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sexta-feira, 24 de maio de 2013

442-A ARCA DE NOÉ





MISTÉRIOS DA BÍBLIA – Cientistas Afirmam: “Achamos a Arca de Noé”

Uma das mais criticadas historias narradas pela Bíblia Sagrada, é o relato sobre Noé e uma Arca de madeira na qual Deus haveria ordenado que fosse construída para salvar oito pessoas e varias espécies de animais de uma inundação global. “Achamos a Arca de Noé”

“Faze para ti uma arca de madeira de gôfer: farás compartimentos na arca, e a revestirás de betume por dentro e por fora”. Desta maneira a farás: o comprimento da arca será de trezentos côvados [133 ou 155 metros], a sua largura de cinqüenta [22 ou 26 metros] e a sua altura de trinta [13 ou 15 metros]. “Farás na arca uma janela e lhe darás um côvado [cerca de 50 centímetros] de altura; e a porta da arca porás no seu lado; fá-la-ás com andares, baixo, segundo e terceiro.” Gênesis 6.14-16. 
Durante muito tempo esta historia como muitas outras contidas na Palavra de Deus foi motivo de zombarias e perseguições por parte de céticos e inimigos da Bíblia, pessoas que se acham auto suficientes e acreditam serem as verdades Bíblicas uma mentira sem fundamentos. É comum encontrarmos gente que discute sobre assuntos como estes e que sem sabedoria nenhuma querem se sobressair com opiniões baseadas em argumentos lidos em uma revista da banca da esquina, ou ditos em uma entrevista ou documentário por algum cientista qualquer do nosso século. Mas seriam as narrativas Bíblicas sobre o Dilúvio e a Arca realmente verdade? Teriam os arqueólogos cristãos criacionistas alguma prova contundente sobre este fato?
VAMOS COMEÇAR COM AS PROVAS NÃO CONCLUSIVAS E AVISTAMENTOS DA ARCA
O industrial francês, Fernand Navarra, em seu livro Noah’s Ark: I Touched It,6 relata suas quatro expedições (1952, 1953, 1955 e 1969) ao Monte Ararat.Sua subida de 1952 levou-o ao que ele suspeitou ser a arca de Noé. Em 1955, acompanhado por seu filho de onze anos, Navarra descobriu numa fissura pedaços de madeira “trabalhada à mão”. Ele cortou um pedaço de aproximadamente um metro e meio da madeira e mais tarde reduziu-o a pedaços menores para transportá-los mais facilmente. Quando publicado na Europa, seu achado foi visto por muitos como evidência de que a arca de Noé, ou restos dela, ainda existiam. Entretanto após análises posteriores de laboratórios mais bem conceituados e melhor preparados descobriu-se que os pedaços de madeira encontrados por Fernand Navarra eram datados da época cristã e não da época diluviana.
A descoberta de Navarra revelou-se apenas um equivoco, mas veio a chamar mais a atenção de interessados para o enigmático monte Ararat que passou a atrair exploradores e interessados em encontrar provas da existência de uma embarcação milenar. Muitos outros alpinistas e exploradores alegaram depois deste evento terem também encontrado pedaços de madeira nas imediações do ararat. no entanto apenas as descobertas de Navarra foram devidamente analisadas.
Vários avistamentos começaram então a serem divulgados na mídia durante alguns anos, pessoas afirmavam ter visto uma enorme embarcação encoberta pela neve, algumas apresentavam fotos de formações realmente semelhantes a uma antiga Arca, mas nada disso era realmente conclusivo, pois geralmente as fotos eram de distancias muito grandes não podendo assim se definir o que realmente tinha sido fotografado, apesar de enormes semelhanças.
George J. Greene. Em 1952 estava trabalhava como engenheiro de minas na Turquia oriental. Um dia, quando voava perto do Monte Ararat, avistou algo parecido com um grande navio próximo ao cume da montanha. Voando com um helicóptero, ele teria fotografando o objeto à distância de 30 metros. Ao voltar aos Estados Unidos, com as fotografias, ele tentou, sem sucesso, organizar uma equipe e voltar ao Monte Ararat. Mas não conseguiu organizar um grupo de exploração mesmo com as fotos em mãos. As fotos nunca foram publicadas em nenhum jornal, e estranhamente quase ninguém interessou-se por seu relato. Após alguns anos, Greene deixou os Estados Unidos e acabou sendo morto por bandidos na Guiana Britânica, as fotografias da arca desapareceram desde então.
PROVAS CONSIDERÁVEIS E AVISTAMENTOS DA ARCA
Mostraremos a seguir uma prova realmente considerável da veracidade da narrativa Bíblica á respeito da Arca de Noé, essa historia que aos olhos dos homens parece tão improvável. Deixaremos que a própria ciência da arqueologia comprove com fatos e documentos o tema que estamos expondo nesta matéria.
A narrativa sobre um grande dilúvio e uma arca com animais dentro dela é encontrado em lendas em quase todos os povos do mundo. Na china encontramos a historia de um homem chamado Nuh, que constrói um barco e salva sua família e varias espécies de animais da morte quando acontece uma inundação global. Ainda hoje a letra referente a oceano no alfabeto chinês é um barquinho com oito pontos em cima. Se levarmos em conta que Nuh, pode ser uma forma transcrita de Noé e que a letra do alfabeto chinês para oceano é um barco mesmo e os oito pontos se referem as oito pessoas da família de Noé então, estaremos nos referindo a uma mesma pessoa. Sabemos que lendas eram comuns em antigas civilizações, mas encontramos representações em grande quantidade sobre um dilúvio e um homem chamado Noé, ou Nohas, Nuh, ou outros nomes de uma fonética bem semelhantes em civilizações bem distantes umas das outras. Por isso a uma grande probabilidade Histórica da narrativa bíblica sobre a Arca de Noé.
A versão do Dilúvio que se acha no poema de Gilgamés diz o mesmo: “toda a humanidade virou barro” (XI:133). Utnapishtim, o herói do dilúvio, abriu a janela de sua arca e contemplou a terra seca. É também interessante notar que não foi a subida dos rios por causa da fusão da neve na Anatólia que causou o dilúvio. Segundo Utnapishtim, foi a tempestade que causou o dilúvio; uma tempestade vinda das nuvens, acompanhada de relâmpagos no céu. Quando prestes a testar as possibilidades de abandonar a arca, ele também soltou aves, como Noé. Os primeiros dois pássaros, uma pomba e uma andorinha, voltaram à arca porque “nenhum lugar de pouso era visível” (XI:148, 151). Não há dúvida aqui sobre a extensão vasta do dilúvio.
A semelhança entre a narrativa dos testos de Gilgamés e a escrita de Gênesis são incríveis e tais semelhanças de narrativas podem ser encontradas em outros testos antigos como no testo sumério de Eridu e do épico de Atra-hasis.
Alem de bases lendárias da existência de uma Arca e um dilúvio global ou narrativas contidas em muitas culturas sobre a veracidade deste fato é importante contar o testemunho de varias figuras consideráveis da nossa historia que teriam afirmado ter tido contato direto com a Arca de Noé no monte Ararat. dentre muitas destas ilustres pessoas citaremos algumas:
1 - O historiador judeu Flavius Josephus declarou ter visto " um barco " levantado na montanha do Ararate
2 - Outro historiador secular do primeiro século, informou que " madeiras de um navio descansado perto do cume do Ararat foram vistas
3 - O famoso explorador Marco Polo em finais do 15º século fez menção que a Arca de Noé ainda era visível no " topo " de Ararat.
4 - Berrossos (Sumo Sacerdote) historiador Caldeu, visitou o local em 475 A.C. quando escreveu sobre o fenômeno que testemunhou afirmando que era fácil perceber uma embarcação em repouso no alto da geleira.
5 - Arramanus, historiador egípcio de 30 A.C. é autor de uma história fenícia que menciona a existência da arca no monte Ararat.
6 - Nicolau de Damasco no mesmo período, foi o biógrafo de Herodes ("O Grande"). Ele falou da aterrissagem da Arca perto do Cume do Ararat e relatou que as madeiras ainda estavam lá...
O relato Bíblico afirma que a Arca teria repousado sobre a cordilheira do Ararate, (leste da atual Turquia e norte do Irã), região da antiga Armênia.

"No sétimo mês, no dia dezessete do mês, repousou a arca sobre os montes de Ararat. E as águas foram minguando até o décimo mês; no décimo mês, no primeiro dia do mês, apareceram os cumes dos montes." Gênesis 8.4-5.
Em uma missão de rotina a Força Aérea Americana fotografou a mais de 4 mil metros de altura algo muito curioso nas imediações do Ararat. Os especialistas analisaram as fotos e emitiram um relatório que foi chamado de “anomalia do Ararat” isso foi mantido em segredo por mais de 50 anos. Por fim em 1993 Porcher Taylor um estudante especializado em satélites e diplomacia começou a especular se realmente esses arquivos existiam. Ele acabou descobrindo que junto com as fotos de 1949 também haviam outras fotos tiradas por um U-2 (avião-espião) e fotos de alta resolução tiradas pela CIA em 1973 usando o satélite militar KH-9 e fotos mais sofisticadas tiradas pela CIA

Através do satélite KH-11 em 1976/1990/1992. Depois de muitos esforços o serviço de defesa liberou 6 fotos das tiradas em 1949 e não foram suficientes para provar se a anomalia era uma formação rochosa ou algo construído por mãos humanas. As fotos foram tiradas de uma longa distancia e não tinham nitidez (1949). Mesmo depois de outras tentativas usando um satélite comercial de alta precisão as fotos tiradas no verão de Outubro de 1999 ainda não davam para descrever com certeza o que era aquela anomalia. Devido a varias camadas de gelo no monte Ararat não se podiam conseguir fotos com muita nitidez daquele lugar mesmo utilizando equipamentos de ultima geração.
Foram inúmeras as afirmações de pessoas que dizem ter avistado um objeto de enormes proporções nas imediações do Ararat, todavia devido ao difícil acesso que se tinha ao monte pois a maior parte do ano ele fica praticamente coberto de neve, e muitos dos pesquisadores interessados nesta descoberta foram atacados por terroristas turdos, pois a região encontra-se sempre em forte conflito. Estes acontecimentos impediram por muito tempo que provas consistentes viessem a tona. No entanto no ano de 1959, um piloto de um avião turco tirou fotografias aéreas de um objeto com a forma de um barco na cordilheira do monte Ararat, para o instituto Geodetic da Turquia. O Dr Brandenburger da Universidade estatal de Ohio, E.E.U. U, depois de estudar as fotografias concluiu, “não tenho nenhuma duvida que é um barco. Em toda a minha carreira nunca tinha visto um objeto como este em uma fotografia aérea”
O Dr. Brabdenburger era um especialista em fotogrametria foi ele quem descobriu as bases de mísseis em Cuba, durante o governo de Kennedy.
Uma equipe norte americana realizou uma expedição de um dia e meio no sitio arqueológico, apenas tempo suficiente para determinar uma prova cientifica. Fizeram uma pequena cratera em um lado da estrutura com dinamite, e logo viram que algumas peças de madeira petrificada foram reveladas, a conclusão foi, “não há interesse arqueológico por este objeto”. Se este objeto fosse a Arca de Noé teria aproximadamente 4.400 anos de antiguidade assim a madeira teria que estar petrificada, mas deveria apresentar na madeira anéis de crescimento.”(toda a madeira petrifi cadaapresenta anéis circulares assim como toda a arvora que é serrada, e isso é usado para determinar a idade da arvore).
A equipe então decidiu antes mesmo de fazer análise de laboratório que o objeto não era de madeira”.
As condições do mundo antes do dilúvio bíblico foram muito diferentes das de agora. A Bíblia afirma, “... porque Deus, todavia não havia feito chover sobre a terra... sendo que subia da terra um orvalho que regava toda a terra...” (Gênesis 2:5, 6). Sendo assim os anéis de crescimento da madeira que são causados pela água da chuva que sobe pelos troncos das plantas, não poderiam existir em um ambiente antediluviano. Isto foi exatamente o que a equipe norte americana encontrou, se a madeira do objeto apresentasse os anéis de crescimento poderíamos afirmar com certeza não se tratar da arca de Noé.
Depois de ler um artigo publicado na revista LIFE que falava sobre a expedição, Ron Wyatt um arqueólogo aficionado, visitou o tal sitio arqueológico em 1977. O sitio lhe chamou poderosamente a atenção e ele decidiu que a estrutura merecia que se continuasse com as pesquisas para saber se poderia ser a Arca de Noé.
MATÉRIA DAREVISTA LIFE DE1960,

EXPEDIÇÃO NORTE AMERICANA VISITANDO O LOCAL.
Localizado a 6.300 pés á cima do nível do mar, estaria demasiadamente alto para ser os resto de um barco mesmo se tivesse havido uma inundação local. O objeto estava a mais de 200 milhas do mar mais próximo. As dimensões concordavam com as descritas na Bíblia sobre a Arca de Noé (Gênesis 6:15), medindo 300 cúbitos de largura, mais a altura era a maior que a mencionada na Bíblia devido aos lados do barco que haviam se deformado, o que é perfeitamente normal em um barco tão antigo. Apesar do desgaste e da erosão o objeto encontrado trazia fielmente o formato de um barco e apresentava uma angulação perceptível do que era a proa de um grande navio
ROM JUNTO DA ARCA


A ARCA VISTA DE OUTRO ANGULO

A ARCAVISTA DO MONTE ARARAT ANTES DO TERREMOTO

LEITURAS DO RADAR
Um radar usado para penetrar na terra demonstrou que o barco tinha três cobertas, as cobertas superiores tinham desabado, deixando a coberta inferior intacta,na qual pode-se perceber claramente que tinha 144 quartos ou estábulos talvez. Também apareciam claramente paredes, cavidades, uma porta na parte frontal, rampas e cisternas grandes. Cercando a proa o radar pode mostrar quatro protuberâncias que se estendiam até a proa que provavelmente eram estabilizadores, para que o barco não naufragasse em grandes tormentas.

Ron provou o material nos laboratórios de Galbraith em Knoxville, Tennessee e demonstrou ser madeira laminada petrificada. As provas de carbono mostraram que as amostras do sitio demonstraram ter 4,95% de carbono, um conteúdo muito alto e pouco comum, em quanto outros artefatos arqueológicos tidos como sendo peças de madeira apresentavam apenas 1,88%, assim os cientistas ficaram convencidos que as amostras do sitio haviam sido com certeza matéria viva, ou seja, madeira. Testes sofisticados puderam também detectar titânio e alumínio.

TRÊS CAPAS DE MADEIRA PETRIFICADA SENDO ESTUDADAS

DIAGRAMA FEITO APÓS PASSAREM O RADAR

OS LADOS DO OBJETO ERAM DE TABUAS E TRONCOS

ESTRUTURA PETRIFICADA


Madeira petrificada encontrada nas imediaçoes, testes com carbono 14 comprovam ser madeira de uma grande embarcação

Com o uso de quatro tipos de detectores de metal diferentes, foram encontrados muitos remanches de metal no objeto, que foram encontrados com intervalos regulares que formavam linhas paralelas, horizontais e verticais que cruzavam o barco definindo claramente a figura de uma grande embarcação. Os testes feitos no metal determinaram que seria de um período anterior ao dilúvio bíblico, o que vem a nos lembrar da referencia bíblica que nos fala de Tubal-cain que era artífice de toda a obra de bronze e ferro e confeccionava instrumentos em metal e provavelmente trabalhava com fundição de metais antes mesmo do dilúvio (ver Gênesis 4:22). Nódulos de ferro também foram encontrados em cerca de 5400 lugares, que mostram modelos lineares constantes com o formato do casco.

O DESENHO É DEMASIADAMENTE PERFEITO PARA SER NATURAL.

REMANCHE DE METAL FOSILIZADO

RESTOS FOCILIZADOS DE METAL FUNDIDO
Em 1991, Greg Brewer, encontrou uma peça petrificada na frente da Arca, como resultado de uma serie de perfurações Rom também encontrou algo que foi determinado pelos testes científicos avançados ser o pêlo de um roedor extinto, também achou excremento animal petrificado e até cabelos humanos.
Todas as expedições têm ido procurar a Arca no monte Ararat, mas o que diz a Bíblia sobre a localização dela? Gênesis 8:4, “E a Arca repousou, no sétimo mês, no dia dezessete do mês, sobre os montes de Ararat Bíblia nos diz que a Arca repousou sobre os montes de Ararat e não sobre o monte Ararat como muitos por não prestarem atenção á Palavra erroneamente afirmam. Este objeto em forma de barco foi encontrado por Ron exatamente em concordância com a narrativa da Bíblia, esta situada a quinze milhas ao sul do monte Ararat sendo que ao fundo podemos ver o Ararat.
Os nomes dos lugares circunvizinhos estão associados interessantemente as descrições bíblicas do dilúvio. O vale se chama “O vale dos oito”, isso não poderia ser uma referencia clara aos oito sobreviventes do dilúvio? Uma aldeia no vale também se chama aldeias dos oito onde foram encontradas varias ancoras gigantes de pedra á milhares de metros á cima do nível do mar e a centenas de kilômetros do mar mais próximo. Nas ancoras de pedras existem cruzes do cristianismo talhadas no período das cruzadas, evidencia que o povo da época das cruzadas também reconheceu ou tinha conhecimento da importância daquelas pedras para o cristianismo. Existem treze destas ancoras e todas formam uma linha reta em direção ao barco. Evidentemente Noé as soltou nas águas gradativamente até o lugar da Arca ter repousado.
ANCORA DE PEDRA

ALDEIA DOS OITO
Próxima á aldeia dos oito também se encontra uma aldeia que curiosamente se chama “O corvo não pode pousar”, não temos duvidas que isso se refere ao momento em que Noé soltou um corvo de dentro da Arca.
ÂNCORA DE PEDRA

OUTRA ANCORA EM OUTRA LOCALIDADE
Outra aldeia próxima se chama “Onde os remos foram invertido”, outra vez sugerindo que um barco passou alguma vez sobre esse lugar.


As ancoras de pedra devem ter tido um papel importante na trajetória da Arca durante o Dilúvio, elas explicariam o por que da Arca não ter virado durante as agitadas ondas do mar. Poderiam ter servido como estabilizadores do grande barco, segundo afirmam engenheiros especializados em construção de embarcações.
Após as tormentas terem cessado as ancoras já não seriam mais necessárias e poderiam aos poucos irem sendo liberadas por Noé a medida em que as águas iam se acalmando. Isto explicaria a curiosa trilha formadas por ancoras de pedra que apontam perfeitamente para o lugar onde a Arca repousou.
O governo Turco também tem enviado suas próprias expedições para o local com sua própria equipe arqueológica, as quais encontraram quatro barras intactas de metal cada barra tendo quatro pés de largura aproximadamente, que estão agora em poder do Ministério de Minas e Minerais da Turquia.
O governo determinou que esse sitio arqueológico seria a partir destas descobertas oficialmente um parque nacional, declarando que são os restos da Arca de Noé!
Fotos do jornal Discovery Times sobre a descoberta na Turquia.



CENTRO PARA VISITANTES QUE FOI CONSTRUIDO PELO GOVERNO

RON CONSTRUINDO UM MODELO DA ARCA.

MODELO PROPOSTO POR RON SOBRE O INTERIOR DA ARCA

 

 
PROVÁVEL ESTRUTURA INTERNA

Em dezembro 1986 a decisão oficial do Ministério de relações exteriores e o de Negócios Internos conjuntamente com a Universidade de Ataturk entre outros foi que a "formação do barco moldado" continha realmente os restos da Arca de Noé!
Uma reunião entre Ron e o Governador do Distrito de Agri, Sr. Sevket Ekinci, foi organizada em fevereiro de 1987 para discutir os planos para a declaração oficial do local, e que incluiria Ron como convidado de honra.
Havia passado mais de 10 anos desde a primeira viagem e 27 anos desde que Ron leu o primeiro artigo na Revista VIDA; ele estava sendo honrado, não como o descobridor do local, mas como o "descobridor" dos verdadeiros restos da Arca de Noé.
Ron tinha feito 1 viagem em 1977, um em 1979, duas em 1984, seis em 1985, três em 1986 e em 1987 cinco viagens. O local parecia quase como sua casa. Contudo, o mais importante era ele tinha finalmente realizado o seu objetivo, com a ajuda inestimável de Dave Fasold, entre outros.
Outras coisa Ron ainda fez, como um ferreiro golpeando enquanto o ferro está quente, ele retornou em abril e novamente em maio, para examinar completamente o local.
Com o auxilio de assistentes turcos e com equipamento apropriado Ron examinou o local, cobrindo toda a área e registrando a estrutura em várias profundidades. Desta maneira, pode ver o que estava nas camadas inferiores formando uma imagem em 3D.
O quadro era de um navio enorme com câmaras evidentes; um sistema de rampas que conduzia a cada nível; madeiras longas e volumosas que se estendem aos lados e para trás do navio.
Ele descobriu que a armação tinha uma grande falha abaixo do seu centro com o tamanho aproximado da estranha seção de solo num local na encosta da montanha acima do barco, que ele tinha achado juntamente com Orhan Baser em 1984.
David tinha feito esta constatação em 1985 com o MFG sob o ataque constante dos críticos, eles afirmavam que o MFG era como uma "varinha de condão", agora o radar confirmava o MFG, a descoberta de David da falha na armação provou ser confiável.
Quando o Ron e Orhan acharam a estranha seção de solo com bordos de madeira petrificada, perceberam que ela continha uma grande quantidade de material estranho difundido, Ron suspeitou que isso era algo significante.
Quando a análise de laboratório da amostra deste local encontrou restos de metais, Ron teorizou que esta seção de solo petrificado era uma porção da armação da arca.
Ele acreditava que a arca tinha aterrissado originalmente numa localização mais alta e quando a água secou, a armação ficou embutida na lama; então deduziu que, o vulcão na borda Iraniana sul lançou no lado da montanha uma volumosa quantidade de lava que alcançou a arca, então rasgou da porção embutida a armação e a levou para baixo; esta teoria foi confirmada quando o exame com o radar mostrou a falha ao longo da porção inferior do barco.
Em 1985, Ron tinha levado David e John ao local para lhes mostrar a seção, mas a imensa quantidade de aldeãos que os acompanhavam mudou seu intento; ele estava paranóico com a exibição de qualquer coisa de interesse, por temer que os aldeãos a destruíssem como tinha acontecido às lápides e o sepulcro. Sem esta informação David concluiu que a falha na armação era uma "piscina" interna, uma conclusão lógica sem todos os fatos.
Foi um fluxo constante de circunstâncias surpreendentes que acompanharam o trabalho de Ron; afinal de contas, foi a amostra da localização acima do barco que Jim Irwin enviou a Los Alamos que resultou no envolvimento de John Baumgardner. O espécime exibia evidências de ser escória ou produto descartado na produção de metais.
A declaração oficial da "Arca de Noé" foi fixada para 20 de junho de 1987. Em março, Ron assinou um acordo com um produtor local fazer um documentário sobre a arca e suas pesquisas. Foram feitos arranjos antecipados, mas para estar seguro, Ron levou a própria máquina de vídeo e Dilaver como cinegrafista para filmar os eventos que ele não poderia filmar pessoalmente.
Ron acreditava que Deus preservou os restos da arca por um motivo, e que certamente esse propósito era muito superior ao seu pouco conhecimento. Com os constantes ataques recebido dos críticos ele sabia que o local precisava de documentação farta e cuidadosa. Então eles chegaram vários dias antes da cerimônia e filmaram muito da região, inclusive a "Aldeia" e as pedras de âncora.
Finalmente chegou o dia da declaração, lá no lado da montanha junto a "arca oficial" estava um grande número de dignitários reunidos a um exército de jornalistas. Planos foram feitos para visitação do público; um centro para esse fim deveria ser erguido naquele mesmo lugar onde eles estavam.
O governador colocou o primeiro tijolo desse novo centro; Ekinci tendo Mine Unler Como tradutor pediu para Ron fazer um demonstração das estruturas sob a terra, usando o radar.
O Governador Ekinci emitiu instruções ao americano, alguns jornalistas, o operador cinematográfico turco, alguns militares, e outros dignitários, testemunharam os eventos. Montando o radar, Ron fez várias passagens, explicando o procedimento passo a passo ao grupo, notou uma leitura particular muito perto da superfície.
O Governador, então, deu ordem a um dos soldados para cavar na localização indicada; logo surgiu o que parecia uma pedra plana, as dimensões aproximadamente de 18 polegadas, sendo então removida e limpa.
Tudo filmado, era óbvio tratar-se de uma seção petrificada de madeira talhada a mão! Todos ficaram atônitos, mais ainda ficou Ron. Durante 10 anos, ele queria escavar mas nunca tinha obtido permissão de recolher qualquer coisa que não estivesse na superfície. O sonho dele tinha se tornado realidade! Não só uma simples seção de madeira, foi preservada perfeitamente e mostrava detalhes e simetria perfeita.
O Governador fez algo que só poderia ser dirigido pela Mão Divina; disse para Ron levar a peça aos Estados Unidos para testes. Todo o evento foi mostrado na Turquia pela TRT (Rádio e Televisão Turca); Foi um dia inesquecível
Novamente, menos de um mês depois da última viagem, Ron retornou, ele tinha bastante dados do detector e do radar para começar a construção de um modelo da Arca. A cobertura em duas águas não poderia ser reconstruída, com certeza ela tinha desmoronado e não podia ser determinado seu formato. Pelos restos, era possível determinar onde elas começavam (não cobriam todo o navio) localizava-se no ponto mais largo da armação
Paredes interiores foram vistas nos exames, mas só até certo ponto; a porção do lado oriental que estava mais destruída assumia um pouco de simetria e às vezes seções idênticas às da porção ocidental que estava intacta. Porém, a coberta do fundo foi melhor preservada, um imenso sistema de câmaras pequenas poderia ser determinado. Havia uma seção dupla ao longo da qual estendia-se longitudinalmente, com outras câmaras ao longo das paredes com um corredor separando-as.
Mesmo com todas evidências os "caçadores da arca" tradicionais, não aceitavam tratar-se de um barco; detalhes significativos apontados eram negligenciado, o radar indicava que por baixo era arredondado. A evidência falava por si mesma; o que mais poderia ser?
Em 16 de setembro de 1987, Ron levou a seção de madeira petrificada encontrada a 20 de junho, para os Labs. Galbraith em Knoxville, TN; um laboratório soberbo e muito diligente em todas as suas análises. Em vídeo foi documentado todo a execução das análises, incluído a tomada da amostra. Agora, muitos conheciam a história da Arca de Noé.
Era importante determinar se o espécime continha carbono orgânico; uma pedra normal não tem, mas a madeira petrificada sim. Gail Hutchens, vice-presidente de Galbraith, determinou a análise do conteúdo de carbono total, isto incluiria carbono inorgânico e orgânico; testaram a quantidade de inorgânico que é um teste mais simples; então, compararam os dois testes, subtraindo a quantia de inorgânico da quantia total, determinaram a quantia de carbono orgânico (um teste direto para carbono orgânico é extremamente caro e complicado).
O resultado foi de 0.71% de carbono total; o carbono inorgânico somou 0.0081%; continha 0.7019% CARBONO ORGÂNICO; quase 100 vezes mais orgânico que inorgânico! Passou no teste; mais uma fase vencida.
As evidências estavam lá. Estavam além das simples coincidências, todo detalhe era consistente com os restos de um navio que poderia ser a Arca de Noé. Mas o mundo estava a ponto de aceitar isto?
Os caçadores de arca tradicionais continuaram procurando no Mt. Ararat embora os cientistas e arqueólogos tivessem determinado que era um navio nas montanhas de Ararat; um navio antiqüíssimo, e que poderia ser a arca de Noé.

O motivo do descrédito de muitos pesquisadores era o fato de ser um fenômeno "único"; nenhum outro objeto comparável alguma vez existiu. Um navio de madeira 4.300 anos simplesmente não poderia sobreviver sem meios de preservação, como a lava que o cobriu tantos anos atrás. Esta lava efetivamente escondeu do mundo talvez por vários milhares de anos; não houve nenhum conhecimento de sua localização durante este tempo todo.
Alguns nomes das localizações na região ainda retinham conexão com a arca, a Montanha do " Dia do juízo universal", entre outros. Os habitantes locais admitiram, quando questionados por Orhan Baser em 1984, que eles não tinham nenhuma idéia de onde estes nomes vieram. Na década de 1900, houve na região uma guerra sangrenta e devastadora (o museu em Erzurum tem um piso inteiro dedicado a ela); os habitantes locais foram atacados e removidos da área, sendo substituídos por outras pessoas. Os novos moradores assumiram as aldeias, as casas e os campos. Todo o conhecimento que os habitantes originais pudessem ter da história e lendas da região talvez foram perdidos quando isto aconteceu.
Se a arca tivesse aterrissado no Mt. Ararat, teria sido impossível para dos animais ter caminhado montanha abaixo, e a arca seguramente teria sido destruída na passagem do tempo pelas numerosas explosões do vulcão, extremamente ativo ao longo de história.
O lugar lógico para procurar estaria nas montanhas da região do período cretáceo; montanhas que não eram vulcânicas e dentro de uma altitude mínima que cobriria toda a região com água, atingindo tudo que estivesse na superfície.
Quando Ron estava investigando o local com o radar, ele notou as linhas "internas" convergiram a uma conclusão, consistente com as madeiras de um navio. Mas seguramente isto poderia ser um "truque geológico" muito raro, e que ele não estivesse familiarizado, então ele levou o radar fora do perímetro do objeto e executou exames ao longo de cada lado.
Ele não achou nada diferente de pedras soltas e fortuitas na terra. Anteriormente, em 1985, quando David, John e Ron fizeram uso do detector, eles conferiram o terreno adjacente, também com leituras semelhantes.
Na entrevista ao vivo que John Baumgardner fez atrás da rede CBN em agosto de 1985, ele confirmou quando perguntado se a formação era única: " Nós sentimos que a formação é impar, sem igual". Há várias formações que têm na superfície forma semelhante e nós investigamos alguns delas; contudo elas não têm as características especiais que nós achamos no local em enfoque".
Muitos não querem admitir que a arca existiu, que a Bíblia é verdadeira. Recentemente, uma equipe de filmagem australiana visitou o local, com o detector de metal examinaram tudo, e nem fizeram um filme sobre isto.
Uma testemunha ocular do evento disse que eles só filmaram o que supunham que serviria desacreditar o local. É possível torcer e omitir verdades de certo modo a parecer convincente. Muitas pessoas ainda proclamam que os homens nunca caminharam na lua.
E isto nos traz a outra fase na vida de Ron. Em abril de 1988, o vendedor na firma de corretagem onde eu trabalhei me falou ter conhecido o homem que tinha descoberto a Arca de Noé. Eu tinha recentemente renovado minha fé na Bíblia e me tornado uma crente dedicada. Mesmo assim, eu recebi a declaração com reservas, eu tinha vivido em Nashville desde 1977, mas não recordei ter ouvido falar deste homem. Mas ele insistiu que era verdade, então eu pedi a Buford para ver se esse homem tinha um livro ou qualquer outra coisa.
Em alguns semanas, Ron veio a meu escritório através de Buford para relatar uma breve história, alguns colegas de trabalho que estavam interessados em ouvir sobre a Arca de Noé; ele passou um par de horas nos falando sobre a arca e algumas das outras descobertas suas, mas a coisa que salientava em minha mente era que eu nunca tinha ouvido alguém falar tão abertamente sobre o Cristo e o "Senhor" como ele fez. De qualquer maneira, um par de fotografias me convenceram ele estava contando a verdade.
Depois que ele partiu, eu decidi que passaria minha férias de verão visitante a Arca de Noé. Assim eu chamei os agentes de viagens, a reação deles foi igual a minha quando Buford me falou que conhecia o homem que achou a Arca de Noé. Assim, aproximadamente em uma semana eu pedia a Buford checar com o "Sr. Wyatt" o itinerário para a arca. Buford começou a escrever nomes estrangeiros estranhos de cidades, e finalmente telefonei a Ron.
Ron ficou surpreso que uma mulher quisesse ir lá sozinha, ele falou da imensa dificuldade para chegar lá. Fiquei arrasada, eu tinha uma filmadora e planejava gravar a arca para usar como prova da validez da Bíblia.
Mas, ele disse que eu poderia ir com a próxima expedição no mês seguinte. Fiquei emocionada, fiz os arranjos depressa. Nunca suspeitei como minha vida estava a ponto de mudar.
O Dr. Nathan Meyer nos acompanhou, quando nós chegamos à arca, Hasan Ozer, o aldeão de Uzengili, nos conheceu no ônibus e nos mostrou o novo centro de visitas ainda em obras.
A arca é inacreditavelmente empolgante, nós caminhamos até ela identificamos onde as madeiras do costado estavam se deteriorando deixando cavas, eram extremamente visíveis. Ron caminhou o local inteiro conosco e explicou as características, nos mostrando o resto da cobertura, onde tinham se desmoronado.
Ele mostrou as madeiras de apoio que estavam sobressaindo da terra; madeiras que tinham sustentado as cobertas como os postes num porão de uma casa; mostrou onde em 1960 vários buracos foram feitos à dinamite, e da qual ele tinha obtido numerosos espécimes de madeira petrificada.
Ele queria levar o Dr. Meyer para cima na montanha para ver a Estela quebrada com o pictograma da arca com 8 faces, os corvos, etc. Nesse momento chegou uma tropa de soldados, com os rifles apontados em nossa direção. Percebi o perigoso local onde estávamos.br>
De qualquer maneira, Dilaver, amigo de longa data de Ron, acalmou a situação; nós fomos conduzidos a um edifício militar; os soldados mostraram um colar de macramé que tinham feito com balas usadas no combate aos rebeldes curdos.
Chovia, nós estávamos fitando a montanha. A arca estava mais abaixo, escondida pelas colinas, ao longe podíamos ver a estrutura que tinha incorporado os pedaços da Estela quebrada.
Não nos permitiram chegar mais perto; eu mencionei ao Dr. Meyer que nós estávamos onde o primeiro arco-íris da história foi visto, será que veríamos um agora? Afinal de contas, estava chovendo.
Nathan fez uma bela oração (eu não me lembro das palavras exatas). Dentro de 5 minutos, apareceu no céu um arco-íris que parecia começar na Estela estendendo-se pelo céu e terminando aproximadamente onde a arca estava. Eu não posso expressar o sentimento desse momento, raramente contei para outras pessoas sobre isto. Talvez fosse uma coincidência, mas nunca me convenci de que esse era o caso. Guardamos as fotografias deste arco-íris.
Três viajantes da Austrália que nós tínhamos encontrado anteriormente no Cairo se uniram a nós no dia seguinte.
Antes da viagem, o "Ararat Report" publicou um artigo de um "especialista" armênio, (que reivindicava que as pedras de âncora foram feitas pelos armênios como objetos pagãos), dizendo que os armênios ao se converterem ao Cristianismo apagaram as inscrições originais e as substituíram com cruzes Cristãs.
Ron sabia sobre um procedimento que os Egiptólogos usam para determinar se inscrições antigas foram removidas de monumentos e outras gravadas por cima. Essa técnica consiste em pintar a superfície com um líquido transparente que só fica visível em luz ultravioleta. Depois de um de tempo, este líquido vaza nas rachaduras minúsculas e pode ser visto com a luz ultravioleta.
Meu cunhado trabalha em pesquisa e desenvolvimento na Kodak em Rochester, NY assim eu o contatei, expliquei o que queríamos fazer. Ele me enviou informações sobre o procedimento. Nós encontramos o líquido necessário e uma luz ultravioleta portátil.
Pintamos as cruzes na pedra de âncora que está na aldeia durante o dia, como também um par de outros objetos com cruzes, voltamos à noite com a luz própria, não tivemos qualquer evidência de inscrições mais antigas, os aldeãos ficaram fascinados com a coisa toda.
Ron nos falou sobre o material de lastro atrás da arca, e descreveu o seu formato; Nathan apareceu com uma pedra "muito grande" e perguntou a Ron se era sobre isso que ele estava falando; os olhos de Ron quase saltaram. Sim! E era uma beleza! Era o melhor espécime que Ron tinha visto da escória.
Foi uma viagem maravilhosa, eu pude ver como Ron tinha se tornado o que alguns chamariam "obcecado" com a arca. Incidentemente, nos casamos algumas semanas depois que retornamos, em 5 de julho de 1988. Meu contentamento logo seria abalado, sofri uma frustração ao perceber até que ponto a perseguição pessoal iria.
Ron já estava acostumado com isso, mas eu nunca havia experimentado uma coisa assim. De fato, nem nos meus mais selvagens sonhos as pessoas que passam pelo nome de Cristãos poderiam ser tão malignas. Era de meu marido que estas pessoas diziam coisas terríveis, logo entendi; não puderam desacreditar a arca, estavam tentando desacreditar o homem.
Ron continuaria viajando para a Turquia duas a três vezes por ano, às vezes acompanhado por mim. Nessa época não havia muito a fazer sem uma escavação. Numa vez em que não pude ir porque já tinha usado minha férias e não poderia deixar o trabalho, Ron levou Dilaver e Hasan Ozer para fazer um documentário de vídeo; junto com foi Mark Yates, um dos australianos que tínhamos encontrado anteriormente e que tinha concordado em trabalhar na pesquisa da arca.
Hasan Ozer fez uma descoberta extremamente importante, encontrou uma pedra de âncora que havia ficado enterrada talvez desde o tempo da inundação, e que ficara exposta devido a erosão.
Nesta pedra não havia nenhuma cruz! Ron e o Dr. Shea supunham que as cruzes nas pedras anteriormente descobertas eram bizantinas, com estilo dos Cruzado, e como a maioria delas tinham oito cruzes, os antigos cristãos tinham conectado estas pedras de alguma maneira com os oito sobreviventes da inundação.
A âncora recentemente exposta pôs fim à teoria de um culto pagão armênio; afinal de contas não se pude esculpir cruzes em uma pedra enterrada, ou apagar sinais anteriores.
Anteriormente, no ano de 1987, Ron junto com os Turcos preparou um plano de escavação, havia tambem um projeto de construir hotéis na região; algumas pessoas em Memphis, Tennessee; financiariam esses projetos, tudo parecia ir muito bem.
Os desenhos arquitetônicos para uma coberta dos restos estavam prontos, parece que nada poderia deter o andamento das coisas, entretanto um revés financeiro parou tudo; com a falta de financiamento, escavar parecia uma impossibilidade.
Em 1990, fomos contatados por um Australiano que se interessou pela pesquisa depois de ler o livro "A Arca de Noé" de David Fasold, estava ansioso para visitar o local e investigar, nós lhe enviamos um pacote de material que documentava a pesquisa de Ron e que o deixou convencido que a arca precisava ser escavada.
Quando tivemos notícias dele, estava formando uma organização cujo propósito era obter os capitais para escavar; Ele perguntou a Ron se ele gostaria de participar da viagem, não como sócio, mas baseado na pesquisa que Ron tinha feito queria incluí-lo como convidado junto com David.
Mas, com a impossibilidade de escavar, Ron concebeu uma idéia que lhe mostraria a estrutura interna visualmente, ou pelo menos um pouco disto sem danificar a estrutura.
E em Oct. 1990, com o novo amigo, Richard Rives, ele retornou ao local para implementar seu plano. Compraram algumas pás endireitaram suas lâminas para formar um aparelho para barbear gigante. Então, começaram a raspar suavemente o lado de uma seção de madeira petrificada exposta.
Sendo muito cuidadosos, para remover somente um pouco da sujeira; assim, eles puderam verificar a cores e diferenciar as madeiras mais claras contrastando com a terra mais escura.
Foi uma visão muito convincente, o processo inteiro foi gravado em vídeo de forma a ninguém o acusar de fraude. As madeiras agora estavam bem visíveis contrastando com a terra circunvizinha.

Em 1991, levando a pesquisa a sério, o Dr. Roberts veio a nossa casa para se juntar ao nosso grupo de excursão; em 12 de junho chegamos na Turquia. No local, Ron aproximou-se de uma "pedra" com a forma de uma cabeça de rebite, em anos anteriores ele tinha fotografado no lado da arca o que parecia ser um agrupamentos de metal, mas ele não os limpou para examinar. Agora, ele sentia que realmente era metal; saberia com certeza apos manda-lo para analise.
Richard Rives conhecia algumas pessoas que trabalharam numa corporação internacional com seu próprio laboratório de metalurgia. Esta companhia especializa em titânio se ofereceu para fazer as análises, e nos permitiram gravar em vídeo.
Análises cuidadosas no espécime revelaram a presença de uma mistura muito estranha de elementos que incluíam ferro, alumínio, titânio e vanádio, entre outros. O químico achou merecedor anotar em seu relatório que: ao redor da cabeça do rebite, uma amostra de 1 cm da área presumivelmente é de madeira petrificada, por conter muito carbono, mais de 1,9% do que a área presumivelmente de metal.
Análises precisas mostraram na primeira localização entre 1.88% a 1,97% de carbono enquanto segunda localização havia entre 0,14% a 0,13% dessa quantia. E isto era certamente importante!
O Dr. Roberts conheceu num vôo aéreo um cavalheiro de uma grande corporação britânica, conhecida em financiar novos projetos. Este cavalheiro, se interessou pela Arca de Noé; com isso, ele obteve um compromisso da firma britânica em financiar uma escavação, e estabelecer contato formal com os Turcos.
Eles mantiveram contato constante com Ron sobre o que estavam fazendo, queriam que Ron encabeçasse a escavação embora Ron não fosse ligado a organização deles. Seria uma honra, mas nós não acreditamos que alguma coisa aconteceria. Até agora só havia aparecido pessoas com grandes idéias e promessas de ajuda, que se dissolviam no ar. Foi uma surpresa quando o Dr. Roberts nos chamou para dizer: "eu tenho o compromisso que podemos adquirir a licença; vamos"!
Ron, Richard Rives, o Marv Wilson e o Dr. Roberts estavam em Ancara, prontos para fazer a escavação. Eu tinha preparado um diagrama para não danificar os restos da arca, deixando seções semi escavadas de forma a que ninguém pudesse dizer que as peças eram esculturas.
Quinta-feira, 29 de agosto, apresentamos a proposta de escavação, foi nos dito para voltar na segunda-feira e apanhar a licença que seria emitida, porque era um Dia Santo muçulmano e os escritórios ficariam fechados.
Durante a espera de 3 dias e meio, eles decidiram ir ao sul de Erzurum, onde o Ron suspeitava ser a localização da torre de Babel. Isso é uma outra história que eu não contarei aqui, basta dizer que todos os presente estavam ansiosos para ir. Eles chegaram sexta-feira em Erzurum e Dilaver adquirir um micro ônibus para os levar ao sul. Estava escurecendo, mas eles decidiram ir de qualquer maneira. Foi uma péssima idéia; o ônibus acabou sendo detido num bosque por um enxame de homens armados, que depressa os desembarcaram do ônibus.
Os homens eram do PKK, um grupo de rebeldes curdos, conhecido por levar reféns. Eles só quiseram os reféns estrangeiros; os americanos eram sua meta principal, levaram no próprio ônibus o grupo de Ron e um turista da Inglês. Foi uma provação terrível; o Dr. Roberts escreveu um livro sobre esse assunto que achamos bastante bom.
Em casa, descobri o que tinha acontecido quase imediatamente. Eles foram levados aproximadamente 8:00 pm. horário turco; é engraçado o tipo de detalhes do que você se lembra durante situações de crise. Eu me lembro que nessa hora estava numa loja de colchões para comprar uma cama nova como surpresa para Ron quando ele retornasse para casa.
No dia seguinte, recebi uma chamada de Bob, um geólogo do Estado de Tennessee, ele ouviu em uma rádio Cristã que 3 americanos, um australiano e um inglês foram levados como reféns na Turquia oriental, ele me chamou para saber se eram Ron e seus companheiros.
Mas meu primeiro instinto, não era o grupo de Ron. Eu pensei que eles não estariam na Turquia oriental. Mas ao mesmo tempo, eu entrei em pânico. Liguei ao Departamento de estado, nunca esquecerei aquela conversa:
"Oi, Meu nome é Mary Nell Wyatt, há pouco ouvi que três americanos foram levados como reféns na Turquia oriental. Provavelmente não é meu marido, cujo nome é Ron Wyatt, mas você poderia verificar isto para mim, vocês ouviram qualquer coisa"? Essas foram minhas palavras aproximadas.
Ele respondeu, vejamos,... (pausa) o nome de meio de seu marido é Eldon "? Eu fiquei em pedaços; - esse é o nome do meio de Ron! Quando ele me perguntou, soube que era verdade. Não sei o que teria feito sem minha amada filha. Ela tinha 17 anos, mas foi muito forte quando as coisas desabaram; ela me se tranqüilizou. Eu me lembro que estávamos orando no corredor; pedi para o Senhor nos ajudar, proteger os homens, e usar isto para a glória dele.
Eu consegui chamar as outras esposas, Elizabeth Rives, Renetta Wilson e Margaret Roberts, e lhes contei o pouco que soube; oramos muito juntas, elas ficaram incrivelmente calmas. Elizabeth e Richard tinham duas crianças pequenas em idade escolar.
Aproximadamente duas horas depois, fomos entrevistadas, Amanda e eu estávamos completamente tranqüilas, de forma que os amigos de Ron no hospital disseram que não devíamos amar muito nossos maridos, por não aparecermos muito transtornadas na TELEVISÃO!
Nós as esposas discutimos coletivamente sobre o que faríamos, decidimos tirar proveito da cobertura de mídia para contar sobre a Arca de Noé. Eu recordei como em 1984, quando Ron tinha sido acusado falsamente de roubar artefatos da Turquia, como aquele incidente tinha servido dar publicidade a pesquisa no local.
Às vezes nós fomos tratadas com ceticismo e oposição aos fatos. Mas uma coisa dita em várias entrevistas, e que não estávamos muito angustiadas por causa de nossa fé. Eu até fui convidada para apresentar evidências da a Arca de Noé em uma escola secundária pública.
Renetta vive perto de Dallas e teve muitas oportunidades para testemunhar a fé, como fez Elizabeth que constantemente me surpreendia. Margaret na Austrália era mais fervorosa que nós éramos, mas ela exibiu uma fé incrível e uma coragem pela provação.
Uma coisa desagradável estava vindo dos críticos habituais; um repórter tinha falado que Ron era desonesto e tinha fabricado evidências. Este homem, junto com outros, estavam inventando que o seqüestro foi organizado. Com isso, eu conheci meu limite.
Com um nosso amigo policial, o Sgt. Mark Wynn, como testemunha procurei este homem; lhe pedi um favor como um Cristão; pedi se abstivesse de caluniar meu marido enquanto ele estava perdido, fiz isso mesmo sem sabe se ele estava vivo ou morto. Reconheço que ele tem direito à opinião sobre Ron; eu não pretendi negá-la, mas pedi como um favor, que evitasse maldizer Ron até ele retornar para casa.
Ele finalmente concordou, mas só depois de uma conversa longa na qual ele me falou que as descobertas de Ron eram mentiras lamentáveis. Eu acabei arrependida como tristeza, talvez Ron não gostaria nada disso. Mas essa conversa causou uma reação nele que eu ainda não sei interpretar.
Com David Fasold a história era diferente. Ele estava furioso com o acontecido. Não importava se Ron estivesse trabalhando independentemente, ele estava pronto a salvá-lo. Ele falou de ir falar com os chefes do PKK; não estou segura o que o David planejava fazer, mas ele percebeu que realmente não poderia fazer nada. Porém, eu sempre lembrarei com gratidão da sua vontade.
Quando o episódio terminou e Ron veio pra casa, eu pela primeira vez tinha visto nele em um estado debilitado. Ele tinha perdido mais de 20 lbs. e estava mancando, um dano que não parecia sério. Eu o surpreendi com a cama nova, ele não conseguiu usá-la de imediato, pois estivera dormindo no solo frio durante 2 semanas. Hábitos são uma coisa engraçada; Elizabeth teve que preparar tomates e pepinos para o café da manhã de Richard; coisas que eles tinham comido enquanto estavam nas colinas.
Havia uma pequena atenção de mídia, então tudo se tranqüilizou, quase normal. Um fato triste era que agora não havia mais tempo para escavar; a estação havia terminado. E a corporação britânica principal financiadora retirou a ajuda financeira.
Dr. Por outro lado, Roberts tinha recebido uma tremenda publicidade na Austrália e começou a sofrer uma perseguição horrenda de um famoso geólogo ateu, Ian Plimer. Ele sofreu uma provação terrível que o tinha abalado. Nós não sabemos os detalhes, mas estamos pedindo em nossas orações por ele. Ele sofreu flebites durante a provação como refém ainda não esta completamente curado.
Em agosto de 1992, nós levamos o segundo grupo de excursão à Arca de Noé. Quando nos aproximamos Dogubeyazit, estendido pelo céu um lindo arco-íris, encostamos o ônibus; todos fotografaram a esplendida visão. Alguns estavam dizendo que era um sinal; nesse caso, não era um sinal do que nós esperávamos.
Em seguida voltamos ao ônibus e seguimos a estrada, um grupo de soldados nos sinalizou abaixo, uma pessoa subiu a bordo e falou em inglês. Depois de uma interrogatório, fomos informados que não poderíamos ir. A região estava instável, um ônibus era um objetivo muito grande para os terroristas.
A decepção nas faces das pessoas era horrível, como a minha quando quis ver a arca em 1988. Entretanto, Henry Gruver nos conduziu numa oração, e todos pareciam em paz. A viagem estava se transformando de fato numa aventura real... Nem mesmo era permitido ir para um hotel em Dogubeyazit. As ordens eram deixar a região.
Não pudemos retornar a Erzurum assim fomos a Agri. Uma vez lá, Dilaver nos levou ao melhor hotel da cidade, que era terrível; mas ninguém reclamou, e ao invés disso todos pareciam passar um tempo maravilhoso.
Ron se encontrou com a polícia para arranjar alguma maneira de todos irem para o barco, mas eles disseram que isso poderia ser feito colocando as pessoas em táxis e entrarem lá em pequenos grupos. A razão deles era que os terroristas não suspeitariam de táxis. Mas com a responsabilidade da segurança do grupo nas mãos, Ron decidiu que esta não era uma opção. A região estava ficando muito perigosa para visitas.

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