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sábado, 20 de julho de 2013

524-A FORMOSA JERUSALÉM











A Formosa Jerusalém


“Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus nova terra, em que habita a justiça” (2 Pe 3.13).

VERDADE PRÁTICA

Que jamais nos esqueçamos de nossa cidadania celeste obtida por Cristo na cruz. Aqui, neste mundo cruel e iníquo, não passamos de peregrinos. Mas com a ajuda de Nosso Senhor, caminhamos para a Nova Jerusalém de Deus.

LEITURA BÍBLICA - APOCALIPSE 21.9-27

INTRODUÇÃO

Emílio Conde, num momento de raríssima inspiração, assim cantou a esperança do crente em relação à Nova Jerusalém: “Quão glorioso, cristão, é pensares/ Na cidade que não tem igual / Onde os muros são de puro jaspe E as ruas de ouro e cristal / Pensa como será glorioso / Verse a triunfal multidão / Que cantando, aguarda a chegada / Dos que vencem a tribulação.” (Harpa Cristã, 26)

O anseio demonstrado pelo irmão Conde, que já dorme no Senhor, é também o nosso. Não podemos depositar a nossa esperança num mundo que jaz no maligno, e que não poupa esforços por destruir a santíssima fé que recebemos de Cristo Jesus. Embora estejamos ainda aqui, o nosso coração acha-se ligado àquela ditosa cidade, cujo arquiteto e artífice é o próprio Deus. Na Jerusalém Celeste, passaremos a eternidade na companhia de Cristo Jesus o Imaculado Cordeiro que se entregou a si mesmo, redimindo-nos de nossas iniqüidades.

A REALIDADE DA NOVA JERUSALEM

A crença na Jerusalém Celeste não é uma ficção futurística, nem um devaneio inconseqüente. Trata-se de urna doutrina sólida, cujas raízes podem ser descobertas já no alvorecer da História Sagrada. Haja vista o sonho de Jacó. O patriarca viu uma escada unindo a terra ao céu, e por esta desciam e subiam os anjos de Deus (Gn 28.10-17). Na consagração do Santo Templo, o rei Salomão confessa a sua fé na imensidade do Todo-Poderoso, afirmando que o Altíssimo não habita em templos feitos por mãos humanas (2 Cr 6.18). Referia-se ele à excelsa habitação do Senhor. Mais adiante, nos Salmos, pergunta o poeta: “Senhor, quem habitará no teu tabernáculo? Quem morará no teu santo monte?” (SI 15.1).

No livro de Isaías, deparamo-nos com explícitas referências aos novos céus e à nova terra: “Porque eis que eu crio céus novos e nova terra; e não haverá lembrança das coisas passadas, nem mais se recordarão” (Is 65.17). Embora haja abundantes referências e muitas inferências sobre a futura morada dos santos, as passagens citadas são mais do que suficientes para mostrar-nos que a crença no porvir não é uma fantasia; é uma doutrina digna de todo o crédito.

A GRANDE E BENDITA ESPERANÇA DO POVO DE DEUS

O verdadeiro crente tem a sua esperança centrada em Deus. Sabe que, neste mundo, não passa de um peregrino que, orando e chorando, encaminha-se para a Jerusalém Celeste. Concentremo-nos, pois, no exemplo de Abraão, nosso pai na fé.

1. A experiência de Abraão. Apesar de Abraão haver recebido a terra de Canaã por herdade perpétua, sua esperança achava-se voltada para os céus, conforme escreve o autor da Epístola aos Hebreus: “Pela fé, Abraão, sendo chamado, obedeceu, indo para um lugar que havia de receber por herança; e saiu, sem saber para onde ia. Pela fé, habitou na terra da promessa, como em terra alheia, morando em cabanas com Isaque e Jacó, herdeiros com ele da mesma promessa. Porque esperava a cidade que tem fundamentos, da qual o artífice e construtor é Deus” (Hb 11.8-10).

Ora, se a herança temporal e terrena do patriarca era algo mau- dito, o que não dizer da promessa de uma cidade arquitetada e construída pelo próprio Deus? Abraão, olhando além do horizonte material, visualizou a Jerusalém Celeste.

2. Pensando nas coisas que são de cima. No capítulo 12 de sua Segunda Epístola aos Coríntios, o apóstolo Paulo, descrevendo suas experiência, revela que, certa vez, foi arrebatado ao terceiro céu, onde ouviu palavras inefáveis que o comum dos mortais não poderia escutar. Teria ele visto a Jerusalém Celeste? Eis porque exorta-nos a pensar nas coisas que são de cima; “Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima e não nas que são da terra” (Cl 3.1,2).

Que exortação! Se a nossa mente estivesse sempre centralizada nas coisas que são de cima, jamais perderíamos tempo com as coisas passageiras desta vida.

O QUE E A NOVA JERUSALEM

Ao contrário do que ensinam os incrédulos, a Nova Jerusalém não é uma suposição nem algo imaginário; é real e concreta. No Apocalipse, temos dela uma descrição rica e pormenorizada. Vejamos o que é, de fato, a gloriosa cidade que, uni dia, estaremos adentrando, a fim de estarmos para sempre com Nosso Senhor Jesus Cristo.

1. Definição. A Nova Jerusalém, também conhecida como a Jerusalém Celeste, é o lugar que nos preparou o Senhor, para que, na consumação de todas as coisas, estejamos eternamente com Ele. É descrita ainda, pelo próprio Senhor, como a casa de meu Pai, onde há muitas moradas (Jo 14.1-4). Isto significa que há lugar para todos os que vierem a recebê-lo como o seu único e suficiente Salvador.

2. A localização da Nova Jerusalém. Acha-se esta cidade muito além do espaço sideral, num lugar jamais imaginado pela mente humana. Neste exato momento, enquanto ansiamos pela chegada do Cordeiro, a Nova Jerusalém, lindamente ataviada, aguarda a chegada do Esposo que, juntamente com a Igreja, adentrará os seus limites, levando os céus e a terra, conforme cantamos no hino três da Harpa Cristã, a ser a mesma grei. É o que podemos adiantar, por enquanto, acerca da localização da Nova Jerusalém. Quando lá estivermos, viremos a conhecê-la detalhadamente.

3. Suas dimensões. A cidade forma um cubo perfeito numa alusão ao Santo dos santos do Tabernáculo. Suas dimensões chegam a 12 mil estádios (Ap 21.16) que, de conformidade com as medidas atuais, equivalem a 2.260 km2. Isso, em medidas terrenas. As medidas celestes estão do outro lado; não são aprendidas aqui. Concluímos que a cidade toda formará um perfeito santuário, no qual o Senhor será sublime e eternamente glorificado pelos redimidos de todas as eras da  História Sagrada.

4. Seu aspecto. A beleza da cidade é singularmente indescritível. Utilizando-se da limitação e das imperfeições da linguagem humana, embora inspirado por Deus, João assim descreve-nos a Ditosa Cidade: “E veio um dos sete anjos que tinham as sete taças cheias das últimas sete pragas e falou comigo, dizendo; Vem, mostrar-te-ei a esposa, a mulher do Cordeiro. E levou- me em espírito a um grande e alto monte e mostrou-me a grande cidade, a santa Jerusalém, que de Deus descia do céu. E tinha a glória de Deus. A sua luz era semelhante a uma pedra preciosíssima, como a pedra de jaspe, como o cristal resplandecente. E tinha um grande e alto muro com doze portas, e, nas portas, doze anjos, e nomes escritos sobre elas, que são os nomes das doze tribos de Israel.

Da banda do levante, tinha três portas; da banda do norte, três portas; da banda do sul, três portas; da banda do poente, três portas. E o muro da cidade tinha doze fundamentos e, neles, os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro. E aquele que falava comigo tinha uma cana de ouro para medir a cidade, e as suas portas, e o seu muro” (Ap 21.9-15).

A NOVA JERUSALÉM APOCALIPSE 21-22

A marcha da história rumo ao julgamento é concluída em Apocalipse 20. Ali, depois de mil anos de paz imposta por Jesus como o Messias Governante, Satanás é libertado. Não há dúvida de que os primeiros mestres na igreja estavam convencidos de que esse reino milenar seria estabelecido, e durante seu período, as promessas dos profetas do AT a Israel seriam cumpridas. Mas surge a questão: por que? Além do fato de que esse período iria permitir que Deus cumprisse literalmente as promessas dos profetas, por que essa era seria uma parte do seu plano eterno?

O fato de que depois de sua libertação Satanás rapidamente reúna seguidores é sugestivo. De certa forma, toda a história humana é uma demonstração da verdade das palavras de Deus a Adão, advertindo- o para que não comesse o fruto proibido: “No dia em que dela comeres, certamente morrerás” (Gn 2.17). Essa realidade estava demonstrada na ira assassina de Caim contra Abel. Estava demonstrada no mergulho da sociedade pré-diluviana numa corrupção tão grande que somente um dilúvio devastador poderia livrar aquele mundo do mal.

A realidade da queda do homem estava demonstrada na idolatria que reinou até os dias de Abraão; na falta de disposição da geração do Êxodo que se beneficiou dos milagres de Deus, mas que não confiou suficientemente nEle pata entrar na Terra Prometida. A realidade da queda do homem estava exibida na recusa de Israel em viver segundo a Lei de Deus, e no fracasso dos cristãos em viver plenamente a transformação que o Espírito de Deus veio possibilitar.

Por repetidas vezes, época após época mostrou o terrível efeito dos pecados nos seres humanos. Mas uma questão ainda permanece: e se os seres humanos vivessem em um ambiente perfeito? E se uma sociedade moral se tornasse uma realidade e durante centenas e centenas de anos fosse removida qualquer influência do mal? E se o bem penetrasse em cada instituição humana e somente o bem fosse o exemplo para os jovens enquanto amadurecessem? De acordo com muitos cientistas sociais modernos, em tal utopia os seres humanos seriam diferentes. Seriam erradicadas as tendências em relação ao pecado, que nós percebemos em nós mesmos e vemos em todas as outras pessoas?

Como é fascinante encarar o reino milenar como o laboratório de comportamento dos cientistas, e como a demonstração definitiva de Deus do terrível impacto do pecado. Mesmo depois de mil anos do reinado beneficente de Cristo, os seres humanos não regenerados ainda correm para seguir Satanás quando ele é libertado. Eles alegremente voltam as costas para Cristo e cortem em direção à promessa de “liberdade”, pata seguir os impulsos que anteriormente foram forçados a conter.

Agora, por fim, a verdade é inegável. Os seres humanos estiveram completamente corrompidos pelo pecado. Somente a fé pessoal na obra salvadora de Cristo pode ser suficiente para escrever qualquer nome no Livro da Vida. A medida que cada homem separado de Cristo é chamado diante do grande trono branco de Deus para enfrentar o julgamento fina!, cada um deles é declarado deficiente, e é condenado. Condenado, de acordo com as palavras severas de João, a um “lago de fogo e enxofre” (19.20), onde, com Satanás e o Anticristo, “serão atormentados para todo o sempre” (20.10).

O livro do Apocalipse, em harmonia com o restante do Novo Testamento e também com o Antigo Testamento, afirma a siigu1aridade dos seres humanos. Criado à imagem de Deus, nenhum indivíduo pode ter sua identidade simplesmente extinta. Cada um de nós está destinado a permanecer como um ser, autoconsciente e alerta, por toda a eternidade. Para os perdidos, isto significa a punição eterna. Para os salvos, o significado está delineado em Apocalipse 21 e 22.

A APRESENTAÇÃO PRÉVIA DA ETERNIDADE PARA OS SALVOS

Apocalipse 2 1-22 descreve um novo céu e uma nova terra, criados por Deus para serem o lar dos justos. O importante a respeito desta nova criação é que aqui, por fim, Deus e uma humanidade redimida viverão juntos em comunhão e harmonia. Para nós, isto quer dizer que “o mesmo Deus estará com eles e será seu Deus.., não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor, porque já as primeiras coisas são passadas” (21.3,4). Para Deus, isto significa o cumprimento das possibilidades que eram inerentes na criação original de um Adão e uma Eva inocentes. Pois no novo mundo não há lugar para os “tímidos, e os incrédulos, e os abomináveis, e os homicidas, e os fornicadores, e os feiticeiros, e os idólatras e todos os mentirosos” (21.8). O novo mundo só é habitado pelos redimidos e pelos justificados.

Estes dois capítulos também descrevem algumas características do novo universo. Como o nosso universo atual, ele contém um planeta chamado terra, mas um planeta que não está preso a nenhum sol. Como diz João, “a cidade não necessita de sol nem de lua, para que nela resplandeçam, porque a glória de Deus a tem alumiado, e o Cordeiro é sua lâmpada” (21.23).

Uma das características mais surpreendentes do novo mundo é a “Nova Jerusalém” (21.2), descrita como um cubo cujos lados têm cerca de 1.500 milhas de extensão, com portões de pedras preciosas. Alguns, interpretando mal a passagem, ridicularizaram a idéia de que o “céu” pudesse ser tão pequeno. Como poderiam todos os crentes já falecidos estar contidos em um espaço como este? Mas assim como a antiga Jerusalém era apenas um dos espaços disponíveis para a primeira criação, a Nova Jerusalém não representa a totalidade do céu.

A glória de Deus sempre se expande muito além de nossa capacidade de compreensão. E, desta forma, a Nova Jerusalém é somente a capital da nova terra, que por sua vez é o centro de um vasto universo de hostes estelares. Por mais poderosa que a imaginação humana tenha provado ser, o que Deus preparou para nós está muito além de nossa capacidade de imaginar ou fantasiar.

E é aqui que as Escrituras nos deixam. Com uma advertência e uma promessa. Deixem que aqueles que fazem o mal continuem fazendo o mal. No final, Deus será vindicado. E deixem que aqueles que decidiram seguir a Jesus aguardem fervorosamente pelo futuro. Em breve poderemos ouvir sua voz ecoando: “Eis que cedo venho, e o meu galardão está comigo para dar a cada um segundo sua obra” (22.12).

APOCALIPSE vv. 1-5
O estado celestial que antes foi descrito como uma cidade, e chamada de nova Jerusalém, aqui é descrito como um paraíso, aludindo ao paraíso terreno que foi perdido por causa do pecado de Adão; aqui há outro paraíso restaurado pelo segundo Adão. Um paraíso numa cidade, ou uma cidade toda em um paraíso! No primeiro paraíso, só havia duas pessoas para contemplar a beleza e experimentar os prazeres dele; mas nesse segundo paraíso, cidades e nações inteiras encontrarão prazer e satisfação abundantes. E aqui observe:

O rio do paraíso.
 O paraíso terreno era bem irrigado. Nenhum lugar que não o seja pode ser agradável ou frutífero. Esse rio é descrito: 1. Por sua nascente - o trono de Deus e do Cordeiro”. Todas as nossas fontes de graça, conforto e glória estão em Deus; e todos os nossos rios que vêm dele, vêm pela mediação do Cordeiro. 2. Por sua qualidade - “…puro e claro como cristal”. Todos os rios de conforto terreno são barrentos; mas esses são claros, saudáveis e refrescantes, dando vida, e preservando vida, para os que bebem deles.

A árvore da vida, nesse paraíso.
 Havia uma árvore dessas no paraíso terreno (Cn 2.9). Esta de Apocalipse excede aquela em muito. E agora, com relação a esta árvore, observe: 1. A situação dela - “no meio de sua praça e de uma e da outra banda do rio”; ou, como poderia ter sido mais bem formulado: no meio entre o caminho da margem e o rio. Essa árvore da vida é nutrida pelas águas puras do rio que vêm do trono de Deus. A presença e as perfeições de Deus fornecem toda a glória e as bem-aventuranças do céu.

2. A fertilidade dessa árvore. (1) Produz muitos tipos de frutos - “. . . doze frutos”, apropriados para o paladar refinado de todos os santos. (2) Produz fruto o ano todo - “…de mês em mês”. Essa árvore nunca está vazia, nunca é infrutífera; sempre há fruto nela. No céu, não há somente uma variedade de prazeres puros e satisfatórios, mas uma continuidade deles, e sempre frescos. (3) O fruto não é somente agradável, mas saudável. A presença de Deus no céu é a saúde e felicidade dos santos; ali eles encontram nele o remédio para todas as suas enfermidades, e são preservados por Ele no estado mais saudável e vigoroso.

A perfeita liberdade nesse paraíso de tudo que é mau (v. 3): “E ali nunca mais haverá maldição contra alguém”; nenhum maldito - katanathema, não há serpente aí, como havia no paraíso terreno. Aqui está a grande excelência desse paraíso. O Diabo não tem o que fazer aí; ele não pode afastar os santos de servir a Deus para se submeterem a ele, como ele fez com os nossos primeiros pais, nem ao menos pode ele perturbá-los no seu serviço a Deus.

A suprema felicidade desse estado paradisíaco. 1. Ali os santos verão a face de Deus; aí irão desfrutar da santa visão. 2. Eles pertencerão a Deus, pois Ele colocará o seu nome e selo na testa deles. 3. “…e reinarão para todo o sempre”; o seu serviço será não somente liberdade mas honra e domínio. 4. Tudo acontecerá com conhecimento e alegria perfeitos. “Eles serão cheios da sabedoria e do conforto, continuamente andando na luz do Senhor; e isso não por um tempo, mas “. para todo o sempre”.

A CIDADE DE JERUSALÉM

1 Cr 11.7,8 “E Davi habitou na fortaleza, pelo que se chamou a Cidade de Davi. E edificou a cidade ao redo, desde Milo até completar o circuito; e Joabe renovou o resto da cidade.”

HISTÓRIA DA CIDADE DE JERUSALÉM.

A primeira referência à cidade de Jerusalém é sem dúvida em Gn 14.18, Onde Melquisedeque é citado como rei de Salém (Jerusalém; ver Gn 14.18). Na época dos israelitas cruzarem o Jordão para entrarem na terra prometida, a cidade chamava-se “da banda dos jebuseus” (Is 15.8) ou “Jebus” (11.4). Deixou de ser capturada durante a conquista de Canaã por Josué. E permaneceu em mãos dos cananeus até o tempo em que Davi chegou ao reino. O exército de Davi tomou Jebus de assalto, e Davi fez dela a sua capital (2 Sm 5.5-7; 1 Cr 11.4-7). Jerusalém serviu de capital política de Israel durante o reino unido E, posteriormente, do reino do Sul, Judá.  Salomão, sucessor de Davi, edificou o templo do Senhor em Jerusalém (1 Rs 5-8; 2 Cr 2-5) De modo que a cidade também tomou-se o centro religioso de adoração ao Deus do concerto. Por causa dos pecados de Israel, Nabucodonosor de Babilônia sitiou a cidade em 586 a.C.,  E finalmente a destruiu juntamente como templo  (2 Rs 25.1-11; 2 Cr 36.17-19). Jerusalém permaneceu um montão de ruínas até o retomo dos judeus da Pérsia em 536 aC. Para reedificar tanto o templo quanto a cidade (Ed 3.8-13; 5.l-6.15; Ne 3.4). Já nos tempos do NT, Jerusalém voltara a ser o centro da vida política e religiosa dos judeus. Em 70 d.C., porém, depois de freqüentes rebeliões dos judeus contra o poder romano, A cidade e o templo voltaram a ser destruidos. Quando Davi fez de Jerusalém a sua capital, esta começou a receber vários outros nomes em consonância com a sua índole; nomes corno: “Sião” (2 Sm 5.7); “a Cidade de Davi” (1 Rs 2.10); “santa cidade’ (Ne 11.1); “a cidade de Deus” (Sl 46.4); “a cidade do grande Rei” (SI 48.2); “cidade de justiça, cidade fiel” (Is 1.26); “a Cidade do SENHOR” (Is 60.14); “O SENHOR Está Ali” (Ez 48.35) e “a cidade de verdade” (Zc 8.3). Alguns desses nomes são proféticos para a futura cidade de Jerusalém.

O SIGNIFICADO DE JERUSALÉM PARA OS ISRAELITAS.

A cidade de Jerusalém tinha um significado especial para o povo de Deus do AT.

(1) Quando Deus relembrou sua lei diante dos israelitas na fronteira de Canaã, Profetizou através de Moisés que, a determinada altura no futuro, Ele escolheria um lugar  ”para ali pôr o seu nome” (Dt 12.5,11,21; 14.23,24). Esse lugar seria a cidade de Jerusalém (1 Rs 11.13; 14.21) Onde o templo do Deus vivo foi erigido; por isso, recebeu o nome de: “santa cidade”, “a Cidade de Deus”, e “a Cidade do SENHOR”. Três vezes por ano, todo homem em Israel devia ir a Jerusalém,  Para aparecer “perante o SENHOR, teu Deus, no lugar que escolher, Na Festa dos Pães Asmos, e na Festa das Semanas, e na Festa dos Tabemáculos” (Dt 16.16; cf. 16.2,6,11,15).

(2) Jerusalém era a cidade onde Deus revelava sua Palavra ao seu povo (Is 2.3); era, portanto, “do vale da Visão” (Is 22.1). Era, também, o lugar onde Deus reinava sobre seu povo Israel (SI 99.1,2; cf. 48.1- 3,12- 14). Logo, quando os israelitas oravam, eram ordenados a orar “para a banda desta cidade” (1 Rs 8.44; cf. Dn 6.10). As montanhas que cercavam Jerusalém simbolizavam o Senhor rodeando o seu povo com eterna proteção  (Sl 125.1,2). Em essência, portanto, Jerusalém era um símbolo de tudo quanto Deus queria para o seu povo. Sempre que o povo de Deus se congregava em Jerusalém, todos deviam lembrar-se do poder soberano de Deus, Da sua santidade, da sua fidelidade ao seu povo e do seu compromisso eterno de ser o seu Deus.

(3) Quando o povo de Deus destruiu seu relacionamento com Ele por causa da sua idolatria e de não querer obedecer aos seus mandamentos. O Senhor permitiu que os babilônicos destruíssem Jerusalém, juntamente com o templo. Quando Deus permitiu a destruição desse antigo símbolo da sua presença constante entre os seus, Estava dando a entender que Ele pessoalmente estava se retirando do seu povo. Note que a promessa de Deus, de um “concerto eterno” com seu povo, Sempre dependia da condição prévia da obediência deles à sua vontade revelada. Dessa maneira, Deus estava advertindo o seu povo, daqueles tempos e de agora, que todos devem permanecer fiéis a Ele e obedientes à sua lei, Se quiserem continuar a desfrutar de suas bênçãos e promessas,

O SIGNIFICADO DE JERUSALÉM PARA A IGREJA CRISTÃ.

A cidade de Jerusalém também era importante para a igreja cristã.

(1) Jerusalém foi o lugar onde nasceu o cristianismo. Ali Jesus foi crucificado e ressuscitou dentre os mortos. Foi também em Jerusalém que o Cristo glorificado derramou o Espírito Santo sobre os seus discípulos no Pentecostes (At 2). A partir daquela cidade, a mensagem do evangelho de Jesus Cristo espalhou-se “até aos confins da terra’ (At 1.8; cf. 24.47). A igreja de Jerusalém foi a igreja-mãe de todas as igrejas, e a igreja a qual pertenciam os apóstolos (At 1.12-26; 8.1). Ao surgir uma controvérsia se os gentios crentes em Jesus tinham de ser circuncidados, Foi Jerusalém a cidade onde reuniu-se o primeiro concilio eclesiástico de importância para resolver o assunto (At 15.1-31; 012.1- 10).

(2) Os livros do NT reiteram boa parte do significado da Jerusalém do AT, Mas com uma nova aplicação: de uma cidade terrena para uma cidade celestial. Noutras palavras, Jerusalém, como a cidade santa, já não estava aqui na terra Mas no céu; onde Deus habita e Cristo reina à sua destra; de lá, Ele derrama as suas bênçãos; E de lá, Jesus voltará. Paulo fala a respeito de Jerusalém “que é de cima”, que é nossa mãe (GL 4.26). O livro de Hebreus indica que, ao virem a Cristo para receber a salvação, Os crentes não chegaram a uma montanha terrestre, mas “ao monte de Sião, e à cidade do Deus vivo, à Jerusalém celestial” (Hb 12.22). E, ao invés de preparar uma cidade na terra para os crentes, Deus está preparando a nova Jerusalém, que um dia descerá “do céu, adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido” (Ap 21.2; cf. 3.12). Naquele grande dia, as promessas do concerto serão plenamente cumpridas: “Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, E eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles e será o seu Deus” (Ap 21.3). Deus e o Cordeiro reinarão para sempre e sempre no seu trono, nessa cidade santa (Ap 22.3).

(3) A cidade de Jerusalém terrestre ainda tem um papel futuro a desempenhar no reino milenar de Deus? Isaias em 65.17 do seu livro fala de “céus novos e nova terra” (Is 65.17), E em seguida apresenta um “Mas” enfático sobre a grandeza da Jerusalém terrena, no versículo 18. O restante do cap. 65 trata das condições mileniais, Muitos crêem que quando Cristo voltar para estabelecer seu reino milenial (Ap 20.1-6),  Ele porá o seu trono na cidade de Jerusalém.  Depois do julgamento do grande trono branco (Ap 20.11-15), A Jerusalém celestial descerá à nova terra como a sede do reino eterno de Deus (ver Ap 21.2 ).

CONCLUSÃO

Quem entrará na Jerusalém Celeste? Aquele, cujo nome encontra- se no Livro da Vida do Cordeiro. Portanto, se você ainda não recebeu a Jesus como o seu único e suficiente Salvador, aceite-o neste momento, e siga-o fielmente até o fim. E, assim, entrará você na Cidade, e para sempre estará com o Senhor.

Ressaltamos, porém, que o nosso maior prazer não será propriamente estar na Jerusalém Celeste; e, sim, permanecer na companhia de Nosso Senhor Jesus Cristo pelos séculos dos séculos. Maranata!
JERUSALÉM CELESTIAL A PÁTRIA DOS ESCOLHIDOS

1. A VISÃO DO DESTINO DA NOIVA PRUDENTE QUE CRISTO TOMOU PARA ELE - Apocalipse 21.9 E veio a mim um dos sete anjos que tinham as sete taças cheias das últimas sete pragas, e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei a esposa, a mulher do Cordeiro.
* Só a noiva prudente é vista no plano celestial porque a néscia ficou de fora - Mateus 25.10  E, tendo elas ido comprá-lo, chegou o esposo, e as que estavam preparadas entraram com ele para as bodas, e fechou-se a porta.

Assim como o anjo revelou a João a questão do juízo sobre o mundanismo, ele também revela um outro lado, o que o mundo precisa conhecer e a todos os que professam a fé cristã como a verdadeira noiva de Cristo. Esses dois lados um maldito e outro bendito, levam uma questão de escolha e decisão, e, essa decisão implica o destino da alma por toda eternidade, com Cristo ou com o Diabo e seus anjos. A verdadeira igreja de Cristo não se compatibiliza com o formalismo, a prosperidade mercantilizada, curandeirismo ou com um evangelho empresarial totalmente manipulado ou falsificado. A verdadeira igreja de Cristo vive sempre no primeiro amor, num avivamento constante, é militante e atuante em tudo que se refere as coisas do reino.  Esta é a igreja prudente que tem a espiritualidade desenvolvida, e é verdadeira depositária dos oráculos divinos. Essa é a condição propícia para ser arrebatada e entrar pelos portais eternos ao encontro do noivo. Quanto aos néscios que são os desprovidos de discernimento e conhecimento, razão pelo qual se deixam levar por todos os ventos da doutrina do evangelho fácil, preferindo as fábulas, ou seja, vivem de ilusões buscando as coisas que satisfazem o seu exterior, rejeitando aquilo que é necessário para o seu interior. Certamente como advertiu o Senhor, eles ficarão de fora, pois negligenciaram com as condições necessárias para fazer parte do reino de Deus.
2. A VISÃO DA CIDADE CELESTIAL ONDE FICA A MORADA DA NOIVA DE CRISTO - Apocalipse 21.10 E levou-me em espírito a um grande e alto monte, e mostrou-me a grande cidade, a santa Jerusalém, que de Deus descia do céu.
* Só habitará nessa cidade celestial quem foi transformado a imagem de Cristo - 2 Coríntios 3.18 Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor.
O que muitos não entendem acerca da doutrina da salvação, ou distorcem este ensino de uma maneira prejudicial a muitos cristãos é com relação ao errôneo entendimento de que uma vez salvo, é salvo para sempre. Isso é uma visão totalmente distorcida e perigosa, pois a salvação não é um ato, e, sim um processo contínuo que exige várias condições preceituadas pela palavra de Deus, que devem acompanhar a vida diária do crente. Nós fomos salvos e estamos sendo salvos, e isso com a visão perseverante de que seremos salvos no estágio final da nossa caminhada. Para isso o arrependimento acompanha esse processo de salvação e o mais importante é a santificação e se isso for exercitado chegaremos a glorificação. A Espírito Santo deve estar presente em nossa vida, pois é Ele que realiza esse processo de transformação envolve a implantação das características morais de Cristo para sermos tal qual Ele é.
3. A VISÃO DA NOVA JERUSALÉM MAIS RADIANTE DO QUE OS ASTROS DO CÉU - Apocalipse 21.11 E tinha a glória de Deus; e a sua luz era semelhante a uma pedra preciosíssima, como a pedra de jaspe, como o cristal resplandecente.
* Esta cidade refletirá a glória divina como a igreja deve refletir a glória de Cristo - Lucas 11.33 E ninguém, acendendo uma candeia, a põe em oculto, nem debaixo do alqueire, mas no velador, para que os que entram vejam a luz.
Nós somos o sal da terra e a luz nesse mundo de trevas. para que a glória de Deus  possa se refletir na vida do crente é necessário que ele testifique a sua fé em Cristo de uma maneira explicita e sem distinções. Refletir a glória de Cristo é desenvolver a nossa espiritualidade em todos os sentidos, mas, não somente isso envolve também o nosso compromisso com o reino de Deus e levar a mensagem do evangelho aos pecadores, e deixar de cumprir esse compromisso é uma atitude repreensível. A nossa luz tem que resplandecer neste mundo e se ficarmos escondidos dentro dos nossos lares ou mesmo dentro das igrejas, essa luz não será vista e não estaremos produzindo coisa alguma para o crescimento do reino.
4. A VISÃO DA MURALHA É O SÍMBOLO DA SEGURIDADE DOS SANTOS DE CRISTO - Apocalipse 21.12 E tinha um grande e alto muro com doze portas, e nas portas doze anjos, e nomes escritos sobre elas, que são os nomes das doze tribos dos filhos de Israel.
* Esta proteção representa que ali não adentrará qualquer tipo de mal ou engano - Apocalipse 21.27 E não entrará nela coisa alguma que contamine, e cometa abominação e mentira; mas só os que estão inscritos no livro da vida do Cordeiro.
O que muitos crentes estão desatentos é com relação a questão do livro da vida. No livro da vida são inscritos todos que aceitam Cristo com o seu único e suficiente Salvador e prometem segui-lo todos os dias da sua vida. Ao contrário do que alguns pensam, esse nome pode ser riscado em decorrência da nossa conduta. Moisés no episódio do bezerro de ouro, quando Deus se irou com a conduta do povo e se propôs a destruí-los, intercedeu pelo povo junto ao Senhor para que os perdoasse, e na concessão desse perdão que riscasse o seu nome do livro da vida. Porém Deus refutou e disse que o seu nome não riscaria e sim o do povo em pecado. (Êxodo 32.32 Agora, pois, perdoa o seu pecado, se não, risca-me, peço-te, do teu livro, que tens escrito). Portanto fica aqui esclarecido biblicamente que o nome pode ser riscado, se a nossa conduta não corresponder aos preceitos da Palavra de Deus.
5. A VISÃO DAS PORTAS REPRESENTA LIVRE ACESSO PARA TODOS  SANTIFICADOS -  Apocalipse 21.13 Do lado do levante tinha três portas, do lado do norte, três portas, do lado do sul, três portas, do lado do poente, três portas.
* A portas dessa cidade dão acesso a noiva de Cristo de todas as partes do mundo - Apocalipse 7.9 Depois destas coisas olhei, e eis aqui uma multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, que estavam diante do trono, e perante o Cordeiro, trajando vestes brancas e com palmas nas suas mãos;
Em Gálatas 3.28 o apóstolo Paulo fala a respeito do direito de salvação a todos os povos da terra quando diz: Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus. Aqui vemos os eleitos provenientes de cada recanto da terra, ou seja, de todas as raças que dividem a humanidade. As portas falam de admissão para todas as variedades humanas que professam a fé no Senhor Jesus Cristo e o seguem com toda fidelidade, pois o evangelho não tem qualquer atitude exclusivista no sentido racial. O céu tem portas; a entrada livre é para todos aqueles que são santificados;  nessa condição ninguém se verá excluído. Embora este texto de Apocalipse 7.9 não venha a se referir propriamente a igreja pois são povos que foram martirizados e arrebatados na grande tribulação, serve de alusão a respeito da igreja com povos de todos os pontos cardeais em que será arrebatada.
6. A VISÃO DOS FUNDAMENTOS É A FIRME E INABALÁVEL CONDIÇÃO DA IGREJA   - Apocalipse 21.14 E o muro da cidade tinha doze fundamentos, e neles os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro.
* Sós os edificados no fundamento apostólico e profético viverão nessa cidade - Efésios 2.20 Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra da esquina;
Para os crentes que preferem fábulas, que tem comichão nos ouvidos quanto a sã doutrina, que são ouvintes esquecidiços da palavra de Deus fica aqui uma forte exortação em relação a estarmos edificados e fundamentados na doutrina dos apóstolos. Quem tem algum conhecimento da Palavra de Deus, sabe que as cartas dos apóstolos que se tornaram epístolas, pois, não ficaram restritas apenas as igrejas a qual foram endereçadas. Tendo em vista o seu teor doutrinário se tornaram universais, ou seja para todas as igrejas nos quatro cantos da terra. Elas servem para instruir, redarguir, exortar e admoestar os crentes. As igrejas que conduzem o povo com esta base doutrinária certamente são igrejas que tem compromisso com a edificação do povo e também tem a direção do Espírito Santo e visão correta do reino de Deus. A visão de Israel no tempo da lei era totalmente materialista e tanto que Jesus para manter aquela multidão precisava fazer milagres de curas, multiplicação, ressurreição e outros mais, porque eles andavam e seguiam Jesus por vista e não por fé. Tanto que Jesus quando endureceu seu discurso não fazendo milagres físicos naquele dia, muitos se retiraram. Só que da cruz em diante nesta dispensação da graça, a visão não é mais materialista e sim espiritualista, pois a igreja não deve andar por vista e sim por fé. Portanto aqueles que seguem os pregadores materialistas correm o risco de ficar de fora. Estes fundamentos feitos de doze classes de pedras preciosas, denotam a variedade e a excelência das doutrinas do evangelho
7. A VISÃO DA CANA DE OURO O CARÁTER IDEAL DA IGREJA DO ARREBATAMENTO - Apocalipse 21.15 E aquele que falava comigo tinha uma cana de ouro, para medir a cidade, e as suas portas, e o seu muro.
* A medida para estar nessa cidade exige alcançar padrões exatos das exigências divinas -  Efésios 5.27 Para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível.
Qual é a nossa estatura espiritual? Essa é uma pergunta que devemos fazer a nós mesmos e fazermos um exame introspectivo para tentar responde-la. O Espírito Santo que é o nosso consolador, ajudador, advogado e outros múltiplos atributos maravilhosos que Ele tem ao nosso favor, é também representado como o amigo do noivo, ou seja aquele que está preparando a noiva em sua caminhada para levá-la e entregá-la ao noivo que é Cristo. Cristo seu deu pela Igreja para santifica-la neste mundo e para glorificá-la no mundo vindouro, também implantar em todos os seus membros o princípio de santidade, tais como; evitar o pecado, a contaminação com as coisas mundanas e tudo isso é feito pela obra do Espírito Santo, pois a igreja não pode ter as manchas do pecado e nem as rugas do homem velho, para que possa atingir o estágio final que é chegar a glória celestial. Mas somente os que são santificados agora serão glorificados no além desde que haja uma entrega total ao Espírito Santo.
8. A VISÃO DA SIMETRIA PERFEITA DENOTA A HARMONIA PERFEITA ENTRE OS SANTOS - 
Apocalipse 21.16 E a cidade estava situada em quadrado; e o seu comprimento era tanto como a sua largura. E mediu a cidade com a cana até doze mil estádios; e o seu comprimento, largura e altura eram iguais.
* Como pedras vivas é preciso ter uma medida proporcional para ser parte deste edifício - Efésios 4.16 Do qual todo o corpo, bem ajustado, e ligado pelo auxílio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, faz o aumento do corpo, para sua edificação em amor.
A medida da formosa Jerusalém é de cerca de dois mil e duzentos quilômetros em todos os seus lados, ou seja, altura, largura, comprimento o que da a forma de um cubo. O apóstolo Paulo falou a respeito do terceiro céu, o que subentende-se a existência de três céus que correspondem ao céu atmosférico, o céu espacial e o céu celestial. Essa nova Jerusalém que desce do céu ficará numa órbita estacionária no céu espacial sobre a Jerusalém terrena. (Isaías 24.23 E a lua se envergonhará, e o sol se confundirá quando o SENHOR dos Exércitos reinar no monte Sião e em Jerusalém, e perante os seus anciãos gloriosamente) A bíblia diz que somos como pedras vivas, e edificados como casa espiritual e sacerdócio santo. As pedra do templo de Salomão eram cortadas milimetricamente para um encaixe perfeito e as que saiam fora da medida eram lançadas fora como refugos. Nós fazemos parte de um grande templo espiritual onde devemos estar perfeitamente encaixados para fazer parte dele, quem não se encaixa está na condição de refugo. Sempre é tempo de se recompor diante de Deus enquanto é dia pois a noite já vem e aí será tarde demais. 2 Coríntios 5.1 Porque sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos de Deus um edifício, uma casa não feita por mãos, eterna, nos céus.
9. A VISÃO DO MURO MEDIDO INDICA A COMPLETA ESTATURA ESPIRITUAL DA IGREJA - Apocalipse 21.17 E mediu o seu muro, de cento e quarenta e quatro côvados, conforme à medida de homem, que é a de um anjo.
* O nosso processo de transformação só é real se rumar para a estatura do varão perfeito -  Efésios 4.13 Até que todos cheguemos à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a homem perfeito, à medida da estatura completa de Cristo,
É fato que nunca chegaremos a um estado de perfeição enquanto estivermos habitando nesse plano terreno, pois somos falhos, erramos, tomamos atitudes impensadas e essa é uma condição geral em todos os crentes e Deus sabe de tudo isso, pois Ele conhece o nosso profundo e oculto. Porém o que Deus quer de nós é a conscientização dessa condição e mais ainda Ele quer o nosso esforço em estar eliminando coisas que fazemos que não é do seu agrado. A vontade de Deus e o seu desejo é o nosso crescimento espiritual, não somente no sentido individual, mas, também no sentido de corpo em que envolve a unidade espiritual com um só Senhor, uma só fé um só batismo (que é o batismo espiritual), e com uma visão única do evangelho puro da graça de Deus. Precisamos ter um conhecimento único acerca de Cristo, sem qualquer tipo de heresia ou mistura, nos esforçando para ser uma igreja sadia espiritualmente alicerçada pela sã doutrina, para verdadeiramente chegarmos a estatura completa de Cristo.  Nós nunca chegaremos à medida perfeita, aqui nesse plano terreno. Isso só acontecerá quando chegarmos ao céu.
10.A VISÃO DO MATERIAL DO MURO DENOTA A IGREJA SÓLIDA E TRANSPARENTE - Apocalipse 21.18 E a construção do seu muro era de jaspe, e a cidade de ouro puro, semelhante a vidro puro.
* A caminhada do crente exige solidez espiritual e transparência com os preceitos divinos - I Coríntios 15.58 Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor.
Fica aqui uma exortação importante e impreensindível para todos os crentes que desejam ir para o céu. Esse desejo envolve uma esperança e uma expectativa de alcançar este grande privilégio de ressuscitarmos num corpo incorruptível e imortal. Para isso é preciso a priorização do reino de Deus em todos os sentidos, sabendo que todo nosso empenho na seara do Senhor não é em vão. Precisamos abundar mais, ou seja, fazer muito mais do que estamos fazendo, em plena obediência aos mandamentos do Senhor. Que procuremos fazer a vontade de Cristo em crescente fé, para chegarmos a plenitude da nossa salvação totalmente triunfantes e sermos os privilegiados habitantes da formosa Jerusalém.

I. O QUE É A JERUSALÉM CELESTE
1. Mais sublime que os céus. Para apagar todos os sinais do pecado, Deus então destruirá a terra e o universo tal qual conhecemos. O céu e a terra serão abalados e desaparecerão como fumaça; as estrelas se derreterão e os elementos serão dissolvidos (veja 2Pe 3.7,10,12; Ag 2.6; Hb 12.26-28; Is 51.6). A terra renovada será então a habitação dos homens e de Deus. A Nova Jerusalém, que agora está no céu (Gl 4.26), descerá à terra e será a sede do governo divino, onde Deus habitará eternamente com o seu povo (Lv 26.11,12; Jr 31.33; Ez 37.27; Zc 8.8). Tão sublime é a Cidade de Deus, que não temos palavras para descrevê-la. Referindo-se aos bens que nos aguardam na eternidade, declara Paulo: “As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem são as que Deus preparou para os que o amam” (1 Co 2.9).
2. A casa de meu pai. Ao consolar os discípulos, promete-lhes o Senhor Jesus: “Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito, pois vou preparar-vos lugar” (Jo 14.2). Céu é o termo bíblico para designar o lugar da habitação de Deus, o lugar de sua presença para onde o Cristo glorificado retornou (At 1.11). Hebreus 12.22-25 afirma que é no céu o lugar onde a igreja militante e a igreja triunfante se unem para o culto. Uma tradução mais adequada para “morada” seria “salas”, transmitindo a ideia de que existe um amplo espaço no céu para aqueles que vão a Jesus, como o Salvador.
3. A Nova Jerusalém. Desta maneira, o apóstolo Paulo descreve a cidade divina: “Mas a Jerusalém que é de cima é livre, a qual é mãe de todos nós” (Gl 4.26) – a Jerusalém verdadeira está nos céus, onde Cristo está (Hb 12.22; Ap 21.2). Temos chegado nesta Jerusalém celestial, pela fé, onde podemos entrar no Santo dos Santos e cultuar a Deus. A Nova Jerusalém é tão especial que a Palavra de Deus diz que não nos lembraremos de mais das coisas passadas (Is 65.17).

SINOPSE DO TÓPICO (I)
A Nova Jerusalém foi preparada por Deus para abrigar todos os santos.

II. AS CARACTERÍSTICAS DA NOVA JERUSALÉM
1. É um lugar real. Ela foi descrita rica e detalhadamente por João. Leia o capítulo 21 do Apocalipse. A nova Jerusalém está agora no céu e dentro em breve descerá à terra como a cidade de Deus, que Abraão e todos os fiéis esperavam, da qual Deus é o arquiteto e construtor (Fp 3.20; Hb 11.10, 13,16).
2. Arquitetura. A Nova Jerusalém foi ideada e construída pelo próprio Deus (Hb 11.10). Se o mundo natural já é belo e cheio de deslumbres, o que não diremos do sobrenatural? Você anseia pela cidade edificada por Deus? "E a cidade estava situada em quadrado; e o seu comprimento era tanto como a sua largura. E mediu a cidade com a cana até doze mil estádios; e o seu comprimento, largura e altura eram iguais" (Ap 21.16). Não há pretensão minha em ser exato neste cálculo, e nem importa tanto o seu coeficiente: cada estádio media aproximadamente 178 metros pelo sistema israelita. Multiplicando 12.000 x 178 temos 2.136 Km de comprimento, o mesmo para a sua altura e largura, temos um volume maior que o de Plutão!
3. Formato. Deus construiu a Nova Jerusalém como um cubo perfeito, segundo João no-la descreve: “E a cidade estava situada em quadrado; e o seu comprimento era tanto como a sua largura. E mediu a cidade com a cana até doze mil estádios; e o seu comprimento, largura e altura eram iguais” (Ap 21.16). O tamanho da cidade indica que ela possui espaço suficiente para os salvos glorificados de todos os tempos. É interessante notar os que, no Tabernáculo do Antigo Testamento, o Santo dos Santos, onde Deus se encontrava com o seu povo, formava um cubo perfeito, e isso nos ensina que a cidade inteira ficará cheia da glória de Deus e da santidade de Deus. 144 côvados, ou seja, doze vezes doze côvados. Todas as medidas da cidade mostram associações com as doze tribos de Israel e os doze apóstolos. “Doze” designa, simbolicamente, o povo de Deus.
4. Materiais. Iluminada pela glória de Deus, sua luz tem a resplandecência do jaspe. Além disso, ela é feita de ouro puro e, como fundamento, possui doze pedras preciosas. Estes materiais preciosos utilizados na construção da cidade magnificam sua beleza e glória e a maneira como ela reflete a beleza de Deus que enche a cidade com a sua glória. Esta lista também alude às doze pedras do peitoral de Arão (Êx 28.15-21); aquelas prerrogativas que no AT pertenciam apenas à classe sacerdotal pertencem agora à cidade inteira. Ela não precisa de templo, porque o seu santuário é o Deus Todo-Poderoso e o Cordeiro. A presença e a comunhão íntima com Deus permearão toda a cidade santa, e não apenas um templo (Ap 21.22). Em cumprimento a Isaías 60.19,20, também não carece de sol nem de lua, porque o Filho de Deus é a sua lâmpada (Ap 21.23). E como ali não haverá noite, suas portas jamais se fecharão. Aleluia!

SINOPSE DO TÓPICO (II)
Deus é o construtor da Nova Jerusalém, por isso ela é uma cidade santa, perfeita e esplendorosa onde os remidos do Senhor vão habitar para todo o sempre.

III. O PERFEITO ESTADO ETERNO
A Bíblia revela muito pouco do estado eterno. Como Deus descreverá a eternidade para nós que somos tão limitados? Não alcançaríamos a revelação, o pouco que a Bíblia nos relata já é difícil compreendermos. Veremos a descrição da Nova Jerusalém, porém ela já estará disponível aos santos glorificados durante o Milênio. Nos capítulos 21 e 22 a Nova Jerusalém é descrita como será vista na “eternidade futura”; é a cidade que Jesus foi preparar para nós (Jo 14.2,3).
1. Um governo perfeito. O seu governante é o próprio Deus na pessoa de seu amado Filho. Tudo será administrado com perfeição máxima. A nova Jerusalém é onde está o trono de Deus (Ap 22.3-4); o trono fala da soberania e do governo de Deus. O Senhor governa sobre essa igreja. Ela é comandada por aquele que está no trono. Ela é submissa, fiel. Esse é um trono de amor. Os súditos também são reis. Eles obedecem prazerosamente.
2. Habitantes perfeitos. Os redimidos de todas as eras lá estarão. Ali, os patriarcas, profetas e apóstolos receberão elevadas distinções (Lc 13.28; Ap 21.14). As tribos de Israel serão igualmente honradas (Ap 21.12). Entre os habitantes da Nova Jerusalém, estarão também as nações (Ap 21.24). Isso significa que a cidade não será afetada pelo enfado, nem pela monotonia. Ela será espiritual e intelectualmente estimulante. "Os seus servos o servirão". Nosso trabalho será deleitoso. Vamos servir Aquele que nos serviu e deu a sua vida por nós. Os salvos entrarão no descanso de DEUS (Hb 4:9). Os salvos descansarão de suas fadigas (Ap 14:13), não porém de seu serviço.
3. Conhecimento perfeito. O que Deus tem preparado para nós só pode ser algo que ainda não pode ser descrito ou decifrado humanamente em palavras, como o próprio apóstolo Paulo nos disse em 1º Coríntios 2.9: "Mas, como está escrito:As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu,e não subiram ao coração do homem, são [todas] as[coisas] que Deus preparou para os que o amam." Foi através do “fundamento dos apóstolos... sendo Cristo Jesus a pedra angular”, que “a multiforme sabedoria de Deus se tornou conhecida”. A sabedoria de Deus, que é Jesus (Cl 2.1,3), o qual se tornou por Deus sabedoria, justificação, santificação e redenção para nós (1Co 1.30), essa sabedoria, concretizada em todos os séculos, passada aos homens em nosso século (período da Igreja), foi dada aos apóstolos para que eles fizessem o fundamento citado em Efésios 2.20, na Jerusalém Celeste, teremos a eternidade para estar com e adorar a Cristo, e explorar-lhe o infinito conhecimento. Já imaginou um estudo teológico de milhões de anos? Sim, lá seremos teólogos perfeitos. Hoje, conhecemos a Deus apenas em parte (1 Co 13.12). Mas ali, na Nova Jerusalém, a eternidade não será suficiente para conhecermos o Pai (Rm 11.33). Aleluia!
4. Comunhão perfeita. A Eternidade oferecerá finalmente a reconciliação completa entre o homem e Deus. Finalmente a comunhão quebrada do primeiro jardim (Gn 3) será restaurada completa e eternamente. Então, jamais Satanás ou o homem poderá quebrar esta comunhão. O resultado desta preciosa comunhão é um mundo sem lágrimas, pois somente Deus pode enxugar nossas lágrimas: “Ele enxugará de seus olhos toda lágrima; não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem lamento, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas” (21.4). "Contemplarão a sua face...". O que mais ambicionamos no céu não são as ruas de ouro, os muros de jaspes luzentes, não são as mansões ornadas de pedras preciosas, mas contemplar a face do Pai! Céu é intimidade com DEUS. Esta é a esperança e a meta da salvação individual em toda a Escritura: a contemplação de Deus. Ele nos salvou não apenas para irmos para o céu, mas para reinarmos com ele no céu. Ele não apenas nos levará para a glória, mas também para o trono.
5. Amor perfeito. Nossa comunhão será perfeita, porque o nosso amor também será perfeito. Escreve Paulo: “Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; mas o maior destes é o amor” (1 Co 13.13). Lá, não precisaremos de fé, porque estaremos frente à frente com o Pai Celeste (1 Jo 3.2). Também não precisaremos de esperança, porque comungaremos para sempre com o tão esperado Jesus. Mas, quanto ao amor, o que podemos dizer? A eternidade não será o bastante para declararmos ao Noivo o quanto o amamos. A eternidade será um estado de Gozo e Paz perfeitos. Deus criará novos Céus e nova Terra adaptados para a eternidade (Ap 21.1). A Nova Jerusalém estará nesta nova Terra e Deus habitará nela (Ap 21. 2,3). Veremos a face do Senhor para sempre e o serviremos (Ap 22.3,4). Passaremos a eternidade com o Nosso Senhor! Aleluia! Após o Juízo Final e a criação do novo Céu e da nova Terra, Deus introduzira os seus filhos na eternidade; tudo estará feito; ou seja, a restauração total dos Céus e da Terra e de todos os que nela habitam. O problema do pecado e da morte jamais retornará! (Ap 21.5-7).

SINOPSE DO TÓPICO (II)
A Nova Jerusalém será um Estado não somente perfeito, mas igualmente eterno.

CONCLUSÃO
Creio, de acordo com o ensino das Escrituras, que todos quantos forem justificados pela fé no nome do nosso Senhor Jesus Cristo, viverão corporalmente na eternidade, na presença de Deus, no pleno gozo das bem-aventuranças celestiais; e que aqueles que, pela sua impenitência e incredulidade, rejeitarem a oferta da graça e misericórdia de Deus, em Cristo, viverão corporalmente na eternidade, afastados da glória de Deus e em sofrimento eterno. (Sl 16.11; Mt 25.46; Jo 14.2); Far-me-ás ver a vereda da vida; na tua presença há fartura de alegrias; à tua mão direita há delícias perpetuamente (Sl 16.11); E irão estes para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna (Mt 25.46); Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. (JO 14.2). Este estado de eterna glória, em que Deus já terá enxugado as lágrimas de todos os salvos, jamais findará. Jesus Cristo entregará o Reino ao Pai. Haverá um novo céu e uma nova terra onde habitará a justiça. Não haverá mais tristeza, nem ódio nem dor, nem lembranças amargas do passado. Não haverá mais noite e o tempo cronológico provavelmente deixará de existir. Todos os salvos de todas as épocas se reconhecerão e estarão juntos eternamente. O puro e perfeito amor será desfrutado na sua inteireza. Acredito que não haverá mais a possibilidade de pecar. Os salvos serão unidos ao Senhor de maneira perfeita, física (corpo ressurreto e incorruptível) e espiritualmente, nas suas frontes estará gravado o Seu nome.
N’Ele, que me garante: "Pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus” (Ef 2.8),
Campina Grande, PB
Junho de 2012,
Francisco de Assis Barbosa,


EXERCÍCIOS
1. Por que a Jerusalém Celeste é mais sublime que os céus?
R. Ela é mais sublime do que os céus, porque estes são insuficientes para receber a Noiva do Cordeiro. Por isso, Deus formará um novo céu, quando consumar a atual criação.
2. Como o apóstolo Paulo descreve a cidade divina?
R. Desta maneira, o apóstolo Paulo descreve a cidade divina: “Mas a Jerusalém que é de cima é livre, a qual é mãe de todos nós” (Cl 4.26).
3. Quem é o construtor da Nova Jerusalém?
R. Deus, o Todo-Poderoso.
4. Explique, de acordo com a lição, a realidade da Jerusalém Celeste.
R. Ela é real e foi descrita rica e detalhadamente por João no capítulo 21 do Apocalipse.
5. Na Jerusalém Celeste, será possível reconhecer uns aos outros? Explique.
R. Sim, lá conheceremos os patriarcas, profetas e apóstolos. E não deixaremos de reconhecer nossos irmãos, amigos e parentes que morreram na esperança da vida eterna. O rico reconheceu a Lázaro no paraíso (Lc 16.23) e o Senhor transfigurado foi igualmente reconhecido pelos discípulos (Mt 17.1-4).

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NOTAS BIBLIOGRÁFICAS
TEXTOS UTILIZADOS:
-. Lições Bíblicas do 2º Trimestre de 2012, Jovens e Adultos, As Sete Cartas do Apocalipse — A mensagem final de Cristo à Igreja; Comentarista: Claudionor de Andrade; CPAD;

OBRAS CONSULTADAS:
-. Bíblia de Estudo Plenitude, Barueri, SP; SBB 2001;
-. Bíblia de Estudo Palavra Chave Hebraico e Grego, - 2ª Ed.; 2ª reimpr. Rio de Janeiro: CPAD, 2011;
-. Bíblia de Estudo Genebra, São Paulo e Barueri, Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999;
-. Bíblia de Estudo Palavra Chave Hebraico e Grego, - 2ª Ed.; 2ª reimpr. Rio de Janeiro: CPAD, 2011; 
-. KISTEMAKER, Simon. Apocalipse. São Paulo: Cultura Cristã, 2004; 
-. HORTON, S. M. Apocalipse: As coisas que brevemente devem acontecer. 2.ed., RJ: CPAD, 2001.
-. LAWSON, S. J. As Sete Igrejas do Apocalipse: O Alerta Final de Cristo para seu povo. 5.ed., RJ: CPAD;

Os textos das referências bíblicas foram extraídos do site http://www.bibliaonline.com.br/ , na versão Almeida Corrigida e Revisada Fiel, salvo indicação específica.
Autorizo a todos que quiserem fazer uso dos subsídios colocados neste Blog. Solicito, tão somente, que indiquem a fonte e não modifiquem o seu conteúdo. Agradeceria, igualmente, a gentileza de um e-mail indicando qual o texto que está utilizando e com que finalidade (estudo pessoal, na igreja, postagem em outro site, impressão, etc.).

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