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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

308-LIÇÃO 08-O LIMITE DA TOL. DIVINA,FOTOS DA ASSÍRIA E FOTOS DE CAFARNAUM


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 LIÇÃO 8 – NAUM – O LIMITE DA TOLERÂNCIA DIVINA / TEXTO ÁUREO / VERDADE PRÁTICA / INTRODUÇÃO




Texto áureo. “Disse mais: Ora, não se ire o Senhor que ainda só mais esta vez falo: se, porventura, se acharem ali dez? E disse: Não a destruirei, por amor dos dez” (Gn 18.32).

Verdade prática. No tempo estabelecido por Deus, cada nação, e cada indivíduo em particular, passará pelo crivo da justiça divina.

Introdução. Quando Naum anunciou o seu oráculo contra Nínive, já fazia um século e meio que Deus havia dispensado a sua misericórdia à grande, poderosa e perversa cidade. No tempo de Jonas, o Senhor compadecera-se dos ninivitas, poupando-os de iminente destruição. Infelizmente, o tempo passou e eles vieram a se esquecer do perdão divino, voltando a pecar contra Deus. Por isso, o profeta Naum proclama a ruína inevitável de Nínive. Agora, o juízo divino é irreversível!

_________________________

OBS: O tamanho original de cada slide é 28x19, para manter as proporções e qualidades dos slides sugerimos alterar o tamanho do seu slide no PowerPoint em “Design” e depois “Configurar página”.

Referência bibliográfica

Revista Lições Bíblicas. OS DOZES PROFETAS MENORES, Advertências e Consolações para a Santificação da Igreja de Cristo. Lição 08 – Naum – O limite da tolerância divina. Texto áureo. Verdade prática. Introdução. Editora CPAD. Rio de Janeiro – RJ. 4° Trimestre de 2012.
LIÇÃO 8 – NAUM – O LIMITE DA TOLERÂNCIA DIVINA / I - O LIVRO DE NAUM


1. Contexto histórico. Naum, à semelhança de outros profetas menores, não possui biografia. Ele apresenta-se apenas como o “elcosita”. O reinado no qual profetizou não é mencionado (v.1b). As escassas informações de que dispomos ainda não são conclusivas. As opiniões dos eruditos são divergentes. Elas variam entre o assédio de Jerusalém, em 701 a.C, por Senaqueribe, rei da Assíria (2 Rs 18.13) até as reformas religiosas protagonizadas por Josias, rei de Judá, em 621 a.C. (cf. 2 Rs 22.1-23.37; 2 Cr 34.1-35.27).











a) Origem do profeta
. Alguns estudiosos acreditam que “elcosita” (v.1c) refere-se a uma cidade da Assíria, situada a 38 quilômetros de Nínive, em Al-kush, ao norte do atual Mossul, Iraque. Tal informação é a menos provável, visto que, desde a antiguidade, a cidade de Cafarnaum — na Galileia, casa de Jesus (Mt 9.1; Mc 2.1), cujo nome significa “aldeia de Naum” — é apontada como local de nascimento do profeta.

b) Período aceitável. Em 612 a.C. a cidade de Nínive foi destruída. A profecia menciona também o desmoronamento de Nô-Amon como fato comprovado historicamente (3.8-10). O rei assírio, Assurbanípal, destruiu a cidade egípcia de Nô em 663 a.C. De acordo com essas informações, podemos considerar 663 a 612 a.C. como um período histórico significativo para situarmos o ministério profético de Naum.

c) Nínive (v.1). Nínive era a antiga capital do império assírio. Suas ruínas estão localizadas ao norte do Iraque. É uma das cidades pós-diluvianas fundada por Ninrode, descendente de Cuxe (Gn 10.8-11), por volta de 4500 a.C. — tornando-se proeminente antes de 2000 a.C. O rei assírio, Senaqueribe (705 - 681 a.C), fortificou a cidade, garantindo assim o apogeu da capital assíria.

O Senhor refere-se a ela como a “grande cidade” (Jn 1.2; 3.2). A crueldade do povo ninivita era indescritível e essa foi a fama que os acompanhou durante toda a história.


2. Estrutura. O “Livro da visão de Naum” (v.1b) consiste em três breves capítulos. O capítulo 1 divide-se em duas partes principais: a primeira é um salmo de louvor a Jeová (vv.2-8); a segunda, num estilo poético, anuncia o castigo dos seus inimigos (vv.9-14), sendo que o versículo 15 é parte do capítulo 2 na Bíblia Hebraica. O segundo capítulo anuncia o assédio e a destruição de Nínive. E o terceiro o “boletim de ocorrência” dos motivos de sua queda.

3. Mensagem. O tema do livro é a “queda de Nínive”. A expressão “peso de Nínive” (v.1a) proclama o início de sua ruína. O substantivo hebraico para “peso” é massa que significa “carga, fardo, sofrimento” (Êx 23.5; Nm 11.11,17) bem como “sentença pesada, oráculo, pronunciamento, profecia” (Hc 1.1; Zc 9.1; 12.1). Ela aponta para a proclamação de um desastre (Is 14.28; 23.1; 30.6).



Fotos de CAFARNAUM

FOTOS DE CAFARNAUM


















































































































































































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OBS: O tamanho original de cada slide é 28x19, para manter as proporções e qualidades dos slides sugerimos alterar o tamanho do seu slide no PowerPoint em “Design” e depois “Configurar página”.

Referência bibliográfica

Revista Lições Bíblicas. OS DOZES PROFETAS MENORES, Advertências e Consolações para a Santificação da Igreja de Cristo. Lição 08 – Naum – O limite da tolerância divina. I O livro de Naum. 1. Contexto histórico. 2. Estrutura. 3. Mensagem. Editora CPAD. Rio de Janeiro – RJ. 4° Trimestre de 2012.

LIÇÃO 8 – NAUM – O LIMITE DA TOLERÂNCIA DIVINA / II - TOLERÂNCIA E VINDICAÇÃO / III - O CASTIGO DOS INIMIGOS / CONCLUSÃO


1. Vingança (v.2). A mensagem de Naum é o juízo divino sobre Nínive. Aqui, sobressaem os atributos divinos pertinentes ao tema. O verbo hebraico naqam, “vingar-se, tomar vingança”, aparece três vezes só neste versículo e precisa ser devidamente compreendido. Vingança é o castigo imposto por dano ou ofensa; diz respeito a infratores contumazes da lei divina. Visto que a vingança pertence a Deus (Sl 94.1), contra eles está o justo “Juiz de toda a terra” (Gn 18.25).

2. Longanimidade. Deus é compassivo e “tardio em irar-se” (v.3a), pois a longanimidade divina espera o arrependimento do pecador (Rm 2.4-6). Todavia, isso não é sinônimo de impunidade, pois a justiça do Eterno não permite tomar o culpado por inocente. Uma vez que Nínive persistiu em sua maldade e a Assíria construiu o seu império pela violência e desrespeito aos direitos humanos, massacrando muitos povos, dentre eles o de Judá e o de Israel, agora essas mesmas nações se alegrarão com a queda e a humilhação da cidade maléfica (3.5-7).

3. O poder de Deus. As descrições poéticas dos atributos divinos estão ligadas ao poder e a majestade de Deus (1.3-8). O profeta declara que o Senhor “tem o seu caminho na tormenta e na tempestade” (v.3). Em linguagem metafórica, o poder, a grandeza e a majestade do Senhor são descritos através da força da natureza. Essas descrições mostram que a espera do Eterno em punir os ninivitas não se deu por falta de poder, mas por causa de sua longanimidade.




1. Quem são os “inimigos”? Os assírios eram os “inimigos” e a expressão “peso de Nínive” (v.1) — referindo-se à capital da Assíria — o confirma. A ausência da indicação desse povo (vv. 9-14) também ensina as nações, ao longo da história, que sentenças similares às da Assíria são aplicáveis a qualquer povo que se levantar contra Deus. Por essa razão a queda dos assírios foi definitiva (v.9).

2. O estilo de Naum. O livro do profeta Naum é rico em metáforas. O exército assírio é comparado a um emaranhado de espinhos e aos bêbados embriagados com vinho (v.10), significando que Deus enfraqueceu o poder de Nínive e que os ninivitas são uma “presa fácil”. Por esse mesmo motivo, Nabopolassar, rei de Babilônia e pai do rei Nabucodonosor, entrou na cidade em 612 a.C. sem resistência alguma dos assírios.

3. Reminiscências históricas? Alguns expositores bíblicos pensam que o “conselheiro de Belial” (vv.11,12) é uma referência a Senaqueribe (2 Rs 18.13). É verossímil que o versículo 14 pareça aplicar-se a ele (2 Rs 18.36,37), pois a reminiscência histórica é comum em muitas mensagens proféticas. Entretanto, não é o que parece aqui, pois provavelmente a expressão “mais ninguém do teu nome seja semeado” (v.14), aluda à falta de herdeiro no trono, denotando o fim do império. Tal sentença indica o caráter definitivo do castigo divino.

4. A consolação de Judá. Assim como a profecia de Obadias era contra Edom, mas a mensagem era para Judá, semelhantemente ocorre aqui, conforme a declaração profética: “serão exterminados, e ele passará; eu te afligi, mas não te afligirei mais” (v.12). Essa abrupta mudança da terceira para a segunda pessoa indica a mensagem de esperança para Judá. O castigo de Judá é corretivo. O povo ainda achará o favor divino (v.13). Mas o juízo dos assírios é final, por haverem eles rejeitado a misericórdia que o Deus de Israel, gratuitamente, lhes havia oferecido através de Jonas.


Conclusão. Assim como o juízo divino puniu a capital da perversa Assíria, assim também acontecerá no dia da ira de Deus, quando Ele punirá a todos, indivíduos e nações, que, rejeitando a sua misericordiosa graça, perseveraram na prática do mal.

Nesse dia, todos prestarão contas de seus atos diante dEle. É o que adverte o próprio Senhor através de seus profetas. Contudo, a porta da graça está aberta, oferecendo gratuitamente, a toda as nações, ampla oportunidade de arrependimento e salvação através de Jesus Cristo (2 Pe 3.9).





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OBS: O tamanho original de cada slide é 28x19, para manter as proporções e qualidades dos slides sugerimos alterar o tamanho do seu slide no PowerPoint em “Design” e depois “Configurar página”.

Referência bibliográfica

Revista Lições Bíblicas. OS DOZES PROFETAS MENORES, Advertências e Consolações para a Santificação da Igreja de Cristo. Lição 08 – Naum – O limite da tolerância divina. II Tolerância e vindicação. 1. Vingança (v.2). 2. Longanimidade. 3. O poder de Deus. III O castigo dos inimigos. 1. Quem são os inimigos? 2. O estilo de Naum3. Reminiscências históricas? 4. A consolação de Judá. Conclusão. Editora CPAD. Rio de Janeiro – RJ. 4° Trimestre de 2012.

Os Doze Profetas MenoresAdvertências e Consolações para a Santificação da Igreja de Cristo

NAUM - O LIMITE DA TOLERÂNCIA DIVINA
Lição 8 - 25 de Novembro de 2012
Texto Áureo: Gênesis 18.32 32 Disse mais: Ora, não se ire o Senhor, que ainda só mais esta vez falo: Se porventura se acharem ali dez? E disse: Não a destruirei por amor dos dez.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Naum 1.1-3,9-14
1 PESO de Nínive. Livro da visão de Naum, o elcosita.

NÃO ABUSE, A TOLERÂNCIA DIVINA TEM LIMITES

Introdução: Todos os episódios relatados pelas escrituras do Antigo Testamento devem ser observados e interpretados usando a Teologia histórica e a Teologia exegética e assim mostrar os erros e acertos de eventos passados aplicando-os aos tempos de hoje. Se ficarmos apenas na parte histórica será um conhecimento relativo aos fatos daqueles tempos e não traria nada de útil para nós, porém, se fizermos uma exegese dos textos bíblicos que relatam esses fatos, então teremos uma interpretação mais profunda, a qual trazida para os nossos tempos, certamente servirá para um exame consciencioso e aplicativo no sentido de não entrarmos pelos mesmos erros dos povos do passado que tiveram experiências com Deus e não souberam aproveitá-las. Israel não teve a condição de informações que a Igreja tem, pois as Escrituras naqueles tempos se limitavam ao Pentateuco e mais tarde aos demais livros do Antigo Testamento. A igreja pelo contrário tem as Escrituras na sua íntegra com todas as revelações e preceitos de uma forma clara e precisa, com todos os exemplos negativos e positivos do povo de Israel para que possamos seguir os seus bons exemplos e não seguirmos os seus maus caminhos. Em decorrência disso Israel terá uma nova oportunidade, porém para a Igreja não haverá outra oportunidade, e, isso se finalizará na ocasião do arrebatamento com o encerramento da dispensação da graça do Senhor.
1. DEUS É ZELOSO POR SUA SANTIDADE E EM GOVERNAR COM JUSTIÇA - Naum 1.2 O Senhor é Deus zeloso e vingador; o Senhor é vingador e cheio de furor; o Senhor toma vingança contra os seus adversários, e guarda a ira contra os seus inimigos.
Salmos 96.13 Ante a face do SENHOR, porque vem, porque vem a julgar a terra; julgará o mundo com justiça e os povos com a sua verdade.
A tolerância divina não pode ser interpretada como uma concessão ao pecado, muito pelo contrário; a bíblia mostra que Deus é tardio em irar-se, mas isso não significa que ele não vai agir com justiça contra todos que praticam injustiças. Cada indivíduo receberá segundo o seu tipo de vida, porque Deus vai julgar com justiça. A falsidade tem prevalecido em toda a terra, mas a verdade a respeito de cada um não deixará de ser revelada, por mais que o homem tente ocultá-la. Tudo que o homem plantar isso ele colherá, tanto nessa vida, como no dia do juízo final. Deus é amor, pois Ele amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna, isso é uma verdade absoluta, porém muitos esquecem que Deus é também um fogo consumidor e a sua justiça e os seus juízos alcançarão a todos sem exceção.
2. DEUS NÃO NEGA A SÍ MESMO E NÃO TEM O CULPADO POR INOCÊNTE - Naum 1.3 O Senhor é tardio em irar-se, mas grande em poder, e ao culpado não tem por inocente; o Senhor tem o seu caminho na tormenta e na tempestade, e as nuvens são o pó dos seus pés.
2 Timóteo 2.13 Se formos infiéis, ele permanece fiel; não pode negar-se a si mesmo.
Deus nunca age precipitadamente e nem arbitrariamente. Ele não quer que o homem se perca e sim que venha a ser salvo. Deus odeia o pecado que está impregnado na alma do homem, porém essa ira é contida porque ele ama o pecador e sempre dá um tempo para o arrependimento do mesmo, antes que venha o castigo. Deus é longânimo e paciente como lemos em 2 Pedro 3.9 O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se. A bondade e paciência pela própria natureza divina convidam e chamam ao arrependimento todas as pessoas. E, se os homens continuam impenitentes quando Deus lhes dá espaço para se arrependerem, Ele vai tratar com mais severidade com eles, embora a sua grande razão por não haver apressado a sua vinda tenha sido por não ter completado o número de eleitos. Não se pode abusar da paciência e da longaminidade de Deus, ao se entregarem a um curso de impiedade; não ousem entrar pelo caminho dos pecadores, nem se assentar em estado de impenitência achando que estão seguros agindo assim. Deus é fiel às suas admoestações, fiel às suas promessas. Nenhuma delas deixará de se cumprir; nem o menor sinal ou til. Se o negarmos por medo ou vergonha, ou por causa de um benefício temporário que nos prenda ao mundo secular no âmbito materialista e pecaminoso, Ele nos negará e repudiará, e não negará a si mesmo, mas continuará fiel à sua palavra seja para a condenação ou absolvição.
3. DEUS NÃO DA UMA SEGUNDA OPORTUNIDADE PARA QUEM O AFRONTA - Naum 1.9 Que pensais vós contra o Senhor? Ele mesmo vos consumirá de todo; não se levantará por duas vezes a angústia.
2 Reis 19.22 A quem afrontaste e blasfemaste? E contra quem alçaste a voz e ergueste os teus olhos ao alto? Contra o Santo de Israel?
Os assírios tiveram uma grande oportunidade na ocasião que o profeta Jonas pregou uma mensagem de juízo sobre Nínive e eles se arrependeram alcançando o perdão divino. Passado quase um século e meio ele voltaram a transgredir de uma forma pior do que a anterior. Isso provocou a ira divina que ajuizou um castigo destrutivo daquele povo, não dando uma segunda oportunidade, porque Deus não se deixa escarnecer ou ser afrontado. Todo aquele que professa a sua fé em Deus e entrega a sua vida e os seus caminhos a Ele, pode contar com a sua permanente proteção. Qualquer força maligna que venha nos ameaçar, nos fazendo vítimas de abusos e blasfêmias, certamente se deparará com um poder maior, que é o poder de Jeová.
4. DEUS AGE DE SURPRESA CONTRA TODOS OS QUE PROVOCAM SUA IRA - Naum 1.10 Porque ainda que eles se entrelacem como os espinhos, e se saturem de vinho como bêbados, serão inteiramente consumidos como palha seca.
João 15.6 Se alguém não estiver em mim, será lançado fora, como a vara, e secará; e os colhem e lançam no fogo, e ardem.
Os ninivítas que haviam se convertido ao Deus de Israel, por longos anos permaneceram ao lado de Deus, mas com o tempo eles esfriaram e voltaram a praticar as mesmas abominações anteriores. Isso no meio cristão tem acontecido de uma maneira preocupante. Assim como um ramo sem frutos não tem proveito, também um cristão sem frutos não contribui para a vinha, e ambos precisam ser tratados. E triste quando um cristão outrora cheio de frutos abandona a fé e perde os privilégios da comunhão e do serviço. Um verdadeiro ramo ligado à vinha sempre dará frutos. Nem todos os ramos darão muitos frutos, assim como nem todo campo produz continuamente colheitas extraordinárias. Onde há vida sempre há frutos. Se o ramo não tem frutos, torna-se imprestável, portanto é lançado fora e queimado.
5. DEUS NÃO PERMITE QUE NENHUMA MALDADE VENHA FICAR IMPUNE - Naum 1.11 De ti saiu um que maquinou o mal contra o Senhor, um conselheiro vil.
Isaías 43.13 Ainda antes que houvesse dia, eu sou; e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; agindo eu, quem o impedirá?
Por mais que o inimigo intente o mal contra o povo de Deus nunca se sairá bem sob a controladora mão divina. O inimigo por mais forte que seja sempre será impotente contra aqueles que vivem nos preceitos do Senhor. Quando Deus põe em movimento algum curso de eventos, nada pode alterar Seus planos, como disse Jó: que nenhum dos seus propósitos podem ser impedidos. Deus é soberano em todas as coisas, Ele pode determinar quando uma nação ou pessoa deve sofrer efeitos desastrosos em decorrência da sua desobediência. Quando Deus quer realizar algo, não há poder, no céu ou na terra, que possa desfazer o que Deus tiver feito ou que venha a fazer. Nenhum poder, de nenhum tipo, pode impedir tal coisa.
6. DEUS NÃO DEIXA IMPUNE QUALQUER ALMA QUE OUSE AFRONTÁ-LO - Naum 1.12 Assim diz o Senhor: Por mais seguros que estejam, e por mais numerosos que sejam, ainda assim serão exterminados, e ele passará; eu te afligi, mas não te afligirei mais.
Provérbios 16.5 Abominação é ao SENHOR todo o altivo de coração; não ficará impune mesmo de mãos postas.
Por mais confiantes que estavam no seu poder de armas e poder numérico, não conseguiriam obter êxito contra o povo de Deus. O rei Senaqueribe da Assíria enviou um emissário chamado Rabsaque, trazendo cartas com afrontas ao Deus de Israel e a sua ousadia custou-lhe muito caro, ou seja, ao enviar suas tropas, Deus enviou um anjo que destruiu cento e oitenta e cinco mil soldados e também ainda em decorrência dessa afronta ao Deus vivo o rei da Assíria assinou a sentença de morte, o que veio a acontecer.  Todo aquele que tem o coração orgulhoso são abomináveis ao Senhor. Os pecadores orgulhosos certamente receberão retribuição divina contra as suas atitudes e atos.
7. DEUS QUEBRARÁ PARA SEMPRE TODO JUGO DE PODERES OPRESSORES - Naum 1.13 Mas agora quebrarei o seu jugo de sobre ti, e romperei os teus laços.
Isaías 10.27 E acontecerá, naquele dia, que a sua carga será tirada do teu ombro, e o seu jugo do teu pescoço; e o jugo será despedaçado por causa da unção.
O Senhor estava determinado a libertar o seu povo e dessa maneira o jugo e laços do poder opressor foram quebrados para sempre. Os assírios podem tipificar o poder opressor exercidos por satanás com o seu domínio sobre os povos, e, a sua afronta constante contra a igreja do Deus vivo. Os fiéis remanescentes da igreja resistem bravamente contra os seus ardis, maquinações e perseguições, aguardando o arrebatamento que colocará um fim definitivo a todo tipo de ataques do inimigo. Nesse tempo satanás sabendo que perdeu toda chance de agir contra a igreja, se voltará para Israel na grande tribulação e ao final desse evento ele será derrotado e envergonhado por Cristo. Assim como a igreja, Israel também ficará livre desse poder opressor.
8. DEUS JULGARÁ COM O RIGOR DA SUA JUSTIÇA A TODOS OS IDOLATRAS - Naum 1.14 Contra ti, porém, o Senhor deu ordem que não haja mais linhagem do teu nome; da casa dos teus deuses exterminarei as imagens de escultura e de fundição; ali farei o teu sepulcro, porque és vil.
Efésios 5.5 Porque bem sabeis isto: que nenhum devasso, ou impuro, ou avarento, o qual é idólatra, tem herança no reino de Cristo e de Deus.
A idolatria de Nínive seria totalmente extinta visto que, não restaria ninguém para adorar e nenhum ídolo para adorar. Assim será quando Cristo inaugurar o reino milenar para o povo de Israel e nações (é bom lembrar aqui que não se trata da igreja arrebatada), onde não haverá qualquer tipo de ídolo e nenhum idólatra para exercer cultos. Há uma idolatría espiritual no amor por esse mundo. Por exemplo: o avarento faz do dinheiro o seu deus, e coloca seu afeto nele; ele também coloca sua esperança, confiança e deleite nos bens terrenos, que deveriam ser reservados somente para Deus. Embora alguns não se curvem a ídolos por professarem a fé cristã, talvez sem perceber por ter uma mente cauterizada, está nessa situação servindo a mamom em vez de Deus. Essas pessoas não tem herança no Reino que Cristo comprou e que Deus concedeu. Nesse reino os santos e servos de Deus tem uma herança; mas aqueles que são impenitentes e toleram as concupiscências da carne ou o amor pelo mundo, não são cristãos de fato e assim não pertencem ao reino da graça e jamais chegarão ao reino da Glória. Precisamos estar despertos e vigiar contra esses pecados que nos excluiriam do céu. Esses pecados provocam a ira de Deus em relação aos culpados.


NAUM - O LIMITE DA TOLERÂNCIA DIVINA
Lição 8 - 25 de Novembro de 2012
Texto Áureo: Gênesis 18.32 32 Disse mais: Ora, não se ire o Senhor, que ainda só mais esta vez falo: Se porventura se acharem ali dez? E disse: Não a destruirei por amor dos dez.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Naum 1.1-3,9-14
1 PESO de Nínive. Livro da visão de Naum, o elcosita.

NÃO ABUSE, A TOLERÂNCIA DIVINA TEM LIMITES

1. DEUS É ZELOSO POR SUA SANTIDADE E EM GOVERNAR COM JUSTIÇA - Naum 1.2 O Senhor é Deus zeloso e vingador; o Senhor é vingador e cheio de furor; o Senhor toma vingança contra os seus adversários, e guarda a ira contra os seus inimigos.
Salmos 96.13 Ante a face do SENHOR, porque vem, porque vem a julgar a terra; julgará o mundo com justiça e os povos com a sua verdade.
2. DEUS NÃO NEGA A SÍ MESMO E NÃO TEM O CULPADO POR INOCÊNTE - Naum 1.3 O Senhor é tardio em irar-se, mas grande em poder, e ao culpado não tem por inocente; o Senhor tem o seu caminho na tormenta e na tempestade, e as nuvens são o pó dos seus pés.
2 Timóteo 2.13 Se formos infiéis, ele permanece fiel; não pode negar-se a si mesmo.
3. DEUS NÃO DA UMA SEGUNDA OPORTUNIDADE PARA QUEM O AFRONTA - Naum 1.9 Que pensais vós contra o Senhor? Ele mesmo vos consumirá de todo; não se levantará por duas vezes a angústia.
2 Reis 19.29 A quem afrontaste e blasfemaste? E contra quem alçaste a voz e ergueste os teus olhos ao alto? Contra o Santo de Israel?
4. DEUS AGE DE SURPRESA CONTRA TODOS OS QUE PROVOCAM SUA IRA - Naum 1.10 Porque ainda que eles se entrelacem como os espinhos, e se saturem de vinho como bêbados, serão inteiramente consumidos como palha seca.
João 15.6 Se alguém não estiver em mim, será lançado fora, como a vara, e secará; e os colhem e lançam no fogo, e ardem.
5. DEUS NÃO PERMITE QUE NENHUMA MALDADE VENHA FICAR IMPUNE - Naum 1.11 De ti saiu um que maquinou o mal contra o Senhor, um conselheiro vil.
Isaías 43.13 Ainda antes que houvesse dia, eu sou; e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; agindo eu, quem o impedirá?
6. DEUS NÃO DEIXA IMPUNE QUALQUER ALMA QUE OUSE AFRONTÁ-LO - Naum 1.12 Assim diz o Senhor: Por mais seguros que estejam, e por mais numerosos que sejam, ainda assim serão exterminados, e ele passará; eu te afligi, mas não te afligirei mais.
Provérbios 16.5 Abominação é ao SENHOR todo o altivo de coração; não ficará impune mesmo de mãos postas.
7. DEUS QUEBRARÁ PARA SEMPRE TODO JUGO DE PODERES  OPRESSORES - Naum 1.13 Mas agora quebrarei o seu jugo de sobre ti, e romperei os teus laços.
Isaías 10.27 E acontecerá, naquele dia, que a sua carga será tirada do teu ombro, e o seu jugo do teu pescoço; e o jugo será despedaçado por causa da unção.
8. DEUS JULGARÁ COM O RIGOR DA SUA JUSTIÇA A TODOS OS IDOLATRAS - Naum 1.14 Contra ti, porém, o Senhor deu ordem que não haja mais linhagem do teu nome; da casa dos teus deuses exterminarei as imagens de escultura e de fundição; ali farei o teu sepulcro, porque és vil.
Efésios 5.5 Porque bem sabeis isto: que nenhum devasso, ou impuro, ou avarento, o qual é idólatra, tem herança no reino de Cristo e de Deus.


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Segundo os descobrimentos arqueológicos, a Assíria foi habitada desde o início da era paleolítica. A vida sedentária não teve origem nessa região, até cerca de 6500 a.C.. Durante muito tempo os assírios estiveram sob o jugo de reinos mais poderosos da região Sul.

Sob o monarca Shamshi-Adad, os assírios tentaram começar a construir seu próprio império, mas Hamurabi da
Babilônia logo acabou com tal ambição, os assírios então começando uma longa rivalidade com a Babilônia. Eventualmente, os povos semitas que viviam ao Norte da Mesopotâmia foram invadidos por um outro povo de origem asiática, os Urianos, que migraram para a área e começaram a construir ali seu próprio império. O sonho deste império, entretanto, foi absorvido pelo império Hitita, que acabou com a jovem nação Uriana. Após séculos de tentativas de independência, os assírios finalmente conseguiram formar um estado independente, pois os Hititas não anexaram a seu império cidades assírias. Nos séculos subseqüentes, o equilíbrio de poder mudou do sul para o Norte.

As cidades mais importantes da Assíria, todas situadas no território do atual Iraque, eram Assur, atualmente Sharqat; Nínive, da qual os únicos vestígios que indicam sua localização são dois grandes tells (colinas formadas sobre ruínas), Quyunyik e Nabi Yunas; Calach, hoje Nimrud, e Dur Sharrukin, atualmente Jursabad (Jorsabad).
O Império Assírio
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Em 729 a.C., no reinado de Tiglath-Pileser III ou Teglatefalasar III (746 a.C. - 727 a.C.), os assírios conquistaram a Babilônia. Teglatefalasar III também conteve a expansão da Média no oriente e tentou sem sucesso conquistar o reino de Urartu, situado no Ararat.
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Prisioneiros Israelitas tocando lira seguidos por um soldado Assírio.

Israel foi conquistada no primeiro ano do reinado de Sargão II (721 a.C. - 705 a.C.). Cerca de 27.000 israelitas foram deportados. Em 715 a.C., foi a vez da Média ser conquistada. Sargão II ainda conquistou a Síria.
Seu sucessor, Senaquerib (705 a.C. - 681 a.C.), transferiu a capital de Assur para Nínive. De acordo com os livros bíblicos de II Reis, II Crônicas e do profeta Isaías, admitido no cânon do Antigo Testamento, Senaquerib teria buscado conquistar Judá, cercando a cidade de Jerusalém. No entanto, a Bíblia relata que Senaquerib fracassou em sua tentativa militar e, ao retornar para Nínive, foi assassinado por dois de seus filhos.
Então, Senaquerib, rei da Assíria, partiu, e foi; e voltou e ficou em Nínive. E sucedeu que, estando ele protado na casa de Nisroque, seu deus, Adrameleque e Serezer, seus filhos, o feriram à espada; porém eles escaparam para a terra de Ararate; e Esar-Hadom, seu filho, reinou em seu lugar. (II Reis 19:36-37)
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O filho e sucessor de Senaquerib foi Esarhaddon, também conhecido por Assaradon (681 a.C. - 669 a.C.), que expandiu seus domínios ao Nilo, estabelecendo sobre o Egito uma dominação inicialmente precária, tendo também reconstruído a Babilônia que fora destruída por seu pai, a qual pode ter se tornado a nova capital do Império Assírio durante algum período.

Ao longo de sua história, o poder da Assíria dependeu quase que inteiramente de sua força militar. O rei era o comandante-em-chefe do exército e dirigia suas campanhas. Embora em teoria fosse monarca absoluto, na realidade os nobres e cortesãos que o rodeavam, assim como os governadores que nomeava para administrar as terras conquistadas, tomavam frequentemente decisões em seu nome. As ambições e intrigas foram uma ameaça constante para a vida do governante assírio. Essa debilidade central na organização e na administração do Império Assírio foi responsável por sua desintegração e colapso.
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Este povo destacou-se pela organização e desenvolvimento de uma cultura militar. Encaravam a guerra como uma das principais formas de conquistar poder e desenvolver a sociedade. Eram extremamente cruéis com os povos inimigos que conquistavam, impunham aos vencidos, castigos e crueldades como uma forma de manter respeito e espalhar o medo entre os outros povos. Com estas atitudes, tiveram que enfrentar uma série de revoltas populares nas regiões que conquistavam.

Poderio Militar Assírio no I milênio

No fim do século XII antes da nossa era, a Assíria encontrava-se sob a ameaça dos Arameus, que efetuavam razias no país, massacravam e reduziam à escravidão a população, levando rebanhos, destruindo e queimando cidades e aldeias.

Os habitantes dos vales refugiavam-se nas montanhas, ficando despovoadas as cidades. A seguir veio um outro inimigo: eram as tribos que viviam na actual Arménia, à volta do lago Van e ainda mais ao norte. Os Assírios chamavam-lhe Urartianos (Urartu).

No século X antes da nossa era, o avanço dos Arameus sobre a Assíria diminuiu. Uma parte dos invasores fixou-se entre o Tigre e o Eufrates, assimilou-se gradualmente e as incursões cessaram. A Assíria entregou-se pouco a pouco a devastações, e no fim do século X os seus reis conseguiram passar à ofensiva contra os Urartianos, os Arameus e os montanheses do leste. Esta ofensiva completou-se no início do século IX com as vitórias de Assur-Nazir-Bal II (883-859). Submeteu os régulos arameus e colheu milhares de cativos, o que lhe permitiu efetuar grandes trabalhos em Kalah. Construiu ai um soberbo palácio ornado de baixos-relevos e cenas de vitórias, e construiu praças-fortes nos confins do reino. Assur-Nazir -Pai estabeleceu, assim, as bases do futuro poderio militar da Assíria.

No fim do século IX. a Assíria ficou enfraquecida por distúrbios internos, resultantes do descontentamento da aristocracia, que queria passar da pilhagem dos territórios conquistados à sua valorização sistemática; os simples soldados, membros das comunidades, que não tinham terras, apoiavam-na. Mas os altos dignitários e os chefes de exércitos que obtinham do rei a maior parte dos despojos não se preocupavam em consolidar as conquistas e preferiam invadir várias vezes o mesmo pais, cujas forças produtivas destruiram completamente. Esses antagonismos conduziam a revoluções palacianas e ao enfraquecimento do poder real; além disso, a ofensiva dos Urartianos (fim do século IX principio do século VIII deu um rude golpe no poderio assírio.

A expansão dos Assírios não é retomada senão no meio do VIII século. Os reis Teglath-Phalasar III (745-727) e Sargão II (722-705) fazem uma política essencialmente agressiva. Reorganizam as forças armadas do país.
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As técnicas de combate dos assírios
permitiram a formação de um grande império.

A partir do reinado de Teglath-Phalasar as tropas assírias compreendem guerreiros armados de piques, conduzindo carros com uma parelha de cavalos; uma cavalaria duas vezes mais numerosa do que as unidades de carros; uma infantaria pesada, armada de lanças e escudos; uma infantaria ligeira, composta de archeiros e duas vezes mais numerosa do que a precedente. O exército tinha ainda unidades especiais, que correspondiam aos sapadores e à artilharia de cerco actuais, assim como grandes grupos de cabouqueiros e de construtores, geralmente compostos por escravos, antigos prisioneiros de guerra.

Em campanha, essas tropas auxiliares construiam campos fortificados, estabeleciam pontões sobre odres, abriam caminhos, transportavam cargas, etc. Durante o cerco a praças fortes efetuavam-se trabalhos de sapa e utilizavam-se catapultas e aríetes para demolir as muralhas e as torres. Lançado o assalto, subiam-se escadas previamente preparadas. Os carros também eram conhecidos dos Hicsos e dos Egipcios, mas os reis da Assíria foram os primeiros a utilizar sistematicamente a cavalaria. Mais tarde aprenderam a coordenar a ação de todas estas armas. O combate começava pelo ataque dos carros, seguidos da infantaria, que batia nas fileiras já desordenadas do inimigo. A cavalaria perseguia o inimigo em retirada ou em fuga. Sargão introduziu uma importante inovação no recrutamento: além dos homens adstritos ao serviço militar obrigatório, contratava mercenários, ao princípio só assírios, mas mais tarde também estrangeiros.

O número de mercenários cresceu sensivelmente com o tempo; os reis da Assíria também se serviam deles no interior do país.

Teglath-Phalasar III e Sargão II efetuaram grandes guerras de conquista. O primeiro, vencedor das tropas coligadas dos reis de Damasco e Israel, conquistou toda a Síria, incluindo Damasco. Anexou definitivamente Babilônia e tomou o título de rei da Babilônia. Enfim, infligiu uma pesada derrota ao reino de Urartu, criado no século IX antes da nossa era, e tornado, a partir do século VIII, o principal inimigo da Assíria. O rei de Urartu, Argishti (781-760), dirigiu a luta contra a Assíria e obteve uma vitória sobre o seu soberano. A guerra em Urartu tornou-se, pois, a primeira tarefa militar dos monarcas assírios. Foi Sargão II que se encarregou de a decidir. Havendo-se primeiro garantido do lado da Síria e da Palestina, destruindo o reino de Israel e os poucos principados hetho-arameus que haviam sobrevivido na região de Karkemish, lançou todas as forças contra Urartu. Em 714 desbaratou o exército do rei Rusãs, tomou a cidade de Musasir e apoderou-se de enormes despojos. Mas não conseguiu tomar Turushpa nem suprimir Urartu. Se bem que muito enfraquecido com a invasão de Sargão, esse reino existiu até ao século V antes da nossa era, quando os Medos lhe deram o golpe de misericórdia.

Os sucessores de Sargão não prosseguem sistematieamente as guerras de conquista. Esforçam-se somente por fazer pressão na direção do sudoeste, a fim de se apoderarem do Egito. Sennacherib quebrou a resistência dos Babilônios e fez arrasar a sua cidade, servindo-se do reino de Judá. O seu sucessor Asarhaddon atingiu o Egito em 671, e sujeitou-o. Mas esta vitória foi precária porque o rei da Assíria não podia deixar no Egito uma guarnição suficientemente forte. Ao fim de vinte anos, o Egito recuperou a sua independência.

Depois de Asarhaddon, a atividade militar dos reis da Assíria visou, principalmente, manter a sua autoridade nos países conquistados e tributários. Eles eram forçados a enviar tropas para reprimir as freqüentes insurreições e para receber o tributo, embora conservando forças consideráveis na própria Assíria, devido à fermentação que crescia no interior do país.

Organização econômica e cultural

Formou-se na Assíria, ao longo do tempo, um corpo burocrático bastante eficiente. Muitos deles eram epônimos, e, portanto, davam nome ao ano. O rei era, em geral, o epônimo do primeiro ano. Seguia-se a ele, assim, uma série de epônimos, em critério de hierarquia. Tal sistema constitui um elemento de grande importância para os historiadores no processo de datação.
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A literatura assíria era praticamente idêntica à babilônica, e os reis assírios mais cultos, principalmente Assurbanipal, se gabavam de armazenar em suas bibliotecas cópias de documentos literários babilônicos. A vida social ou familiar, os costumes matrimoniais e as leis de propriedade também eram muito parecidas. E as práticas e crenças religiosas, muito semelhantes às da Babilônia, inclusive o deus nacional assírio, Assur, foi substituído pelo deus babilônio Marduk.
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Baixo-relevo assírio representa a caça ao leão.

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Relevo assírio representando o transporte
de cedro libanês (século VIII a.C.)

A principal contribuição cultural assíria ocorreu no campo da arte e da arquitetura.

A política externa assíria era conhecida por sua brutalidade para com os inimigos. Em muitos casos, atos de selvageria por parte do império assírio foram empregados com o fim de persuadir seus inimigos a se entregarem sem luta. Registros escritos da época demonstram o temor dos povos adjacentes ao terror assírio. Os governantes assírios caracterizaram-se também pelo tratamento despendido aos povos conquistados. Para evitar movimentos rebeldes nas regiões conquistadas, os povos vencidos eram capturados, removidos de suas terras, e distribuídos entre as cidades do império, diluindo seu poder. Nativos assírios e inimigos capturados de outras regiões eram encorajados a ocupar as áreas conquistadas. Esta prática mostrou-se particularmente eficiente, e foi mantida pelos babilônicos no período subseqüente.

Assim, como na maioria dos Estados que se desenvolveram no Crescente Fértil, os reis assírios exerciam um poder autocrático, sendo considerados inclusive intermediários entre os deuses e o povo. A partir do reinado de Teglatefalasar III, foram instaladas guarnições permanentes nos países dominados.

Religião
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Adoração a Assur( Guia e protetor dos Reis
Assírios que também representava a fertilidade).

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Ishtar, a grande deusa da fertilidade e protetora do rei assírio.

Sendo semitas, os assírios tinham muitos deuses em comum com outras nações semíticas, nomeadamente com os babilónios. Adoravam as grandes deidades babilónicas, tais como Shamash, o deus-sol; Sin, o deus-lua; Ea, o deus das águas e Ishtar, a grande deusa da fertilidade. Também honravam Aru, Marduk (Bel) e o seu filho Nabu (Nebo).

A religião seguia as bases dos cultos realizados pelos sumérios. Cada cidade era devota de um deus específico (ao qual se associava a sua criação e proteção), e os deuses mais importantes do panteão assírio dependiam do grau de influência de suas cidades na política interna.

Contudo, o principal deus dos assírios era Assur, que não pertencia ao panteão babilónico. Assur era representado por um sol alado que protegia e guiava o rei, o seu principal servo. Era também simbolizado por uma árvore, representando a fertilidade. No entanto, ele era, antes de mais, o deus da guerra e a guerra tornou-se parte integrante da religião dos assírios. Cada campanha militar era pensada para ser levada a cabo em resposta às ordens diretas de Assur. Assim, a participação na guerra era um ato de adoração. Esta associação de Assur com as campanhas militares dos assírios explica o fato de o culto a Assur ter desaparecido com a destruição do Império Assírio, contrastando com os cultos dos deuses das outras nações que sobreviveram à destruição do seu povo. Por exemplo, Marduk, o deus patrono dos babilónios, permaneceu como deidade principal do Vale Mesopotâmico durante a ocupação persa mas Assur nunca reapareceu no mundo antigo após a captura e destruição de Niníve.

A Crueldade Assíria
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Os assírios eram um povo militar e comercial, simples em costumes porém cruéis e ferozes com seus prisioneiros queimando-os vivos os seus conquistados após uma sessão de mutilação.

Cortavam-lhe as mãos, pés, orelhas, faziam pirâmides de caveiras (crânios).

Um certo rei Assírio, em uma de suas batalhas, levou a cativo 14 mil homens como prisioneiros de guerra, por medida de precaução, para que não houvesse revoltas, deu ordem ao seu exército que vazassem os olhos de todos os presos.
Existe o relato de um rei que quando estava cercado pelos exércitos assírios, resolveu fazer um acordo com o monarca assírio tentando preservar a vida de seus súditos, o trato consistia de que ele se renderia desde não houvesse derramamento de sangue, ok! O acordo foi cumprido por ambas as partes. Os assíros conquistaram o território do inimigo.

E o inimigo... foi enterrado vivo!

A Queda

Assurbanipal (669 a.C. - 631 a.C.), foi conhecido pela selvageria e por ser impiedoso para com os inimigos.
Assurbanipal durante uma caçada.

Após a morte do Rei Asarhaddão iniciou-se uma guerra civil entre seus seus dois filhos Assurbanipal e Chamás-Chum-Uquim.

Tal guerra só terminada após 3 anos de cerco da Babilônia. Finalmente, Chamás-Chum-Uquim morreu no seu próprio palácio e Assurbanipal deu-lhe um funeral digno, e vingou-se dos outros rebeldes:

"Eu alimentei com seus cadáveres, cortados em pedaços pequenos, cães, porcos, abutres, águias, os pássaros do céu e os peixes do oceano".

Após isso, Assurbanipal atacou um antigo protegido, o rei de Elão, que aceitou suborno de Chamás-Chum-Uquim. A guerra com os elamitas foi longa e, em 639 a.C., os assírios venceram a última batalha. Toda a região de Elão foi destruída e a capital saqueada. O zigurate de Susa foi destruído e os templos, profanados e saqueados.

Ele conquistou o Elão mas não conseguiu evitar que o Egito, em 653 a.C., efetivasse sua emancipação.

Foi o momento em que era maior o império assírio, mas nunca este império foi, ao mesmo tempo, tão forte e tão fraco, com o Elão destruído, a Babilônia devastada, pequena parte da população a seu favor, fenícios cheios de ódio pelos assírios, tendo os gregos como rivais e como vassalos príncipes assírios pouco confiáveis e, além do mais, seu exército cansado após quase um século de guerras.

Depois de sua morte, o império decaiu e nunca mais recuperou o esplendor.
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Palácio de Assurbanipal em Nínive - Representa uma
batalha do exército Assírio contra cidades Elamitas.

Assurbanipal vangloriava-se de seus feitos sangrentos, mas, apesar da sua ferocidade, é mais lembrado como o estudioso que criou a grande biblioteca de Nínive, com uma coletânea com obras em escrita cuneiforme, hoje responsável pela maior parte do que se sabe dos povos da Mesopotâmia. Esta biblioteca continha milhares de textos (crônicas, cartas reais, decretos, religião, mitos, e muitos outros) escritos em tabuinhas de barro cozido.

Depois da morte do grande rei Assurbanipal em 627 seu filho Sinsariscum foi declarado rei, mas seu irmão Assur-Etelli-Illani conseguiu ocupar o trono em Nínive, enquanto Sinsariscum ficou com suas tropas na região leste do país. Um dos seu generais, o comandante e governador da província da Babilônia Nabopolasar aproveitou a confusão, traiu Sinsariscum e depois de duas vitórias com a conquista de duas cidades ele foi declarado rei de Babilônia em 625 a.C..

Foi então que, em 614 a.C. , Nabopolasar aproximou-se do Medos formalizando com eles uma aliança mediante o casamento do príncípe Nabucodonosor, filho de Nabopolasar, com uma princesa meda, filha do rei Ciáxares, chamada Amuhea.
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Nabopalassar, durante o cerco de Nínive.

[Militar-0006---www_templodeapolo_net---Nabopolassar-e-o-cerco-de-Nínive.jpg]
Cerco de Nínive.

Em 612 a.C., os aliados convergiram sobre Nínive e, após um longo cerco, afinal conquistaram a orgulhosa capital da Assíria. A cidade foi devastada e o rei assírio, Sin-shar-ishkun, desapareceu entre as chamas ateadas pelos invasores. Seu sucessor e filho ou irmão, Assur-uballit II, ainda tentou resistir em Harran, com o apoio dos egípcios, mas essa cidade também caiu, três anos depois (609 a.C.).


Fonte:
http://www.escola-dominical.com
http://www.pastorguilhermel.com.br
http://povosdaantiguidade.blogspot.com.br

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