impossível e no poder de Deus. É assim que Ele será glorificado!

Quando desanimamos e pensamos em desistir, precisamos voltar à nossa visão, ao princípio do porque estamos realizando tais coisas. Talvez não entendemos o porque de continuar em meio a tantas dificuldades, mas Deus sabe. Nós não fomos chamados para entender, mas para obedecer. E é no caminho da obediência que Deus se alegra em nos encontrar e transmite a sua glória. Lembre-se: andar é com você, abrir caminho é com Deus. Persista e você verá as portas mais altas e trancadas serem abertas na sua frente, e então verás a luz de Deus.

Persistência na oração

Jesus lhes contou uma parábola [a] para lhes ensinar que deveriam orar sempre, sem desanimar. Ele disse:
—Em certa cidade havia um juiz que não temia a Deus e nem respeitava a ninguém. Nessa mesma vila vivia também uma viúva que sempre o procurava, pedindo: “Ajude-me a obter justiça contra o meu adversário”. Por muito tempo ele se negou a ajudar a viúva, mas um dia disse para si mesmo: “É certo que eu não temo a Deus e que também não respeito a ninguém. Porém, tenho que ajudar esta viúva a obter justiça, pois ela não pára de me aborrecer e, se eu não a ajudar, ela nunca me deixará em paz”.
Então o Senhor disse:
—Considerem o que o juiz desonesto disse. Não fará Deus justiça a favor do seu povo que grita por socorro dia e noite? Será que ele vai demorar para ajudá-lo? Eu lhes digo que ele fará justiça ao seu povo e depressa. Porém, será que o Filho do Homem [b] encontrará fé na terra quando voltar?

O fariseu e o cobrador de impostos

Para aqueles que tinham certeza de que eram justos e que desprezavam os outros, ele contou esta parábola [c]:
10 —Dois homens subiram ao templo [d] para orar; um era fariseu [e] e o outro cobrador de impostos. 11 O fariseu se levantou e orou consigo mesmo: “Meu Deus! Eu lhe agradeço por não ser como as outras pessoas: ladrões, desonestos, adúlteros, ou até mesmo como este cobrador de impostos. 12 Jejuo duas vezes por semana e dou dez por cento de tudo o que ganho”. 13 O cobrador de impostos, porém, de longe, nem sequer olhava para o céu e, batendo no peito, dizia: “Meu Deus! Tenha compaixão de mim, pois sou pecador!” 14 Eu lhes digo que este homem, e não o outro, foi para casa em paz com Deus. Pois todo aquele que se exaltar será humilhado, e aquele que se humilhar será exaltado.

Jesus e as crianças

15 E levavam até mesmo crianças a Jesus, para que ele pudesse abençoá-las. Quando, porém, os discípulos viram isto, repreenderam aqueles que as levavam. 16 Mas Jesus, chamando as crianças para perto de si, disse:
—Deixem que as criancinhas venham a mim; não as proíbam! Pois o reino de Deus pertence aos que são como estas crianças. 17 Digo a verdade a vocês: Quem não receber o reino de Deus assim como uma criança o faz, nunca entrará nele.

O jovem rico

18 Certo líder judeu perguntou-lhe:
—Bom Mestre, o que devo fazer para herdar a vida eterna?
19 Jesus lhe respondeu:
—Por que você me chama de bom? Só Deus é bom, e mais ninguém. 20 Você conhece os mandamentos: “Não cometa adultério, não mate, não roube, não dê falso testemunho, honre a seu pai e a sua mãe” [f].
21 E o homem, então, disse:
—Desde pequeno tenho obedecido a todos esses mandamentos.
22 Quando Jesus ouviu isto, disse:
—Ainda está faltando uma coisa: Venda tudo o que você tem e distribua o dinheiro entre os pobres; então você terá um tesouro no céu. Depois venha e siga-me.
23 Quando o homem ouviu isto, ficou muito triste, pois era riquíssimo. 24 Jesus viu que ele estava triste e disse:
—Como é difícil para os ricos entrarem no reino de Deus! 25 É mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha, do que um rico entrar no reino de Deus.
26 Os que o ouviam, disseram:
—Então, quem é que pode ser salvo?
27 Ele disse:
—O que é impossível para as pessoas, é possível para Deus.
28 Então Pedro disse:
—Olhe, nós deixamos tudo o que tínhamos para seguir o senhor.
29 Jesus, então, lhes disse:
—Digo a verdade a vocês: Não há ninguém que tenha deixado casa, mulher, irmãos, pais ou filhos por causa do reino de Deus, 30 e que não receba no presente muitas vezes mais e, no futuro, a vida eterna.

Jesus fala da sua morte pela terceira vez

31 Jesus chamou os doze discípulos de lado e lhes disse:
—Escutem! Nós estamos indo para Jerusalém e todas as coisas que os profetas [g] escreveram a respeito do Filho do Homem [h] acontecerão. 32 Ele será entregue aos que não são judeus e estes vão zombar, insultar, cuspir nele. 33 E, depois de baterem nele, matá-lo-ão. Mas no terceiro dia ele ressuscitará.
34 Os discípulos, porém, não entenderam nada do que Jesus falou. O sentido daquelas palavras estava escondido deles e eles não sabiam do que Jesus falava.

O mendigo cego

35 Jesus estava chegando perto da cidade de Jericó. Um homem cego, sentado à beira da estrada, pedia esmolas 36 e, quando ouviu a multidão passando, perguntou o que estava acontecendo. 37 E lhe disseram que Jesus de Nazaré estava passando. 38 Ao ouvir isto, ele começou a gritar:
—Jesus, Filho de Davi [i], tenha pena de mim!
39 Aqueles que estavam indo na frente diziam para ele ficar quieto, mas ele gritava ainda mais:
—Filho de Davi [j], tenha pena de mim!
40 Jesus, então, parou e mandou que lhe trouxessem o cego. Quando o cego já estava perto dele, Jesus lhe perguntou:
41 —O que quer que eu faça por você?
E ele respondeu:
—Quero voltar a ver, Senhor!
42 Então Jesus lhe disse:
—Receba a sua visão. A sua fé o curou.
43 E, no mesmo instante, o cego recuperou a vista e seguia Jesus e dava glórias a Deus. Todas as pessoas que viram isto louvavam a Deus.

A Persistência na Obra Cristã


O trabalho missionário pioneiro nunca foi fácil. Na África ocidental foi preciso catorze anos até que um convertido fosse integrado à igreja, enquanto no lado leste do continente, nada menos que dez anos. O trabalho missionário na Nova Zelândia aguardou nove anos para ver seu primeiro batismo, ao passo que os primeiros frutos do trabalho no Taiti só se viram depois de dezesseis anos. William Carey labutou sete anos antes de ver o primeiro hindu convertido e batizado. Adoniran Judson esperou sete anos pelo mesmo resultado na Birmânia. Diante desse longo período de investimento e espera, certa vez ele escreveu em uma de suas cartas: “Peça às igrejas que tenham paciência. Se houvesse aqui um navio que me levasse a qualquer parte do mundo, eu não abandonaria meu campo. Diga aos irmãos que o sucesso é tão certo quanto as promessas de Deus de produzi-lo” (cf. Paul Lee Tan, Encyclopedia of 7700 Illustrations: Signs of the Times, 1996, § 4266).
Quando li sobre o trabalho árduo e persistente dos missionários pioneiros em lugares não cristianizados, lembrei-me do que o apóstolo Paulo disse aos coríntios: “Eu plantei, Apolo regou; mas o crescimento veio de Deus” (1Co 3.6). A frase é pequena, mas o que ela representa foi longo e custoso. Ao dizer “eu plantei”, Paulo se refere ao trabalho que foi necessário para começar do nada a igreja de Corinto. Para tanto, foi preciso uma longa e perigosa viagem, sob a direção de Deus, na qual Paulo foi impedido por Deus de ir para a região de Éfeso (At 16.6) e para a Bitínia (At 16.7), sendo instruído a seguir para a Grécia (At 16.8-10), onde sofreu perseguições em Filipos (At 16.19-26), Tessalônica (At 17.1-9) e Bereia (At 17.10-15). Envolveu uma pregação constante e persistente entre aqueles a quem Paulo tinha mais acesso, judeus e prosélitos da cidade: “E todos os sábados discorria na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos” (At 18.4).
Nessa fase, Paulo teve de trabalhar para se sustentar e manter a obra evangelística: “E, posto que eram do mesmo ofício, passou a morar com eles [Priscila e Áquila] e ali trabalhava, pois a profissão deles era fazer tendas” (At 18.3). Entretanto, também houve tempo, regido pela possibilidade e necessidade, em que Paulo se dedicou somente a pregar o evangelho: “Quando Silas e Timóteo desceram da Macedônia, Paulo se entregou totalmente à palavra, testemunhando aos judeus que o Cristo é Jesus” (At 18.5). Há muito que acrescentar sobre o trabalho desbravador de Paulo. Contudo, é possível perceber a dificuldade de tal obra simplesmente pela uso da metáfora agrária na qual Paulo compara seu trabalho ao de um agricultor que, debaixo de Sol, tem de abrir a terra seca e dura para plantar sementes que demorarão a brotar. Entretanto, sem essa tarefa não há colheita alguma.
Ao se referir a Apolo, um dos pastores da igreja coríntia, Paulo diz “Apolo regou”. Com isso, o apóstolo mostra que missões e fundação de igrejas não são tarefas para “cavaleiros solitários”, mas para toda a igreja. Esta, no uso dos seus dons, é utilizada por Deus para fazer crescer o corpo de Cristo (1Co 12.4-7). No caso de Apolo, tratava-se de alguém capacitado por Deus (At 18.24), instruído e encorajado pelos irmãos (At 18.26,27). Por isso mesmo, foi útil na obra de Cristo e no desenvolvimento da igreja: “...Tendo chegado, auxiliou muito aqueles que, mediante a graça, haviam crido; porque, com grande poder, convencia publicamente os judeus, provando, por meio das Escrituras, que o Cristo é Jesus” (At 18.27b,28).
Finalmente, diz “mas o crescimento veio de Deus”. A palavra “mas” tem um significado notável no desenvolvimento da ideia paulina. Significa que tudo que Paulo e Apolo fizeram resultaria em insucesso total caso Deus não atuasse. Desse modo, todo trabalho missionário deve ser inteiramente dependente do Senhor para fazer brotar e crescer o que foi plantado: “Certa mulher, chamada Lídia, da cidade de Tiatira, vendedora de púrpura, temente a Deus, nos escutava; o Senhor lhe abriu o coração para atender às coisas que Paulo dizia” (At 16.14). Diante disso, qual é o pregador do evangelho que pode se gloriar de converter perdidos? Em lugar disso, os evangelistas trabalham na esperança de ver Deus fazer frutificar seu trabalho – se ele assim quiser e quando desejar: “Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam” (Sl 127.1); “Assim, pois, não depende de quem quer ou de quem corre, mas de usar Deus a sua misericórdia” (Rm 9.16).
Eis a razão pela qual a perseverança é inalienável ao trabalho missionário e evangelístico. O mesmo vale para os ministérios da igreja que também envolvem investimento a longo prazo como trabalhos com crianças e jovens, preparo de obreiros e a edificação e santificação dos irmãos. Os obreiros não são avaliados pelos números, mas pela sua persistência e fidelidade. A igreja jamais pode se lançar a essa nobre tarefa sem se dobrar em oração e se dispor a pagar o custo de expandir o reino de Deus na Terra. Nem tampouco pode desistir diante da demora para ver os frutos. Em lugar disso, o povo de Deus, quando exausto, deve relembrar até quando foi instruído a ser paciente, mantendo suas fileiras na luta pelo Mestre: “Sede, pois, irmãos, pacientes, até a vinda do Senhor. Eis que o lavrador aguarda com paciência o precioso fruto da terra, até receber as primeiras e as últimas chuvas. Sede vós também pacientes e fortalecei o vosso coração, pois a vinda do Senhor está próxima” (Tg 5.7,8). Você está disposto a pagar o preço de ser perseverante em tão grande obra?

FONTE:
http://glauberdestro.blogspot.com.br
http://www.biblegateway.com
http://www.igrejaredencao.org.br

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