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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

331-A HOMILÉTICA



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CONHECIMENTOS DE HOMILÉTICA

A ARTE DE PREGAR SERMÕES RELIGIOSOS

 
LEITURAS: Mt 28:18; Mc 16:15-20; 11Tm 4:1-5.
 
INTRODUÇÃO: O que é Homilética?
A arte de bem falar em público (especialmente em púlpito); teoria da eloquência.
Homilia: Prática sobre assuntos religiosos; seria discurso fastidioso sobre moral.
Como discurso religioso, falamos sobre a arte de bem falar no púlpito da igreja.
 
 

A igreja e a pregação do evangelho.

A suprema tarefa da igreja do Senhor Jesus Cristo, no mundo, é a evangelização, Mc. 16:15; Mt. 28:19; Jo. 20:21; At. 1:8. " Evangelizar significa proclamar a verdade "; boas novas.
Pregar: anunciar; ensinar sob forma de doutrina; aconselhar; inculcar; fazer sermões.
Sermão: discurso religioso, pronunciando no púlpito ; prédica.
Púlpito: tribuna de onde pregam os sacerdotes; eloquência sagrada.
 
A evangelização praticada pela igreja no período do novo testamento continua como modelo da igreja hoje, a modernidade não mudou a mensagem que Jesus, Pedro, Paulo e outros pregam.
Havia 2 pontos básicos na igreja inicial; At 5:42; 2:40-41; 4:4.
praticava evangelismo pessoal, nas casas; de casa em casa; de pessoa em pessoa .
Praticava evangelismo em massa ( campanhas ), no templo e para multidão, "com anzol e com rede".
É importante reconhecer que o evangelismo pessoal é o método tradicional mais eficiente para obter resultados positivos e profundos. Sempre tem decisões mais consciente, Jo. 3:4-5.
Cada cristão deve ser uma testemunha ardente, do poder regenerador do evangelho e proclamá-lo.
 
A igreja tem muito a perder por se esquecer do evangelismo pessoal.
evangelismo de massas é proveitoso e rápido, Mt. 24:14; com sinais, At. 3:5-6; 14:7-11.
Exige-se um bom conhecimento de cada proclamador, At 18:26; 1 Co. 3:9, é necessário preparação, pois você é um representante do rei dos reis e Senhor dos Senhores.
 
 

A preparação

É indispensável estar preparado em duas áreas: espiritual e natural.
Na área espiritual temos que se preocupar com:
a) sua piedade pessoal; disponibilidade para Deus.
Piedade: respeito e amor, devoção às coisas religiosas.
b) Seu conhecimento da palavra, pois vai interpretar a palavra.
c) Sua fé e coragem.
d) Sua convicção de chamada junto com a reconhecida vocação cristã.
e) Sua humildade.
f) Seu espírito de oração, canal livre para a comunhão com o alto.
g) Sua visão da obra.
h.      Sua sensibilidade espiritual e uma unção plena do Espírito Santo.
Na área natural deve tomar cuidado com:
a) Seu desenvolvimento sóbrio e fecundo de sua inteligência.
b) Seu exercício continuo e sábio de sua memória.
c) Seu adestramento constante de dicção.
d) Seu cuidado dia e noite com saúde pessoal.
e) Aperfeiçoamento do idioma.
f) Sua expansão honesta, humilde e inteligente da cultura.
g.      Sua preparação psicológica.
Pregar o evangelho não é somente fazer discursos ou sermões, é falar em nome de Deus, 1Co. 1:21; Is. 52:7; Rm. 10:15. "Vamos dar a pregação o prestígio que o Senhor lhe deu e ele nos dará o êxito que ele mesmo conquistou.

Definições de Homilética

 
"Homilética é a arte de pregar sermões religiosos".
"Estudo das maneiras de se preparar e apresentar a mensagem cristã".
II Tm. 2:15- Nós devemos nos preparar.
Gn. 49:21-"Formosos segundo o espírito de Deus".
Todo pregador é um edificador, Hb.3:4; 1Co.3:10. O pregador é o que anuncia a palavra certa no tempo certo, Pv. 25:11, Maçã significa alimento, ouro significa metal por excelência, prata significa redenção.

Características da pregação

Deve ser bíblica.
É um crime utilizar o púlpito e não pregar a bíblia. "Os pentecostais são acusados de incluir demasiadamente textos bíblicos em suas mensagens". Certamente aí está o segredo do crescimento, II Tm. 4:2a, nunca irá faltar na bíblia o pregador deve faltar de verdade contida no livro Santo.
Deve ser reduzida a uma expansão bíblica. Os ouvintes jamais irão reter na memória todas as verdades que escutam do pregador, então é necessário ter cuidado para centralizar a mensagem em Cristo Jesus e sua palavra.

A pregação deve conter mensagem

 
Deve produzir efeitos positivos.
A pregação não deve ser como um conto vulgar, é uma forma de comunicação sublime, o pregador recebe de Deus uma mensagem, que então transformará aos homens. "Ele é veículo que levará". Exige-se dedicação para se ter frutos na colheita.
O Pregador deve pregar somente a verdade. O mundo necessita de uma transformação, mudança de vida, de natureza, de costumes, que somente a verdade de Deus pode produzir.

A pregação deve ser com convicção

Todas as verdades que estão nas páginas da Bíblia são indiscutíveis, 11Pe 1:20-21; Jo 17:17.
Ninguém pode ter sucesso como pregador se não tiver convicção naquilo que prega.
O pregador tem que crer no fruto de sua semente. É melhor não pregar, do que pregar e não crer na própria pregação, Rm 10:8.
"Toda pregação de fé, tem sucesso".

Cristo deve ser o centro da pregação

A plataforma evangélica existe para que se pregue a Cristo.
Existe muitas maneiras de se começar uma pregação, porém há uma só maneira de se terminar: Apresentando a Cristo.
Nada, nem ninguém pode tirar-lhe o lugar na pregação.

Inicia-se a pregação partindo de um texto bíblico

Uma mensagem sem um texto Bíblico que a respalde, é como um trem sem os trilhos.
"Um texto sem contexto pode ser mero pretexto".
O pregador deve ser sábio ao escolher e utilizar o texto. O melhor comentário da bíblia continua sendo ela mesma.
É aconselhável pregar somente textos curtos e conhecidos do pregador.
"Aquele que não ordena seus pensamentos, não pode ser senhor de suas palavras".
"Ordene bem suas palavras e serás ouvido".
Não grite como louco: "O grito é a manifestação cabal de quem não tem o argumento".

Pregador e pregação simples tem bom resultado

Simplicidade não é desleixo nem falta de conhecimento. Não é ignorância.
Ritualismo, formalismo e artificialismo são os grandes inimigos do pregador,
11Co 11:3b. "A autoridade de Jesus não foi posta em dúvida por sua simplicidade".
Os gestos devem ser simples. A atenção do povo deve estar na palavra e
não no orador. No final eles devem falar bem da pregação e não do pregador. (Fora com aquelas perguntas: Como você acha que eu fui? O povo gostou de mim?)
Deve-se evitar dois extremos: A imobilidade e a dramatização.
pregador não é uma estátua, nem tampouco palhaço, artista.
Linguagem simples e não linguagem "chão".
Coração simples, como pombas, Mt 10:16. Nessa simplicidade evitará você de pregar por pão.
"Pregue para 5 como se estivesse pregando para mil; pregue para mil como se fosse 5; com a mesma simplicidade e entusiasmo".

A pregação tem três métodos:

Pode ser:
Textual. Examina um texto Bíblico literalmente e detidamente.
Expositiva. Exige muito conhecimento do pregador, pois vai fazer uma exposição lógica e objetiva do texto apresentado.
Por tópicos. Se divide um texto em várias partes lógicas que exige argumentação progressiva até a aplicação final que é o clímax da mensagem.
Qualquer que seja o método, é necessário ter-se um texto.
a.      O texto desperta interesse na Palavra de Deus.
b.      Inspira confiança na Palavra.
c.      Outorga autoridade ao pregador.
d.      Orienta o público baseado na Palavra.

Composição da mensagem (sermão)

São três partes que compõem um sermão:
Integrantes, não integrantes e auxiliares.
Integrantes:
a.      Introdução – começo "Sempre curto e objetivo".
b.      Corpo – a parte central.
c.      Conclusão – curta, simples e objetiva. "Não fique dizendo: "Já estou terminando"; pois acabará por mentiroso e tirando a atenção dos sinceros ouvintes.
Não integrantes:
a.      O texto das escrituras lido diante dos ouvintes.
b.      Tema – ligado ao texto, e o que irá conduzir a mensagem em perfeita unidade.
Há muitos temas:
Temas gerais: Fé, Salvação, Trindade....
Temas específicos; temas doutrinários; tema prático; tema evangelístico; tema ocasional.
c.      Duração – É necessário saber quanto tempo se tem para pregar. Hoje geralmente o tempo é muito curto, talvez por que muitos dirigentes não dão prioridade a santa Palavra , ou pensa que o povo não quer ouvir a Palavra.
Outros pensam que o povo os quer ouvir pelo resto da vida, e desandam a falar até o "raiar do dia"; quando se têm o que dar sempre terá gente para ouvir, duro é ficar 1 ou 2 horas ouvido "ladainha".
d.      Tipo de ouvintes – Fazer identificação dos ouvintes:
Idade, posição, lugar, temperatura, conhecimento do evangelho, sistema de som...
Elementos auxiliares: - São ao que dão corpo a mensagem, subsídio: Referências, história, ilustrações...
Pregar o evangelho não pode ser considerado uma aventura, uma profissão, um negócio. É um privilégio.
 

O conhecimento que o pregador deve ter da Bíblia

Quem deseja ser um bom pregador do Evangelho, deverá identificar-se com a Bíblia, conhecer sua origem, sua composição, estrutura, seu propósito, seu caráter e seus efeitos.
A Bíblia:
Escrita por mais ou menos 40 autores, durante um período de 16 séculos, é um verdadeiro milagre.
a.      É um livro para ser buscado, Jo 5:39, "Examinai-o".
b.      Crido, Jo 2:22.
c.      Lido, 1Tm 4:13. "Existe pregadores que nunca leram a Bíblia". Só copiam sermões, parecem papagaios: Só repetem o que ouviram outros pregarem.
d.      Recebido, 1Ts 2:13.
e.      Confirmado e aceito, At 17:11.
A inspiração da Bíblia é divina, obra do Espírito Santo, At 1:16; 11Tm 3:16; Hb 3:17; 11Pe 1:21; 11Pe 1:23-25; 11Sm 23:2; Êx 4:12...
66 livros em duas partes:
39 no Velho Testamento e 27 no Novo Testamento.
A pessoa central é Cristo, Lc 24:25-27; Jo 5:39; At 10:43.
O Velho Testamento foi escrito para nosso exemplo, 1Co 10:6,11.
Para compreender é preciso buscar ajuda do Espírito Santo, Lc 24:45; Sl 119:18.
Há muitos objetivos:
a.      Avisar aos crentes, 1Co 10:11.
b.      Manifestar o cuidado de Deus, 1Co 9:9-10.
c.      Ensinar e instruir, Rm 15:4.
d.      Aperfeiçoar o cristão para toda boa obra, 11Tm 3:16-17.
e.      Fazer o homem sábio para salvação, 11Tm 3:15.
f.        Produzir fé na divindade de Cristo, Jo 2):31.
g.      Produzir vida eterna, Jo 5:24.
Contém:
História, poesia, profecia biografia, arqueologia, mineralogia, oceania, astronomia...
Nela está o boiadeiro, o rei, o profeta, o médico, o pescador, mestres...
"A Bíblia é o único livro que foi escrito por todos os materiais e em todos os métodos inventados pelo homem, pedra, bronze, prata, couro, ferro, barro...
Alguns testemunhos de que a Bíblia é a Palavra de Deus:
a.      Sua unidade.
b.      Sua divina inspiração. Expressões como: "Assim diz o Senhor", "E veio a mim a Palavra do Senhor". Há como 2:500 vezes.
c.      As profecias sobre a pessoa de Jesus.
d.      Informações científicas, Is 40:20-22; Jó 38:35; Ap 11:9; Na 2:34.
e.      Preservação maravilhosa.
f.        Seus nomes e títulos, Hb 4:14; 11Tm 2:15; Lc 24:32; Sl 1:2; Is 34:16.
g.      Experiências transformadoras daqueles que a tem lido.
A Bíblia é o único livro que tem a natureza de Deus em si mesma: Eternidade,
santidade, pureza, perfeição e verdade.
É o livro texto do pregador:
a.      A convicção do pecado pela pregação, At 2:14-37.
b.      A fé que possui o cristão, Rm 10:17.
c.      A pureza interior pela Palavra, 11Co 7:1.
d.      Segurança do cristão provém da Palavra, 1Jo 5:13.
e.      As raízes de nossa consolação, 1Ts 4:18.

Como estudar a Bíblia

Primeiro tem que se conhecer a Cristo pessoalmente em experiência, filiação e interiormente.
a.      É necessário depender do Espírito Santo, Ele é o mestre, revelador de segredos e o glorificador de Cristo.
b.      Amar o conhecimento. Conhecimento com humildade, sinceridade e com perfeito amor.
c.      É necessário cuidar da vida de oração. Orando falamos com Deus, o inspirador da Bíblia; então fazemos uso das chaves que abre as portas.
d.      É necessário um espírito obediente, ao que a Bíblia diz, ordena e proíbe.
e.      É necessário ser perseverante: Na leitura, meditação e na retenção do conhecimento; sem preguiça. "O diabo tenta todo mundo, mas, o preguiçoso tenta o diabo".
f.        É necessário ter fé. Fé para aceitar tudo o que a Bíblia afirma, para entender tudo o que ela ensina, e fé para descansar em tudo o que a Bíblia promete.
 

Dicas que podem ajudar

 
a.      Ao contar um testemunho não detalhe muito, ou então escreva um livro.
b.      Nunca olhe para uma só pessoa, ainda que sinta algo diferente (de Deus) ao olhar para essa pessoa. Lembre-se que você está pregando para todos.
c.      Nunca "vença" o povo pelo cansaço. Não obrigue o povo a dar glória ou aleluia só para satisfazer teu ego, ou para ter sensação que a tua prédica tem resultado.
d.      Não grite. Não confunda grito com eloquência. Do tipo: (receba, receba, recebaaaaaaaaaaaa!). ( Dá glória, Dá glória, Dá glória, Dá glóriaaaaaaaa!) ( Olhe o anjo, Olhe o anjo, Olhe o anjooooooooo!) ( Shiiiiiiiiiiiii, escuta o poder, escuta o poder shiiiiiiiiiii). "OGRITO É A MANIFESTAÇÃO CABAL DE QUEM NÃO TEM O ARGUMENTO".
e.      Não desrespeite os companheiros de púlpito, ou o pastor da igreja em que estás. (Aparentemente falar mal dos obreiros trás alegria aos descontentes).
f.        Faça o que te foi pedido para fazer, não invente nada.
g.      Não fique estático, você não é uma múmia; não fique pulando tanto, pois não és um palhaço. A comédia tem sua hora e se for bem colocada pode até ajudar a compreensão dos ouvintes e evitar o cansaço. Dizem que o pregador pode dar alguns passos para os lados e para trás, 4 vezes em 40 minutos. Imagine aqueles que gostam de pegar o microfone só para ficarem saracoteando no púlpito, exigindo "espaço" como se fossem dançar ou pular corda. A boa regra de Homilética diz que não se deve pegar o microfone na mão, a não ser se for necessário.(Toda regra tem exeção) Se você tiver boas palavras todos irão te ouvir.
h.      Observe se estás sendo ouvido; ser ouvido é uma coisa sendo entendido é outra. (Observe que você pode não estar agradando, mas, sendo ouvido, pois a Palavra de Deus sempre será perseguida, não querem ouvir). Mas não confunda. Um prego bem batido vale por dez torto. O muito falar faz tropeçar.
i.        Nunca preencha lacunas com "amém" , "né", ou coisa assim.
j.         Não pronuncie palavras feias, de baixo calão, ridículas ou indecorosas. Treine seu vocabulário; as palavras ditas no quintal de sua casa não deve ser a mesma que você dirá no púlpito.
k.      Não cruze ,os braços ou debruce em cima do púlpito; púlpito não é cama.
l.         Antes de iniciar, enquanto assentado no púlpito, não fique conversando com os colegas de lado e nem escorando de um lado para o outro ou pernas abertas e, nem limpar as narinas (isso deve ser feito em oculto, no banheiro ou secretaria). Púlpito é exemplo de elegância e comportamento social, além de ser um lugar santo e de reverência.
m.    Púlpito é lugar de se pregar a Palavra de Deus, então pregue como se Deus estivesse em teu lugar.
n.      O teu próximo pode ser o teu espelho. É observando que se aprende. Tenha um espírito de crítica construtiva, e permita que te critiquem.
o.      Cuidado com as ondas e modismo de outros pregadores, antes de copiá-las, analise-as pela Palavra de Deus e os costumes gerais. A arte está em não copiar nada na integra, ou se tira algo , ou acrescenta-se algo.
p.      Aprenda ética ministerial para que saibas o teu limite.
q.      Cuidado com aqueles que gostam de dizer: "Deus falou para mim...."
r.        Cuidado para não dizer algo que machuque seus companheiros que estão na sua retaguarda, afinal o pastor local, seus obreiros, é que ficam anos e anos ali enchendo o templo para você ir lá pregar; portanto não estrague com 45 minutos o trabalho de meses ou anos. (ousadia não é estupidez)
s.      Não pense que porque está ali no púlpito você é melhor que todos os obreiros locais ou da região. (Quando saem dizendo: "Em tal região ou em tal campo não se tem pregadores.") Senão tivesse você não encontraria ali igreja ou templo para pregar.
t.        Por ultimo, não pregue por oferta, ou quantia estipulada que as vezes são absurdas. Lembre-se: "Se exijo o que mereço, sou medido pelo que sou; se confio na graça de Deus sou medido pelo o que Deus é."
Pregar é falar em lugar de Deus, é o próprio Deus falando. Não torne pouco as coisas de Deus. Somos apenas um canal. Que esta pequena obra lhe ajude a melhor fazer a obra do Mestre.

I – INTRODUÇÃO

A pregação é um milagre duplo. O primeiro milagre é Deus usar um homem imperfeito, pecador e cheio de defeitos para transmitir Sua perfeita e infalível Palavra. Trata-se de um Ser perfeito usando um ser imperfeito como seu porta-voz. Só um milagre pode tornar isso possível. O segundo milagre é Deus fazer com que os ouvintes aceitem o porta-voz imperfeito, escutem a mensagem por intermédio do pecador e, finalmente, sejam transformados por essa mensagem. Esse é o grande milagre da pregação.
            As técnicas são indispensáveis para uma boa pregação. Embora todas as técnicas ajudem o pregador, porém, não fazem dele um pregador. Par ser um bom pregador é preciso ter a técnica e algo mais. Esse algo mais é o milagre do Espírito Santo. O pregador deve orar, meditar e se colocar inteiramente nas mãos de Deus, para então, depois disto, pregar.
            A leitura é uma parte importante do sermão. Ela deve ser bem feita, observando as pontuações estabelecidas, com suas pausas e mudança de personagem. O pregador precisa manter o contato com o público através do olhar, se fazendo próximo dos ouvintes.

II – DEFINIÇÃO DE HOMILÉTICA

            Homilética é a arte de pregar. Esse termo tem origem no verbo grego homiléo, que quer dizer conversar.

III – REQUISITOS ESSENCIAIS DO SERMÃO

            Dividem-se em dois grupos: os que são comuns a todos os discursos, a saber: ponto, unidade, ordem e movimento; e os que são peculiares ao sermão, a saber: fidelidade textual, tom evangélico e elemento didático.

IV – QUALIDADES DO PREGADOR

1 – Fidelidade a Deus;                        6 – Observação;                                  11 – Bom vocabulário;
2 – Caráter;                                        7 – Capacidade de síntese                   12 – Humildade.
3 – Entusiasmo;                                   8 – Imaginação e criatividade; 
4 – Determinação;                               9 – Memória;
5 – Sensibilidade;                                10 – Boa aparências;

V – O AUDIOVISUAL DO PREGADOR

O coração alegre aformoseia o rosto...” (Provérbio 15.13a)
1 – Expressão corporal;
2 – O olhar e a expressão fisionômica: “O grande orador romano Cícero (106-43 a.C.) declarou: na locução, em seguida à voz e à eficácia, vem a fisionomia; e esta é dominada pelos olhos. O poder da expressão do olhar humano é tão grande que, de certa maneira, ele determina a expressão do semblante todo”;
3 – O sorriso;                                      6 – O volume;
4 – Tom de voz;                                  7 – A velocidade;
5 – A dicção (s, r, l);                           8 – A respiração.

VI – COMO PREGAR O QUE INTERESSA

1 – Conheça seu objetivo;
2 – Conheça seus ouvintes;
-         Preparar a pregação de acordo com o ambiente: jovens, idosos, mulheres (SAF), homens (UPH), crentes, não crentes, aniversário etc – Idade, sexo, ambiente sociocultural.

VII – NÃO PREGUE NO ESCURO

“O melhor orador é aquele que transforma os ouvidos em olhos”
Fontes de ilustrações:
a)      A observação;
b)      A natureza (ex.: plantas, animais etc);
c)      A experiência pessoal;
d)      A experiência da Igreja;
e)      A Bíblia;
O pregador deve estar sempre atento as notícias, fatos acontecidos recentes. A ilustração é um ponto chave do sermão.
Obs: Não conte casos de pessoas, para não ferir a intimidade. Não demore muito na ilustração, ela deve ser rápida e clara.

VIII – O QUE DEVE SER EVITADO NA PREGAÇÃO

a)      Gírias;
b)      Muita gesticulação;
c)      Desrespeitar o auditório;
d)      Jogar indiretas para alguém;
e)      Tomar cuidado com a falsa humildade;
f)        A arrogância;
O púlpito é lugar de pregar a Palavra de Deus.

IX – SERMÕES QUE ATRAPALHAM O CULTO

Ø      Sermão sedativo (faz dormir);
Ø      Sermão insípido (sem sabor);
Ø      Sermão indiscreto (fala de coisas apropriadas para qualquer ambiente, menos para a igreja, onde as pessoas estão famintas do pão da vida);
Ø      Sermão reportagem (fala de tudo, menos da Bíblia);
Ø      Sermão marketing (é usado para promover e divulgar projetos da igreja);
Ø      Sermão metralhadora (atira para todos os lados).

X – PARTES CONSTITUTIVAS DO SERMÃO

Trata-se das divisões do sermão ou das partes de que ele se compõe.
1)      Exórdio (introdução);
2)      Exposição (explicação, narração);
3)      Proposição (tema);
4)      Argumentação (demonstração);
5)      Peroração (conclusão).

XI – SERMÃO PROPRIAMENTE DITO

Sermão de 20min.
Modelo: Introdução (3min.);
               Desenvolvimento (15min.);
               Conclusão (2min.).

XII – INTRODUÇÃO

Você nunca tem uma segunda chance de causar uma primeira impressão.
v     A introdução é o aperitivo da refeição;
v     A introdução deve ganhar a simpatia do ouvinte e despertar interesse pelo tema, desafiando o pensamento do ouvinte. Se o pregador não conseguir isso na introdução é quase impossível consegui-lo depois;
Obs.: Evite falatórios ou anúncios. Evite longas histórias. Seja claro e objetivo, evitando piadas, expressões rotineiras etc.

XIII – CONCLUSÃO

É a sobremesa do sermão. Um bom almoço termina com uma excelente sobremesa, dando um toque final no almoço, deixando um sabor delicioso na boca.
v     Não anuncie a conclusão;
v     Tenha cuidado para não se alongar muito;
v     Conclua na hora certa;
v     Não inclua matéria estranha.

XIV – CORPO DO SERMÃO

v     Unidade absoluta;
v     A escolha de um tema exige bastante estudo:
Escolha do texto sobre o qual você deseja falar (não escolha textos complicados);
Faça uma boa pesquisa sobre este assunto;
Estabeleça a idéia central, única, que vai governar a construção do sermão;
v     Tenha propósitos claros;
v     Divisões paralelas;
v     Progressão das idéias.
Obs.: Nunca deixe de fazer um esboço do sermão.

XV – TIPOS DE SERMÃO

1) Sermão temático (falar em cima de um tema);

2) Sermão textual (usar o texto);

3) Sermão expositivo (usar o texto fazendo todo o levantamento);

 Obs.: Quando escolher um texto, leia algumas capítulos antes e alguns capítulos depois. Não fale o que o texto não fala. Familiarizar-se com texto, lendo-o várias vezes, destacando, principalmente, os verbos, sujeitos e termos de ligação.


XVI – COLOQUE O SERMÃO NO DIA-A-DIA DAS PESSOAS

Com linguagem atual, realismo, coerência e objetividade;
Certo pregador falava em um acampamento de jovens sobre “auto-estima em Cristo”. Ele desenvolveu a idéia de que uma palavra de elogio e apreciação faz bem e desenvolve a auto-estima. Na aplicação final, distribuiu etiquetas adesivadas e pediu que cada jovem escrevesse ali algo de bom que apreciava em algum amigo presente. Foi uma aplicação fortíssima. Depois, num apelo bem descontraído, pediu que os jovens se levantassem e colocassem as etiquetas na camisa do amigo a quem o elogio se referia. Com descontração e alegria os jovens tocaram elogios entre si. O pastor que estava presente recebeu um elogio bem humorado de um rapaz. O jovem brincalhão colocou nele um adesivo que dizia: “pastor, aprecio muito a sua filha”.

XVII – TIPOS DE APLICAÇÃO

a)      Direta;
b)      De interrogação;
c)      Aplicação indireta;
d)      Testemunho pessoal.

XVIII – APROVEITE O MEDO

A) Pesquisa
Uma pesquisa feita pela revista Veja, com três mil pessoas, com o título: “de que você tem mais medo?”, revelou o seguinte:
Falar em público: 41%; medo de altura: 32%; insetos: 22%; problemas financeiros: 22%; águas profundas: 22%; doença: 19%; morte: 19%; viagem aérea: 18%; solidão: 14%; cachorro: 11%; dirigir ou andar de carro: 9%; escuridão: 8%; elevadores: 8% e escada rolante: 5%

B) Como lidar com o medo

q       Lembre-se de que você não é o único;
q       Não tenha medo do medo. Se não tiver medo do medo, você terá um medo a menos. Isto é, o medo se reduz pela metade. Basta pôr na cabeça que o medo faz parte da natureza humana;
q       Aproveite seu medo. O medo e o nervosismo indicam que o seu corpo está se preparando para entrar em ação;
q       Resolva correr o risco. Não tenha medo de fracassar. Diz um pensamento: “o risco do fracasso é o preço do sucesso”. Só obtém sucesso quem corre o risco de fracassar. E se cometer alguns erros ou mesmo chegar a fracassar algumas vezes, qual é o problema? Perder uma batalha não significa perder a guerra. Tente outra vez. Assuma o fato de que falar é importante e necessário para você, ainda que cometa erros;
q       Abraão Lincoln é um exemplo típico de sucesso construído em cima de fracassos:
-         Perdeu o emprego em 1832;
-         Derrotado na legislatura de Linois em 1834;
-         Fracassou nos negócios pessoais em 1833;
-         Morre-lhe a eleita do coração em 1835;
-         Sofreu de uma enfermidade em 1836;
-         Derrotado novamente na legislatura de Linois em 1838;
-         Derrotado na indicação para o Congresso em 1844;
-         Perdeu a segunda indicação em 1848;
-         Derrotado para o Senado em 1854;
-         Derrotado para a indicação de vice-presidente em 1856;
-         Novamente derrotado para o Senado em 1858;
-         Eleito presidente dos Estados Unidos em 1860!

C) Use a descontração

§         Alguns exercícios antes de falar podem ajudar. Use a respiração profunda, várias vezes;
§         Procure descontrair os ouvintes usando uma boa pitada de humor;
§         Conta-se que Abraão Lincoln estava muito nervoso ao participar de um debate político. Seu oponente, que o antecedeu, acusou-o com sarcasmo de ter duas caras. Assim que o rival terminou, Lincoln levantou-se para falar. Como tinha a fama de ser muito feio, Lincoln começou o discurso com estas palavras: “acham vocês que se eu tivesse duas caras iria aparecer em público logo com essa?” A risada foi geral, e, dizem, que Lincoln começou a ganhar o debate com essa frase;
§         Prepare-se. O melhor remédio contra o medo e o nervosismo é estar bem-preparado e saber o que vai dizer;
§         Mantenha pensamentos positivos. O auditório não está ali para vê-lo fracassar, mas, sim, para ouvi-lo. Se não acreditassem em você, não ficariam para escutá-lo;
§         Seja perseverante. O exemplo mais clássico é o de Demóstenes. Conta-se que a primeira vez em que ocupou uma tribuna deixou-a sob as vaias da platéia, porque tinha cacoetes e problemas de dicção. Mas, mesmo derrotado pela tribuna, não foi derrotado por si mesmo. Para corrigir os cacoetes, discursava em casa com uma espada pendurada apontada para o ombro, e cada vez que o ombro se erguia nevorsamente, era ferido pela espada, até que o reflexo condicionado corrigiu o defeito. Para corrigir a dicção, discursava com a boca cheia de seixos (fragmento de pedra ou roxa), para aprender a controlar a língua. Não foi por acaso que se tornou o maior orador de todos os tempos;
§         Esteja aberto as críticas e persevere até o fim.

Referências bibliográficas

Marinho, Robson Moura. A Arte de Pregar: a comunicação na homilética. 1ª edição, São Paulo-SP, Vida Nova, 1999, 192p.

Gouveia, Herculano. Jr. Lição de Retórica Sagrada. Seminário do Sul, Campinas, São Paulo-SP, 1974, 99p.

Anexo

Sermão desenvolvido pelo Rev. Hélio Gomes Paulo.

1ª Coríntios 12.12-27
Introdução: Valorização do corpo. Importância da saúde: academia, caminhada, dietas etc. Há também a valorização da beleza (aparência). A pessoa é valorizada pelo que aparenta;
Explicação:
·        Paulo pega a figura do corpo humano (pessoa) para ilustrar a unidade na Igreja, “assim também com respeito a Cristo” (v.12); este não divide, congrega, em Cristo somos unidos;
·        A questão do corpo (e suas partes) é importante para a teologia de Paulo, no sentido de instruir uma Igreja com sérias dificuldades de relacionamentos;
·        A cidade de Corinto segue uma relação hierárquica: autoridade e subordinação. Qualquer alteração era considerada revolta. O homem determinava a religião da esposa, filhos e escravos;
·        O cristianismo muda essas relações e traz a valorização das pessoas e suas relações. A comunidade cristã sofre tensões diante do esforço de fazer todas as pessoas parte do corpo de Cristo;

Tema: “Nós fazemos parte do corpo de Cristo”


1 – Porque fomos incluídos neste corpo
·        Houve uma inclusão das pessoas na Igreja, quando foram batizadas, quer judeus, quer gregos (v.13);
·        Deus nos incluiu e não nos excluiu. No entanto, parece que nós nos excluímos (quando nos afastamos da Igreja);
·        Paulo coloca a questão do batismo como entrada no corpo de Cristo (na Igreja). Calvino diz: “através do batismo somos enxertados no corpo de Cristo, de modo a vivermos unidos e nutrindo-nos de uma só vida”;
·        Ele está falando do batismo de crentes, o qual se torna eficaz pela ação da graça do Espírito. Contudo, para que ninguém suponha que isso é efetuado pelo símbolo externo, o apóstolo acrescenta que ele é obra do Espírito santo;
·        A questão fundamental é que somos unidos a Cristo, pela inclusão em seu corpo (a Igreja). Por isso, devemos permanecer unidos (incluídos) e não excluídos (afastados);
2 – Embora sejamos diferentes
·        O corpo é um organismo vivo, contendo muitas partes distintas, que unidas umas as outras fazem parte do todo; muitos e diferentes, porém iguais diante de Deus. A diferença não nos exclui da comunidade, mas precisa completar e enriquecer;
·        Como pessoas temos nossas diferenças. Como criaturas de Deus somos iguais. Diferentes em funções desempenhadas, mas iguais na fé partilhada. Se fossemos iguais, onde estaria a diferença. Ser diferente também é normal (Propaganda da síndrome de Dwal);
·        Convivemos com pessoas: com suas histórias, suas angústias, seus sonhos etc. Cada sonho vivido junto, na comunidade, torna-se real;
·        No v. 18 Paulo diz que “mas Deus dispôs os membros...” Ele é quem fez a boca, a mão etc. Deus, através do Espírito é quem nos deu o dom para trabalhar na Igreja. Essas diferenças não podem nos atrapalhar. Qualquer membro que fica descontente com sua própria posição está travando guerra com Deus. Devemos aceitar sua vontade e fazer a nossa função: quer seja de boca, mão, pé, olho, coração etc. Cada membro deve viver contente com sua posição e não com inveja ou dizendo que não faz parte do corpo (da Igreja) (v.15 “não sou do corpo...”);

3 – Para cooperar com este corpo
·        Enquanto a Igreja existir os membros devem cooperar com o seu desenvolvimento (crescimento);
·        O corpo é único (v.20) e deve haver cooperação para ter desenvolvimento (v.21), pois um precisa do outro;
·        Os membros inferiores são tão necessários quanto os superiores (v.24). Os membros devem cooperar uns com os outros (v.25);
·        Ex.: o cérebro emite uma ordem para os pés andarem, as mãos pegarem o alimento, a boca mastigar, o estômago digerir, as veias conduzirem o alimento e nutrir todo o corpo. Se o pé não quiser fazer, a mão não pegar, a boca não comer etc., todo o corpo sofre (v.26);
·        A Igreja caminha quando todas as partes se movimentam e colaboram neste andar. Quando um sofre todos sofrem e não torcem pelo sofrimento do outro.

Conclusão

·        Revisão do tema e dos pontos;
·        Aplicação: Qual é a sua função no corpo? Seja qual for, coopere sempre.


FONTE:
http://solascriptura-tt.org
http://www.ipjacarezinho.org.br

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