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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

705-O FANATISMO RELIGIOSO, A RELIGIOSIDADE E A ESPIRITUALIDADE




 




FANATISMO

Assunto: Aquele que pensa ser inspirado por Deus.
Marcos- 7: 11,12,13 - Vós, porém, dizeis: Se um homem disser ao pai ou à mãe: Aquilo que poderias aproveitar de mim é (Corbã), isto é, oferta ao Senhor. Nada mais lhe deixais fazer por seu pai ou por sua mãe. Invalidando assim a palavra de Deus pela vossa tradição, que vós ordenastes. E muitas coisas fazem semelhantes a estas.
Corbã: [Oferta] Coisa separada para ser dada como oferta a Deus.

Esse ensinamento de Jesus trata dos desvios da verdade aos quais muitas pessoas estão expostas. Quando elas entram por esse caminho, tornam-se fanáticas assim como os escribas e fariseus. É capaz de abandonar o pai e  a mãe, mulher ou marido, filhos e até os prazeres normais da vida, por pensar que isso agrada a Deus. 
Alguém com essa atitude consegue fazer discípulos e criar tradições, as quais chegam a invalidar a Palavra de Deus. Na verdade, os fanáticos não conhecem ao Senhor.
A fé pode ser originária da Palavra ou de uma experiência religiosa. A carne produz 
religiosidade que de nada servem para Deus. (Mateus- 23:15). 
Quando a fé é produzida da mente carnal, é uma doutrina religiosa humana ou demoníaca, cria uma pessoa convertida, a qual será fria ou fanática. Em ambos os casos, ela irá tornar-se um perigo à sociedade, pois será capaz até de matar alguém, por julgar estar prestando culto ou favor a Deus. 
Já as que possuem a fé genuína em Cristo, que receberam pela Palavra, não fazem mal a ninguém, não se vingam e amam até os próprios inimigos. (Romanos- 12:19-21).
Em sua ignorância e loucura, a pessoa fanática, nega a si mesma, os prazeres saudáveis da vida. Ela abandona pai e mãe, tortura seus contradizentes, é impaciente, não é humilde, sente-se dona da verdade e pensa ser o melhor dos mortais. Algumas chegam até a pensar que são diferentes das outras pessoas. Elas podem recorrer à violência, para obrigar outros a praticarem as regras da sua religião, e até torturar alguém que não crê como elas.
Uma pessoa fanática, consegue liderar pessoas para seu círculo de loucura. Há quem a veja como especial, uma enviada dos Céus. Aqueles que a acompanham sujeitam-se aos mais diversos tratamentos e humilhações. Algumas pessoas até se submetem a caprichos sexuais dos líderes, por considerar que isso irá ajudá-las a alcançar alguma graça.
1 Timóteo- 1:3-7. Como te roguei, quando parti para a Macedônia, que ficasses em Éfeso, para advertires a alguns, que não ensinem outra doutrina. 
Nem se dêem a fábulas ou a genealogias intermináveis, que mais produzem questões do que edificação de Deus, que consiste na fé; assim o faço agora. 
Ora, o fim do mandamento é o amor de um coração puro, e de uma boa consciência, e de uma fé não fingida. 
Do que, desviando-se alguns, se entregaram a vãs contendas; 
Querendo ser mestres da lei, e não entendendo nem o que dizem nem o que afirmam.
Nenhum fanático conhece o Senhor, tampouco Lhe agrada com suas práticas. Por mais linda ou com boas intenções que uma regra religiosa seja, nunca agradará a Deus. 
João-  5: 34. Eu, porém, não recebo testemunho de homem; mas digo isto, para que vos salveis.
O ensino dos fanáticos vai desde um pequeno desvio até um grau em que ninguém terá dúvida de que se trata de loucura completa. Toda doutrina inventada pelo homem é contra a Palavra de Deus. As idéias fanáticas, invalidam as Santas Escrituras. 
Deus abençoe a todos!!


A RELIGIOSIDADE
            Ritos, confissões, cânticos, manifestações de poder ou milagres, assembleias, eventos, rotinas religiosas, etc. são sinais externos e palpáveis que as pessoas gostam como base para sua fé. Em meio a esses ideais se percebe e se vê ritos sem Deus e rito que terminam criando deuses. Dois mundos distintos e variáveis.
            São essas expressões externas da fé que chamo de religiosidade, as coisas reais que dão segurança da existência daquilo em que cremos e confessamos. Por disso está o perigo de valorizarmos apenas essas expressões externas da nossa fé cristã sem, no entanto, cuidar da parte interna, a espiritualidade.
           A religiosidade é na verdade a insensibilidade do homem religioso à própria Bíblia e os ensinos de Cristo.
            A religiosidade é ainda a prática somente da forma externa da religião e o esquecimento das ações da fé, que resulta do contato amoroso com Jesus e não com um deus que se pode julgar dominá-lo pelos ritos e formulas mágicas. Ela tende a esconder ou disfarçar a realidade interna por trás de atos públicos que dão a impressão de dedicação à causa primeira de Cristo, quando na verdade não há compromisso com o Reino de Deus.

O FANATISMO RELIGIOSO
            O fanatismo religioso é sempre irracional e infundado, ou fundado para aqueles que o vivem. Em todos os casos se alimentam de experiências pessoais emocionais, que se tornam egoístas.
            O fanático exalta o exótico, o extravagante, o mundo fora do comum, até mesmo fora da realidade do cristianismo. Mas o fanático é sempre um “fogo de palha”, que impressiona muito no momento, pelo seu ar de inerrância, super “santo”, no entanto, é passageiro.
            O fanatismo separa-nos das outros seres humanos, desprezando o próximo como indigno das mesmas experiências, ou que as experiências dos outros são puras “heresias”. Dessa forma o fanatismo nos distancia do mundo real pelo envolvimento em atividades emocionais, própria ou de outros.
            Em fim, o fanatismo fica contente apenas com suas experiências emotiva e comovente infundada sobre um determinado assunto, uma doutrina “nova” ou doutrinas velhas revistas, um comportamento.
            Jesus reservou suas críticas mais pesadas e suas advertências mais fortes para aqueles que somente se ocupam da religiosidade. Os fariseus ficaram na mira de Jesus, pois eram desses que somente valorizavam a forma externa da religião (Lc 18,9-14).

A ESPIRITUALIDADE
Somos por Jesus desafiado a buscar uma espiritualidade verdadeira. O texto de Êxodo 20,4-6 reconhece o perigo de substituir a fé verdadeira por atos externos. Com isso não quero dizer que não devamos mostrar a nossa fé por elementos externos, longe de mim, fazer assim é bom e enriquece o símbolo cristão. Tendo isso em mente podemos ter nossos atos externo de fé, quando as nossas práticas exteriores, na verdade, são reflexo daquilo que dispomos no nosso interior e do compromisso sério com Deus e sua causa.
O que é quero advertir é que a espiritualidade tem haver com as nossas atitudes, nossas ações decorrentes e motivos com que adoramos a Deus. A espiritualidade é participação ativa e alegre na vida em comunidade, que baseia no compromisso por pela causa do evangelho e tende a ser solidário. A espiritualidade leva-nos a sofrer junto com e por alguém, nos envolvendo com as dificuldades dos outros, a compreender as limitações de quem está caminhando junto com o outro. Opera dentro dos das experiências normais e naturais da vida humana.
A natureza da espiritualidade é duradoura, embora menos espetacular. Leva a pessoa a relacionamentos humanos e compromisso de transformar o sentimento que o evangelho de Cristo causou em nós em atitudes práticas com o próximo. Ela dispensa os significados preconceituosos de emoção.
A espiritualidade é compreendida como algo que faz o homem participar da vida. A vida atualizada, que cria possibilidades diante da finitude.  A espiritualidade como amor é a tendência que conduz à união do que está separado, as nossas diferenças. Esse amor é descrito como a reunião do que está separado, para dar sentido à vida como atualização. Toda experiência de amor, deve estar fundada originalmente numa experiência do ser doadora de sentido para Deus em nós e para o próximo.
A espiritualidade é o amor que reúne os homens pelo bem superior, o bem do próximo, protótipo do amor de Deus pelo homem. Essa forma amorosa é colocada como mais elevada por estar mais próxima do ser do homem e do Ser-Deus.
A espiritualidade é espiritualidade quando nos leva a amar a Deus, independente da forma exterior, e ao próximo, como do nosso amor por Deus, na sua forma mais real. Esse foi o imperativo da pregação de Cristo.

CONCLUSÃO: eis o nosso desafio!
      Sem cair num vazio religioso, somos convidados por Jesus para buscar a verdadeira espiritualidade. Orar, sem, no entanto usar vãs repetições ou aquelas palavras mirabolantes, querendo encantar quem nos ouve orar. Somos chamados a ler a Bíblia, sem nos orgulharmos da nossa capacidade de memorizar muitas passagens bíblicas e da capacidade de utilizar muitas palavras para ganhar outros em argumentos.
            O desafio também é para termos uma participação assídua na Igreja, sem aquela propaganda de nós mesmos. Somos chamados a praticar todos os atos de piedade, mas sem condenar aqueles nossos semelhantes que acompanham nosso ritmo de vida religiosa. Viver a nossa fé, por termos um compromisso sério com a vontade de Deus e a pregação de Jesus, procurando fazer sua vontade com todo o nosso ser, sem desprezar o próximo nem marginalizá-lo.

Espiritualidade Não é Religiosidade

ESPIRITUALIDADE NÃO É RELIGIOSIDADE.

– Alguns religiosos são muito carolas (e não há nada de errado com isto) e, por serem assíduos partícipes nos cultos e fieis colaboradores em atividades e projetos beneficentes socioculturais organizados pela igreja, acham que tem um alto grau de espiritualidade. Não sabem que espiritualidade transcende à carolice.
– Alguns religiosos são muito devotados (e não há nada de errado com isto!) e, por serem consagrados, fervorosos e bastante dedicados à igreja e à(s) divindade(s) correlata(s), pensam que tem um elevado grau de espiritualidade. Não sabem que espiritualidade transcende à devoção.
– Muitos religiosos são ferrenha e cegamente apegados à igreja e à(s) doutrina(s) professada(s) por ela. Estão sempre dispostos a defender com unhas e dentes a igreja e suas crenças introjetadas. Nada há que negative ou descredencie essa atitude, desde que não alcance a dimensão de “fanatismo”. Espiritualidade nada tem a ver com fanatismo!
– Todos fanáticos religiosos por se sentirem piedosos, devotados, carolas e religiosos, se julgam bastante espiritualistas, confundindo fanatismo com espiritualidade. Mas espiritualidade transcende ao apego exagerado a tudo que diz respeito à religião. – Transcende à religiosidade; volto a afirmar: Espiritualidade nada tem a ver com fanatismo.
– Muitos religiosos são bastante emotivos. Gostam e se sentem enlevados somente nos cultos tumultuados por gritos frenéticos, hinos de ritmos rápidos e acompanhados com palmas, expulsões de ‘maus’ espíritos, pulos e quedas ao chão propositais ou não e orações coletivas barulhentas, etc. Sentem, acham, então, que as reuniões nesses cultos são muito espirituais e que, também, eles são altamente espirituais, porque se enchem de fantásticos sentimentos e percebem que fortes emoções lhes percorrem as veias e os seus corpos.
– São esses mesmos religiosos, não obstante, que começam a abrir as bocas de sonolência num culto calmo e, certamente, enquanto o orador pronuncia um sermão singelo começarão a dormir pesadamente. E relatam convictamente: – Que culto sem espiritualidade; confundindo espiritualidade com barulho, excitação, emoção.
– Há os religiosos intelectuais que são exímios conhecedores de intrincados temas teológicos e espirituais, gabando-se de serem melhores e mais bem preparados do que a maioria dos outros irmãos. Por isso acham que são verdadeiramente espirituais, confundindo espiritualidade com intelectualidade.
– Há, ainda, os religiosos dogmáticos que estão tão arraigadamente aferrados a dogmas e doutrinas que julgam: Quaisquer outras pessoas que não professem nem acreditem no que defendem, estão irremediavelmente perdidos, afirmam acerca destes: – Estão fadados a arderem eternamente no fogo do inferno. Se julgam superiores e que já estão salvos por conhecerem a suposta “doutrina verdadeira”.
– Os dogmáticos se julgam verdadeiramente “os escolhidos” são os autênticos espiritualizados, por terem e defenderem a doutrina verdadeira. Não adianta discutir com eles, pois acham que são os portadores da verdade e pronto (como se a verdade pudesse pertencer a alguém ou a alguma instituição terrena!). Ou você aceita seu ponto de vista ou estará perdido. Eles confundem espiritualidade com apego à letra da lei.
– Como vimos, espiritualidade transcende a religiosidade. Qualquer que seja sua religião ela não garantirá sua espiritualidade nem sua salvação. São Tiago disse que a verdadeira religião é afastar-se da corrupção do mundo e visitar os necessitados em suas aflições e tribulações (físicas, emocionais, mentais, espirituais e econômicas). (Tiago 1 : 27).
– Portanto, amigo, sua espiritualidade transcende a sua religião, se você possui uma. Seja você religioso ou não, ela está ligada à sua capacidade prática de amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Está ligada, portanto, ao seu autoconhecimento; pois, como você pode amar-se, ter bom nível de autoestima e amor próprio, sem conhecer-se a si mesmo? Medite sobre esta importante verdade.
 fanatismo se caracteriza pelo fato de concentrar todas as energias em uma única realidade, de maneira cega, ignorando os outros, seja as suas ideias que as situações que vivem. Portanto existe fanatismo quando coloco aquilo que penso como realidade suprema, minimizando tudo o que está em volta de mim, julgando todo o resto como sem importância.
Aplicando isso à vida religiosa, significa julgar a própria prática de fé como a única possível, excluindo à priori todo e qualquer diálogo com quem não está na mesma estrada. O diálogo existe exclusivamente como tentativa de trazer o outro para a minha estrada. Isso leva a um extremo egoísmo, embora camuflado de vontade de fazer o bem aos outros. Ficamos cegos e pensamos que quem não está conosco está perdido. Até mesmo Deus perde, em certo sentido, a sua importância: vale aquilo que eu penso que seja justo, aquilo que o pastor disse ou aquilo que julgo querer dizer a Bíblia.
Em relação à Bíblia, um fanático a lê com olhar unilateral, muitas vezes de modo literral, sem olhar o percurso que a interpretação bíblica fez e, principalmente, sem a busca de conhecimento e estudos que faz emcom que o foco seja a Bíblia e não as nossas ideias. O fundamentalista explora a Bíblia buscando frases feitas, extraindo do seu contexto, usando-as para fundamentar as próprias ideias e justificar as próprias escolhas.
Um religiso sério deve ser, claramente, convinto da própria religião, seguindo o Deus em que acredita. Ao mesmo tempo precisa ter abertura, aceitar a diferença, o diálogo. Também o religioso sério expõe as próprias ideias sobre Deus, sobre a teologia, lê a Bíblia e a condivide com o ambiente em que vive. Todavia é capaz também de escutar alguém que não crê, estabelecer um verdadeiro diálogo, sem pensar que o outro será salvo só se vier na própria igreja.
Concluindo, um religioso verdadeiro não é nunca um "simples religioso". Toda pessao religiosa deve ter sempre, dentro de si, uma convicção fanática, seguir com afinco aquilo que acredita. A diferença está na abertura em relação aos outros, que deriva da própria ideia que se tem da fé e do Deus em que se acredita: se julgo o outro como alguém que está errado e eu estou certo, não é um bom sinal!


Fonte:

http://prsergiopereira.blogspot.com.br/2013/07/a-religiosidade-o-fanatismo-religioso-e.html
http://virtualmarketingpro.com/blog/samoeldubem/espiritualidade-nao-e-religiosidade/

http://estudosbiblicosonline.com.br/?p=644

http://www.abiblia.org/ver.php?id=7327#.VMgqPflYO60

 


 

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