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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

628-MAIS UMA FESTA SATANICA!.HERANÇA DO ANTIGO PAGANISMO!.

 

OS MALES DA CARNAVAL


OS MALES DO CARNAVAL

São milhões de pessoas nas ruas, fantasias, bebidas,  imoralidade, violência, AIDS e muitas outras desgraças. É o carnaval, a festa mais popular do Brasil.
Carnaval vem de “carnis valles”, sendo que carnis do grego significa carne e valles significa prazeres. Então carnaval quer dizer prazeres da carne. É exatamente isto: a carne domina esta festa diabólica.  O Papa São Gregório Magno teria dado ao último domingo antes da Quaresma, ou seja, ao domingo da Qüinquagésima, o título de “dominica ad carnes levandas”; a expressão haveria sido traduzida para  carnaval”.
No Brasil começou no século 17  através do governador geral Salvador Correia de Sá e hoje aproveitando das características de cada cidade a folia sempre traz seus males  para cada cidade do país, em alguns lugares muito pior que outros. O carnaval é uma desgraça para todos. Quando a igreja faz um evento, como marchas, passeatas contra as drogas e outras atividades, nenhuma autoridade se move para investir, mas no  carnaval milhões  de reais  são gastos sem trazer nada positivo só desgraças e males diversos.

ASPECTOS RELIGIOSOS
Alem de um histórico relacionado com deuses pagãos do Egito e Roma, podemos observar que o rei momo se origina no deus da bebida, ou seja, no demônio que destrói os lares com bebedeira que provoca acidentes e desgraças. O carnaval também é uma festa da igreja católica relacionada com a quaresma, Seria relacionado com o jejum da igreja católica. Diante desta relação espiritual podemos concluir que esta é uma festa da opressão demoníaca, principalmente porque teve origem nos deuses pagãos, sendo seqüenciado pela idolatria da igreja católica.
Perceba esta sutiliza espiritual desta festa e saiba que estamos diante de uma batalha espiritual. Vale lembrar que antes de cantar e tocar em um trio elétrico, em Salvador, muitos músicos fazem pactos e despachos com entidades demoníacas. Há toda uma ação espiritual do mal em torno desta festa.

AS MÁSCARAS

O terapeuta Henrique Vieira Filha afirma em um artigo publicado na internet o seguinte: “Das várias divindades "pagãs" relacionadas aos rituais da primavera, a que melhor se adequa ao atual espírito carnavalesco é Baco (Dioníso), deus do paroxismo, ou seja, ele conduz a conhecer nosso lado oculto, simplesmente vivenciando-o... E é exatamente isto que muitos fazem neste período, saciando desejos ocultos e reprimidos,  envolvendo libertinagem, violência e várias formas contrárias aos valores estabelecidos. Trata-se de uma catarse coletiva, uma "válvula de escape", sob relativa tolerância da sociedade, visto que são manifestações limitadas no tempo e espaço.
Alguns historiadores associam o uso de máscaras e fantasias como forma de ocultarem as verdadeiras identidades, evitando represarias após findo o período de inversão de valores, onde escravos se faziam de senhores e a oposição criticava a situação. Ao invés de ocultar, as máscaras servem justamente para despertar em quem as usa, as características ocultas e que são tradicionalmente atribuídas ao ser personificado. Ritualisticamente, nas mais variadas culturas, preparações geralmente relacionadas com religiões pagãs e cultos aos demônios, objetivando que os atributos evocados não venham a sobrepujar o "eu" do usuário.” Ou seja o usuário da máscara não aparece, permitindo ao mesmo cultuar ao deus que ele quiser e ter os comportamentos que atendem seus desejos sem contudo ser identificado. Fica livre das críticas e julgamentos.

DROGAS E ÁLCOOL

Há o aumento do tráfico de drogas de várias partes do mundo para o carnaval do Brasil. Durante o carnaval acontece a maior bebedeira do ano. Drogas são como água nas ruas das cidades, inclusive com a iniciação de muitos adolescentes no mundo dos drogados. Muitas crianças e adolescente tomam a sua primeira dose ou seu primeiro gole. Os males se estendem pelo resto da vida. Foge do controle da policia. Foge do controle da família. Foge do controle de todos. É uma loucura total.

 VIOLÊNCIA

Depois do carnaval você encontra manchetes de jornais como estas:

-Terror. Quarta Feira negra. chega a 189 o número de cadáveres nas rodovias no carnaval. A polícia rodoviária registrou 3.563 acidentes, o Número de mortos supera 2010 e 2009.

O número total de ocorrências na folia de Salvador (BA) cresceu 2,7% em 2011, segundo balanço da Secretaria de Segurança Pública. O número foi puxado pelo aumento de registros de lesões corporais causadas por brigas, que teve aumento de 22%, entre o Carnaval de 2010 e 2011. De acordo com o balanço da secretaria, foram 1.226 registros em 2011, contra 1.193 em 2010.

Brigas, assassinatos, roubos, assaltos e muito mais é o que acontece  de forma  destruidora durante o carnaval.

 CONTRAVENÇÃO

Segundo o repórter  Jorge Antonio Barros  publicou em artigo na internet: “Das 12 escolas de samba do Grupo Especial do Rio, seis são de bicheiros, uma do tráfico de drogas e outra da máfia do óleo, um grupo criminoso que há anos rouba combustível de embarcações ancorados na Baía de Guanabara. Entra para Grupo Especial no ano que vem mais uma, de Jacarepaguá, uma região da cidade dominada pelas milícias”.  

 DOENÇAS

Muitas doenças como gripe, herpes, hepatite, conjuntivite e muitas outras acontecem durante o carnaval. A ocorrência dessas doenças é fruto da combinação entre as costumeiras aglomerações, os muitos beijos e a falta de descanso e de alimentação corretos durante a festa, que provoca a diminuição da imunidade do organismo. A maioria desses males é transmitida pelo contato entre as pessoas.
Atitude da igreja
   Geralmente no carnaval muitos crentes e líderes abandonam suas cidades para fazerem retiros, viagens, passeios e muitas outras atividades. Simplesmente abandonamos nossa cidade e a deixamos entregue ao diabo. Entendo que devemos mudar nosso comportamento. Porque deixar o diabo á vontade para destruir nossa cidade?. É hora de nos organizarmos com trabalhos de oração e de evangelização durante o carnaval. Em Salvador nossa igreja participa de um projeto chamado “Espiritual Salvador”, quando as igrejas passam 100 dias de oração antes  do carnaval e durante a folia a igreja vai para o circuito de carnaval para evangelizar e atender as pessoas e no horário que os trios e blocos estão de folga a igreja faz concentrações evangelísticas e milhares de pessoas aceitam a Cristo durante os 6 dias de carnaval. Creio que podemos fazer mais e melhor em todo território nacional. Que não haja silencio em nós.  

 (ESTA MENSAGEM FOI PUBLICADA NO MENSAGEIRO DA PAZ DE FEVEREIRO)
A Origem Pagã do Carnaval

O carnaval, para surpresa de muitos, é um fenômeno social anterior a era cristã. Assim como atualmente ela é uma tradição vivenciada em vários países, na antiguidade, o carnaval também era uma prática em várias civilizações. No Egito, na Grécia e em Roma, as pessoas das diversas classes sociais se reuniam em praça pública com máscaras e enfeites para desfilarem, beberem vinho, dançarem, cantarem e se entregarem as mais diversas libertinagens.

Há estudiosos que defendem que estas celebrações, festas ou cultos, tiveram a sua origem na Grécia, entre os anos 605 e 527 a.C., com cultos a deuses da agricultura, e cuja finalidade era terem boas colheitas.

Outros, acham que se iniciou, muito mais cedo, no Egipto, em homenagem à deusa Ísis e ao Touro Apis. Noutros registos, encontramos, na Pérsia, festas da deusa da Fecundidade Naita e de Mira, deus dos Pastores; na Fenícia, Festa da deusa da Fecundidade Astarteia; em Creta, festa da Grande Mãe, deusa protectora da terra e da fertilidade, representada por uma pomba; na Babilónia, as Sáceas, festas que duravam cinco dias e eram marcadas pela licença sexual e pela inversão dos papéis entre servos e senhores, e pela eleição de um escravo rei que era sacrificado no final da celebração.

Outros alvitram que poderá ter sido na Roma Antiga, em honra dos deuses Baco e Saturno. Vamos então encontrar o Carnaval associado às Bacanais ou Grandes Dionisíacas (festa da terra, do vinho e das florestas), efectuadas em Roma e na Grécia em louvor de Baco ou Dioniso (com a prova do vinho novo), que decorriam nos três meses de Inverno, celebradas, principalmente, pelos camponeses, que se apresentavam mascarados durante as festividades.

O Carnaval Pagão começa quando Pisistráto oficializa o culto a Dioniso na Grécia, no século VII a.C. e termina quando a Igreja adota, oficialmente, o carnaval em 590 d.C. Será que termina?

A única diferença entre o carnaval da antiguidade para o moderno é que, no primeiro, as pessoas participavam das festas mais conscientes de que estavam adorando aos deuses. O carnaval era uma prática religiosa ligada à fertilidade do solo. Era uma espécie de culto agrário em que os foliões comemoravam a boa colheita, o retorno da primavera e a benevolência dos deuses. No Egito, os rituais eram oferecidos ao deus Osíris, por ocasião do recuo das águas do rio Nilo. Na Grécia, Dionísio, deus do vinho e da loucura, era o centro de toda as homenagens, ao lado de Momo, deus da zombaria. Em Roma, várias entidades mitológicas eram adoradas a começar por Júpiter, deus da urgia, até Saturno e Baco.

A festa em louvor a Dioniso se desdobrava em quatro celebrações, em Atenas: as Dionísias Rurais, as Leneias, as Dionísias Urbanas ou Grandes Dionisias e as Antestérias, se estendendo de dezembro à março.

Estas festas que tiveram grande desenvolvimento no século VI a.C. acabaram por gerar o que se pode chamar “bagunça Dionisíaca”, por isso foram fortemente reprimidas no século V a.C., no auge do desenvolvimento artístico cultural da Grécia (governo de Péricles – 443 – 429 a.C.) quando a cidade foi embelezada por monumentos como Partenon espalhando seu brilho por todo Mediterrâneo.

O século V a.C. foi o grande período da Grécia Clássica. Entretanto a influência política e cultural somente atingiu seu esplendor no século IV quando Alexandre, o Grande, expandiu as conquistas gregas formando colônia em lugares afastados como o leste do Afeganistão e as fronteiras da Índia. É a chamada época Helenista. Nessa ocasião foi introduzida na Grécia o culto a Isis

Em 370 a.C., quando Atenas perde a hegemonia da arte já se pode sentir a penetração do culto a Dioniso em Roma.

As bacchantes, sacerdotisas que celebravam os mistérios do culto a Dioniso, nesse tempo mais conhecido como Baco (é com o nome de Baco que Dioniso entrou em Roma, daí alguns estudiosos afirmarem a origem italiana da palavra), ao invadirem as ruas de Roma, dançando, soltando gritos estridentes e atraindo adeptos em número crescente, causaram tais desordens e escândalos que o Senado Romano proibiu as Bacanais, em 186 a.C..
Na Roma antiga, o mais belo soldado era designado para representar o deus Momo no carnaval, ocasião em que era coroado rei. Durante os três dias da festividade, o soldado era tratado como a mais alta autoridade local, sendo o anfitrião de toda a orgia. Encerrada as comemorações, o “Rei Momo” era sacrificado no altar de Saturno. Posteriormente, passou-se a escolher o homem mais obeso da cidade, para servir de símbolo da fartura, do excesso e da extravagância.

Com a supremacia do cristianismo a partir do século IV de nossa era, várias tradições pagãs foram combatidas. No entanto, a adesão em massa de não-convertidos ao cristianismo, dificultou a repressão completa. A Igreja foi forçada a consentir com a prática de certos costumes pagãos, muitos dos quais, cristianizados para que se evitasse maiores transtornos. O carnaval acabou sendo permitido, o que serviu como “válvula de escape”, diante das exigências que eram impostas aos medievos no período da Quaresma.

Com o cristianismo, a Igreja Católica transformou alguns desses rituais pagãos em homenagens aos santos, conferindo-lhes um carácter sagrado de acordo com os princípios cristãos. Vários elementos das antigas festas pagãs, porém, foram preservados.

Na Quaresma, todos os cristãos eram convocados a penitências e à abstinência de carne por 40 dias, da quarta-feira de cinza até as vésperas da páscoa. Para compensar esse período de suplício, a Igreja fez “vistas grossas” às três noites de carnaval. Na ocasião, os medievos aproveitavam para se esbaldar em comidas, festas, bebidas e prostituições, como na antiguidade.

Na Idade Média, o carnaval passou a ser chamado de “Festa dos Loucos”, pois o folião perdia completamente sua identidade cristã e se apegava aos costumes pagãos. Na “Festa dos Loucos”, tudo passava a ser permitido, todos os constrangimentos sociais e religiosos eram abolidos. Disfarçados com fantasias que preservavam o anonimato, os “cristãos não-convertidos” se entregavam a várias licenciosidades, que eram, geralmente, associadas à veneração aos deuses pagãos.

Etimologicamente falando, a origem da palavra "Carnaval" também tem várias versões. Uns acham que deriva de "carne vale" (adeus carne), enquanto outros justificam que se trata do início do período Quaresmal, época esta espiritual, de privação da carne na alimentação. E há ainda diversas outras interpretações.

O carnaval na Idade Média foi objeto de estudo de um dos maiores pensadores do século XX, o marxista russo Bakhtin. Em seu livro Cultura Popular na Idade Média e no Renascimento, Bakhtin observa que no carnaval medieval – “o mundo parecia ficar de cabeça para baixo”. Vivia-se uma vida ao contrário. Era um período em que a vida das pessoas tornava-se visivelmente ambígua, pois a vida oficial – religiosa, cristã, casta, disciplinada, reservada, etc. – amalgamava-se com a vida não-oficial – a pagã e libertina. O sagrado que regulamentava a vida das pessoas era profanado e as pessoas passavam a ver o mundo numa perspectiva carnavalesca, ou seja, liberada dos medos e das pressões religiosas.

Com a chegada da Idade Moderna, a “Festa dos Loucos” se espalhou pelo mundo afora, chegando ao Brasil, ao que tudo indica, no início do século XVII. Trazido pelos portugueses, o ENTRUDO – nome dado ao carnaval no Brasil – se transformaria na maior manifestação popular do mundo e por tabela, numa das maiores adorações aos deuses pagãos do planeta.

Quem disse que o Paganismo não existe mais?

Alguns anos após os descobrimentos, os Portugueses, levaram para o Brasil o festejo do Carnaval.

Nos dias de hoje, é decerto um dos países onde se comemora mais freneticamente esta festa, pelo impulso que deram com a introdução dos seus ritmos sambistas e africanos. E também pelo calor das gentes, pela mistura de raças e dos seus ritmos.

Em África, os rituais que sobressaíam eram e são, entre outros, a dança à volta de fogueiras e as pinturas (máscaras improvisadas) no rosto e corpo.

Cada país onde se celebra o Carnaval festeja-o de maneira diferente, dando o seu cunho próprio com a manifestação das suas tendências culturais.

A partir de 1545, o Carnaval é reconhecido como uma festa popular.Foram estabelecidas posteriormente, pelo Papa Gregório XIII, as datas desta comemoração; nunca poderia coincidir com o festejo da Páscoa Católica. De acordo com um cálculo baseado no equinócio da Primavera, o Carnaval deveria ser celebrado sempre no 7ª domingo que antecede o domingo de Páscoa (Católica).
E assim, até aos dias de hoje, o Carnaval continua a ser comemorado um pouco por todo o mundo, seguramente por significar "alegria" mesclada com um sabor de "anarquia", em contraste com um quotidiano cada vez mais cinzento, previsível e desprovido de encanto.

Depois do Egipto, o primeiro, do segundo na Grécia e Roma Antigas e do terceiro, no Renascimento Europeu, particularmente em Veneza, o Carnaval encontra no Rio de Janeiro o seu quarto centro de excelência resgatando o espírito de Baco e Dionisus, segundo a tese de Hiram Araújo - estudioso do Carnaval e do samba - ao contar uma história que completa o seu sexto milénio e que acompanha a própria história da humanidade. A história do Carnaval, considerando os seus Centros de Excelência, está dividida em quatro períodos:

O Originário, (4.000 anos a.C. ao século VII a.C.),

O Pagão, (do século VII a.C. ao século VI d.C.),

O Cristão (do século VI d.C. ao século XVIII d.C.)

O Contemporâneo (do século XVIII d.C. ao século XX).

E mesmo sendo uma festa associada a adoração á deuses pagãos e libertinagem, infelizmente hoje no Brasil, milhares celebram esta festa.


Fontes:
passeiweb.com
marius.blogs.sapo.pt
porentremontesevales.blogspot.com
comunidade.sol.pt/blogs/olindagil
bruxaria.net


O CARNAVAL é uma festa cristã ou pagã? Boa ou ruim?
A própria origem do carnaval ainda é algo indefinido para os historiadores. Muito embora o Carnaval, segundo a Enciclopédia Barsa, seja definido como “um conjunto de festividades populares que ocorrem em diversos países e regiões católicas nos dias que antecedem o início da Quaresma, principalmente do domingo da Qüinquagésima à chamada terça-feira gorda”, podemos afirmar, com toda a certeza, de que se trata de uma festividade totalmente pagã, que não guarda nenhuma relação com o cristianismo.
O carnaval tem sido atribuído à evolução e à sobrevivência do culto de Ísis, dos festejos em honra de Dionísio, na Grécia, e até mesmo às festas dos "inocentes" e "doidos", na idade Média, dando origem aos carnavais dos tempos modernos.
Segundo relata o estudioso e pesquisador Hiram Araújo em seu livro Carnaval, a origem das festas carnavalescas não têm como ser precisamente estabelecidas, talvez possam estar ligadas aos cultos agrários, às festas egípcias e, mais tarde, ao culto a Dionísio, ritual que acontecia na Grécia, entre os anos 605 e 527 a.C.
Para a maioria dos pesquisadores, é provável que o Carnaval tenha se originado no Império Romano, ainda antes do nascimento de Cristo. Nessa época, celebravam-se as Saturnálias, festas em homenagem ao deus do tempo, Saturno. Elas aconteciam nos meses de novembro e dezembro, e todos os segmentos da sociedade participavam. Dos membros da nobreza aos escravos, todos se misturavam nas ruas para as comemorações, que incluíam muita comida, bebida, música e dança, nada muito diferente do que ocorre hoje.
Nos primeiros séculos a Igreja Católica não tinha expressão dentro do mundo greco-romano. Somente no século 4, o imperador Constantino publica o Edito de Milão (313 d.C.), que torna o catolicismo a religião oficial do Império e proíbe a perseguição de cristãos. A partir do século 4, a Igreja cria uma estrutura mais forte e elabora um cronograma oficial para as festas litúrgicas – Natal, Quaresma e Páscoa – dentro do calendário Juliano.
Como a Igreja pautava-se nos padrões éticos e morais, não permitia uma série de excessos na Quaresma, como a realização de bacanais e saturnálias. Então, as pessoas passaram a aproveitar o último dia antes do início da Quaresma para fazerem tudo a que “tinham direito”. O carnaval é realizado justamente neste período e remonta às características das festas pagãs.
Assim estas festividades pagãs foram movidas para antes do início desse período - a mesma data atual - e ganharam o nome de “carnem levare”, que em latim significa "adeus à carne", ou seja, uma despedida dos chamados prazeres carnais, dos tais excessos que caracterizavam as Saturnálias e eram, como ainda são, reprovadas pela Igreja.
É importante ressaltar que antes das Saturnálias (Romanas), no Egito, no período da estação do outono realizava-se a festa do boi Apis (animal sagrado). Escolhia-se o boi mais belo e todo branco o qual era pintado com várias cores, hieróglifos e sinais cabalísticos (branco = pureza, então, pintar o boi significa torná-lo impuro). O boi era conduzido pelas ruas e levado até o rio Nilo, onde era afogado. Em procissão, sacerdotes, magistrados, homens, mulheres e crianças, fantasiados grotescamente, iam atrás dele (o boi) dançando, cantando em promiscuidade até seu afogamento.
Frise-se que na mitologia Grega, Júpiter se fez passar por um boi, seduziu a princesa Europa e a conduziu para o mar até uma praia deserta onde a possuiu. É fato que estes relatos estão entrelaçados, pois o inimigo sempre atuou no mundo de forma discreta e às vezes até imperceptível para levar as almas à perdição, como na Babilônia, como mais adiante explico.
No entanto, a Saturnália iniciava-se com César e eram protegidas por Baco, o deus do vinho (daí o termo Bacanal). Nos dias de folia, tudo se invertia e ao participar dessa inversão, as pessoas representavam papéis, e fingiam ser o que não eram. Tanto que o rei da festa, o Rei Momo, era um escravo (da classe mais baixa de Roma) e podia ordenar o que quisesse durante as festividades. Durante seu reinado, era praticado, sobre o seu comando, todo tipo de orgia, bebedeira e lasciva. No término das festividades, ou seja, no final do quarto dia, o rei Momo era sacrificado de forma brutal no altar de Saturno. Mas quem afinal é a entidade Momo?
Momo era o deus da irreverência, e irreverência, segundo os léxicos, é sinônimo de desrespeito, profanação, sacrilégio, ofensa, desconsideração, desculto, desveneração e relaxo. E aqui eu faço uma pausa e chamo sua atenção! Diante desta definição de Momo dada pelos dicionários, pode-se afirmar com tranqüilidade que Momo nada mais é do que o próprio Satanás que se insurge contra o próprio Deus e leva os homens à profanarem seu próprio corpo que é o templo do Espírito Santo.
A própria Mitologia Grega relata que, por ser irreverente e profanador, Momo teria sido expulso do Olimpo (local onde os gregos acreditavam morar os deuses da sua mitologia). Mas porque afirmar que essa entidade era cultuada em Roma se a sua origem é Grega? Momo é uma das formas de Dionísio, o deus Baco, patrono do vinho e do seu cultivo (para os Romanos), daí também se origina o termo Bacanal que significa festas orgísticas.
Frise-se que Saturno (deus cultuado nas saturnálias) também é conhecido como o deus sol e isso nos retrocede bem antes da época dos reinados Romano, Grego e Egípcio, nos levando até um homem chamado Ninrode (Gênesis, 10:8 a 12).
O princípio do reino de Ninrode foi Babel. Babel nos faz lembrar da torre, derrubada por DEUS, e o surgimento de várias línguas (Gênesis, 11:1 a 9). Ninrode e seu povo decidiram levantar uma torre, no intento de tocarem o céu, para levantarem seu nome. Desejaram o mesmo que Lúcifer desejou, colocar seu nome acima do nome do único DEUS. A essência da atitude de Ninrode e seu povo é: nós somos poderosos na terra e também seremos poderosos nos céus. Não haverá ninguém como nós.
Mas o SENHOR destruiu todo esse intento e colocou um nome acima de todo nome, o nome de Jesus. Essa torre representa a declaração de que “nós entramos nos céus, nós dominamos os céus, nos tornamos poderosos na terra e nos céus”.
Voltando ao relato, Ninrode foi o homem que, com seu poder, deu início a uma civilização chamada Babilônia. Localizaremos em Babilônia o início de todas as profanações, todos os cultos a outros deuses. Ali, milhares de deuses eram cultuados, mas Javé, o verdadeiro DEUS, não era cultuado.
Quando Ninrode morre, sua mulher, Semirames, declarou que Ninrode era o deus sol e seu filho Tamus era a reencarnação de Ninrode, ou seja, Tamus era o deus sol encarnado.
Voltando para os dias de hoje, antes do carnaval é feita uma eleição, e é escolhido um homem, que é coroado rei, para reinar e comandar os dias da festa, que é chamado rei Momo, que nada mais é do que uma representação viva de Satanás. Pode-se afirmar que o carnaval de hoje é a mesma festa que acontecia no passado, com algumas mudanças estratégicas feitas por Satanás, já que nos dias de hoje não seria aceitável o sacrifício do representante Momo, Satanás troca essa vida (o sacrifício do rei Momo) pela vida de todos os que são brutalmente assassinados no período do carnaval.
Mas o pior de tudo vem agora, pois após ser coroado, essa representação da entidade maligna, Momo, Baco, Dionísio, Saturno, deus sol (Ninrode, Tamus), recebe das mãos do prefeito da Cidade ou da autoridade máxima daquela localidade, Estado ou País, as chaves “da cidade” e este ato de entrega das chaves, no mundo espiritual tem uma repercussão devastadora, pois chave na Bíblia significa poder, autoridade, domínio, ligar, desligar e abrir e fechar. Isaias 22:22, Apocalipse, 1:18, 3:7, 9:1 e 20:1. Mateus, 16:19 “Dar-te-ei as chaves do reino dos céus; o que ligares na terra terá sido ligado nos céu; e o que desligares na terra terá sido desligado nos céus”.
Assim, Satanás e sua legião de demônios literalmente passam a reinar no carnaval ao receber as chaves da cidade através de Momo e ligam espiritualmente os foliões ao inferno. Satanás é tão astuto que traz para todas as culturas e povos um modo de ser adorado, e ainda mais, faz com que ações sejam tomadas para afirmar sua posse sobre a terra (Mt. 4:8 e 9).
Por fim, em Mateus 4:10-11 está escrito: “Então Jesus o ordenou : Retira-te, Satanás, porque está escrito: ao SENHOR, teu Deus, adorarás, e só a ELE darás culto. Com isto o deixou o diabo, e eis que vieram anjos e o serviram”.
Enfim, trago essa reflexão, para que nós, cristãos, pensemos coerentemente antes fazer parte desse festejo, pois há muitos que curtem o carnaval hoje em dia e até acham que o carnaval é bom, porém eles não têm consciência da armadilha maléfica que estão sendo induzidos a participar.


Fonte:
http://www.canaldagraca.com/artigo_57.htm

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