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segunda-feira, 29 de julho de 2013

532-AS PROFECIAS DE DANIEL





As Profecias de Daniel
O Livro de Daniel pode ser chamado de o Apocalipse do Antigo Testamento tamanho é o número de revelações sobre os tempos do fim, nenhum outro livro veterotestamentário escreve tanto sobre os tempos finais. É este livro que dá suporte a compreensão de muitas profecias do livro de Apocalipse. A seguir estão seis das grandes profecias de Daniel sobre os reinos da Terra e a vinda do anticristo, assim como o Reino final e eterno de Jesus Cristo.
A imagem do sonho de Nabucodonosor
Daniel 2:1-49
No sonho do rei da Babilônia, Nabucodonosor vê uma grande estátua. A cabeça da estátua era de ouro, os braços e o peito de prata, o ventre e os quadris de bronze, as pernas de ferro e os pés de ferro e barro. Uma grande pedra é cortada sem auxilio de mãos, esta pedra choca-se com a estátua e a destrói. A pedra transforma-se numa grande montanha que cobre toda a Terra.
Daniel explica ao rei que cada parte da estátua é a representação de um reino, sendo a cabeça de ouro o reino da Babilônia, mas que todos os reinos que se sucederão irão passar e o último reino, o da grande pedra, irá ficar para sempre.
Os reinos do sonho de Nabucodonosor são: A cabeça de ouro o reino da Babilônia do próprio Nabucodonosor; o peito e os braços de prata são o reino da Pérsia; o ventre e os quadris de bronze são o reino Greco-Macedônico fundado por Alexandre Magno; o reino de ferro é o reino de Roma; e o último reino representado na estátua é o reino dos tempos do fim, um reino que mescla o poderio romano, porém que não é puro, pois representa a união de diversos reinos.
O escritor Arno Froese, no livro Como a Democracia Elegerá o Anticristo, afirma que este último reino será formado com a unificação da Europa, através da União Européia, e Roma estará representada pela força política e ideológica da Igreja Católica Apostólica Romana. Como as nações continuarão a ter sua autonomia, mas farão parte de um grande reino unificado, é preciso lembrar que estes reinos forjarão alianças entre si, como de fato já está acontecendo. É bom lembrar, também, que todo código de Leis do mundo contemporâneo é baseado no código de Leis romano organizado pelo imperador romano Justiniano, mais um ingrediente que garante a presença romana neste reino. É este poderoso reino, forjado da unificação de 10 poderosas nações, que lançará as bases que sustentarão o governo do anticristo.
Há outra interpretação que afirma que o G-8, grupo das sete mais ricas e industrializadas nações (EUA, Canadá, Japão, França, Grã-Bretanha, Alemanha e Itália) mais a Rússia, chegarão ao número de 10 nações que representariam os 10 chifres.
Porém, o mais importante é que este último reino será destruído por Jesus, que criará um reino justo e eterno e que jamais poderá ser destruído.
A visão dos quatro animais e o Ancião de Deus
Daniel 7:1-28
Daniel escreve sobre seu sonho onde viu 4 animais que saíam do mar. 
O primeiro era um leão com asas de águia, porém lhe foram arrancadas às asas e ele foi colocado de pé e lhe foi dado mente de homem. É uma referência a Nabucodonosor que perdeu o reino, ficou louco e teve que se humilhar e reconhecer sua fraqueza.
O segundo animal era um urso que tinha 3 costelas na boca, lhe foi ordenado que saísse a comer carne. As três costelas representam uma presa que o Urso já havia devorado anteriormente, mas que não saciou seu apetite. É a representação do reino Medo-Pérsa.
O terceiro animal era semelhante a um leopardo com 4 cabeças e 4 asas a este foi dado domínio. Ter 4 cabeças significa que este animal estava olhando em todas as direções a procura de novas caças, o que sugere um império em constante busca por expansão territorial. É o reino Greco-Macedônico formado por Alexandre Magno e que depois foi dividido por seus 4 generais.
O quarto animal era terrível e muito forte, tinha 10 chifres, pisava e devorava a todos o que sobejava. Seria o Império de Roma. Com a queda de Roma, outro reino toma seu lugar, o reino dos 10. Os chifres representam 10 reinos e podem representar seu grande poderio militar. O chifre que ao surgir derruba três outros chifre, tem olhos e boca de homem, sugere o reino do anticristo.
Até que entra em cena o Ancião de dias que se assenta num tribunal, mata ao animal dos chifres e retira o poder dos outros animais, porém lhe conservando as vidas.
Aproximou-se do Ancião um como o Filho do Homem, que recebeu o domínio, e a glória, e o reino sobre todas as nações, o seu domínio é eterno e não poderá ser destruído. Este é o reino de Jesus Cristo que será eterno.
O carneiro, o bode e o pequeno chifre
Daniel 8:1-27
Nesta profecia, Daniel tem uma visão de um carneiro com dois chifres, porém um é maior do que o outro. O carneiro dava marradas para o Ocidente, para o Norte e para o Sul e nenhum animal o podia resistir. Então Daniel vê um bode que vem do Ocidente, o bode tinha um grande chifre entre os olhos. Ao chegar perto do carneiro, o bode quebrou os dois chifres do carneiro e o venceu. O bode engrandeceu-se sobremaneira e ninguém o podia vencer, mas quebrou-se o seu chifre, e em seu lugar nasceram outros quatro chifres, de um destes chifres nasceu um pequeno chifre que cresceu até chegar ao exército dos céus, teve o domínio sobre os exércitos e tudo que fez prosperou. Engrandeceu-se até ao “príncipe do exército; dele tirou o sacrifício diário e o lugar do seu santuário foi deitado abaixo”. (v. 11).
Daniel ouve uma conversa entre santos que perguntam até quando durará toda aquela profanação. “Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado” (v. 14) é a resposta.
Então, Gabriel é enviado a Daniel para explicar-lhe a visão que tinha visto.
O carneiro com 2 chifres é o reino da Medo-Pérsia e o bode é o rei da Grécia e o chifre entre os olhos é o primeiro rei,ou seja, Alexandre Magno. O grande chifre é destruído prematuramente, Alexandre morre aos 33 anos tendo construído um grande império e reinado por somente por 11 anos. Nascem 4 chifres em seu lugar, o reino de Alexandre foi dividido entre seus 4 generais. Mas se levantará um rei feroz muito poderoso, causará muitas destruições,destruirá os poderosos e o povo santo, fará prosperar o engano, mas este rei será destruído sem uso de força humana. Alguns comentaristas afirmam que o rei em questão era Antíoco IV, que em seu reino agiu desta forma, mas creio que seja uma profecia com relação ao reino do anticristo. O anticristo será vencido sem que haja necessidade de força humana, pois Deus irá vencer o anticristo na batalha do Armagedom.
As setenta semanas
Daniel 9:20-27
A profecia das 70 semanas é revelada a Daniel por Gabriel. Gabriel, enviado de Deus, relada a Daniel que as 70 semanas representam o tempo até que a transgressão e o pecado cessarão, para selar a vitória e a profecia e para ungir o santo dos santos.
Desde a saída da ordem para restaurar e edificar Jerusalém até o Ungido, Jesus Cristo, serão 7 semanas e 62 semanas. O Ungido será morto após as 62 semanas.
Ou seja, o tempo do cativeiro irá durar 7 semanas (um dia da semana contando como um ano,portanto o cativeiro durará 70 anos, como de fato ocorreu). Haverá a reconstrução de Jerusalém e após 62 semanas nascerá o Ungido, Jesus Cristo, totalizando 69 semanas. A crucificação e a ressurreição de Jesus cessaram a contagem das semanas, criando um hiato de tempo, o tempo da Igreja. A última semana ocorrerá após o arrebatamento da Igreja. Com o governo do anticristo que durará 7 anos. Na metade da semana irá cessar os sacrifícios no Templo, o que sugere a reconstrução do templo em Jerusalém e a retomada dos sacrifícios. Após as 70 semanas Deus vencerá o anticristo e julgará a humanidade. Iniciando-se o Reino Milenar de Cristo.

Os reis do Norte e do Sul
Daniel 11:1-45
Confesso que tive muita dificuldade em compreender a totalidade deste capítulo e resisti muito em colocá-lo neste trabalho, mas Deus me constrangeu a tentar.
Dividi a análise em duas partes:
Primeira Parte: Versículos 1-20
O versículo 2 relata o reino da Pérsia e sua luta contra a Grécia. A partir do versículo 3, é relatado o reino da Grécia, iniciando com o reino de Alexandre Magno e depois com os 4 reis que assumem seu lugar e dividem o império (vv. 3 e 4). Depois é descrito o reino do Sul, que ao que parece é o Egito (v. 8), que luta contra o reino do Norte, provavelmente Roma ou Síria. Após, Daniel relata batalhas entre estes reinos do Norte e do Sul, onde o Norte vencerá, o que me faz acreditar que o Reino do Norte é Roma e não a Síria.
Segunda Parte: Versículos 21-45
A partir do versículo 21 é descrito um rei vil, que tomará o trono através de intrigas, ele fará alianças com outros reinos e governará pelo engano. Este rei atacará e subjugará os reinos do Sul. “Dele sairão forças que profanarão o santuário, a fortaleza nossa, e tirarão o sacrifício diário, estabelecendo a abominação desoladora. Aos violadores da aliança, ele, com lisonjas, perverterá, mas o povo que conhece ao seu Deus se tornará forte e ativo. Os sábios entre o povo ensinarão a muitos; todavia, cairão pela espada e pelo fogo, pelo cativeiro e pelo roubo, por algum tempo.” (vv. 31-33). Este, ao que parece, é o reino de Antíoco IV, como ocorrera no capítulo 8, mas creio que seja uma alusão ao reino do anticristo. A descrição dada ao vil e corrupto rei é compatível com o reino do anticristo, que perseguirá ao remanescente do povo de Deus e profanará o Templo.
O Tempo do fim
Daniel 12:1-13
Daniel escreve sobre os tempos do fim. 
Na profecia, Miguel, o grande príncipe, se levantará. Haverá angústia como nunca antes, mas naquele tempo serão salvos todos que estão escritos no Livro da Vida. Os que já morreram ressuscitarão, uns para a vida eterna e outros para a condenação.
Deus diz a Daniel que o livro deve ser encerrado e selado, e que no futuro o livro será estudado e esquadrinhado e o conhecimento se multiplicará. Mas o tempo que a profecia se realizará fica em mistério. “Quando se acabar a destruição do poder do povo santo, estas cousas todas se cumprirão.” (12:7b).
Muitos serão purificados, embranquecidos e provados; mas os perversos procederão perversamente, e nenhum deles entenderá, mas os sábios entenderão.” (12:10).
Conclusão
O livro de Daniel é uma grande demonstração da soberania de Deus e de Seu controle total e absoluto sobre a História da humanidade. Nada acontece sem a permissão e o conhecimento de Deus. Ao revelar os reinos seqüentes aos da época de Daniel, Deus está nos dando uma confirmação de que Suas profecias serão cumpridas. Uma vez crendo e entendendo o livro de Daniel, podemos ter certeza de que as predições do livro de Apocalipse se cumprirão, assim como toda a Palavra do Senhor, pois Deus nos diz: “Porque eu velo sobre a minha palavra para a cumprir.” (Jeremias 1:12). Nada escapa ao controle soberano de Deus.
Bibliografia
Bíblia Sagrada, traduzida em português por João Ferreira de Almeida, edição Revista e Atualizada no Brasil. 2ª. edição. São Paulo: Sociedade Bíblica do Brasil, 1993.
BALDWIN, Joyce G. Daniel: introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova / Mundo Cristão, 1991.
FROESE, Arno. Como a Democracia Elegerá o Anticristo. Porto Alegre: Editora Actual, 1999. 
As Profecias de Daniel
As Profecias de Daniel
O Livro de Daniel pode ser chamado de o Apocalipse do Antigo Testamento tamanho é o número de revelações sobre os tempos do fim, nenhum outro livro veterotestamentário escreve tanto sobre os tempos finais. É este livro que dá suporte a compreensão de muitas profecias do livro de Apocalipse. A seguir estão seis das grandes profecias de Daniel sobre os reinos da Terra e a vinda do anticristo, assim como o Reino final e eterno de Jesus Cristo.
A imagem do sonho de Nabucodonosor
Daniel 2:1-49
No sonho do rei da Babilônia, Nabucodonosor vê uma grande estátua. A cabeça da estátua era de ouro, os braços e o peito de prata, o ventre e os quadris de bronze, as pernas de ferro e os pés de ferro e barro. Uma grande pedra é cortada sem auxilio de mãos, esta pedra choca-se com a estátua e a destrói. A pedra transforma-se numa grande montanha que cobre toda a Terra.
Daniel explica ao rei que cada parte da estátua é a representação de um reino, sendo a cabeça de ouro o reino da Babilônia, mas que todos os reinos que se sucederão irão passar e o último reino, o da grande pedra, irá ficar para sempre.
Os reinos do sonho de Nabucodonosor são: A cabeça de ouro o reino da Babilônia do próprio Nabucodonosor; o peito e os braços de prata são o reino da Pérsia; o ventre e os quadris de bronze são o reino Greco-Macedônico fundado por Alexandre Magno; o reino de ferro é o reino de Roma; e o último reino representado na estátua é o reino dos tempos do fim, um reino que mescla o poderio romano, porém que não é puro, pois representa a união de diversos reinos.
O escritor Arno Froese, no livro Como a Democracia Elegerá o Anticristo, afirma que este último reino será formado com a unificação da Europa, através da União Européia, e Roma estará representada pela força política e ideológica da Igreja Católica Apostólica Romana. Como as nações continuarão a ter sua autonomia, mas farão parte de um grande reino unificado, é preciso lembrar que estes reinos forjarão alianças entre si, como de fato já está acontecendo. É bom lembrar, também, que todo código de Leis do mundo contemporâneo é baseado no código de Leis romano organizado pelo imperador romano Justiniano, mais um ingrediente que garante a presença romana neste reino. É este poderoso reino, forjado da unificação de 10 poderosas nações, que lançará as bases que sustentarão o governo do anticristo.
Há outra interpretação que afirma que o G-8, grupo das sete mais ricas e industrializadas nações (EUA, Canadá, Japão, França, Grã-Bretanha, Alemanha e Itália) mais a Rússia, chegarão ao número de 10 nações que representariam os 10 chifres.
Porém, o mais importante é que este último reino será destruído por Jesus, que criará um reino justo e eterno e que jamais poderá ser destruído.
A visão dos quatro animais e o Ancião de Deus
Daniel 7:1-28
Daniel escreve sobre seu sonho onde viu 4 animais que saíam do mar. 
O primeiro era um leão com asas de águia, porém lhe foram arrancadas às asas e ele foi colocado de pé e lhe foi dado mente de homem. É uma referência a Nabucodonosor que perdeu o reino, ficou louco e teve que se humilhar e reconhecer sua fraqueza.
O segundo animal era um urso que tinha 3 costelas na boca, lhe foi ordenado que saísse a comer carne. As três costelas representam uma presa que o Urso já havia devorado anteriormente, mas que não saciou seu apetite. É a representação do reino Medo-Pérsa.
O terceiro animal era semelhante a um leopardo com 4 cabeças e 4 asas a este foi dado domínio. Ter 4 cabeças significa que este animal estava olhando em todas as direções a procura de novas caças, o que sugere um império em constante busca por expansão territorial. É o reino Greco-Macedônico formado por Alexandre Magno e que depois foi dividido por seus 4 generais.
O quarto animal era terrível e muito forte, tinha 10 chifres, pisava e devorava a todos o que sobejava. Seria o Império de Roma. Com a queda de Roma, outro reino toma seu lugar, o reino dos 10. Os chifres representam 10 reinos e podem representar seu grande poderio militar. O chifre que ao surgir derruba três outros chifre, tem olhos e boca de homem, sugere o reino do anticristo.
Até que entra em cena o Ancião de dias que se assenta num tribunal, mata ao animal dos chifres e retira o poder dos outros animais, porém lhe conservando as vidas.
Aproximou-se do Ancião um como o Filho do Homem, que recebeu o domínio, e a glória, e o reino sobre todas as nações, o seu domínio é eterno e não poderá ser destruído. Este é o reino de Jesus Cristo que será eterno.
O carneiro, o bode e o pequeno chifre
Daniel 8:1-27
Nesta profecia, Daniel tem uma visão de um carneiro com dois chifres, porém um é maior do que o outro. O carneiro dava marradas para o Ocidente, para o Norte e para o Sul e nenhum animal o podia resistir. Então Daniel vê um bode que vem do Ocidente, o bode tinha um grande chifre entre os olhos. Ao chegar perto do carneiro, o bode quebrou os dois chifres do carneiro e o venceu. O bode engrandeceu-se sobremaneira e ninguém o podia vencer, mas quebrou-se o seu chifre, e em seu lugar nasceram outros quatro chifres, de um destes chifres nasceu um pequeno chifre que cresceu até chegar ao exército dos céus, teve o domínio sobre os exércitos e tudo que fez prosperou. Engrandeceu-se até ao “príncipe do exército; dele tirou o sacrifício diário e o lugar do seu santuário foi deitado abaixo”. (v. 11).
Daniel ouve uma conversa entre santos que perguntam até quando durará toda aquela profanação. “Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado” (v. 14) é a resposta.
Então, Gabriel é enviado a Daniel para explicar-lhe a visão que tinha visto.
O carneiro com 2 chifres é o reino da Medo-Pérsia e o bode é o rei da Grécia e o chifre entre os olhos é o primeiro rei,ou seja, Alexandre Magno. O grande chifre é destruído prematuramente, Alexandre morre aos 33 anos tendo construído um grande império e reinado por somente por 11 anos. Nascem 4 chifres em seu lugar, o reino de Alexandre foi dividido entre seus 4 generais. Mas se levantará um rei feroz muito poderoso, causará muitas destruições,destruirá os poderosos e o povo santo, fará prosperar o engano, mas este rei será destruído sem uso de força humana. Alguns comentaristas afirmam que o rei em questão era Antíoco IV, que em seu reino agiu desta forma, mas creio que seja uma profecia com relação ao reino do anticristo. O anticristo será vencido sem que haja necessidade de força humana, pois Deus irá vencer o anticristo na batalha do Armagedom.
As setenta semanas
Daniel 9:20-27
A profecia das 70 semanas é revelada a Daniel por Gabriel. Gabriel, enviado de Deus, relada a Daniel que as 70 semanas representam o tempo até que a transgressão e o pecado cessarão, para selar a vitória e a profecia e para ungir o santo dos santos.
Desde a saída da ordem para restaurar e edificar Jerusalém até o Ungido, Jesus Cristo, serão 7 semanas e 62 semanas. O Ungido será morto após as 62 semanas.
Ou seja, o tempo do cativeiro irá durar 7 semanas (um dia da semana contando como um ano,portanto o cativeiro durará 70 anos, como de fato ocorreu). Haverá a reconstrução de Jerusalém e após 62 semanas nascerá o Ungido, Jesus Cristo, totalizando 69 semanas. A crucificação e a ressurreição de Jesus cessaram a contagem das semanas, criando um hiato de tempo, o tempo da Igreja. A última semana ocorrerá após o arrebatamento da Igreja. Com o governo do anticristo que durará 7 anos. Na metade da semana irá cessar os sacrifícios no Templo, o que sugere a reconstrução do templo em Jerusalém e a retomada dos sacrifícios. Após as 70 semanas Deus vencerá o anticristo e julgará a humanidade. Iniciando-se o Reino Milenar de Cristo.

Os reis do Norte e do Sul
Daniel 11:1-45
Confesso que tive muita dificuldade em compreender a totalidade deste capítulo e resisti muito em colocá-lo neste trabalho, mas Deus me constrangeu a tentar.
Dividi a análise em duas partes:
Primeira Parte: Versículos 1-20
O versículo 2 relata o reino da Pérsia e sua luta contra a Grécia. A partir do versículo 3, é relatado o reino da Grécia, iniciando com o reino de Alexandre Magno e depois com os 4 reis que assumem seu lugar e dividem o império (vv. 3 e 4). Depois é descrito o reino do Sul, que ao que parece é o Egito (v. 8), que luta contra o reino do Norte, provavelmente Roma ou Síria. Após, Daniel relata batalhas entre estes reinos do Norte e do Sul, onde o Norte vencerá, o que me faz acreditar que o Reino do Norte é Roma e não a Síria.
Segunda Parte: Versículos 21-45
A partir do versículo 21 é descrito um rei vil, que tomará o trono através de intrigas, ele fará alianças com outros reinos e governará pelo engano. Este rei atacará e subjugará os reinos do Sul. “Dele sairão forças que profanarão o santuário, a fortaleza nossa, e tirarão o sacrifício diário, estabelecendo a abominação desoladora. Aos violadores da aliança, ele, com lisonjas, perverterá, mas o povo que conhece ao seu Deus se tornará forte e ativo. Os sábios entre o povo ensinarão a muitos; todavia, cairão pela espada e pelo fogo, pelo cativeiro e pelo roubo, por algum tempo.” (vv. 31-33). Este, ao que parece, é o reino de Antíoco IV, como ocorrera no capítulo 8, mas creio que seja uma alusão ao reino do anticristo. A descrição dada ao vil e corrupto rei é compatível com o reino do anticristo, que perseguirá ao remanescente do povo de Deus e profanará o Templo.
O Tempo do fim
Daniel 12:1-13
Daniel escreve sobre os tempos do fim. 
Na profecia, Miguel, o grande príncipe, se levantará. Haverá angústia como nunca antes, mas naquele tempo serão salvos todos que estão escritos no Livro da Vida. Os que já morreram ressuscitarão, uns para a vida eterna e outros para a condenação.
Deus diz a Daniel que o livro deve ser encerrado e selado, e que no futuro o livro será estudado e esquadrinhado e o conhecimento se multiplicará. Mas o tempo que a profecia se realizará fica em mistério. “Quando se acabar a destruição do poder do povo santo, estas cousas todas se cumprirão.” (12:7b).
Muitos serão purificados, embranquecidos e provados; mas os perversos procederão perversamente, e nenhum deles entenderá, mas os sábios entenderão.” (12:10).
Conclusão
O livro de Daniel é uma grande demonstração da soberania de Deus e de Seu controle total e absoluto sobre a História da humanidade. Nada acontece sem a permissão e o conhecimento de Deus. Ao revelar os reinos seqüentes aos da época de Daniel, Deus está nos dando uma confirmação de que Suas profecias serão cumpridas. Uma vez crendo e entendendo o livro de Daniel, podemos ter certeza de que as predições do livro de Apocalipse se cumprirão, assim como toda a Palavra do Senhor, pois Deus nos diz: “Porque eu velo sobre a minha palavra para a cumprir.” (Jeremias 1:12). Nada escapa ao controle soberano de Deus.
Bibliografia
Bíblia Sagrada, traduzida em português por João Ferreira de Almeida, edição Revista e Atualizada no Brasil. 2ª. edição. São Paulo: Sociedade Bíblica do Brasil, 1993.
BALDWIN, Joyce G. Daniel: introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova / Mundo Cristão, 1991.
FROESE, Arno. Como a Democracia Elegerá o Anticristo. Porto Alegre: Editora Actual, 1999. 
A Cronologia do Livro de Daniel.

=> Gênesis 1:1 a 31 - Gênesis 2:1 a 2). 

Isaías 46:9,10 
9 Lembrai-vos das coisas passadasdesde a antigüidade;Que eu sou Deus, e não há outro; eu sou Deus, e não há outro semelhante a mim; 10 que anuncio o fim desde o princípio, e desde a antigüidade as coisas que ainda não sucederam; que digo: O meu conselho subsistirá, e farei toda a minha vontade;
(Disse Deus no verso acima de Isaías 46: Lembrai-vos das coisas passadas desde a antiguidade eque eu lhe digo quando tudo terminará (Eu anuncio o fim) desde o Gênesis(desde o princípio) e quando começará o milênio (que digo as coisas que ainda não sucederam...)...
 
(Eu anuncio o fim) desde o Gênesis(desde o princípio). 

Gênesis 6:3 
3 Então disse o Senhor: O meu Espírito não permanecerá para sempre no homem, porquanto ele é carne, mas os seus dias serão cento e vinte anos. 

Nós ouvimos que os anos também como sendo algo como os anos dos Jubileus. 

O Senhor disse a Moisés no Sinai: 

Levítico 25:8,9 
Também contarás sete sábados de anos, sete vezes sete anos; de maneira que os dias dos sete sábados de anos serão quarenta e nove anos. Então, no décimo dia do sétimo mês, farás soar fortemente a trombeta; no dia da expiação [Yom Kipur em setembro] fareis soar a trombeta por toda a vossa terra.

Lv 25:10 E santificareis o ano qüinquagésimo, e apregoareis liberdade na terra a todos os seus habitantes; ano de jubileu será para vós; pois tornareis, cada um à sua possessão, e cada um à sua família. Lv 25:11 Esse ano qüinquagésimo será para vós jubileu; não semeareis, nem segareis o que nele nascer de si mesmo, nem nele vindimareis as uvas das vides não tratadas.

Com isto Deus deu para humanidade também 120 Jubileus com cada Jubileu com 50 anos ( 120 X 50 = 6.000 anos).

Deus deu para a humanidade 6.000 anos começando a partir de Adão.

Os seis dias da criação em Gênesis foram profetizados como sendo 6 milênios ( cada dia equivalente a 1.000 anos) da história da humanidade, seguido com mais 1.000 anos do reinado de Cristo.

2Pe 3:8 Mas vós, amados, não ignoreis uma coisa: que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia.

Nos anos 100 d.C, Barnabé escreveu:

Tivemos 2.000 anos de Adão a Abraão, de Abraão até Cristo mais 2.000 anos e teremos mais 2.000 anos até o início do milênio de Cristo”. 

2017 se completam 120 Jubileus, se aproximando de 6.000 anos desde Adão.

2017 vamos ter um novo ciclo solar.

O último Jubileu foi em 1967 na Guerra de Seis Dias, aonde Israel venceu miraculosamente o cerco dos países Árabes.

Esta data representou a primeira vez em 2.500 anos que Israel teve o controle sob Jerusalém e parte do que restou no monte do Templo.

O outro Jubileu antes disto foi em 1917, após as terras de Israel passou por 400 anos sob o governo dos Turcos Otomanos e finalmente em 1917 a cidade foi capturada pelo exército Britânico depois da I Grande Guerra Mundial, e logo com a Declaração Balfour os Judeus passaram a morar na terra.

Alguma coisa sobre 1917:

Moisés disse que Israel seria punido 7 vezes mais pelos seus pecados (ver Levítico 26:28 a 34).

Sete vezes são 7 X 360 anos, ou 2.520 anos. O dia que começou esta punição foi em 604 a.C. com a invasão da babilônia (sonho de Daniel da cabeça da Estátua), que teria a partir desta invasão 2.520 anos.

O termino desta punição de 2.520 anos começou em 1917 d.C , aonde a tribo de Judá começou fazer a suaAliah (retorno) a Israel.

1917 (menos) -2.520 = 603 + 1 (para o ano zero), ou 604 a.C.

No ano 604 a.C Nabucodonosor levou para o cativeiro a Daniel (Daniel 1:1,2).

Quando se estuda escatologia bíblica, devemos ficar de olho em Israel, pois tudo é centralizado com Israel e o seu povo.

Jesus disse sobre a Figueira em Mt. 24,34:

32 Aprendei, pois, esta parábola da figueira [Israel]: Quando já os seus ramos se tornam tenros e brotam folhas, sabeis que está próximo o verão.

34 Em verdade vos digo que não passará esta geração [Que viu o nascimento da nação de Israel] sem que todas essas coisas se cumpram. 35 Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras jamais passarão.

A geração que viu e testemunho o nascimento de Israel profetizado nas Escrituras numerosas vezes veriam a volta de Cristo.

Uma geração são 70 anos em Salmos 90:10

Israel começou como nação em 4 de Sivam (dia 14 à tardinha, 15 de maio em 1948 ao término do mandato Britânico.

Antes disso, foi assinado a resolução 181 da ONU em 29 de novembro de 1947, com o decreto que a figueira renascia novamente, sendo restaurada como uma nação novamente.

A independência do Estado de Israel foi a 15 de maio de 1948.

70 anos depois do acordo assinado na ONU nos leva para o ano de:

1947 + 70 anos= 2017 d.C 

Quando Jesus se referiu à última geração ele se referiu à profecia de Daniel 9 verso 27.

Vamos ver se achamos alguma referencia para 70 anos ao redor destes versos.

Dn 9:24 Setenta semanas [70 Shavuots - ANOS] estão decretadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o santíssimo [Yeshua, Jesus Cristo]. 

SHABUA é em hebreu a transliteração da palavra SEMANAS.

Aqui significa "Shavuots" ou "Pentecostes" ou anos.

A cada 50 anos, depois de sete ciclos sabáticos de sete (Shavuots, cada um) (ou 49 anos), temos um ano de Jubileu, (50) o ano de restituição das terras aos judeus segundo a Torá em Levítico 25.

"Setenta semanas" significa setenta Shavuots (ou 70 anos) estão determinados em algum ponto até o reinado de Jesus Cristo.

O "Shavuot" "Pentecostes" acontece em Israel uma vez no ano.

Esta palavra é derivada da palavra "shaba" que significa algo como COMPLETO. Depois de 70 anos de um certo ponto, Cristo irá retornar para governar no período do milênio.

25 Sabe e entende: desde a saída da ordem [Decreto de 1947] para restaurar e para edificar Jerusalématé o ungido [Messias Cristo], o príncipe,...

Daniel 9:25

25 Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém até o ungido [Messias Cristo, o príncipe, haverá sete semanas [SETE ANOS], e sessenta e duas semanas [62 ANOS];com praças e tranqueiras se reedificará, mas em tempos angustiosos.

(Dois tempos separados: 7 anos e 62 anos).

A Resolução da Onu número 181, assinado em 29 de novembro de 1947 o decreto para a figueira (Israel) ser restaurado como nação outra vez, somando mais 70 Shavuots para frente que nos leva ao ano de2017.

1947 + 70 Shavuots= 2017

Os últimos 7 anos é a semana profética de Daniel quando a Onu e Liga Árabe confirmará um convênio (tratado de Paz) para permitir que o Templo de Jerusalém seja novamente construído com os seus sacrifícios de animais (Daniel 9:27).

21 e 22 de janeiro de 2009, Brarack O. comandante in chefe. 

Dependendo da hora (depois do por do sol) quando o decreto foi aprovado em 29 de novembro de 1947 e oficialmente que Obama assumiu em 22/01/2009, foi exatamente depois de 1947, 62 anos hebreus (de360 dias)!!!

Note que Daniel o chamou de o "príncipe" ou "líder" (nagiyd) ao invés de rei. Somente confirma o que diz oApocalipse 17. O último rei do reino da besta animal que começa como sendo o líder do Mistério da Babilônia.

Ao o líder do Mistério da Babilônia não é dado poder absoluto como um rei do reino animal final, até que ele permite que a Babilônia, seja destruída. (Apocalipse 17:12,18).

Daniel 9:27 

E ele fará um pacto firme com muitos por uma semana [7 anos] ; e na metade da semana [3 anos e meio] [o líder] fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador; e até a destruição determinada, a qual será derramada sobre o assolador.

SETE ANOS DE TRIBULAÇÃO, e o começo é a partir de algum ponto no fim de 2010 e o fim 2017: 

2009, 2010, 2011, 2012,2013,2014,2015,2016,2017

62 Shavuots 2009 (Líder Barack aparece em cena).

2013,2014 (NO MEIO DESTES DOIS A METADE= 3 ANOS E MEIO).

2017 = (fim dos 120 Jubileus X 50 = 6.000 anos desde Adão).

UMA COISA É CERTA, O REINO DE DEUS ESTÁ PRÓXIMO(!) VOCÊ ESTÁ PREPARADO PARA ENCONTRAR COM O NOSSO SENHOR E SALVADOR, JESUS CRISTO?

SE VOCÊ NÃO ACEITOU AINDA JESUS CRISTO COMO SENDO O SEU SENHOR E SALVADOR DA SUA VIDA, FAÇA-O AGORA, POIS AMANHÃ PODE SER MUITO TARDE. FAÇA UMA ORAÇÃO AO PAI E DIGA: PAI NOSSO QUE ESTÁ NO CÉU, RECONHEÇO QUE SOU PECADOR, PERDOA OS MEUS PECADOS, POIS SEI QUE O SEU FILHO JÁ PAGOU O PREÇO DOS MEUS PECADOS NA CRUZ DO CALVÁRIO, PORTANTO AGRADEÇO A TI PELO DOM GRATUITO DA VIDA ETERNA, POR NOSSO SENHOR JESUS CRISTO. AMÉM! 

Fonte: http://apologiajudaica.blogspot.com/2010/08/44-anos-x-de-360-dias.html

NOTA (acrescentada por Mn. Sales):

Se entendermos a data de 1948 (14 de maio) como o cumprimento da profecia de Mateus 24:32, então, considerando Mateus 24:33, o que seria 2017 como é citado acima, deve ser 2018 ... pois, 1948 + 70 = 2018 ... seguindo o mesmo padrão de contagem de uma geração que dura 70 anos.

Nesse caso, em Daniel 9, 7 semanas (de anos) e 62 semanas (de anos) devem ser 1948 + 62 = 2010 ... para 62 semanas e 2011 + 7 = 2018 para os 7 anos ... o que acarreta de 2011 ser o início da grande tribulação com término em 2018.

A questão que fica é... onde devemos considerar o cumprimento da profecia de Mateus 24:32 ??? Desde a sua ordem para restaurar, em 1947 (29/11) ou desde o cumprimento dessa ordem quando se deu a execução oficial dela em 1948 (14/05) ???

Qual seja o correto pensarmos... os dois estão próximos... um alguns meses menos que o outro... pois a diferença entre eles é de 7 meses apenas... quando um foi em 29/novembro/1947 (ordem da ONU para restauração do estado de Israel) e o outro foi em 14/maio/1948 (execução oficial dessa ordem)

Fonte:

http://www.historialivre.com

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http://gospelbrasil.topicboard.net

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