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sábado, 1 de dezembro de 2012

244-O CRISTÃO E O SEU DEVER CÍVICO

Indignação: dever cívico e cristão



Estamos acostumados a pensar na indignação como um sentimento negativo. Certamente ela pode ter essa conotação, como a própria Escritura aponta em diversas passagens. O apóstolo Paulo, ao falar de algumas atitudes que os cristãos deviam abandonar, começa a lista mencionando a ira, a indignação e a maldade (Cl 3.8). É claro que aqui o termo significa desejar o mal para outra pessoa, sentir ódio, e nesse sentido só pode ser algo condenável. Em outros textos, porém, a palavra adquire um sentido positivo, indicando uma reação de inconformidade e de repúdio ao mal, ao erro, à injustiça. Um dos provérbios de Salomão afirma: “Os que desamparam a lei louvam o perverso, mas os que guardam a lei se indignam contra ele” (Pv 28.4). O próprio Jesus teve esse sentimento em algumas ocasiões (Mc 3.5; 10.14).

Corretamente entendida, a indignação pode ser uma atitude não apenas aceitável, mas absolutamente necessária para que certas situações sejam transformadas. Sentir indignação significa reagir diante do mal, não ficar passivo e indiferente, protestar ativamente contra aquilo que atenta contra a verdade, contra a justiça, contra a dignidade humana. Esse é um sentimento que infelizmente tem faltado aos brasileiros, em especial a muitos cristãos. Vivemos num país marcado por clamorosas distorções, por horrendas deturpações em nossa vida nacional... e ficamos calados. Com o nosso silêncio, contribuímos para que o mal se perpetue, aumente e pareça normal. Existem algumas áreas em que devemos mostrar o nosso protesto vigoroso, e também a nossa disposição de dar uma contribuição positiva, de oferecer alternativas melhores.

Sociedade e cultura
Ao lado de muitas coisas apreciáveis, a nação brasileira possui elementos de grande malignidade, que deveriam despertar a indignação de todos, a começar dos cristãos. O nível de violência de nossa sociedade é inaceitável para um país que se diz civilizado, uma “potência emergente”. A criminalidade é um câncer que corrói o tecido social, gerando destruição, desespero, um senso permanente de medo e ansiedade. A periculosidade do trânsito em nossas ruas e estradas é sabidamente uma das maiores do mundo. Devido a esses males, todos os anos milhares de pessoas, a maior parte jovens, perdem a vida, deixando famílias destroçadas pela dor e imensos prejuízos para o país. O desrespeito pela vida humana no Brasil também assume outras formas, como as condições aviltantes em que vivem milhões de pessoas e a lamentável situação de boa parcela dos serviços de saúde pública. No entanto, o fatalismo amortece as consciências e pouco se faz para mudar tais situações.

Precisamos protestar e clamar contras essas indignidades de maneira vigorosa e ao mesmo tempo inteligente e criativa. Um belo exemplo desse tipo de iniciativa é o movimento Rio de Paz, da Igreja Presbiteriana da Barra da Tijuca, pastoreada pelo Rev. Antônio Carlos Costa, que por meio de ações silenciosas, mas de grande dramaticidade (como colocar milhares de cruzes numa praia), procura sensibilizar governantes e opinião pública para os números da violência no Brasil. Todos nós podemos fazer telefonemas, enviar e-mails, contatar os nossos representantes, apelando contra a impunidade, reivindicando leis mais rigorosas, exigindo maior responsabilidade e eficiência das autoridades.

Política e governo
Outra área em que ocorrem chocantes deformações da vida nacional brasileira é o setor político. Diariamente, nos noticiários, somos obrigados a assistir ao espetáculo deprimente dos órgãos legislativos com suas CPIs ineficazes, com seus conselhos de ética coniventes com o erro, com seus deputados e senadores sob permanente suspeita de irregularidades. São nossos representantes, são pagos com os nossos impostos, mas muitos deles estão mais interessados em defender as suas agendas pessoais, os seus mesquinhos interesses paroquiais e partidários. Quanto ao executivo federal, é dirigido por um líder que gosta de exaltar as virtudes da democracia, mas tolera ações ilícitas de movimentos de esquerda, prestigia governantes estrangeiros que violam direitos humanos e, em nome do questionável conceito de “governabilidade”, adula partidos e políticos conhecidos por sua falta de integridade moral.

Onde está a nossa indignação contra tal estado de coisas? Seria maravilhoso se o povo brasileiro demonstrasse nesse âmbito o mesmo entusiasmo que tem, por exemplo, pelos esportes. Muitos fazem tudo pelo seu time preferido, até cometem desatinos, mas onde está a torcida organizada a favor do Brasil, onde estão aqueles que vestem a camisa do patriotismo, da defesa da lei e da ordem, a começar pelas altas esferas do poder? Precisamos nos mobilizar, mostrar a nossa insatisfação, a nossa divergência do que está ocorrendo, sair do marasmo, da passividade cúmplice, pelo voto responsável, pela cobrança de coerência, de resultados, de ações moralizadoras. A experiência tem demonstrado que, quando as pessoas se mobilizam e reivindicam, os mandatários respondem.

A própria carne
Os cristãos em geral e os evangélicos em particular não terão autoridade moral para clamar contra essas aberrações da vida brasileira, não poderão ser a “consciência do Estado”, se não tomarem providências, ao mesmo tempo, para pôr em ordem a sua própria casa. Em décadas passadas, a imagem dos crentes era positiva. Embora considerados um tanto esquisitos, chamavam a atenção pelo estilo de vida simples, pela integridade pessoal, pela rigorosa honestidade. Hoje, teologias deturpadoras do evangelho geram uma cultura religiosa triunfalista que anestesia as pessoas e as torna incapazes de ver os seus próprios erros. Os líderes recebem dos seus fiéis carta branca para fazerem o que desejam sem ser questionados ou criticados. Quando ocorre alguma denúncia, por mais fundamentada que seja, é interpretada como perseguição, ataque do “inimigo” e desrespeito pelo servo do Senhor.

Com isso, as igrejas evangélicas deixaram há muito tempo de ser sal e luz na sociedade brasileira. São percebidas como mais um segmento a lutar pelo próprio sucesso, pela defesa de seus interesses corporativos, e não pelo bem da coletividade. Os evangélicos conscienciosos são desafiados a clamar contra os pecados da igreja brasileira, sua rendição aos valores da sociedade materialista, seu afastamento dos preceitos de Cristo. Eles precisam se levantar e bradar contra os erros de seus dirigentes, contra as mensagens falsas e demagógicas de seus pregadores televisivos, e dizer-lhes que terão de prestar constas de seus atos às pessoas e a Deus.

Conclusão
É compreensível o sentimento de impotência e desalento que toma conta de muitos brasileiros de boa vontade, inclusive nas nossas igrejas, diante de vícios tão antigos, poderosos e arraigados que existem em nossa sociedade. Tem-se a impressão de que será impossível extirpá-los do nosso meio. No entanto, a experiência de outros povos mostra que não precisa ser assim. Na Inglaterra do século 18, a indignação e as ações concretas de muitos líderes cristãos, como o político William Wilberforce, contribuíram para o fim do tráfego de escravos e a eliminação do trabalho infantil. Nos Estados Unidos, já no século 20, o protesto do pastor Martin Luther King iniciou o vigoroso movimento que resultou no fim da segregação racial. Mesmo quando os esforços dos cristãos terminam em aparente derrota, como no caso de Dietrich Bonhoeffer, que foi morto por conspirar contra o diabólico regime de Hitler, seu exemplo e testemunho inspiram muitas pessoas a lutar pelo bem. Fiquemos indignados de maneira correta, pelos motivos corretos -- é nosso dever como cristãos e como cidadãos.
O dever cívico e bíblico do cristão!
"Todos devem sujeitar-se às autoridades governamentais,
pois não há autoridade que não venha de Deus;
as autoridades que existem foram por Ele estabelecidas” (Rm 13.1).
Os brasileiros terão hoje mais uma oportunidade de exercer a cidadania ao escolher os
governantes que irão comandar as questões políticas em suas respectivas cidades. O
Presbítero e advogado Lourival Garcia reforça a importância da participação do cristão
no processo político do País, que vai além do exercício de cidadão e deve ser seguido
também como um mandamento bíblico.
Sendo o Brasil uma República Federativa com três poderes, os representantes políticos
são responsáveis por governar e administrar os interesses públicos. “Estes
representantes são eleitos pelo voto livre em um regime democrático, por isso a
participação do cristão nas eleições deve ser de forma coerente com a palavra de
Deus, escolhendo um candidato que tenha um plano de governo que visa o bem
comum do povo, mas sobretudo que zele pelos princípios bíblicos.”
Para decidir em quem votar devemos orar a Deus clamando por discernimento entre
os candidatos que se apresentam. “Não devemos votar em um candidato somente
porque ele é evangélico. É claro que temos de priorizar nossos irmãos, mas é
importante conhecer o candidato, seu plano de governo e seu compromisso com a
palavra de Deus. Se for possível, procure conhecer também seu histórico como pessoa
pública e o seu testemunho dentro e fora da Igreja.”
Diante das notícias negativas relacionadas aos nossos governantes, Lourival lembra
que o cristão não deve murmurar e sim orar a Deus clamando por justiça. “Podemos
contribuir exercendo o dever de cidadania, votando em candidato cujo plano de
governo visa o bem do povo, a preservação dos valores cristãos e a liberdade de culto.
Cabe a nós sempre orar pelas autoridades para que a vontade de Deus seja feita e que
os governantes sejam Seus instrumentos.”

O Voto do Cristão


Tempo de eleição é sempre um período que me intriga. Se, por um lado, espero em Deus que tempos de mudança e paz venham para seu povo, por outro, desanimo de tanto ouvir mentiras e promessas vazias. Slogans engraçados, tais como “vote em Tiririca, pior que tá não fica!”, feitos para incitar os que estão propensos a fazer o chamado “voto de protesto”, parecem ser a única coisa que o público busca no horário eleitoral. Porém, Tiririca estava errado, pois, a cada eleição as coisas ficam, sim, piores! E é nesse cenário desanimador que o crente é desafiado a praticar seu dever cívico com responsabilidade. Diante disso, alguns crentes acreditam que a única saída é votar em branco ou anular seu voto. Mas isso é um grande engano e erro! Se você pensa assim, acaba sendo tão responsável quanto os demais. O cristão não deve desenvolver a mentalidade de Pilatos, lavando as mãos para a situação diante dos seus olhos. No cristianismo, não há espaço para ficarmos em cima do muro — temos de nos posicionar.
Mas como fazer isso quando os candidatos, em sua ampla maioria, buscam o serviço público apenas como um meio de obter vantagem pessoal/familiar? Como agir responsavelmente quando não temos de escolher entre o bom e o ruim, mas entre o ruim e o pior? Como sempre, devemos voltar nossos olhos para as Escrituras e buscar a resposta. E um bom lugar para começar é o livro de Daniel. Ele foi um dos maiores políticos de todos os tempos. Sua vida foi marcada por certas características que podem nos ajudar a escolher um governante. Procure-as em seu candidato:
1. Ele era humilde (Dn 2.17-30)
Essa é a capacidade de reconhecer que:
- Vem de Deus a capacidade de realizarmos algo especial;
- Recebemos ajuda de outros e precisamos delas;
- Temos limitações e devemos assumi-las publicamente.
- Há ideias e projetos que são melhores, mesmo que venham de outras pessoas.
2. Ele era firme (Dn 3.12-18)
É a capacidade de fazer o que é certo por convicção, sem se intimidar com a pressão de outro líder ou grupo. É não ceder à pressão para fazer algo que é errado. Essa é uma das qualidades que mais faltam na vida dos políticos.
3. Ele era corajoso (Dn 4.27)
É a capacidade de confrontar alguém superior ou importante quando isso é necessário. De assumir riscos por dizer a verdade e não jogar pelo “partido”, mas pela verdade. Assumir postos de governo interinamente sem usurpar aquilo que não lhe pertence. Restituir o poder a quem de direito sem receios.
4. Ele era incorruptível (Dn 5.16,17)
É não se corromper nem estar à venda. Numa sociedade na qual dizem que tudo tem preço, precisamos de políticos que não se vendam, nem aceitem “presentinhos” para fazer favores a outros. Políticos que façam o certo pelo simples dever de fazê-lo, que não busquem honras de homens, mas a verdade e a justiça.
5. Ele era honesto (Dn 6.4,5)
Em tempos de ficha limpa, Daniel seria irrepreensível. Ele não enriqueceu com o cargo, nem desviou dinheiro. Nunca entrou em conchavos obscuros ou acordos suspeitos. Não tinha “rabo preso” com nada e ninguém. Seus adversários fizeram a maior investigação possível sobre sua vida pessoal, finanças e administração e não acharam nada que o desabonasse.
Talvez você esteja pensando: “Eu não tenho condições de avaliar essas áreas na vida de meu candidato”. Se não consegue ver isso, uma boa dica pode ser observar o princípio bíblico de governo para a igreja. A Bíblia nos ensina que um bom líder governa bem do pequeno para o grande (1Tm 3.4,5,12; Tt 1.6). Então, olhe para a família desse político. Ele já foi casado muitas vezes? Ele tem bom relacionamento familiar? Seus filhos são educados e ordeiros? Ele tem uma vida regrada? Ele tem desvios de conduta e caráter? Ele apoia práticas como homossexualismo, prostituição e aborto? Como cristãos que somos, a resposta a todas essas perguntas nos interessam.
Talvez, escolher certo implique, ao final de tudo, termos de escolher não entre dez candidatos, mas entre o primeiro e o segundo colocados (segundo turno) – nesse caso, seu candidato saiu da corrida eleitoral e você tem de escolher entre dois que você havia rejeitado em primeira análise. Se acontecer, escolha, diante de Deus, o menos ruim. É assim que votamos conscientemente!
Faça tudo isso, mas jamais se esqueça que será Deus quem colocará quem ele quiser: “Disse Daniel: ‘Seja bendito o nome de Deus, de eternidade a eternidade, porque dele são a sabedoria e o poder; é ele quem muda o tempo e as estações, remove reis e estabelece reis; ele dá sabedoria aos sábios e entendimento aos inteligentes’” (Dn 2.20,21).


FONTE:
http://www.ultimato.com.br
http://www.icebosque.org.br
http://www.igrejaredencao.org.br

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OLA!.EU SOU MARCIO DE MEDEIROS-PROF.DO SETEF,SEJA BEM VINDO AO NOSSO BLOG.JESUS TE AMA E MORREU POR VOÇÊ!!!.
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