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segunda-feira, 20 de maio de 2013

432-O VINHO NA BÍBLIA E NA HISTÓRIA

http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=BjhKqel3DcQ



Um Estudo Sobre o Vinho na Bíblia






Lc 7.33,34: "Porque veio João Batista, que não comia pão nem bebia vinho, e dizeis: Tem demônio.
Veio o Filho do Homem, que come e bebe, e dizeis: Eis aí um homem comilão e bebedor de vinho, amigo dos publicanos e dos pecadores.


 

VINHO: FERMENTADO OU NÃO FERMENTADO?


Segue-se um exame da palavra bíblica mais comumente usada para vinho.
A palavra grega para "vinho", em Lc 7.33, é oinos. Oinos pode referir-se a dois tipos bem diferentes de suco de uva:

(1) suco não fermentado, e (2) vinho fermentado ou embriagante. Esta definição apóia-se nos dados abaixo.

(1) A palavra grega oinos era usada pelos autores seculares e religiosos, antes da era cristã e nos tempos da igreja primitiva, em referência ao suco fresco da uva (ver Aristóteles, Metereologica, 387.b.9-13).

(a) Anacreontes (c. de 500 a.C.) escreve: "Esprema a uva, deixe sair o vinho [oinos]" (Ode 5).

(b) Nicandro (século II a.C.) escreve a respeito de espremer uvas e chama de oinos o suco dai produzido (Georgica, fragmento 86).

(c) Papias (60-130 d.C.), um dos pais da igreja primitiva, menciona que quando as uvas são espremidas produzem "jarros de vinho [oinos]" (citado por Ireneu, Contra as Heresias, 5.33.3 - 4).

(d) Uma carta em grego escrita em papiro (P. Oxy.729; 137 d.C.), fala de "vinho [oinos] fresco, do tanque de espremer" (ver Moulton e Milligan, The Vocabulary of the Greek Testament, p. 10).

(e) Ateneu (200 d.C.) fala de um "vinho [oinos] doce", que "não deixa pesada a cabeça" (Ateneu, Banquete, 1.54).
Noutro lugar, escreve a respeito de um homem que colhia uvas "acima e abaixo, pegando vinho [oinos] no campo"(1.54).

Para considerações mais pormenorizadas sobre o uso de oinos pelos escritores antigos, ver Robert P. Teachout: "0 Emprego da palavra 'Vinho' no Antigo Testamento". (Dissertação de Th.D. no Seminário Teológico de Dallas,1979).

(2) Os eruditos judeus que traduziram o AT do hebraico para o grego c. de 200 a.C. empregaram a palavra oinos para traduzir varias palavras hebraicas que significam vinho.
Noutras palavras, os escritores do NT entendiam que oinos pode referir-se ao suco de uva, com ou sem fermentação.

(3) Quanto a literatura grega secular e religiosa, um exame de trechos do NT também revela que oinos pode significar vinho fermentado, ou não fermentado.

Em Ef 5.18, o mandamento: "não vos embriagueis com vinho [oinos]" refere-se ao vinho alcoólico.

Por outro lado, em Ap 19.15 Cristo é descrito pisando o lagar.
0 texto grego diz: "Ele pisa o lagar do vinho [oinos]" ; o oinos que sai do lagar é suco de uva (ver Is 16.10 nota; Jr 48.32,33 nota).
Em Ap 6.6, oinos refere-se as uvas da videira como uma safra que não deve ser destruída.
Logo, para os crentes dos tempos do NT, "vinho" (oinos) era uma palavra genérica que podia ser usada para duas bebidas distintivamente diferentes, extraídas da uva: o vinho fermentado e o não fermentado.

(4) Finalmente, os escritores romanos antigos explicam com detalhes vários processos usados para tratar o suco de uva recém-espremido, especialmente as maneiras de evitar sua fermentação.

(a) Columela (Da Agricultura, 12.29), sabendo que o suco de uva não fermenta
quando mantido frio (abaixo de 10 graus C.) e livre de oxigênio, escreve da seguinte maneira:
"Para que o suco de uva sempre permaneça tão doce como quando produzido, siga estas instruções:
Depois de aplicar a prensa as uvas, separe o mosto mais novo [i.e., suco fresco], coloque-o num vasilhame (amphora) novo, tampe-o bem e revista-o muito cuidadosamente com piche para não deixar a mínima gota de água entrar; em seguida, mergulhe-o numa cisterna ou tanque de água fria, e não deixe nenhuma parte da ânfora ficar acima da superfície.
Tire a ânfora depois de quarenta dias. 0 suco permanecera doce durante um ano" (ver também Columela: Agricultura e Arvores; Catão: Da Agricultura).
0 escritor romano Plinio (século I d.C.) escreve: "Tão logo tiram o mosto [suco de uva] do lagar, colocam-no em tonéis, deixam estes submersos na água até passar a primeira metade do inverno, quando o tempo frio se instala" (Plínio, Historia Natural, 14.11.83).
Este método deve ter funcionado bem na terra de Israel (ver Dt 8.7; 11.11,12; SI 65.9-13).

(b) Outro método de impedir a fermentação das uvas é ferve-las e fazer um xarope (para mais detalhes, ver a parte 2 deste estudo.
Historiadores antigos chamavam esse produto de "vinho" (oinos).
0 Conego Farrar (Smith 's Bible Dictionary, p. 747) declara que "os vinhos assemelhavam-se mais a xarope; muitos deles não eram embriagantes".
Ainda, 0 Novo Dicionário da Bíblia (p. 1665), observa que "sempre havia meios de conservar doce o vinho durante o ano inteiro".



 

O USO DO VINHO NA CEIA DO SENHOR.


Jesus usou uma bebida fermentada ou não fermentada de uvas, ao instituir a Ceia do Senhor (Mt 26.26-29; Mc 14.22-25; Lc 22.17-20; 1 Co 11.23-26)?
Os dados abaixo levam a conclusão de que Jesus e seus discípulos beberam no dito ato suco de uva não fermentado.

(1) Nem Lucas nem qualquer outro escritor bíblico emprega a palavra "vinho" (gr. oinos) no tocante a Ceia do Senhor.
Os escritores dos três primeiros Evangelhos empregam a expressão "fruto da vide" (Mt 26.29; Mc 14.25; Lc 22.18).
0 vinho não fermentado é o único "fruto da vide" verdadeiramente natural, contendo aproximadamente 20% de açúcar e nenhum álcool.
A fermentação destrói boa parte do açúcar e altera aquilo que a videira produz.
O vinho fermentado não é produzido pela videira.

(2) Jesus instituiu a Ceia do Senhor quando Ele e seus discípulos estavam celebrando a Páscoa.
A lei da Páscoa em Ex 12.14-20 proibia, durante a semana daquele evento, a presença de seor (Ex 12.15), palavra hebraica para fermento ou qualquer agente fermentador.
Seor, no mundo antigo, era freqüentemente obtido da espuma espessa da superfície do vinho quando em fermentação.
Além disso, todo o hametz (i.e., qualquer coisa fermentada) era proibido (Ex 12.19; 13.7).
Deus dera essas leis porque a fermentação simbolizava a corrupção e o pecado (cf. Mt 16.6,12; 1 Co S.7,8).
Jesus, o Filho de Deus, cumpriu a lei em todas as suas exigências (Mt 5.17).
Logo, teria cumprido a lei de Deus para a Páscoa, e não teria usado vinho fermentado.

(3) Um intenso debate perpassa os séculos entre os rabinos e estudiosos judaicos sobre a proibição ou não dos derivados fermentados da videira durante a Páscoa.
Aqueles que sustentam urna interpretação mais rigorosa e literal das Escrituras hebraicas, especialmente Ex 13.7, declaram que nenhum vinho fermentado devia ser usado nessa ocasião.

(4) Certos documentos judaicos afirmam que o uso do vinho não fermentado na Páscoa era comum nos tempos do NT.
Por exemplo: "Segundo os Evangelhos Sinóticos, parece que no entardecer da quinta-feira da última semana de vida aqui, Jesus entrou com seus discípulos em Jerusalém, para com eles comer a Páscoa na cidade santa; neste caso, o pão e o vinho do culto de Santa Ceia instituído naquela ocasião por Ele, como memorial, seria o pão asmo e o vinho não fermentado do culto Seder" (ver "Jesus". The Jewish Encyclopedia, edição de 1904. V.165).

(5) No AT, bebidas fermentadas nunca deviam ser usadas na casa de Deus, e um sacerdote não podia chegar-se a Deus em adoração se tomasse bebida embriagante (Lv 10.9 nota).
Jesus Cristo foi o Sumo Sacerdote de Deus do novo concerto, e chegou-se a Deus em favor do seu povo (Hb 3.1; 5.1-10).

(6) 0 valor de um símbolo se determina pela sua capacidade de conceituar a realidade espiritual.
Logo, assim como o pão representava o corpo puro de Cristo e tinha que ser pão asmo (i.e., sem a corrupção da fermentação), o fruto da vide, representando o sangue incorruptível de Cristo, seria melhor representado por suco de uva não fermentado (cf. 1 Pe 1.18,19).
Uma vez que as Escrituras declaram explicitamente que o corpo e sangue de Cristo não experimentaram corrupção (Sl 16.10; At 2.27; 13.37), esses dois elementos são corretamente simbolizados por aquilo que não é corrompido nem fermentado.

(7) Paulo determinou que os coríntios tirassem dentre eles o fermento espiritual, i.e., o agente fermentador "da maldade e da malícia", porque Cristo é a nossa Páscoa (1 Co 5.6-E).
Seria contraditório usar na Ceia do Senhor um símbolo da maldade.
i.e., algo contendo levedura ou fermento, se considerarmos os objetivos dessa ordenança do Senhor.
Bem como as exigências bíblicas para dela participarmos.

Jo 2.11: "Jesus principiou assim os seus sinais em Cana da Galiléia e manifestou a sua glória, e os seus discípulos creram nele. "


 

O VINHO: MISTURADO OU INTEGRAL?


Os dados históricos sobre o preparo e uso do vinho pelos judeus e por outras nações no mundo bíblico mostram que o vinho era:

(a) freqüentemente não fermentado;

(b) em geral misturado com água.
0 capítulo anterior, aborda um dos processos usados para manter o suco da uva fresco em estado doce e sem fermentação.
0 presente estudo menciona dois outros processos de preparação da uva para posteriormente ser misturada com água.

(1) Um dos métodos era desidratar as uvas, borrifa-las com azeite para mante-las úmidas e guardá-las em jarras de cerâmica (Enciclopédia Bíblica Ilustrada de Zondervan, V. 882; ver também Columella, Sobre a Agricultura 12.44.1-8).
Em qualquer ocasião, podia-se fazer uma bebida muito doce de uvas assim conservadas.
Punha-se-lhes água e deixava-as de molho ou na fervura.
Polibio afirmou que as mulheres romanas podiam beber desse tipo de refresco de uva, mas que eram proibidas de beber vinho fermentado (ver Polibio, Fragmentos, 6.4; cf. Plínio, História Natural, 14.11.81).

(2) Outro método era ferver suco de uva fresco até se tornar em pasta ou xarope grosso (mel de uvas); este processo deixava-o em condições de ser armazenado, ficando isento de qualquer propriedade inebriante por causa da alta concentração de açúcar, e conservava a sua doçura (ver Colurnella, Sobre a Agricultura, 12.19.1-6; 20.1-8; Plínio, Historia Natural, 14.11.80).
Essa pasta ficava armazenada em jarras grandes ou odres.
Podia ser usada como geléia para passar no pão, ou dissolvida em água para voltar ao estado de suco de uva (Enciclopédia Bíblica Ilustrada, de Zondervan, V. 882-884).
É provável que a uva fosse muito cultivada para produção de açúcar.
0 suco extraído no lagar era engrossado pela fervura até tornar-se em liquido conhecido como "mel de uvas" (Enciclopédia Geral Internacional da Bíblia, V. 3050).
Referencias ao mel na Bíblia freqüentemente indicam o mel de uva (chamado debash pelos judeus), em vez do mel de abelha.

(3) A água, portanto, pode ser adicionada a uvas desidratadas, ao xarope de uvas e ao vinho fermentado.
Autores gregos e romanos citavam varias proporções de mistura adotadas.
Homero (Odisséia, IX 208ss.) menciona uma proporção de vinte partes de água para uma parte de vinho.
Plutarco (Symposiacas, III.ix) declara: "Chamamos vinho diluído, embora o maior componente seja a água".
Plínio (Historia Natural, XIV.6.54) menciona uma proporção de oito partes de água para uma de vinho.

(4) Entre os judeus dos tempos bíblicos, os costumes sociais e religiosos não permitiam o uso de vinho puro, fermentado ou não.
0 Talmude (uma obra judaica que trata das tradições do judaísmo entre 200 a.C. e 200 d.C.) fala, em vários trechos, da mistura de água com vinho (e.g., Shabbath 77; Pesahim 1086).
Certos rabinos insistiam que, se o vinho fermentado não fosse misturado com três partes de água, não podia ser abençoado e contaminaria quem o bebesse.
Outros rabinos exigiam dez partes de água no vinho fermentado para poder ser consumido.

(5) Um texto interessante temos no livro de Apocalipse, quando um anjo, falando do "vinho da ira de Deus", declara que ele será "não misturado", i.e., totalmente puro (Ap 14.10).
Foi assim expresso porque os leitores da época entendiam que as bebidas derivadas de uvas eram misturadas com água (ver Jo 2.3 notas).
Em resumo, o tipo de vinho usado pelos judeus nos dias da Bíblia não era idêntico ao de hoje.
Tratava-se de:

(a) suco de uva recém-espremido;

(b) suco de uva assim conservado;

(c) suco obtido de uva tipo passas;

(d) vinho de uva feito do seu xarope, misturado com água; e

(e) vinho velho, fermentado ou não, diluído em água, numa proporção de até 20 para 1.

Se o vinho fermentado fosse servido não diluído, isso era considerado indelicadeza, contaminação e não podia ser abençoado pelos rabinos.
A luz desses fatos, é ilícita a pratica corrente de ingestão de bebidas alcoólicas com base no uso do "vinho" pelos judeus dos tempos bíblicos.
Além disso, os cristãos dos dias bíblicos eram mais cautelosos do que os judeus quanto ao uso do vinho (ver Rm 14.21 nota; 1 Ts 5.6 nota; 1 Tm 3.3 nota; Tt 2.2 nota).


 

GLÓRIA DE JESUS MANIFESTA ATRAVÉS DO VINHO.


Em Jó 2, vemos que Jesus transformou água em "vinho" nas bodas de Caná.
Que tipo de vinho era esse? Conforme já vimos, podia ser fermentado ou não, concentrado ou diluído.
A resposta deve ser determinada pelos fatos contextuais e pela probabilidade moral.
A posição desta Bíblia e Estudo é que Jesus fez vinho (oinos) suco de uva integral e sem fermentação.
Os dados que se seguem apresentam fortes razoes para rejeição da opinião de que Jesus fez vinho embriagante.

(1) 0 objetivo primordial desse milagre foi manifestar a sua gloria (2.11), de modo a despertar fé pessoal e a confiança em Jesus como o Filho de Deus, santo e justo, que veio salvar o seu povo do pecado (2.11; cf. Mt 1.21).
Sugerir que Cristo manifestou a sua divindade como o Filho Unigênito do Pai (1.14), mediante a criação milagrosa de inúmeros litros de vinho embriagante para uma festa de bebedeiras (2.10 nota; onde subentende-se que os convidados já tinham bebido muito), e que tal milagre era extremamente importante para sua missão messiânica, requer um grau de desrespeito, e poucos se atreveriam a tanto.
Será, porém, um estemunho da honra de Deus, e da honra e glória de Cristo, crer que Ele criou sobrenaturalmente o mesmo suco de uva que Deus produz anualmente através da ordem natural criada (ver 2.3 nota).
Portanto, esse milagre destaca a soberania de Deus no mundo natural, tornando-se um símbolo de Cristo para transformar espiritualmente pecadores em filhos de Deus (3.1-15).
Devido a esse milagre, vemos a glória de Cristo "como a glória do Unigênito do Pai" (1.14; cf. 2.11).

(2) Contraria a revelação bíblica quanto a perfeita obediência de Cristo a seu Pai celestial (cf. 4.34; Fp 2.8,9) supor que Ele desobedeceu ao mandamento moral do Pai: "Não olhes para o vinho, quando se mostra vermelho... e se escoa suavemente", i.e., quando é fermentado (Pv 23.31).
Cristo por certo sancionou os textos bíblicos que condenam o vinho embriagante como escarnecedor e alvoroçador (Pv 20.1), bem como as palavras de Hc 2.15: "Ai daquele que da de beber ao seu companheiro!... e o embebedas" (cf. Lv 10.8-11; Pv 31.4-7; Is 25.7; Rm 14.21).

(3) Note, ainda, o seguinte testemunho da medicina moderna.
(a) Os maiores médicos especialistas atuais em defeitos congênitos citam evidencias comprovadas de que o consumo moderado de álcool danifica o sistema reprodutivo das mulheres jovens, provocando abortos e nascimentos de bebes com defeitos mentais e físicos incuráveis.
Autoridades mundialmente conhecidas em embriologia precoce afirmam que as mulheres que bebem até mesmo quantidades moderadas de álcool, próximo ao tempo da concepção (c. 48 horas), podem lesar os cromossomos de um óvulo em fase de liberação, e dai causar sérios distúrbios no desenvolvimento mental e físico do bebê.
(b)Seria teologicamente absurdo afirmar que Jesus haja servido bebidas alcoólicas, contribuindo para o seu uso.
Afirmar que Ele não sabia dos terríveis efeitos em potencial que as bebidas inebriantes tem sobre os nascituros é questionar sua divindade, sabedoria e discernimento entre o bem e o mal.
Afirmar que Ele sabia dos danos em potencial e dos resultados deformadores do álcool, e que, mesmo assim, promoveu e fomentou seu uso, é lançar duvidas sobre a sua bondade, compaixão e seu amor.
A única conclusão racional, bíblica e teológica acertada é que o vinho que Cristo fez nas bodas, a fim de manifestar a sua glória, foi o suco puro e doce de uva, e não fermentado.

Fonte:




O Vinho na Bíblia
O VINHO NA BÍBLIA
"A vereda dos justos é como a luz da aurora que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito." Provérbios 4:18.
Exemplos da Tolerância de Deus
É um conceito bíblico, expresso de forma clássica no texto acima, que a luz é progressiva, a santificação é obra de uma vida e o conhecimento aumenta a cada dia para o povo de Deus.

Muitas verdades, que no passado eram conhecidas apenas parcialmente ou até virtualmente desconhecidas, foram crescendo e se tornando mais compreendidas pelos servos de Deus.

Veja-se por exemplo que, da mesma forma que Deus tolerou o uso de bebidas fermentadas, suportou também a escravatura como um mal contingente, passageiro, mas é evidente na Escritura que o escravismo não era e nem é parte do plano ideal de Deus, que quer que todos os homens sejam irmãos e não busquem ser servidos mas servir. Embora tolerando, Deus deu leis para regulamentar a prática até que o ideal fosse atingido. (
Êx. 21:16, 20; Ef. 6:9; Col. 4:1)
Outros exemplos de práticas que Deus tolerou são o divórcio e a poligamia, que, conforme é declarado na Bíblia, não faziam parte do plano ideal divino. Por isso, Ele deu leis que regulamentavam e restringiam essas práticas tão em voga e até legalizadas nos dias bíblicos entre as nações pagãs. O Seu povo teria que aprender, depois de quatro séculos de escravidão e em estado semi-bárbaro, os rudimentos do “evangelho” até atingirem o ideal de Deus. (
Ex. 20:7-11; Deut. 21:10-17; Mal. 2:12-16)

O próprio Jesus refere-se ao divórcio como tolerado em razão da “dureza dos corações” dos israelitas, mas, disse o Salvador, no princípio não foi assim.
 Mat. 19:4-8.
Males das Bebidas Fermentadas
Deus também tolerou as bebidas fermentadas. É evidente pelas experiências com viciados que, segundo especialistas na área de recuperação de alcoólatras, a maneira mais segura de evitar o vício é “não tomar o primeiro gole”.

Deus jamais sancionaria um hábito que, mesmo em seu moderado uso social é responsável pelas mais dramáticas e terríveis estatísticas no que se refere à degeneração da mente, corpo e espírito dos homens.

Professos seguidores da palavra de Deus jamais admitiriam envolver-se com a guerra, pelos seus horrores e mortandade, e no entanto, apóiam o “uso moderado” de bebidas alcoólicas sem considerar que as mortes por imprudência nas estradas e no trabalho, montam um número anual maior do que o de muitas guerras. Sem falar em deficientes mentais filhos de ex-bebedores sociais e agora alcoólatras, lares esfacelados, invalidez, desemprego, aos centenas e milhares além de outros males. E tudo isso causado na maioria dos casos por pessoas que bebiam socialmente, somente nos “fins de semana” e possivelmente consideravam-se “moderadas”.

Considerado doença pela OMS (Organização Mundial de Saúde), o alcoolismo ainda está em expansão porque muitos, até mesmo religiosos, sancionam doutrinariamente o seu uso. Brincar com um copo desse vírus é perigoso. É brincar com veneno!
Portanto, devemos ter em mente que o uso de qualquer marca ou quantidade de bebida alcoólica é um perigo de crime contra si próprio e contra o seu próximo, e ainda ficar aquém do ideal da Escritura neste particular como veremos.
A Bebida Alcoólica no Antigo Testamento
Outro ponto importante que esclarece a questão do uso de vinho alcoólico e outras bebidas fermentadas naturalmente, bem como a tolerância de Deus quanto a essa prática, diz respeito aos hábitos e recursos alimentares dos tempos bíblicos. É claro que não dispondo das modernas técnicas de engarrafamento de sucos, sem geladeiras, sem conservantes como temos hoje e sem embalagens apropriadas, toda uma produção de sucos e sumos estavam sujeitas ao processo natural de fermentação.

Os odres (recipientes de couro costurado), vasos de barro, madeira ou metal não impediam a ação das bactérias, tendo os antigos que conviver com as condições que dispunham nesta parte. Bebiam, pois, vinho sem fermentar quando ainda novo, recém espremido das uvas, chamado no Antigo Testamento de TIROSH ou vinho novo, esta palavra aparece 38 vezes no AT. A bebida consumida tempos depois e já fermentada naturalmente, ou que foi fabricada em processo de fermentação era denominada normalmente de SHEKAR (usada 23 vezes no AT). Para bebidas em geral, fermentadas ou não, era usado o termo YAIM indistintamente, e que aparece 140 vezes no AT.
 

Portanto, a própria necessidade alimentar de uma bebida nutritiva e a carência de técnicas e recursos de conservação modernos, obrigava-os a terem na fermentação natural da bebida uma necessidade e mal necessário, uma vez que o grau alcoólico nestas bebidas, trazia embutido o problema do vício do alcoolismo, embriaguês e suas conseqüências morais, físicas e espirituais. Por isso o ideal era não usá-las a exemplo dos recabitas, povo abstêmio que vivia entre os israelitas, e cuja virtude e lealdade foi ressaltada pelo próprio Deus.
 Jer. 35:2-5.

Por outro lado, a fermentação era um bem, pois tinha para as bebidas a função de provavelmente o único e universal processo de conservação para os sucos sem a deterioração total como é o caso de muitos xaropes vendidos hoje em dia. Era, pois, um mal necessário, mas um mal. Justifica-se, desse modo, o ideal de Deus na declaração do sábio em
 Provérbios 23:31 a 35: “ Não olhes para o vinho quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente...” Não se deve nem mesmo desejá-lo, olhando-o – NÃO OLHES! Porque “no seu fim morderá como a cobra e como o basilisco picará.” E, continua o sábio: “Olharás mulheres estranhas” e, “teu coração falará perversidades”. 
“Dirás: espancaram-me, bateram-me mas quando acordar beberei outra vez.”
Que desfecho terrível para um simples olhar e certamente o primeiro gole! São esses os passos para o vício: olhar, experimentar e a despeito das conseqüências, beber outra vez!

Não estamos sujeitos aos hábitos mantidos pela “dureza de corações” e atraso em que viviam os homens do passado. Não estamos obrigados a sofrer a limitação dos recursos de técnicas de conservação como eles; não precisamos nem devemos correr o perigo de consumir tais bebidas, mesmo porque, atualmente, em sua grande maioria, passam por processos industriais de fermentação e destilaria, o que aumenta artificialmente, e em muito, o teor alcoólico da bebida.
Concluímos até aqui que, se as bebidas naturalmente fermentadas eram, na antiguidade, a única forma de se estocar sucos, sendo uma necessidade daqueles tempos, apesar de suas conseqüências prejudiciais à saúde, constitui-se, para nós hoje, um uso desnecessário, contrário ã luz que temos, temerário e perigoso, mais ainda considerando-se a destilação que aumenta o seu grau alcoólico.
 

Certamente tal costume não concorda com o testemunho cristão e contraria o princípio bíblico, submetido ao qual todos os usos e práticas da igreja devem estar em harmonia sob pena de contradição:
 I Cor. 3:16, 17. Somos o templo de Deus e nada que o contamine, prejudique ou o ponha em risco deve ser usado.

Referências Bíblicas Contrárias às Bebidas Fermentadas
Veremos, agora, mais alguns textos que corroboram a recomendação de não usar bebidas fermentadas:
1. O vinho e a bebida forte fazem errar e desencaminhar até o sacerdote e o profeta. Isa. 28:7, 8. 

2. Há uma maldição para os que seguem a bebedice. Isa 5:11, e outra maldição para os que dão bebida ao seu próximo. Hab. 2:15.

3. As bebidas alcoólicas são escarnecedoras e alvoroçadoras. Prov. 20:1.

4. O ideal é nem olhar para o vinho, pois é traiçoeiro, quanto mais usá-lo! Prov. 23:31, 32.

5. O beberrão cai em pobreza. Prov. 23:20, 21.

6. Não vos embriagueis com vinho, mas enchei-vos do Espírito. Ef. 5:18. A bebida alcoólica é incompatível com o Espírito Santo, conforme deixa claro a conjunção adversativa “mas”.

7. O bispo não deve ser dado ao vinho . I Tim 3:3; Tito 1:7. Mas o bom mesmo é não beber vinho devido ao escândalo que pode provocar em outros. Rom 14:21. A bebida está relacionada com as obras da carne. Gál. 5:21.

8. Normalmente, os que hoje são bêbados não começaram com a intenção de sê-lo. Cuidado! Os bêbados não entrarão no reino de Deus. I Cor. 6:10.

9. A bebida era incompatível com o serviço a Deus pois os encarregados de atividades no Santuário não podiam beber. Lev. 10:9.

10. Mesmo no conceito liberal da mãe do rei Lemuel (Prov 31:6) os que ministravam a justiça e os nobres não deviam beber. Prov. 31:4, 5.

11. Em Provérbios 31:6 acha-se a opinião da mãe do rei Lemuel e não uma posição divina sobre o assunto. Os amigos de Jó, embora piedosos, também deram opiniões religiosas equivocadas pelo que foram posteriormente repreendidos por Deus (Jó 42:7-9)

12. Miquéias adverte que um povo mau teria profetas falsos e mentirosos que defenderiam o vinho e a bebida forte. Miq. 2:11.

13. O vinho e o mosto tiram a inteligência. Osé. 4:11.

14. Pessoas dadas ao vinho são desleais, soberbas e não se contém. Hab. 2:5.

15. Aqueles que desejam fazer a vontade de Deus devem abster-se do uso, mesmo moderado, de bebidas alcoólicas, considerando as seguintes razões: a luz que temos, o ideal de Deus e os males e perigos desse hábito. A total abstinência é a posição a ser assumida por aqueles que estão preparando o caminho para a volta do Senhor como fez João Batista. (Luc. 1:15)

16. Entende-se, pois, que Jesus, nas bodas de Caná, transformou a água em vinho novo, sem fermentar (TIROSH no AT), o puro suco de uva, o vinho de melhor qualidade..

17. Em função dos argumentos acima apresentados a passagem de Deut. 14:26 é mais uma cena do hábito tolerado por Deus apesar das conseqüências e por causa das contingências.

18. Em I Tim 3:8 é recomendada a moderação em reconhecimento ao perigo que a bebida oferecia, em vista da resistência que a proibição sumária poderia provocar. Esta opinião do apóstolo foi moldada para restringir um hábito, conforme o texto deixa claro e não para sancioná-lo.

19. Em I Tim 5:23 o vinho é recomendado para uso medicinal, conforme crença do apóstolo, usado pouco com água e não puro como bebida de prazer. Este texto não serve para defender o uso ou o vício da bebida.
Conclusão
Buscar, neste caso, exemplos bíblico para justificar o consumo da bebida equivale a apoiar também o divórcio fácil, poligamia e escravidão que foram, igualmente, alvo da tolerância de Deus. Coloca-se também a Bíblia, injustamente, como co-responsável pelas tragédias decorrentes da indulgência com as bebidas fermentadas. Os costumes e práticas dos antigos, alvo da tolerância de Deus, não refletem necessariamente a vontade divina.
O verdadeiro cristão jamais defenderá tal hábito.

Bebidas: Vinho-história

As bebidas alcoólicas desde muito cedo acompanharam o homem, graças à facilidade com que frutas e grãos fermentam e produzem álcool etílico, o mesmo que etanol.
Dentro do corpo humano, os metabólitos desta substância causam diversos efeitos, que podem variar desde uma leve euforia até o coma, passando pelas fases de chatice, porquice e até violência.
Foi criado um número imenso de bebidas alcoólicas, com diversas variantes. Vamos esquadrinhar algumas palavras relacionadas.
ETANOL – iniciando pela Química… Essa palavra foi cunhada em 1873, a partir do Grego AITHER, “o ar das camadas superiores da atmosfera”, derivado do verbo AITHEIN, “queimar, brilhar”, de uma raiz Indo-Européia aidh-, “queimar”.
O “éter” era visto como uma forma mais pura de ar que, segundo a antiga Cosmologia, preenchia o espaço para além da Lua.
Esse nome foi dado a uma determinada substância química em 1757, pela sua leveza, cor clara e volatilidade. Mais de um século depois seria descoberto que ela tem qualidades anestésicas.
VINIL – mas ainda a Química? O que tem o material dos discos antigos com o vinho?
- Muito. O nome desse tipo de plástico, criado em 1939, é um encurtamento de polivinil, pois é constituído por numerosas moléculas chamadas radicais vinila.
Esta molécula foi descoberta em 1863, como um derivado do etileno. E este se obtinha através do álcool etílico, que faz parte do vinho. Talvez o profissional que fez esta cadeia de raciocínio estivesse entusiasmado por algumas taças de bebida no momento de escolher o nome.
ÚVULA – agora, um pouco de Anatomia; esta parte do corpo, bem lá no fim da boca, no andar de cima, recebeu o seu nome porque pela forma lembra uma pequena uva, uvula em Latim, de uva, o fruto da videira.
LIBAÇÃO – desde o Século 12, significa “verter vinho em honra a um deus”. Vem do Latimlibatio, “oferta de bebida”, do Indo-Europeu leib-, “derramar, pingar”. Hoje o sentido é mais aproximado de “líquido derramado na goela para embebedar”.
Os bebedores de cachaça que gostam das tradições ainda vertem umas gotas “para o santo”, antes de virar o copo no bucho.
vinho – deste há muito que falar. É uma das mais antigas bebidas alcoólicas existentes. Em Grego se chamava oinos, palavra que deu origem a enologia (“estudo do vinho”) e seus derivados.
E oinos se associa ao mito de Oineus, “Eneu”, rei de Cálidon, na antiga Grécia.
Diz-se que um pastor chamado Estáfilo percebeu que alguns dos bodes que ele guardava apresentavam uma especial afeição por mastigar os frutos de uma determinada planta até então desconhecida.
Por algum motivo estranho, em vez de as comer, ele espremeu as frutinhas e as misturou com água do rio. Deve ter esperado algum tempo, que permitiu a fermentação, pois quando bebeu ficou tão faceiro quanto os bodes.
Após se recuperar do que deve ter sido o primeiro porre do mundo, ele foi contar ao seu rei sobre aquele estranho achado. O rei, vaidoso, colocou o seu próprio nome na bebida e hoje temos uma pujante indústria resultante da atenção de um pastor aos seus bodes.
Note-se que o nome do pastor quer dizer “cacho”, numa referência à apresentação dos frutos. Essa palavra também foi usada para designar um tipo de bactéria redonda que cresce aglomerada em cachos e que às vezes nos dá muito trabalho, o Estafilococo.
Em Latim, o nome da bebida era vinum. Tanto esta palavra como a grega vêm do Indo-Europeu win-o-, com o mesmo significado.
Na Idade Média, os bons frades costumavam dizer que Vinum bonum Dei donum, “o vinhobom é um presente de Deus”. Espertos, eles.
VINHA – não é a mulher do vinho, não. É a plantação de onde se extrai a uva, que os romanos chamavam de vinea.
VINTAGE – é uma palavra inglesa que está registrada em alguns dicionários nossos. Naquele idioma está atestada desde 1450, com o sentido de “colheita de uma vinha”, do Latimvindemia, formado por vinum mais demere. E esta palavra vem de de-, “fora”, mais emere, “tirar”.
Em 1746 passou a significar “ano em que foi feito um vinho”. Em linguagem geral, agora significa “algo antigo e bom”, “um clássico”.
CHAMPAGNE – vinho espumante criado em 1664. O nome vem da região em que ele era feito, a Champagne, antiga província do noroeste da França, cujo nome significava “campo aberto”. Vem do Latim campus, originalmente “espaço aberto para exercícios militares”.
vinho DO PORTO – esse vinho adocicado e forte, criado em 1691, recebeu tal nome porque era embarcado na cidade do Porto, em Portugal. Em Espanhol ele é chamado vino de Oporto, tendo-se julgado que “O Porto” fosse uma palavra só.
CLARETE – é um tipo que parece andar em desfavor entre os conhecedores. Seu nome vem da expressão francesa vin claret, “vinho claro”, do Latim clarus, “claro, brilhante”.
ROSÉ – é da expressão francesa vin rosé, “vinho cor-de-rosa”, de 1897.
SHERRY – é o mesmo que Xerez. Vem do Espanhol vino de Xerez (hoje Jerez), cidade próxima a Cádiz, onde ele era feito, e cujo nome é uma corruptela de Urbs Caesaris, “cidade de César”. O nome em Inglês se definiu numa época em que o “X” castelhano ainda soava como “SH”.
CONHAQUE – é o vinho produzido em Cognac, uma comuna do Departamento de Charente, no oeste da França.
Foi criado no Século 16. Diz-se que ele foi inventado por comerciantes ingleses e holandeses que resolveram fazer uma dupla destilação para evaporar boa parte do volume, o que permitiria levar uma quantidade maior por barril. Chegada a mercadoria ao destino, o volume seria reposto com etanol.
Mas, logo no começo, alguém resolveu provar aquele líquido escuro e gostou. Daí ele passou a ser vendido como era, sem adição de mais nada.
Os povos de língua inglesa chamam esta bebida de brandy. Este nome vem de brandywine, que deriva de brandewijn, “vinho queimado” em Holandês, devido à dupla destilação.
VINAGRE – isto atualmente não é bebida. Mas já foi, e de qualquer maneira é uma palavra que deriva de vinho. Da expressão latina vinum acetum, “vinho azedo”, veio a expressão francesa vin aigre, idem. E daí se passou ao nosso vinagre.
Os romanos usavam o vinagre diluído em água, que chamavam posca, como bebida. A passagem do Novo Testamento que diz que Cristo crucificado foi torturado ao receber vinagre para beber mais provavelmente corresponde a um soldado romano penalizado, oferecendo ao agonizante um pouco da sua própria bebida.
MOSTARDA – não, não vou dizer que esta é uma bebida. Mas o tempero era feito com uma pasta dos grãos da mostarda, uma planta crucífera, misturada a vinho recém-feito. O nome deste era musteum, “vinho novo” em Latim, de mustus, “fresco, novo”.
Portanto, o nome desse tempero indispensável ao cachorro-quente é intimamente relacionado ao vinho em sua origem.
GRAPA – é uma espécie de conhaque feito com resíduos de vinho, criada em 1893. Seu nome vem do Italiano grappa, “uva”. Aquele refrigerante que surgiu no Brasil na década de 50, a Grapette, deriva o seu nome de grape, “uva” em Inglês.
E grappa vem do Frâncico krappon, “gancho”. Originalmente, era o gancho usado para pegar uvas, passando depois o nome às frutas apanhadas com ele.
A grapefruit é uma fruta cítrica que recebeu esse nome porque cresce aglomerada, lembrando cachos.
GOURMET – por incrível que pareça, esta palavra também tem
algo a ver com vinho. Formou-se em 1820 do Francês arcaico grommes (com influência degourmand, “guloso”), “criados de mercadores de vinho”, de origem incerta. Seja como for, parece que eles eram chegados a uma boa alimentação.

Pode beber um pouquinho? Até Jesus não bebeu vinho?

Segundo a Bíblia, Jesus transformou a água em vinho. Ele também tomou vinho na ceia com seus discípulos. Também aprendemos, dentre as muitas simbologias existentes na Palavra de Deus que o vinho é o símbolo da alegria (Sl 104:15; Ec 10:19). Tantas alusões ao vinho fazem com que muitos crentes não vejam problema algum em beber um “vinhozinho” de vez em quando, afinal, “a bíblia condena é o embebedar-se”. Assim, “um pouquinho só não é pecado, pecado é ficar bêbado!” – dizem muitos. Mas será que isso é verdade? Será que essa afirmação é realmente bíblica?
De uma forma bem sumária, vamos procurar entender o que realmente Deus nos fala em sua Palavra sobre o crente e o álcool:
Em primeiro lugar, vamos fazer um retorno aos originais bíblicos: O "vinho" na Bíblia é o produto da uva. Freqüentemente se refere a uma bebida alcoólica semelhante a tais bebidas hoje. Mas, a palavra "vinho" é também usada na Bíblia para descrever o produto não fermentado da uva -- o que nós chamamos suco de uva. O tipo de vinho usado pelos judeus antigos não era idêntico ao de hoje. Tratava-se de um suco de uva recém-espremido, obtido de uma uva do tipo passas ou do xarope da uva, misturado com água. A proporção da água diluída no vinho, fermentado ou não, podia ser até de 20 por 1. Era considerado indelicado servir vinho fermentado sem diluí-lo em água, o qual não poderia, nem mesmo, ser abençoado pelos rabinos. Além disso, a fermentação do vinho era dado de forma natural, uma vez que não havia naquela época as técnicas que existem hoje de se acrescentar álcool às bebidas. Ou seja, o vinho que temos hoje não é o mesmo que o daquela época, sendo o de hoje muito mais forte, embora ambos – o vinho atual e o vinho fermentado antigo – sejam embriagantes.
De volta aos originais:
Três vocábulos distintos são empregados no AT para designar três espécies de vinho:
1º) Yayin – Gênesis. 9:21, Nee 56:18. É o mais usado, porque aparece nada menos de 140 vezes. É um termo genérico empregado indistintamente, sem considerar se o vinho é fermentado ou não.  
2º) Tirôsh - Deut. 12:17. Empregado 38 vezes. Ao contrário da palavra anterior, esta se referesempre ao vinho não fermentado, ou seja, ao puro suco da uva. Algumas vezes é traduzido como vinho novo ou "mosto".
3º) Shekar – I Sm 1:15, Nm 6:3. Tem uma conotação negativa e normalmente é traduzido por bebida forte. Os escritores do AT a empregam 23 vezes. Prov. 31:6 – "Dai bebida forte (shekar) aos que perecem, e vinho (shekar) aos amargurados de espírito”. Refere-se a bebidas fermentadas feitas de outras frutas, como a romã, maçã ou tâmara.
É interessante saber que na Septuaginta (tradução do hebraico para o grego, feita por setenta sábios judeus) a palavra oinos foi empregada para traduzir as hebraicas yayin e Tirôsh, mas nunca para shekar ou bebida forte.
As referências ao vinho no NT são mais escassas do que as encontradas no AT. Seus escritores também empregaram três vocábulos gregos, que podem ser traduzidos para a nossa língua por vinho: oinos; sikera; gléukos. Destas três, a mais usada é oinos (aparece 36 vezes), tendo o mesmo sentido de Yayin no hebraico, e que na Septuaginta, como já vimos, traduz também o hebraico Tirôsh. A palavra sikera aparece apenas uma vez em Luc. 1:15 –"João Batista não bebia vinho (oinos) nem bebida forte (sikera)." De modo idêntico o vocábulo gléukos só foi usado uma vez em Atos 2:13. Outros zombando diziam: "Estão cheios de mosto (gléukos)."
Deste modo, temos em hebraico diferentes palavras com o mesmo referente em português, e uma mesma palavra em grego para designar diferentes coisas. Então, da mesma maneira que nossa palavra "bebida" tem que ser entendida no contexto (poderia ser água, refrigerante, suco, cerveja ou vodca, dependendo do contexto), o sentido de "vinho" nas Escrituras tem que ser determinado pelo contexto.
Vale aqui uma pequena digressão para uma breve aula teórica sobre tradução: a tarefa de traduzir nem sempre é uma tarefa tão simples como se pode parecer. As mais de 6000 línguas existentes no mundo não são arranjadas perfeitamente entre si. Elas se diferem em muitos aspectos e são, de certo modo, um reflexo da cultura de cada povo. Nem sempre temos para cada palavra em uma língua uma palavra correspondente na outra, que tenha o mesmo exato significado. Vejamos um exemplo bem simples. Em português temos a palavra céu, que significa tanto o lugar onde estão as nuvens quanto o lugar de habitação de Deus, dos anjos, das pessoas que morrem salvas, etc. Daí, dizermos que os anjos são seres celestes, ou celestiais. Temos também a palavra paraíso, mas é menos usada. Normalmente dizemos em enterros: “Ela descansou e agora está no céu, nos braços do Pai!”. Entretanto, em inglês há duas palavras bem distintas para céu: Sky (Céu de nuvens) e heaven (paraíso) e uma nunca é usada no lugar da outra. Assim a frase (sem contexto): “Meu pai está no céu” é ambígua em português, já que ele pode estar morto, mas também pode estar viajando de avião. Já em inglês, essa ambigüidade é desfeita, pois eu digo: “My father is at the sky” ou “My father is in the heaven”. Deste modo, se um tradutor inglês precisar passar a frase “Meu pai está no céu” para sua língua, ele terá um problema (a não ser que esta venha dentro de um contexto). Esse é um simples exemplo, mas existem outros mais complicados que dificultam em muito a vida de um tradutor.
E o vinho que JESUS bebeu na santa ceia?
Será que dessa vez o vinho era fermentado? Novamente analisemos os fatos: em primeiro lugar, nas passagens que relatam a Ceia do Senhor, não encontramos a palavra oinos, mas a expressão “fruto da vide” (Mt 26:29, Mc 14:25, Lc 22:18), que se refere ao suco de uvas natural, uma vez que a vide, obviamente, não produz vinho fermentado. Em segundo lugar, nenhum agente fermentador (seor) deveria ser usado nos elementos da ceia (Ex. 12:19-20; 13:7). O fermento, ou Seor, era obtido da espuma espessa da superfície do vinho quando em fermentação. Além disso, todo hametz (qualquer coisa fermentada) era proibido durante a páscoa. Além disso, a fermentação simboliza a corrupção e o pecado (Mt 16:6,12; I Co 5:7-8). Será que a Santa Ceia poderia ser celebrada com o símbolo do pecado? “O valor de um símbolo se determina pela sua capacidade de conceituar a realidade espiritual”. Assim se o pão representava o corpo de Cristo e deveria ser asmo, ou seja, não fermentado, o fruto da vide, que representava o sangue de Cristo, também deveria ser não-fermentado, uma vez que o corpo e o sangue de Cristo não apresentaram corrupção.
A restrição do uso de bebidas alcóolicas não se limita aos exemplos de Jesus (o que, por si só, já seriam mais que suficientes). Mas se estende ao longo do NT (1 Coríntios 6:9-10, Gálatas 5:19-21; 1 Pedro 4:3-4; Romanos 14:21).
Muitos crentes que querem beber álcool, lançam mão de I Tim. 3:8 e 5:23. Entretanto, examinando a palavra, descobriremos logo que o jovem pregador Timóteo, que conhecia as Sagradas Escrituras desde a sua infância, era um consciencioso e rigoroso abstêmio. Quanto ao texto de Tm 3:8, Muitos dizem que o errado é se dar a muito vinho, ou seja, pouco vinho não seria o problema. Mas analisemos o texto: Embora este conselho de Paulo seja difícil de ser explicado, se pensarmos bem sobre ele, e se o pesquisarmos em fontes sadias, concluiremos o seguinte: o termo grego usado é oinos:
- Se Paulo aqui se refere ao vinho fermentado, ele está em contradição com suas próprias declarações quanto ao cuidado do corpo (I Cor. 6:19 e 10: 31) e em oposição à orientação geral da Bíblia no tocante a bebidas intoxicantes (Prov. 20:1; 23:29-32; João 2:9).
- Se sua referência era ao uso do suco de uva não havia necessidade desta advertência.
Concluímos assim que, neste conselho, Paulo adverte àqueles que exercem liderança dentro da comunidade cristã para não incorrerem neste vício, porque este os incapacitaria para o correto desempenho de sua tarefa. 
Analisando o texto de Tm 5:23, percebemos que o apóstolo Paulo lhe aconselhou o uso de um pouco de vinho, como remédio, por causa dessas suas enfermidades.
Notemos, porém, que o termo oinos, usado neste texto, sendo empregado, às vezes, no sentido de vinho doce, não diz com clareza se era vinho novo e doce ou fermentado, o que Timóteo devia usar; mas mesmo que fosse vinho fermentado, existe muita diferença entre o uso de um pouco, no caso de doença, e o beber vinho fermentado de preferência ao novo e doce, sob uma infinidade de pretextos fúteis, desprezando assim a Palavra de Deus, que, no Velho Testamento, proíbe, em 134 textos diferentes, o uso do vinho fermentado, e, no Novo Testamento, coloca na categoria de libertinos, idólatras, maldizentes, adúlteros, ladrões e assassinos, os bebedores de vinho dessa qualidade (I Cor. 6:9 e 10; Gál. 5:19-21; etc., etc.), deixando bem claro que os bêbados não herdarão o reino de Deus." – do folheto "vinho" de Walter G. Borchers págs. 9 e 10.
Alguns comentaristas crêem que Paulo aqui defende o uso moderado de vinho fermentado para propósito medicinais. Chamam a atenção para o fato de que aquele vinho assim tem sido usado através dos séculos. Outros sustentam que Paulo se refere ao suco de uvas não fermentado, arrazoando que ele não daria conselho inconsistente com o resto das Escrituras, que advertem contra o uso de bebidas intoxicantes (veja Prov. 20: 1; 23: 29-32)." SDABC vol. VII, pág. 314.
E ainda que admitamos que Paulo aqui aconselha o uso de vinho fermentado, o estudo da passagem de 1 Tim. 5: 23 nos leva à conclusão de que neste caso Paulo está tratando de um caso isolado e especial – um problema de doença. Em suas demais epístolas ele sempre defendeu total abstinência do vinho, como nos comprovam Rom. 14:21 – ". . . é bom não beber vinho..." Efésios 5:18 "... Não vos embriagueis com vinho. . ." Deste modo, não é justo alguém apoiar-se nesta passagem para defender o uso do vinho com álcool.
Outro caso encontrado no NT é o da igreja em Corinto que estava, por falta de conhecimento, cometendo alguns sacrilégios. Eles estavam usando vinho fermentado na Santa Ceia e isso não agradou nem a Deus, nem ao apóstolo (ICor.11:21). Paulo disse que isso não era digno de nenhum louvor (ICor.11:17), mas sim de grande vergonha. Isso foi chamado de comer e beber indignamente ( ICor.11:29). Foi causa de mortes antes do tempo de alguns cristãos (ICor.11:30).
Outra passagem a ser citada é a declaração de Paulo em Ef.5:18, que mostra que a plenitude do Espírito depende de nossa vida de santificação. Parece que os irmãos de Éfeso achavam normal beber e ser cristãos, mas a prova que isso é impossível é bradada por Paulo: “não vos embriagueis”. O Espírito não fica onde há sujeiras e embriaguez. Não há como se embriagar de Vinho e ser cheio do Espírito ao mesmo tempo.
Além de tudo isso, apelemos também ao nosso bom senso: o servo de Cristo deve sempre analisar o efeito de seus atos sobre o próximo: "É bom não comer carne, nem beber vinho, nem fazer qualquer outra cousa com que teu irmão venha a tropeçar" (Rom. 14:21). Mesmo que o cristão pudesse beber moderadamente, de qualquer modo esse texto ainda o estaria proibindo na maioria dos casos. A bebida alcoólica leva tantos cristãos a cair, que aquele que tenta ajudar o seu irmão a não tropeçar certamente não lhe dará o exemplo, bebendo diante dele.
Ainda a Palavra fala que devemos evitar toda aparência do mal. Ora, se o crente é popularmente conhecido, entre entras coisas, como uma pessoa que não bebe, um crente que se mostra bebendo está, obviamente, dando mal testemunho, ainda que esteja bebendo apenas um gole, pois, as pessoas que estiverem ao seu redor assistindo à cena não poderão saber se é ele está realmente bebendo apenas um gole ou não: beber, ainda que apenas um gole, é uma aparência de mal.


Fonte:
http://www.mocidadedejesus.com.br

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