CORINHOS ANTIGOS

CONTADOR DE VISITAS

contador de acessos

MENSAGENS COM FLORES

NAO À IDEOLOGIA DE GÊNERO

Defesa do Evangelho-Paulo Junior

Conselhos práticos cristãos

JOGO BÍBLICO DE PERGUNTAS

LEITURA EM INGLÊS

LEITURA EM INGLÊS

LEITURA EM INGLÊS 02

LEITURA EM INGLÊS 02

NOTICIAS DE CONCURSOS

link me

Prof Marcio de Medeiros

Por favor coloque este codigo em seu site ou blog e divulgue o nosso blog

Pag do facebook 02

sábado, 6 de setembro de 2014

670-OS TIPOS DE BATISMO



















Batismo, Vários Tipos 


A Bíblia relata vários tipos de batismos:



1. Batismo Para Arrependimento e Perdão = Batismo de João Batista. (Mc 1:4 – Lc 3:3)  No batismo nas águas, quem batiza é um servo de Deus, o elemento é a água; o profeta João Batista (Lc 7:28) ensina que, no batismo no (com o) Espírito Santo, quem batiza é Jesus e quem representa o elemento é o Espírito Santo (Mt 3:11 – Mc 1:8 – Lc 3:16 – Jô 1:33), relembrando que o Espírito Santo é uma pessoa e é Deus.    



2. Batismo Instituído por Jesus (Mt 28:19) → Jesus após ressuscitado, ordenou o batismo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.




3. Batismo em Cristo = Batismo na Morte de Cristo (Rm 6:3,4) → TODOS os “batizados em Cristo” são “batizados na morte de Cristo” (Rm 6:3), são “sepultados junto com Cristo”, por meio do batismo (Rm 6:4 – Cl 2:12) e dessa maneira unem-se a Cristo (Rm 6:5) e são revestidos de Cristo (Gl 3:27).
Os batizados em Cristo morrem com Cristo (Rm 6:8), mas, através da fé no poder de Deus, são também ressuscitados, assim como Deus ressuscitou a Cristo dentre os mortos (Rm 6:4,5 – Rm 6:8 – Cl 2:12).




4. Batismo no (com o) Espírito Santo → Essa expressão aparece sete vezes na Bíblia (Mt 3:11 – Mc 1:8 – Lc 3:16 – Jô 1:33 – At 1:5 – At 11:16 – 1Co 12:13). No texto grego, a preposição usada é sempre “EN (en)”, nas sete passagens; a tradução, portanto, pode ser tanto “batizar no Espírito Santo” quanto “batizar com o Espírito Santo”. O apóstolo Paulo, ensinando sobre o Corpo de Cristo (1Co 12:12,13 - Rm12:4,5), ensina que TODOS os que fazem parte do Corpo de Cristo são batizados no Espírito Santo (1Co 12:12,13), ou seja, não é possível fazer parte do corpo de Cristo sem ser batizado no (com o) Espírito Santo. Em “Mateus 3:11” e em “Lucas 3:16” a expressão usada é “Espírito Santo e fogo”.




5. Batismo Com Respeito a Moisés (1Co 10:2) → É uma figura (alegoria) em que, na passagem pelo mar, os israelitas passaram a seco e os inimigos (os egípcios) morreram, ao contrário do batismo em Cristo, no qual é o velho homem que é sepultado com Cristo. 




6. Batismos Judaicos (– Mc 7:4 –Lc 11:38 – Hb9:10 – Hb 6:2) → Eram rituais judaicos de lavagem das mãos e de objetos (abluções) que; no grego, a palavra usada para essas lavagens rituais também é “batismo”.




7. Batismo Pelos Mortos (1 Co 15:29) → Existe o relato bíblico de que alguns coríntios tinham a prática de batizarem a favor dos mortos; isso é um relato bíblico, não é uma orientação.

 

BATISMO NAS ÁGUAS


INTRODUÇÃO
Este Assunto é da maior importância, pois  se trata de uma Ordenança estabelecida por  Jesus juntamente com a Santa Ceia que já postei em Artigo com o Título: “O Enigma da Santa Ceia”, no Site;
A importância e o simbolismo que envolve a prática do Batismo deve ser motivo de conhecimento, entendimento e discernimento por parte de quem tem o Ofício Sacerdotal para realizá-lo, bem como, do batizando.
Batizando = pessoa arrependida, convertida e esclarecida que deseja se submeter ao Batismo nas Águas.

A ORIGEM DO BATISMO CRISTÃO NAS ÁGUAS
O Profeta João Batista possui uma importância teológica fundamental em relação ao Cristianismo, como Precursor, Preparador e Anunciador do Reino de Deus,  conforme deixa evidente as referências a seguir:
Isaías
40.3   Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do SENHOR; endireitai no ermo vereda a nosso Deus.
Mateus
3.3 Porque este é o referido por intermédio do profeta Isaías: Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas.
Lucas

3.4 conforme está escrito no livro das palavras do profeta Isaías: Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas.
João

1.23 Então, ele respondeu: Eu sou a voz do que clama no deserto: Endireitai o caminho do Senhor, como disse o profeta Isaías.
Marcos 1: 1 a 8;
1.1   Princípio do evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus.
1.2   Conforme está escrito na profecia de Isaías: Eis aí envio diante da tua face o meu mensageiro, o qual preparará o teu caminho;
1.3   voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas;
1.4   apareceu João Batista no deserto, pregando batismo de arrependimento para remissão de pecados.
1.5   Saíam a ter com ele toda a província da Judéia e todos os habitantes de Jerusalém; e, confessando os seus pecados, eram batizados por ele no rio Jordão.
1.6   As vestes de João eram feitas de pêlos de camelo; ele trazia um cinto de couro e se alimentava de gafanhotos e mel silvestre.
1.7   E pregava, dizendo: Após mim vem aquele que é mais poderoso do que eu, do qual não sou digno de, curvando-me, desatar-lhe as correias das sandálias.
1.8   Eu vos tenho batizado com água; ele, porém, vos batizará com o Espírito Santo.
JOÃO BATISTA E O BATISMO NAS ÁGUAS
O Batismo de João não era essencialmente judaico, apesar de sua similaridade com o batismo judaico dosprosélitos, por imersão;
Prosélito – Pagãos convertidos ao Judaísmo, que através do Batismo em Águas selavam o compromisso.
O Batismo de João era Divino, isto é, foi Deus quem lhe mandou realizar, conforme suas próprias palavras em João 1: 33 :
“ Eu não o conhecia; aquele, porém, que me enviou a batizar com água, me disse : Aquele sobre quem vires descer e pousar o Espírito, esse é o que batiza com o Espírito Santo ” – João 1: 33.
DETALHE : “AQUELE, PORÉM, QUE ME ENVIOU A BATIZAR COM ÁGUA”  – QUEM ???
Não deixa dúvidas que foi do REINO CELESTIAL que partiu esta determinação transcendental para João Batista,como Profeta,  Batizar com água;
O Batismo de João era por imersão no Rio Jordão ( Marcos 1: 4 e 5 ) como deixa claro as referências em Romanos 6: 1 a 4
Marcos 1 : 4 e 5
4 – Apareceu João batizando no deserto, e pregando o batismo de arrependimento, para remissão dos pecados.
5 – E toda a província da Judéia e os de Jerusalém iam ter com ele; e todos eram batizados por ele no rio Jordão, confessando os seus pecados.
Romanos 6: 1 a 4
6:1 QUE diremos pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça abunde?
6:2 De modo nenhum. Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?
6:3 Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte?
6:4 De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida.
Paulo está fazendo uma analogia do SEPULTAMENTE com a IMERSÃO do Batismo nas Águas, e, da RESSURREIÇÃO de Cristo com a SAIDA das ÁGUAS após a IMERSÃO, como uma novidade de vida, isto é, Um Novo Nascimento, em Cristo;
DETALHE :
“Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo” ( Romanos 6: 3) = Paulo está dizendo que foi Batizado por IMERSÃO, isto é, todos os Discípulos, certamente, se submeteram ao Batismo nas águas, por IMERSÃO; – “FOMOS “ – plural
“batizados em Jesus Cristo” = Paulo usou uma linguagem figurada para caracterizar o Batismo como o sepultamento de Jesus comparado com imersão nas águas, e a ressurreição de Jesus com a saída das águas para uma nova vida.
PENSE NISSO :
O Nascimento Vaginal se dá inicialmente pela fecundação que forma uma bolsa líquida, onde se processa a gestação; Nós nascemos para a vida, através uma IMERSÃO;
O Batismo por IMERSÃO, simbolicamente, tem o mesmo sentido, em que somos imersos na água e emergimos para uma NOVA VIDA em Cristo.
Precisa ficar esclarecido que apesar da Bíblia mostrar que o Batismo nas Águas era originalmente por IMERSÃO,e que esta prática deve ser seguida pela Igreja de Cristo, nada impede que o Batismo por ASPERSÃO ouDERRAMAMENTO seja praticado, principalmente considerando as seguintes situações especiais:
Um doente em estado terminal num leito de Hospital que tenha aceitado a JESUS como seu único e EternoSalvador e queira ser Batizado, somente por ASPERSÃO poderá ser realizado;
Precisa ficar entendido que o Batismo por Aspersão de uma pessoa em estado Terminal só é possível com autorização médica, e por desejo insistente do doente, após envidado todos os esforços para convencê-lo, com sabedoria, que sua Salvação não depende do Batismo;
No Pólo Norte onde vivem os Esquimós, em Região de “Iglus”, o Batismo por IMERSÃO não tem sentido prático, e neste caso o Batismo por ASPERSÃO é uma solução, na falta de um Batistério com água em condições  tecnológica de temperatura normal.
Numa Região de pouca água onde não é possível a Imersão, excepcionalmente por motivo de força maior, tem sentido o Batismo por DERRAMAMENTO, isto é, derramar através de um vasilhame a água sobre a cabeça da pessoa que está sendo batizada;
Precisa ficar entendido que os exemplos citados são de casos excepcionais por motivo de força maior, ficando a iniciativa e responsabilidade por quem tem Ofício Sacerdotal diante de Deus, considerando as facilidades da prática da Cerimônia em Batistério, Piscinas, Etc…
OFÍCIO SACERDOTAL –  ver Êxodo 28: 1 a 4, para entender essa tão grande responsabilidade diante de Deus.
Êxodo
28.1 Faze também vir para junto de ti Arão, teu irmão, e seus filhos com ele, dentre os filhos de Israel, para meoficiarem como sacerdotes, a saber, Arão e seus filhos Nadabe, Abiú, Eleazar e Itamar.
28.2 Farás vestes sagradas para Arão, teu irmão, para glória e ornamento.
28.3 Falarás também a todos os homens hábeis a quem enchi do espírito de sabedoria, que façam vestes para Arão para consagrá-lo, para que me ministre o ofício sacerdotal.
28.4 As vestes, pois, que farão são estas: um peitoral, uma estola sacerdotal, uma sobrepeliz, uma túnica bordada, mitra e cinto. Farão vestes sagradas para Arão, teu irmão, e para seus filhos, para me oficiarem como sacerdotes.

O Texto acima tem por objetivo mostrar a ênfase sobre o Ofício Sacerdotal diante de Deus.

A ênfase das vestes com todos os seus detalhes está que o Sacerdote tem que ser diferente e fazer a diferença.
Precisa ficar entendido que as vestes e os paramentos que faziam a diferença no Sacerdote serviram  de “AIO” tanto para os que ocupam Ofício Sacerdotal na Igreja de Cristo, como todos os membros que segundo  1ª Pedro 2: 5  somos Sacerdotes Santos, e, precisamos fazer a diferença, neste Mundo:
1 Pedro
2.5 também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo.
Gálatas 3: 24 = “De maneira que a Lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que, pela fé, fôssemos justificados”
“Aio” = Do Grego “paidagogós” = Guia;

“Aio” = Guia da Lei para a Graça; Graça é favor imerecido.
Quatro verbos fazem a diferença em quem tem Ofício Sacerdotal :
OBEDECER – DESOBEDECER – PREVARICAR – NEGLIGENCIAR

Chamado para a Obra de Deus:

= Duas situações ficam em evidência: Autoridade e Responsabilidade.
Fica esclarecido que a Salvação não depende do Batismo quando não existe tempo hábil para executá-lo, como foi o caso do Malfeitor junto a Jesus na Cruz do Calvário.
Lucas
23.42 E disse a Jesus: Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu Reino.
23.43 E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso.
Precisa ficar entendido que Jesus sonda os Corações Arrependidos como foi o caso do Malfeitor da Cruz do Calvário, pois, sem Arrependimento não pode haver o princípio Teológico da Justificação pelo Sangue de Jesus.
PRESTE ATENÇÃO: O Malfeitor arrependido além de não ser Batizado por falta de tempo hábil, não precisou passar por nenhum processo de remissão de pecados, tão somente foi achado arrependido sinceramente pelo Justificador – Jesus.
JUSTIFICAÇÃO = Posição de estar arrependido em Cristo Jesus, isto é, sem arrependimento não pode haver a Justificação diante do Juiz Divino, que sonda os corações.
Em situações normais o Batismo em Águas, teologicamente, tem por objetivo uma demonstração pública deArrependimento e compromisso como Membro do Corpo de Cristo – Igreja – na Obra do Reino de Deus.
Ver  o Artigo “O Enigma do Reino”, no Site/Blog.
Quando existe tempo hábil para o Batismo nas Águas, a idoneidade mental para crer e a idoneidade moral de compromisso com Cristo, são condições essenciais para a realização do BATISMO;
Precisa ficar claro que a forma mais adequada de Batismo é por IMERSÃO considerando que:
-  É a que representa, SIMBOLICAMENTE, UM TESTEMUNHO PÚBLICO,  para um novo nascimento em CRISTO JESUS;
- Considerando sua ORIGEM conforme foi exposto inicialmente;
- Considerando sua prática pela Igreja Primitiva, conforme foi exposto acima através de Romanos 6: 1 a 4;
Sepultamento  X  Ressurreição   Imersão  X   Nova Vida em Cristo.
No Grego Original do Novo Testamento a palavra Batizar significa Imergir
Quem Batiza por Imersão tem a certeza de estar praticando o Batismo Teológico.
POR QUE JESUS SE BATIZOU?
Muitas são as opiniões teológicas sobre o fato de Jesus procurar o Profeta João Batista para ser por ele Batizado nas Águas do Rio Jordão;
A titulo de informação vou citar algumas dessas opiniões teológicas:
1 – Jesus se Batizou porque Ele se fez pecado por nós;
2 – Jesus se submeteu ao Batismo para valorizar a Mensagem de  João Batista;
3 – Jesus se submeteu ao Batismo para o instituir como uma Ordenança para a Sua Igreja;
4 – Muitas outras opiniões ou interpretações teológicas existem, nos diversos Sistemas, para explicar o Batismo de Jesus nas Águas;
Meu entendimento teológico tem por alcance a seguinte interpretação:
Jesus se submeteu ao Batismo nas Águas para cumprir e confirmar o que diz Mateus 3: 13 a 17  e também João 1: 33 e 34;
Mateus
3.13 Por esse tempo, dirigiu-se Jesus da Galiléia para o Jordão, a fim de que João o batizasse.
3.14 Ele, porém, o dissuadia, dizendo: Eu é que preciso ser batizado por ti, e tu vens a mim?
3.15 Mas Jesus lhe respondeu: Deixa por enquanto, porque, assim, nos convém cumprir toda a justiça. Então, ele o admitiu.
3.16 Batizado Jesus, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba, vindo sobre ele.
3.17 E eis uma voz dos céus, que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.
Em Mateus 13: 13 a 17 Jesus diz que Ele estava se submetendo ao Batismo para cumprir como ser Humano e não como Ser Divino uma Ordem dada a João Batista vindo do Reino Celestial, em João 1: 33 -
João
1.33 Eu não o conhecia; aquele, porém, que me enviou a batizar com água me disse: Aquele sobre quem vires descer e pousar o Espírito, esse é o que batiza com o Espírito Santo.
1.34 Pois eu, de fato, vi e tenho testificado que ele é o Filho de Deus.
O FILHO DE DEUS
Deus se formou ( Isaías 43: 10 );
Deus é auto-existente.
Deus se fez Filho dEle mesmo através da “pessoa”  do Onipotente ( Mateus 28: 19 ), revestido do Onipresente ( Lucas 1: 35 ) e sustentado pelo Onisciente – o Pai ( Atos 1: 7 );
O Mistério da Origem de Deus se reflete no Mistério do Poder de Gerar a Si mesmo, Morrer e Ressuscitar. – Quem pode aceitar tamanho e enigmático Mistério?!
Para um Leitor apressado em fazer Juízo diante de minha ousadia em relação ao Postado sobre a Origem de Deus, apesar das limitações e imperfeições, considerando os aspectos do Temor e Tremor, eu tenho a esclarecer que o faço à luz da Bíblia devidamente contextualizada, porém sob a ótica de reflexões e não de afirmações;
O alcance dessas reflexões por parte de quem as lê certamente depende da maior ou menor capacidade de lidar com incógnitas;
“incógnitas” = o que é desconhecido e se procura saber
Ver “A Origem de Deus – uma reflexão”, no Livro, no Site.
Como João Batista sabia que Jesus era o Filho de Deus?
João Batista era primo de Jesus (Lucas 1: 36) e cresceram na mesma época e Região da Judéia sob as Profecias cujas referências estão no Capítulo número 1 de 1 até 80, do Livro de Lucas em que o Anjo Gabriel anuncia o nascimento de João Batista  e Jesus;
Na  mesma referência bíblica Maria, mãe de Jesus, foi visitar Isabel, mãe de João Batista e quando Maria grávida saldou Isabel também grávida, João Batista saltou no ventre de Isabel que cheia do Espírito Santo exclamou:“bendita és tu entre as mulheres, e bendito é o fruto do teu ventre (Lucas 1: 39);
O reconhecimento de João Batista em relação à condição Divina de Jesus começou ainda no ventre de sua mãe Isabel ( Lucas 1: 41 ).
Em João 1: 33 e 34 o próprio Profeta João Batista confirma que recebeu a Ordem do Reino Celestial para promover a Cerimônia do Batismo de Arrependimento, através das Águas;
Do exposto fica mais uma intrigante pergunta:
Tinha sentido Jesus se submeter ao Batismo de Arrependimento?
Marcos 1 : 4
4 – Apareceu João batizando no deserto, e pregando o batismo de arrependimento, para remissão dos pecados.
Jesus não se Batizou por motivo de Arrependimento, sendo Ele sem pecado ( 1ª Pedro 2: 21 e 22 ), logo, Jesus se submeteu ao Batismo confirmando a autoridade do Profeta João Batista, e para dar um Testemunho Público de compromisso com o Reino Celestial, e início de Sua Missão, como Filho de Deus, considerando o que diz as referências citadas em Mateus 3: 13 a 17 e João 1: 33 e 34.
1 Pedro
2.21 Porquanto para isto mesmo fostes chamados, pois que também Cristo sofreu em vosso lugar, deixando-vosexemplo para seguirdes os seus passos,
2.22 o qual não cometeu pecado, nem dolo algum se achou em sua boca;
BATISMO EM NOME DE JESUS
Atos dos Apóstolos
2.38 Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo.
Nesta referência Bíblica o Apóstolo Pedro havia terminado um discurso em forma de Pregação mostrando ser Jesus o Messias esperado e que havia sido crucificado com a complacência dos que ouviam, e conclui a sua Pregação concitando ao Arrependimento e Batismo nas Águas em nome de Jesus Cristo;
Certamente explicar o Batismo em nome do pai, do Filho e do Espírito Santo seria inconcebível naquele momento;
Jesus era e é a mais Perfeita manifestação de Poder e da Trindade de Deus, logo, os Discípulos da Igreja Primitiva realizar o Batismo nas Águas em nome de Jesus Cristo era perfeitamente Teológico;
O Batismo em nome de Jesus Cristo tinha o mesmo sentido teológico em relação ao Pai, Filho e Espírito Santo. Ver o Artigo “ O Enigma da Trindade” no Site/Blog.
APÓS A MORTE DE JOÃO BATISTA QUEM REALIZAVA O BATISMO?
O Batismo nas Águas é um Ato Oficiado, logo, após a morte da Autoridade Teológica Oficial – João Batista -  necessário foi Jesus institucionalizar o Ato através  das referências de Marcos 16: 16 e  Mateus 28: 19:
Marcos

16.16 Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado.
Mateus
28.19   Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;
Após a morte de João Batista o Batismo nas Águas era realizado pelos discípulos de Jesus;
Precisa ficar entendido que Jesus nunca Batizou ninguém, nas Águas. Esta missão ficou a cargo dos seus seguidores institucionalizado na expressão “quem crer e for Batizado será Salvo”, em Marcos 16: 16, como foi o exemplo de Atos dos Apóstolos 8: 38 em que Filipe Batizou o Eunuco, mordomo-mor de Candace, Rainha dos Etíopes.
BATISMO DE CRIANÇA
As Palavras de Jesus quando afirma que as Crianças em idade de inocência são Herdeiras naturais do Reino dos Céus deixam evidente que o Batismo em Águas não é condição de Salvação; ( Mateus 19: 13 a 15 )
Mateus 19: 13 a 15
19: 13 = Trouxeram-lhe, então, alguns meninos, para que sobre eles pusesse as mãos, e orasse; mas os discípulos os repreendiam.
19: 14 = Jesus, porém, disse: Deixai os meninos, e não os estorveis de vir a mim; porque dos tais é o reino dos céus.
19: 15 = E, tendo-lhes imposto as mãos, partiu dali.
A Justiça Divina é Perfeita e isto fica evidente nas Palavras de Jesus;
Se Jesus diz que a criança tem lugar reservado no Reino de Deus, logo, mesmo que venha a falecer ainda criança está Salva, isto é, não depende de BATISMO;
Ver o Artigo “As Crianças e a Grande Tribulação”, no Site/Blog.
Desta forma não se faz necessário Batizar uma Criança antes  que a mesma alcance as condições de entendimento;
Do exposto fica a seguinte pergunta:
Qual a idade mínima ideal para que uma criança seja Batizada nas Águas?
Resposta: Considerando a idade em que a criança passa a ser um adolescente a partir dos 12 anos , salvo melhor juízo, esta deve ser a data mínima ideal;
Algumas Igrejas Evangélicas adotam a idade de 12 ( doze ) anos pela qual uma criança possa ser Batizada nas Águas, após freqüentar um Estudo Bíblico de conhecimento e entendimento como preparação consciente.
A Doutrina do Batismo em Águas está teologicamente dogmatizada como condição de Arrependimento ecompromisso para com a Obra do Reino de Deus, em Cristo Jesus, e não como Dogma de Salvação;
DOGMA = Ponto fundamental e indiscutível de uma Doutrina Religiosa.
As palavras do Profeta Oséias devem ser motivo de reflexão:
Oséias

4.6 O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. Porque tu, sacerdote, rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos.
PROSELITISMO
Quero deixar evidente que o meu objetivo não é fazer Proselitismo;
Proselitismo = Atividade ou zelo em fazer prosélitos, isto é, levar alguém a abraçar outra Religião
Meu objetivo é cumprir o meu “Chamado” = “Você foi escolhido para o Corpo Docente”
Ver  o “AUTOR” para entender e tirar conclusões, após ler todos os Artigos e o Livro postados, no Site.
CONCLUSÃO:
O Batismo nas Águas, simplesmente, não Salva ninguém da condição Teológica de Pecador
A Salvação resume-se em que a Pessoa tenha um sincero arrependimento e aceite a JESUS como Seu Único e Eterno Salvador ( Marcos 16: 16 );
Ver o Artigo “A Salvação e a Vida Eterna”, no Site/Blog.
Marcos
16.16   Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado.
Preste Atenção:
“Quem crer” = para poder crer necessário ter idade de entendimento, e consequentemente assumir compromisso;
O Batismo nas Águas é um testemunho público de Arrependimento e, consequentemente um compromisso comDEUS e a Sua Palavra ( JESUS ) ( Apocalipse 19: 13 ):
Apocalipse
19.13 E estava vestido de uma veste salpicada de sangue, e o nome pelo qual se chama é a Palavra de Deus.

“Palavra de Deus” = Jesus Cristo
Após o Batismo nas Águas a participação, sistematicamente, da Santa Ceia como membro da Igreja de Cristo,vigiando e orando, são condições para não cair sob as astutas ciladas do Diabo ( Efésios 6: 11 ):
Efésios
6.11 Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo;
Com “os pés no chão”, isto é, como Ser (pessoa) Social, Político e Moral (Espiritual),  o Membro do Corpo de Cristo procura envidar todo o seu talento, dons, etc, no enlevo da Obra da Salvação e Adoração ao Senhor.
CONCLUSÃO FINAL

Mateus
28.19   Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;
Provérbios
28.13 O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia
.
28.14 Feliz o homem constante no temor de Deus; mas o que endurece o coração cairá no mal.
O Batismo nas Águas não é condição necessária e suficiente para a Salvação em Cristo Jesus, porém após todos estes esclarecimentos deixar de ser um Batizando…
Fonte:

http://cafe-teologico.no.comunidades.net/index.php?pagina=1296882321

669-EUCARISTIA, FATOS POR TRÁS DESTE RITUAL!.

Eucaristia Os fatos por trás do ritual
[eucaristia2%255B2%255D.jpg]



O significado etimológico do termo eucaristia é gratidão, agradecimento, acção de graças, como em Actos 24:3, quando Paulo se dirige ao governador Félix e lhe diz: «... com toda a eucaristia o queremos reconhecer », e quando o mesmo Paulo exorta os cristãos de Colossos: «...perseverai em oração, velando nela com eucaristia». Colossenses 4:2
A eucaristia está relacionada com a Ceia do Senhor. Quando lemos «... e tendo dado graças o partiu» 1ª Coríntios 11:23/24, a expressão «tendo dado graças» corresponde, no original grego, a uma só palavra: «eucharistêssas» ( do verbo «eucharistéou» ). Assim, praticar eucaristia é, simplesmente, «dar graças» ou «agradecer»

Pessoas no mundo inteiro participam de forma regular dessa cerimônia — várias vezes por ano, ou semanalmente, ou mesmo todos os dias. Apesar disso, ela é chamada de mistério da fé, e muitos dos que participam nela admitem que não a entendem bem. É considerada sagrada e até mesmo milagrosa.
Essa cerimônia é a Eucaristia — a parte da Missa católica em que o padre abençoa o pão e o vinho e os fiéis são convidados a receber Cristo em Santa Comunhão.* O Papa Bento XVI disse que, para os católicos, essa cerimônia é “o resumo e a súmula da nossa fé”. Não muito tempo atrás, a Igreja celebrou o “Ano da Eucaristia” como parte de um esforço para “despertar e aumentar nos crentes a fé eucarística”.
Mesmo católicos que têm dificuldades de aceitar todos os dogmas da Igreja consideram este ritual muito importante. Por exemplo, num artigo recente na revista Time, uma mulher descrita como católica jovem e progressista, escreveu: “Sejam quais forem nossas controvérsias com as doutrinas da religião católica, ainda nos apegamos ao que nos une na fé católica: nossa devoção à celebração da Eucaristia.”
Então, o que é a Eucaristia? Os seguidores de Cristo precisam celebrá-la? Vamos considerar primeiro como a tradição da Eucaristia se desenvolveu. Depois, podemos nos concentrar numa questão mais importante: a Eucaristia realmente reflete a cerimônia instituída por Jesus Cristo há quase dois mil anos?
A Eucaristia e a cristandade
Não é difícil perceber por que a Eucaristia é considerada milagrosa. O momento mais importante da celebração ocorre durante a Oração Eucarística. Nesse momento, segundo o Catecismo da Igreja Católica, “a força das palavras e da ação de Cristo, e o poder do Espírito Santo” tornam o corpo e o sangue de Jesus “sacramentalmente presentes”. O padre, depois de comer o pão e beber o vinho, convida os fiéis a receber a comunhão, em geral por comerem apenas o pão, ou a hóstia.
A Igreja Católica ensina que o pão e o vinho são de maneira milagrosa transformados no corpo e no sangue literais de Cristo — uma doutrina chamada de transubstanciação. Esse ensino surgiu aos poucos, e a palavra foi definida e usada oficialmente primeiro no século 13. Nos dias da Reforma Protestante, alguns aspectos da Eucaristia católica foram questionados. Lutero rejeitou a doutrina da transubstanciação e, no seu lugar, promoveu o ensino da consubstanciação. A diferença é sutil. Lutero ensinou que o pão e o vinho coexistem com a carne e o sangue de Jesus, em vez de serem transformados nessas substâncias.
Como era a Comemoração original instituída por Jesus? 
Com o tempo se desenvolveram, entre as denominações da cristandade, outras diferenças sobre o significado da Eucaristia, bem como a maneira e a freqüência com que devia ser celebrada. Apesar disso, embora seja realizado de formas diferentes, esse ritual continua tendo importância fundamental em toda a cristandade. Então, como era a Comemoração original instituída por Jesus?
A instituição da “refeição noturna do Senhor”
O próprio Jesus instituiu “a refeição noturna do Senhor”, ou a Comemoração da sua morte. (1 Coríntios 11:20, 24) Mas será que ele instituiu um ritual misterioso, em que seus seguidores realmente comeriam seu corpo e beberiam seu sangue?
Jesus tinha acabado de celebrar a Páscoa judaica e dispensar Judas Iscariotes, o apóstolo que estava prestes a traí-lo. Mateus, um dos 11 apóstolos presentes, relatou: “Ao continuarem a comer, Jesus tomou um pão, e, depois de proferir uma bênção, partiu-o, e, dando-o aos discípulos, disse: ‘Tomai, comei. Isto significa meu corpo.’ Tomou também um copo, e, tendo dado graças [grego, eukharistésas], deu-lho, dizendo: ‘Bebei dele, todos vós; pois isto significa meu “sangue do pacto”, que há de ser derramado em benefício de muitos, para o perdão de pecados.’” — Mateus 26:26-28.
Para Jesus, e para todos os servos de Deus, era costume pedir uma bênção sobre o alimento. (Deuteronômio 8:10; Mateus 6:11; 14:19; 15:36; Marcos 6:41; 8:6; João 6:11, 23; Atos 27:35; Romanos 14:6) Há algum motivo para crer que, além de agradecer o alimento, Jesus também estava realizando um milagre, fazendo com que seus discípulos literalmente comessem sua carne e bebessem seu sangue?
“Isto significa” ou “isto é”?
É verdade que algumas traduções da Bíblia vertem assim as palavras de Jesus: “Tomai, comei, isto é o meu corpo” e “bebei dele todos. Pois isto é o meu sangue”. (Mateus 26:26-28, Almeida, revista e corrigida; A Bíblia de Jerusalém) Também é verdade que a palavra grega e·stín, uma forma do verbo grego “ser”, basicamente significa “é”. Mas o mesmo verbo também pode ter o sentido de “significar”. É interessante que, em muitas versões da Bíblia, esse verbo é freqüentemente traduzido por “significar” ou “representar”.# É o contexto que determina a tradução mais exata. Por exemplo, em Mateus 12:7, e·stín foi vertido “significa” em muitas traduções da Bíblia: “Se vós soubésseis o que significa [grego, e·stín]: Misericórdia quero e não sacrifício, não condenaríeis os inocentes.” — Al.
Nesse respeito, muitos eruditos bíblicos respeitados concordam que a palavra “é” não traduz corretamente a idéia que Jesus estava expressando. Por exemplo, Jacques Dupont, levando em conta a cultura e a sociedade em que Jesus viveu, concluiu que a maneira “mais natural” de traduzir esse versículo seria: “Isto significa meu corpo”, ou “isto representa meu corpo”.
De qualquer forma, Jesus não queria dizer que seus seguidores deviam literalmente comer sua carne ou beber seu sangue. Por que não? Depois do Dilúvio dos dias de Noé, quando Deus permitiu que o homem comesse a carne de animais, Ele o proibiu especificamente de consumir sangue. (Gênesis 9:3, 4) Essa ordem foi repetida na Lei mosaica, que Jesus obedeceu de forma plena. (Deuteronômio 12:23; 1 Pedro 2:22) E os apóstolos foram inspirados pelo espírito santo a repetir a ordem de não consumir sangue, tornando-a obrigatória para todos os cristãos. (Atos 15:20, 29) Será que Jesus instituiria uma cerimônia que exigisse que seus seguidores violassem um decreto sagrado do Deus Todo-Poderoso? Impossível!
Jesus instituiu a Comemoração da sua morte
Então, fica claro que Jesus usou o pão e o vinho como símbolos. O pão sem fermento significava, ou representava, seu corpo sem pecado, que seria sacrificado. O vinho tinto significava seu sangue que seria derramado “em benefício de muitos, para o perdão de pecados”. — Mateus 26:28.
O objetivo da Refeição Noturna do Senhor
Jesus concluiu a primeira Comemoração da Refeição Noturna do Senhor com estas palavras: “Persisti em fazer isso em memória de mim.” (Lucas 22:19) Essa Comemoração realmente nos ajuda a lembrar de Jesus e das coisas maravilhosas que sua morte tornou possível. Ela nos lembra que Jesus defendeu a soberania de seu Pai, Jeová. Também nos lembra que Jesus, por meio de sua morte como humano perfeito, sem pecado, deu “sua alma como resgate em troca de muitos”. O resgate torna possível que qualquer pessoa que exerça fé no seu sacrifício seja libertada do pecado e ganhe a vida eterna. — Mateus 20:28.
Mas, primeiramente, a Refeição Noturna do Senhor é uma refeição de participação em comum. Os incluídos nela são (1) Jeová Deus, que providenciou o resgate, (2) Jesus Cristo, “o Cordeiro de Deus”, que serviu como resgate e (3) os irmãos espirituais de Jesus. Esses últimos, por participarem do pão e do vinho, demonstram que estão inteiramente unidos com Cristo. (João 1:29; 1 Coríntios 10:16, 17) Também mostram que estão no “novo pacto” como discípulos de Jesus, ungidos pelo espírito. São esses que reinarão como reis e sacerdotes com Cristo no céu. — Lucas 22:20; João 14:2, 3; (Apocalipse) 5:9, 10.
Quando essa Comemoração deve ser realizada?
A resposta fica clara quando nos lembramos que Jesus escolheu uma data específica para instituí-la — a Páscoa. O povo de Deus já vinha observando anualmente essa data, 14 de nisã no seu calendário, por mais de 1.500 anos, com o objetivo de comemorar a extraordinária salvação que Jeová realizou a favor do seu povo. É óbvio que Jesus estava orientando seus seguidores a usar a mesma data para comemorar o ato de salvação ainda maior que Deus tornaria possível por meio da morte de Cristo. Assim, os verdadeiros seguidores de Jesus comemoram a Refeição Noturna do Senhor todo ano na data que corresponde a 14 de nisã no calendário hebraico.
Será que fazem isso só porque gostam de rituais? Sinceramente, isso é o que faz muitos se sentirem atraídos à celebração da Eucaristia. A escritora do artigo já mencionado, da revista Time, disse: “É muito reconfortante participar em antigos rituais praticados por tantas pessoas.” Assim como muitos católicos hoje, essa escritora prefere que a cerimônia seja realizada em latim, como no passado. Por quê? Ela escreve: “Quero ouvir a Missa rezada numa língua que eu não entenda, porque muitas vezes não gosto do que ouço em inglês.”
Comemoração é a melhor maneira de não esquecer o profundo amor de Jeová Deus e de seu Filho, Jesus Cristo. Isso as ajuda a continuar “proclamando a morte do Senhor, até que ele chegue”. — 1 Coríntios 11:26.




EUCARISTIA BÍBLICA

Eucaristia é uma palavra que entrou na nossa língua por transliteração do termo grego «eucharistía» (substantivo usado 15 vezes no Novo Testamento). Há ainda a forma verbal «eucharistéou» ( 38 vezes no N.T.) e o adjectivo «eucháristos» ( l vez no N.T.).
A palavra eucaristia tornou-se conhecida por designar um rito religioso, mais precisamente um «sacramento que, segundo a doutrina católica, contém real e substancialmente o corpo, o sangue, a alma e a divindade de Jesus Cristo, sob as espécies de pão e de vinho». (Dicionário Enciclopédico Koogan-Larousse, 1979)
Com tal, trata-se de um rito que, segundo a mesma Igreja, confere graça sobrenatural aos comungantes.
Todavia o significado etimológico do termo eucaristia é gratidão, agradecimento, acção de graças, como em Actos 24:3, quando Paulo se dirige ao governador Félix e lhe diz: «... com toda a eucaristia o queremos reconhecer », e quando o mesmo Paulo exorta os cristãos de Colossos: «...perseverai em oração, velando nela com eucaristia». Colossenses 4:2
A eucaristia está relacionada com a Ceia do Senhor. Quando lemos «... e tendo dado graças o partiu» 1ª Coríntios 11:23/24, a expressão «tendo dado graças» corresponde, no original grego, a uma só palavra: «eucharistêssas» ( do verbo «eucharistéou» ). Assim, praticar eucaristia é, simplesmente, «dar graças» ou «agradecer». Ao celebrarmos a Ceia do Senhor, tomando o pão e o vinho em Sua memória, manifestamos a nossa gratidão (eucaristia) Àquele que se deu por nós em sacrifício, na cruz do Calvário, para nossa redenção.
Eucaristia não é um sacramento, é um sentimento. O sentimento que esteve presente no coração daquele leproso que, de entre os dez que foram curados, foi ao encontro de Jesus para lhe manifestar o seu reconhecimento, a sua gratidão. Lucas 17:16
Não iremos fazer alusão a todas as 54 referências à eucaristia no Novo Testamento. Mencionamos algumas das que achamos mais representativas.
O sentimento de eucaristia deve estar presente em todos os actos da nossa vida, pois que os motivos de gratidão (eucaristia) são imensos. O Apóstolo Paulo recomendava: «Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus, em Cristo Jesus, para convosco». 1ª Tessalonicenses 5:18 Ele nos criou, nos sustenta, nos conforta, nos alimenta, cuida de nós. Por tudo isso, e muito mais, Lhe devemos profunda eucaristia! Mas, acima de tudo, «Eucaristia... a Deus pelo seu dom inefável».2ª Coríntios 9:15 Se, a partir do substantivo eucaristia, conjugarmos o verbo eucaristiar (agradecer, dar graças) podemos, em uníssono com Paulo, exclamar: «Miserável homem que eu sou!... Eucaristio a Deus por Jesus Cristo nosso Senhor». Romanos 7:24/25 O mesmo Paulo, quando chegou a Roma e se encontrou com os seus irmãos ali, «... vendo-os, eucaristiou a Deus e tomou ânimo». Actos 28:15
O ensino bíblico é praticar a eucaristia sempre Efésios 5:20, em tudo 1ª Tessalonicenses 5:18, nomeadamente nas orações. Nestas, não devemos apenas pedir mas também agradecer. Filipenses 4:6Colossenses 4:21ª Timóteo 2:1
Eucaristia pelo zelo, fidelidade, e cooperação dos servos do Senhor, 1ª Tessalonicenses 1:2/3. Convém que a eucaristia esteja presente no nosso vocabulário, em vez de futilidades e inconveniências. Efésios 5:3/4
No Além, perante o trono de Deus, os anjos adoram prostrados, e da sua adoração faz parte a eucaristia. Apocalipse 7:11/12
Então, podemos concluir que a eucaristia, que significa gratidão, é algo para sentir, para exercitar, para pôr em prática.
Terminamos esta síntese dum estudo bíblico, com o único texto em que aparece a forma adjectiva: «E a paz de Deus, para a qual também fostes chamados em um corpo, domine nos vossos corações; e sede eucarísticos». Colossenses 3:15
Fonte:
http://www.estudosbiblicos.net/eucaristia.html

http://saibatananet.blogspot.com.br/2012/08/eucaristia-os-fatos-por-tras-do-ritual.html#.VAp8MvlYPQM