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domingo, 24 de abril de 2016

731-POR QUE DEUS PROIBIU IMAGENS E DEPOIS MANDOU CONSTRUIR QUERUBINS?.


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Por que Deus Proibiu Imagens e
Depois Mandou Fazer Querubins?

Deus disse: “Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não as adorarás, nem lhes darás culto; porque eu sou o SENHOR, teu Deus,Deus zeloso” (Êxodo 20:4-5). Mas depois ele disse: “Farás dois querubins de ouro, de ouro batido os farás, nas duas extremidades do propiciatório” (Êxodo 25:18). Ele se contradisse?

Embora estas instruções específicas façam parte da lei dada aos israelitas, Deustambém condena a adoração de imagens por qualquer pessoa ou povo, judeu ou gentio. No Antigo Testamento, ele castigou várias nações por suas práticas de adorar imagens e criaturas, ao invés de servirem o único Criador. Jeremias comunicou a sentença de Deus contra a Babilônia: “Portanto, eis que vêm dias, em que castigarei as imagens de escultura da Babilônia, toda a sua terra será envergonhada, e todos os seus cairão traspassados no meio dela” (Jeremias 51:47; cf. Isaías 21:9). O Egito, também, foi condenado por sua idolatria: “Assim diz o SENHOR Deus: Também destruirei os ídolos e darei cabo das imagens em Mênfis.... Assim, executarei juízo no Egito, e saberão que eu sou o SENHOR” (Ezequiel 30:13,19).

Mas os querubins, feitos por ordem de Deus, não foram objetos de adoração. Representavam criaturas que servem a Deus, sempre próximos ao trono do Senhor. O propiciatório, que ficava em cima da arca da aliança, representava o trono de Deus. Os querubins serviam para lembrar o sumo sacerdote, quando entrava no Santo dos Santos, que esta sala do tabernáculo representava a presença de Deus. Mas jamais adoraria os próprios querubins.

Desta maneira, podemos fazer uma distinção importante hoje. Um desenho ou imagem de uma pessoa, até talvez a representação de um apóstolo, profeta ou outra personagem bíblica, pode servir para nos lembrar da mensagem da Bíblia e do procedimento daquele servo, e assim reforça a santidade de Deus. Este uso de representações gráficas não fere os princípios bíblicos. Por outro lado, a veneração de imagens, usando estas representações como objetos de culto ou de honra espiritual, é desobediência aos princípios revelados pelo Senhor. Deus nunca autorizou a veneração de santos, apóstolos, anjos ou imagens representando quaisquer criaturas celestiais ou terrestres.

No Novo Testamento, Paulo disse: “Portanto, meus amados, fugi da idolatria” (1 Coríntios 10:14).


“Por isso, meus amados, fujam da idolatria” (1ª Coríntios 10:14)


Desde criança ouço a alegação católica de que eles não adoram santos, apenas “veneram”. Dizem eles como argumento:


 Os pagãos adoram os seus deuses, mas nós apenas veneramos os santos.


 O culto de latria é somente a Deus, aos santos nós apenas prestamos um culto de dulia.


 Nossas imagens são apenas como uma foto que guardamos de alguém querido.


 Nós não oramos às imagens, mas às pessoas representadas nas imagens.


 Existem casos no AT de pessoas se prostrando diante de outras pessoas.


 Deus mandou fazer imagens em certas ocasiões (ex: a serpente de bronze e os querubins do Templo).


Irei abordar tais argumentos comumente utilizados pelos católicos um por um, para vermos se tem ou não cabimento tais alegações.




DIFERENÇA ENTRE CATÓLICOS E PAGÃOS?



Como vimos no ponto 1, os católicos sustentam que a prática deles com relação aos santos é de apenas veneração, ao passo que o que os pagãos fazem aos seus deuses não é veneração, mas adoração. O problema com isso é que, como mostrei neste artigo, não existe qualquer diferença na prática entre aquilo que os católicos fazem aos santos em relação ao que os pagãos fazem a seus deuses. Existe, no máximo, uma diferença teórica, que consiste no fato de que os pagãos declarativamente reconhecem o objeto de culto como um deus, enquanto os católicos reconhecem como um santo. Contudo, aprática de ambos é rigorosamente a mesma, conforme podemos perceber no quadro abaixo:


Católicos
Pagãos
Prostram-se diante de suas imagens
Prostram-se diante de suas imagens
Dirigem orações e pedidos a elas
Dirigem orações e pedidos a elas
Constroem templos com essas imagens
Constroem templos com essas imagens
Beijam essas imagens
Beijam essas imagens
Dirigem promessas a essas imagens
Dirigem promessas a essas imagens
Prestam culto a essas imagens
Prestam culto a essas imagens
Fazem procissões às suas imagens
Fazem procissões às suas imagens


Como vemos, se aquilo que os católicos fazem com as suas imagens é diferente daquilo que os pagãos fazem com seus deuses, essa diferença existe apenas na cabeça de quem inventa tal argumento, e não na prática. E, se os pagãos são considerados idólatras por tais práticas que são dadas como adoração, fica difícil dizer que aquilo que os católicos praticam também não é igualmente adoração, visto que a prática de ambos é a mesma. De fato, o que os católicos fazem com as suas imagens é exatamente a mesma coisa que os pagãos fazem com as imagens deles; ou seja, na prática, não passam de ídolos. Se um pagão entrar em uma Igreja Católica vai se sentir muito em casa. Tudo aquilo que ele antes praticava com as imagens de seus ídolos quando pagão poderá permanecer fazendo com os santos:


 Se o pagão se prostrava diante de suas imagens quando era pagão, poderá fazer o mesmo com os santos como católico.


 Se o pagão dirigia orações aos seus ídolos quando pagão, poderá fazer o mesmo com os santos como católico[1].


 Se os templos pagãos eram repletos de imagens, irá se sentir confortavelmente “em casa” num templo católico, que também é cheio de imagens.


 Se o pagão antes cultuava suas imagens, poderá cultuar também às imagens dos santos.


 Se o pagão dirigia promessas às suas imagens quando era pagão, poderá continuar fazendo isso aos santos como católico.


 Se o pagão fazia procissão com suas imagens pagãs, poderá continuar fazendo isso do mesmo jeito que antes, mas dessa vez com uma imagem de um “santo”.


Diante de tudo isso, a diferença entre os pagãos e os católicos é mínima, para não dizer inexistente. A prática de ambos se iguala de tal forma que a alegação de que um adora e o outro “apenas venera” não passa de um jogo de palavras puramente teórico sem o mínimo de significado prático, visto que as práticas de ambos é rigorosamente a mesma. Por isso, justificar as práticas católicas e condenar as pagãs é meramente argumentar no vazio. Nada difere um católico de um pagão no tratamento com suas imagens.


A única coisa que poderiam argumentar neste ponto é que, embora a prática seja a mesma entre ambos, o que difere é que os pagãos fazem isso sabendo que o objeto de culto deles é um deus, ao passo que os católicos fazem isso como sendo a um santo, e não a um deus. Isso melhoraria alguma coisa nessa linha argumentativa? É claro que não. Em primeiro lugar, porque biblicamente não devemos ser devotos de santos, mas unicamente de Jesus Cristo:


“O zelo que tenho por vocês é um zelo que vem de Deus. Eu os prometi a um único marido, Cristo, querendo apresentá-los a ele como uma virgem pura. O que receio, e quero evitar, é que assim como a serpente enganou Eva com astúcia, a mente de vocês seja corrompida e se desvie da sua sincera e pura devoção a Cristo” (2ª Coríntios 11:2-3)


Como vemos, estamos prometidos a um único marido, que é Cristo, e nossa devoção deve serpuramente a Ele, nada diz aos santos mortos ou aos ídolos. Biblicamente falando, não existe uma “Nossa Senhora” ou outros “senhores” além de Cristo:


“Todavia para nós há um só Deus, o Pai, de quem é tudo e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós por ele” (1ª Coríntios 8:6)


Portanto, o culto e devoção a “Nossa Senhora” (Maria) ou a outros “senhores” (santos) é tão biblicamente sem fundamento quanto o culto a ídolos (deuses). E, mesmo que essa proibição a ter outros senhores ou outra devoção além de Cristo não existisse, ainda assim isso não justificaria a prática católica em relação aos seus santos, que é claramente repreendida pela Bíblia. Se Deus proíbe que se façam tais coisas aos deuses é porque Ele deseja que tais coisas sejam atributos únicos dEle, e a ninguém mais. Foi por isso que Ele disse que o louvor e a glória devem ser exclusivamente dEle, e não de imagem alguma:


Eu sou o Senhor; esse é o meu nome! Não darei a outro a minha glória nem a imagens o meu louvor”(Isaías 42:8)


Os católicos, porém, assim como os pagãos, entoam louvores a Maria e aos santos, tal como os pagãos faziam a seus ídolos. Alguns desses louvores ou orações claramente dirigidos a Maria e não a Deus se encontra no próprio apêndice do Catecismo Católico, que diz:


Lembrai-vos
Lembrai-vos, ó puríssima Virgem Maria, 
que nunca se ouviu dizer que algum
 
daqueles que tenha
 recorrido à Vossa proteção, 
implorado a Vossa assistência e reclamado o Vosso socorro,
 
fosse por Vós desamparado.
Animado eu, pois, de igual confiança, 
a Vós, Virgem entre todas singular,
 
como a Mãe recorro, de Vós me valho,
 
e, gemendo sob o peso dos meus pecados,
 
me prostro aos Vossos pés.
 
Não desprezeis as minhas súplicas,
 
ó Mãe do Filho de Deus humanado,
 
mas dignai- Vos de as ouvir propícia
 
e de me alcançar o que
 Vos rogo. Amém.


Salve Rainha
Salve, Rainha, 
mãe de misericórdia,
 
vida, doçura,
 esperança nossa, salve! 
A Vós bradamos,
 
os degredados filhos de Eva.
 
A Vós suspiramos, gemendo e chorando
neste vale de lágrimas.


Diante disso, eu pergunto: estarão os católicos sendo devotos unicamente de Cristo? Estarão tendo um único Senhor? Estarão louvando somente a Deus? Não. Estão apenas cumprindo a palavra de Paulo, que disse:


“...e trocaram a glória do Deus imortal por imagens feitas segundo a semelhança do homem mortalpois trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram à criatura antes que ao Criador, que é bendito eternamente. Amém (Romanos 1:23,25)


Portanto, o que os católicos têm que entender é que, ao praticarem com os seus santos tudo aquilo que os pagãos fazem com seus ídolos, estão fazendo de seus santos ídolos também.





LATRIA E DULIA


Outra suposta diferenciação que os católicos fazem é outro jogo de palavras, desta vez entre latriadulia. Segundo eles, apenas a prática de dulia é aceita aos santos, ao passo que a latria é dirigida somente a Deus. Como já conferimos, essa diferenciação na prática não passa de mero pretexto teórico na tentativa de justificar uma atitude claramente antibíblica. Se existisse uma real diferença prática entre latria e dulia, então veríamos vários contrastes entre aquilo que eles fazem a Deus e aquilo que fazem com seus santos. Mas, ao contrário, vemos que:


 Os católicos oram a Deus, mas também oram aos santos.


 Os católicos louvam a Deus, mas também louvam os santos.


 Os católicos se prostram em oração a Deus, mas também fazem o mesmo às imagens.


 Os católicos dizem que Jesus é Rei, mas que Maria é “Rainha dos céus e da terra”.


 Os católicos dizem que Deus é onipotente, mas que Maria é a “onipotência suplicante”[2].


 Os católicos dizem que Deus é onisciente, mas que Maria também pode ouvir e atender às inúmeras orações que lhe são simultaneamente dirigidas nas mais diversas partes do mundo pelas mais diversas pessoas existentes no planeta, e algumas vezes feitas até em pensamento.


 Os católicos dizem que Deus é onipresente, mas que Maria pode ter aparições aqui na terra e mesmo assim estar ao mesmo tempo no Céu intercedendo por todos aqueles que incansavelmente pedem sua intercessão.


 Os católicos recorrem à proteção de Deus, mas também recorrem à proteção dos santos.


 Os católicos cultuam a Deus, mas também cultuam os santos.


 Os católicos dizem que Jesus é o salvador, mas que Maria tem um “ofício [ou múnus] salvífico”, e que alcança-nos a salvação por sua múltipla intercessão[3].


 Os católicos dizem que Jesus é o mediador, mas que Maria é a “medianeira das graças”[4].


 Os católicos dizem que Jesus é nosso intercessor, auxiliador, advogado, mas que Maria também é tudo isso[5].


 Os católicos dizem que Jesus é imaculado, mas que Maria também é.


 Os católicos reconhecem o Pai, Filho e Espírito Santo como Deus, mas que Maria é mãe de Deus.


 Os católicos reconhecem a graça de Deus, mas dizem que Maria, e não Cristo, é a “dispensadora das graças”[6].


Tendo em vista tudo isso (e muito mais), é perceptível que a diferença entre latria e dulia não pode ser tanta coisa assim. De fato, tais concepções foram inventadas unicamente com o propósito de oferecer umadiferenciação teórica na tentativa de livrar o catolicismo da acusação de idolatria, ainda que em termos práticos (e algumas vezes até mesmo em teóricos) tais diferenças não existam. De fato, podemos ver que mesmo a diferença técnica entre um termo e outro não passa de puro superficialismo:


“A palavra ‘latria’ deriva do verbo grego latreuo, servir (do qual deriva latreia, culto ou serviço, João 16:2). A palavra ‘dulia’, por sua vez, provém do grego doulos, servo ou escravo. Assim, a latria consiste em prestar culto e a dulia em escravizar-se a alguém. No entanto, em nenhuma parte da Bíblia se ensina que devamos escravizar-nos aos santos defuntos, aos anjos ou a alguma outra criatura. Paulo, Tiago, Pedro e Judas se declararam ‘servos de Jesus Cristo’, não de nenhum santo defunto (clarifico isto porque o chamado a ser servos uns dos outros aqui na terra é um ensino neotestamentário; mas não se trata aqui de culto). Portanto, crendo na Igreja de Roma, os seus fiéis "servem" a Deus e são "escravos" dos santos e ‘superescravos’ de Maria (já que ela recebe ‘hiperdulia’). Se realmente existe diferença, eu diria que é em favor de Maria e dos santos” [7]


Portanto, tanto na teoria como na prática, aquilo que os católicos fazem com as suas imagens não é outra coisa senão adoração, constituindo-se em um ato idólatra, em pé de igualdade com os outros povos pagãos com as suas outras imagens idólatras. Venerar, sendo nada a mais do que “respeitar”, não implica em absolutamente nada daquilo que os católicos fazem com as suas imagens, pois:


 Eu não preciso me prostrar aos pés de alguma imagem para demonstrar respeito (veneração) a alguém.


 Eu não preciso dirigir rezas a alguém para respeitá-lo (venerá-lo), mas posso respeitá-lo mesmo dirigindo as minhas orações somente a Deus.


 Eu não preciso fazer procissão com uma imagem para demonstrar meu “respeito” (veneração) a algum santo.


 Eu não preciso construir templos cheios de imagens para mostrar que eu respeito (venero) os santos.


 Eu não preciso cultuar alguém para mostrar respeito (veneração) a este alguém.


 Mas, se eu for adorar algo ou alguém, eu terei que praticar todas as coisas citadas acima.



AS IMAGENS SÃO COMO FOTOS


Sempre quando eu leio esse “argumento” eu rio, confesso. Isso porque nitidamente as fotos que guardamos de alguém querido não têm absolutamente nada a ver com as imagens de escultura que são cultuadas pelos católicos.


 Nós não cultuamos nosso álbum de fotos.


 Nós não nos prostramos diante de alguma foto.


 Nós não dirigimos orações a alguma foto.


 Nós não louvamos alguma foto.


 Nós não achamos que alguma foto seja medianeira ou intercessora entre nós e Deus.


 Nós não fazemos procissões com um álbum de fotos.


 Nós não praticamos nem latria, nem dulia, nem hiperdulia com alguma foto.


Portanto, chega a ser ridícula essa analogia feita pelos católicos. De fato, com tal analogia eles parecem não entender o que é uma foto.


-Como eu vejo uma foto:





-Como um católico vê:




NÃO ORAM À IMAGEM, MAS AO QUE ELA REPRESENTA


Os católicos afirmam que não rezam à imagem em si, mas sim àquilo que a imagem está representando (no caso, aos santos representados pela imagem). Isso muda alguma coisa? É claro que não. Em primeiro lugar, porque em lugar nenhum da Bíblia está escrito que podemos ou devemos orar aos santos, como diz o Catecismo Católico:


“Maria é a Orante perfeita, figura da Igreja. Quando rezamos a ela, aderimos com ela ao plano do Pai, que envia seu Filho para salvar todos os homens. Como o discípulo bem-amado, acolhemos em nossa casa a Mãe de Jesus, que se tornou a mãe de todos os vivos. Podemos rezar com ela e a ela. A oração da Igreja é acompanhada pela oração de Maria, que lhe está unida na esperança” (§2679 do Catecismo Católico).


Inexiste completamente qualquer citação bíblica de alguém da terra orando a alguma pessoa no Céu que não seja a Deus. Foi exatamente por isso que o salmista disse:


A quem tenho nos céus senão a ti?” (Salmos 73:25)


Com isso, o que o salmista está dizendo não é que a única pessoa que existe no Céu é Deus (pois os escritores bíblicos já criam na existência de anjos), mas que no Céu a única pessoa que nós podemos nos refugiar e buscar auxílio é em Deus. Se existissem santos intercessores, ele teria citado que teria não apenas a Deus, mas também a estes santos para atendê-lo, assim como diz o Catecismo Católico. Em Isaías, lemos que Abraão não conhecia os israelitas, o que vai diretamente contra a crença católica de que os patriarcas, já falecidos, eram intercessores no Paraíso:


“Mas tu és nosso Pai, ainda que Abraão não nos conhece, e Israel não nos reconhece; tu, ó Senhor, és nosso Pai; nosso Redentor desde a antiguidade é o teu nome” (Isaías 63:16)


Os escritores neotestamentários, da mesma forma, jamais fizeram menção a alguma intercessão de algum morto pelos vivos. Paulo sempre apontava para a mediação única de Cristo:


Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem” (1ª Timóteo 2:5)


E o próprio Jesus afirmou que a nossa oração deve ser ao Pai, em o nome de Jesus, sem nunca dizer que devêssemos orar a santos mortos:


“O que vocês pedirem em meu nome, eu farei” (João 14:14)


Desta forma, mesmo se existissem almas imortais de santos vivos no Céu (o que eu discordo totalmente, visto que existem mais de sessenta passagens que mostram explicitamente a morte da alma no AT e NT), ainda assim seria errado crer que tais seres saibam o que se passa na terra ou que intercedam por nós, para que oremos a eles. Desta forma, mesmo se a oração não for à imagem em si, mas ao que ela representa, isso não muda em absolutamente nada o conceito idólatra a respeito disso e o fato de que tais orações permanecem sendo antibíblicas. Só porque não é à imagem, mas ao que ela representa, que devemos nos prostrar diante delas, rezar a elas, pedir a intercessão delas, conduzi-las em procissão, entoar-lhes cânticos e cultuá-las?


É claro que não. Tais coisas não são feitas nem às pessoas vivas, quanto menos às pessoas mortas que são “representadas” pelas imagens. O próprio Pedro repreendeu quem se prostrou diante dele em vida (At.10:25,26), quanto menos depois de morto e “representado por uma imagem”! Além disso, os próprios pagãos também se utilizam deste mesmo pretexto usado pelos católicos, como denuncia Orígenes, ainda no século II d.C:


"São os mais ignorantes que não se envergonham de dirigir-se a objetos sem vida... e ainda que alguns possam dizer que estes objetos não são deuses mas tão somente imitações deles e símbolos, contudo se necessita ser ignorante e escravo para supor que as mãos vis de uns artesãos possam modelar a semelhança da Divindade; vos asseguramos que o mais humilde dos nossos se vê livre de tamanha ignorância e falta de discernimento" (Contra Celso, 6:14)


Como vemos, os pagãos também cultivavam a mesma desculpa que os católicos dão hoje para o seu culto às imagens: de que a honra não é a imagem em si, mas que ela é tão somente um “símbolo” daquilo que é realmente cultuado. E o que Orígenes responde a isso? Que é um argumento convincente, e de que realmente quem presta honra a uma imagem não está prestando honra à imagem em si, e que os cristãos tem esse mesmo pensamento com relação às imagens dos santos? Pelo contrário. Ele repreende tal argumentação pagã, e afirma que essa argumentação é coisa de “ignorantes e escravos”, e que o mais humilde dos cristãos se vê livre de tamanha ignorância!


E pensar que alguns séculos mais tarde os católicos estariam fazendo o mesmo que os pagãos (cultuando imagens) e com o mesmo pretexto deles (de que a imagem é apenas um “símbolo”)! Não foi à toa que Epifânio condenou o uso de imagens na Igreja com tanta veemência a ponto de tomar tal atitude:


“Eu encontrei um véu suspenso nas portas desta mesma igreja, o qual estava colorido e pintado, ele tinha uma imagem, a imagem de Cristo pode ser ou de algum santo; eu não recordo mais quem ela representava. Eu pois tendo visto este sacrilégio; que numa igreja de Cristo, contra a autoridade das Escrituras, a imagem de um homem estava suspensa, lacerei aquele véu (Jerome, Lettres, Paris 1951, pag. 171)


Essa carta foi preservada por Jerônimo e incluída em suas Cartas, e diz que Epifânio certa vez encontrou uma igreja que tinha uma imagem de um santo ou de Cristo. E qual foi a atitude dele? Achou aquilo totalmente normal, pois as igrejas da época eram todas realmente assim? Não. Ele simplesmente:


 Considerou aquilo um sacrilégio.


 Disse que aquilo ia contra a autoridade das Escrituras.


 E lacerou (rasgou) aquele véu que tinha aquela imagem.


Certamente nenhum católico faria o mesmo nos dias de hoje, pois suas igrejas e sua religião já estão contaminadas por completo com o conceito de aceitação das imagens, sob o pretexto de que o culto não era à imagem em si, mas sim àquilo que a imagem representa. Mais uma vez, vimos que tal alegação não altera e absolutamente nada a idolatria em torno dessas imagens (ou “àquilo que elas representam”), era exatamente a mesma explicação dada pelos povos pagãos e anticristãos, e era totalmente rejeitada pela Igreja primitiva!


PESSOAS SE PROSTRADO NO AT


Na tentativa de justificar o ato idólatra de se prostrar diante de imagens tal como fazem os pagãos, os católicos fazem amplo uso das passagens veterotestamentárias onde uma pessoa se curva diante de outra em sinal de reverência, como se isso fosse a mesma coisa de se prostrar aos pés de uma imagem de pau e pedra e cultuá-la. Para destruir este argumento não é preciso fazer muito esforço.


Em primeiro lugar, se as passagens citadas por eles[8] servem de pretexto para eles fazerem o mesmo com as suas imagens, o que impediria os pagãos de usarem esse mesmíssimo exemplo como razão para a prática deles também? Afinal, se os católicos podem se prostrar diante de imagens de pau e pedra porque pessoas no AT fizeram isso diante de outras pessoas, então por que os pagãos não poderiam por essa mesma razão se prostrar diante de imagens de pau e de pedra? Como vemos, isso poderia servir como pretexto não apenas para os católicos, mas de forma genérica: a qualquer um.


Em segundo lugar, note que não era a imagens que eles se prostravam, mas diante de pessoas. Esse fato é importante de se ressaltar, pois pessoas são diferentes de imagens, e em toda a Bíblia não há uma única referência de alguém se prostrando diante de uma imagem humana. Deus nunca mandou que os israelitas fizessem uma imagem de Abraão, outra de Jacó, outra de Davi e outra de Isaque para cultuá-los, então por que iria querer que fizessem imagens de Pedro, Paulo, Maria e José para oferecer-lhes culto? Não tem sentido. Essa inovação faz parte do arsenal de heresias da Igreja Católica, e não do repertório bíblico de ensino cristão.


Em terceiro lugar, eles se prostravam diante de outro homem naquela época porque era o jeito que as pessoas daquele tempo reverenciavam alguma outra pessoa, fazia parte da cultura deles, não era uma prestação de culto. Coisa totalmente diferente é se prostrar diante de um humano em um local no tempo e na história de um povo que não tem por costume se prostrar em reverência, e que quando faz isso o faz para cultuar outro alguém.


Os japoneses costumam se cumprimentar inclinando a cabeça para frente diante da outra pessoa, e não com apertos de mão. Isso significa que eles são idólatras? Obviamente não. Faz parte da cultura deles esse gestomeramente como um cumprimento, e não como prestação de culto. Quando se prostrar diante de alguém ou de alguma coisa não é meramente como cumprimento, mas para cultuar, é a própria Bíblia que condena esse gesto, como podemos observar no caso do próprio Pedro:


“Quando Pedro ia entrando na casa, Cornélio dirigiu-se a ele e prostrou-se aos seus pés, adorando-o. Mas Pedro o fez levantar-se, dizendo: ‘Levante-se, eu sou homem como você’ (Atos 10:25-26)


Se Pedro rejeitou que se prostrassem diante dele em pessoa, como iria permitir que nos dias de hoje se prostrassem diante de uma imagem que o simboliza? E por que os papas de hoje em dia aceitam que se prostrem diante deles, muito diferente da atitude do próprio Pedro, que recusou com veemência tal gesto diante dele?


Os católicos costumam responder a isso alegando que Cornélio estava adorando Pedro, enquanto eles apenas veneram a imagem deste apóstolo. Novamente, vemos a fútil diferença entre latria e dulia e entre adoração e veneração que eles inventaram para justificar sua própria idolatria, coisa que vimos que na prática inexiste. Ademais, para alegar que Cornélio queria adorar Pedro, ou o reconhecia como um deus, como alegam os católicos na tentativa de diferenciar este ato do ato deles, teríamos que inferir que Cornélio não era temente a Deus nem monoteísta, e que por conta de sua ignorância acabou “adorando” e não apenas “venerando” o apóstolo. Porém, o relato bíblico acerca deste homem é totalmente diferente:


“Havia em Cesaréia um homem chamado Cornélio, centurião do regimento conhecido como Italiano. Ele e toda a sua família eram piedosos e tementes a Deus; dava muitas esmolas ao povo e orava continuamente a Deus” (Atos 10:1-2)


“Os homens responderam: ‘Viemos da parte do centurião Cornélio. Ele é um homem justo e temente a Deus, respeitado por todo o povo judeu. Um santo anjo lhe disse que o chamasse à sua casa, para que ele ouça o que você tem para dizer’” (Atos 10:22)


Como vemos, Cornélio não era um pagão ímpio, não era politeísta, não tinha outro deus além do Criador. Ele e toda a sua família eram considerados biblicamente como justos e tementes a Deus, e o relato bíblico não é de que ele orava a santos, mas de que orava continuamente a Deus. Portanto, Cornélio não era idólatra, era um servo de Deus, justo e monoteísta. Ele, obviamente, não se prostrou diante de Pedro por pensar que Pedro era um deus, nem se prostrou com a intenção de adorá-lo. Ele se prostrou pensando que aquilo era simplesmente um gesto respeitoso, uma “veneração”, como diriam os católicos.


Porém, a reação de Pedro foi totalmente diferente daquilo que os católicos pensam que deveria ser. Ele rejeitou que se prostrassem diante dele, mandou que se levantasse, disse que era homem como ele e considerou aquele ato como adoração, ou seja, como um ato idólatra! Se isso aconteceu com Cornélio, tão justo e temente a Deus, respeitado por todo o povo, o que dizer então de uma multidão de católicos que tem na cabeça que se prostrar diante de uma imagem é uma boa atitude?


A diferença é que Cornélio aprendeu a lição e nunca mais voltou a se prostrar novamente diante de algo ou alguém que não seja Deus, após ter sido repreendido pelo próprio Pedro, enquanto que os católicos repetem esse mesmo ato idólatra milhares e milhares de vezes, o que aumenta significativamente o tamanho da idolatria, e o pior: não se arrependem desse pecado como fez Cornélio, porque, diferentemente dele, eles não tem consciência de que este ato é idólatra – como disse Pedro – pois seguem um outro homem – que diz ser sucessor daquele mesmo Pedro – que afirma que nesse gesto não há problema algum.


E, para terminar, nada melhor do que citarmos como exemplo o próprio apóstolo João, que também cometeu a tolice de se prostrar diante de um anjo em certa ocasião:


“Então caí aos seus pés para adorá-lo, mas ele me disse: ‘Não faça isso! Sou servo como você e como os seus irmãos que se mantêm fiéis ao testemunho de Jesus. Adore a Deus! O testemunho de Jesus é o espírito de profecia’” (Apocalipse 19:10)


A palavra grega que aqui é traduzida por “prostrar-se para adorá-lo” é proskuneo, que é a mesma utilizada no texto anterior de Atos 25:-26, e que, de acordo com o léxico da Concordância de Strong, significa:


4352 προσκυνεω proskuneo
de 4314 e um provável derivado de 2965 (significando beijar, como um cachorro que  lambe a mão de seu mestre); TDNT - 6:758,948; v
1) beijar a mão de alguém, em sinal de reverência;
2) entre os orientais, esp. persas, cair de joelhos e tocar o chão com a testa como uma expressão de profunda reverência;
3) no NT, pelo ajoelhar-se ou prostrar-se, prestar homenagem ou reverência a alguém, seja para expressar respeito ou para suplicar;
3a) usado para reverência a pessoas e seres de posição superior:
3a1) aos sumo sacerdotes judeus;
3a2) a Deus;
3a3) a Cristo;
3a4) a seres celestes;
3a5) a demônios.


Como vemos, João praticou proskuneo diante de anjo, isto é, ele “se ajoelhou e prostrou prestando homenagem ou reverência expressando respeito” a ele, mas qual foi a reação do anjo? Aceitou numa boa, exatamente como os católicos pensam que tem que ser? Ao contrário: disse um sonoro “não faça isso”(que todos os católicos deveriam ouvir), seguido de um: “adore a Deus”! Portanto, o anjo considerou aquele ato como sendo um ato idólatra, de adoração, e que deveria ser dirigido somente a Deus.


Temos que ressaltar aqui, mais uma vez, que nós não estamos falando de qualquer um. Estamos alando nada a mais nada a menos do que o grande apóstolo João, o discípulo amado, o escritor de um evangelho, de três cartas pastorais e do Apocalipse, que conviveu com Jesus Cristo durante três anos até a crucificação, que guiou as igrejas cristãs por décadas, inclusive dizendo: “guardem-se dos ídolos” (1Jo.5:21).


Portanto, não estamos falando de um pagão, ou de um idólatra, de um ignorante qualquer que não saiba a “diferença entre adorar e venerar”, que não fosse monoteísta ou que pensasse que aquele anjo era um deus. Certamente, o apóstolo pensava que se prostrando diante do anjo não estaria cometendo idolatria, mas estaria apenas o reverenciando, exatamente como os católicos dizem fazer com as imagens dos santos.


Mas o anjo, ao invés de interpretar dessa maneira, condenou a atitude de João considerando um ato idólatra, que somente poderia ser dirigido a Deus. Esse anjo “protestante rebelado” não disse isso à toa. Isso só está na Bíblia porque Deus sabe muito bem que é possível que alguém monoteísta, cristão, que sabe que só se deve adorar a Deus e que sabe bem a diferença entre um ídolo e um humano (ou anjo), mesmo assim cometa idolatria se prostrando diante de alguém que não seja Deus, pois este ato é condenado biblicamente, salvo quando é apenas um cumprimento natural entre duas pessoas como fruto da tradição e cultura de toda uma sociedade, como é o caso dos patriarcas no AT, ou dos japoneses até hoje.


Obviamente essa não é a realidade no Brasil: católicos se prostram diante de imagens de pau e de pedra para prestar-lhes culto, coisa que já no tempo do NT já era proibido. Mas os católicos se superam: não apenas se prostram diante das imagens, como também rezam a elas, pedem intercessão, entoam louvores, tocam, beijam, levam em procissão, enchem os templos com elas, fazem promessas a elas, as cultuam, e mais uma série de coisas que nem Cornélio nem João fizeram, e foram repreendidos por muito menos. E depois dizem que só veneram!





DEUS MANDOU FAZER IMAGENS


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A minha primeira reação quando leio esse argumento é simples: “E daí”? É óbvio que Deus mandou fazer imagens. Se as imagens fossem proibidas em absoluto eu não poderia sequer ter quadros na minha casa, deveria jogar todas as minhas gravuras no lixo, deveria fazer uma verdadeira reforma começando por mim mesmo. O que Deus proíbe não é o simples ato de fazer obetos, esculturas, imagens, mas aquilo que se faz com essas imagens. Deus realmente mandou que fizessem uma serpente de bronze no deserto. Mas os israelitas cultuavam a serpente? Não. Rezavam a ela? Não. A consideravam como intercessora ou medianeira? Não. Dirigiam pedidos a ela? Não. Queimavam incenso a ela? Não. A levavam em procissão? Não. A louvavam? Não.


Não, não, não, não e não.


Tudo o que os israelitas foram permitidos a fazer com a serpente chega até a ser engraçado: só podiam olhar!


“O Senhor disse a Moisés: ‘Faça uma serpente e coloque-a no alto de um poste; quem for mordido eolharpara ela viverá’. Moisés fez então uma serpente de bronze e a colocou num poste. Quando alguém era mordido por uma serpente e olhava para a serpente de bronze, permanecia vivo” (Números 21:8-9)


Deus não disse que aquele que fosse mordido por uma serpente e tocasse, rogasse, beijasse, cultuasse, louvasse ou orasse à serpente seria curado, mas permitiu apenas olhar. Se algum católico vê nesse quadro alguma semelhança entre isso e a prática deles em relação a seus santos, deve ir se consultar urgentemente, a não ser que os católicos apenas olhem para os seus santos e não façam mais nada além disso! Essa passagem, na verdade, volta-se totalmente contra eles mesmos, porque quando vemos que os israelitas começaram a fazer com a serpente tudo aquilo que os católicos fazem com seus santos, Deus mandou esmagá-la por completo:


Ele [Josias] fez o que o Senhor aprova, tal como tinha feito Davi, seu predecessor. Removeu os altares idólatras, quebrou as colunas sagradas e derrubou os postes sagrados. Despedaçou a serpente de bronze que Moisés havia feito, pois até àquela época os israelitas lhe queimavam incenso. Ela era chamada Neustã” (2ª Reis 18:3-4)


Quando os israelitas passaram a não apenas olhar para a serpente, mas cultuá-la, queimando-lhe incenso em sua honra, Deus mandou o rei Josias despedaçar com aquela imagem! Assim, esse exemplo deixa claro naprática o que é a proibição das imagens. Quando elas são apenas monumentos e nada a mais, nos quais os homens apenas olham e observam, não há problema algum com elas, mas quando passam a serem objetos de culto, são despedaçadas e proibidas pela própria ordenança divina.


A questão que fica é: os católicos apenas olham para as suas imagens? As imagens nos templos católicos são apenas monumentos decorativos (como as do templo de Salomão) ou são objetos de culto? Qual exemplo aqui é mais próximo do praticado pelos católicos: o da serpente de bronze enquanto apenas objeto a que se era permitido olhar (com a permissão de Deus), ou o da serpente de bronze enquanto objeto de culto, exatamente como fazem os católicos com suas imagens? A resposta é autoevidente.


Na própria passagem mais usada pelos evangélicos há o registro claro em relação à proibição de se fazer imagens, que não é pela imagem em si mesma, mas por aquilo que se faz com ela. No caso, vemos que Deus proibiu que se fizessem imagens para prestar culto a elas e se prostrar diante delas:


“Não farás para ti nenhum ídolo, nenhuma imagem de qualquer coisa no céu, na terra, ou nas águas debaixo da terra. Não te prostrarás diante deles nem lhes prestarás culto, porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que castigo os filhos pelos pecados de seus pais até a terceira e quarta geração daqueles que me desprezam” (Êxodo 20:4-5)


O verso 5 explica a proibição do verso 4 (de não se fazer imagens), e mostra que Deus não é contraditório para uma hora proibir imagens e outra hora mandar construir uma, porque tal proibição estava relacionada àprática de culto e a se prostrar diante delas. Os católicos cultuam as imagens que representam os santos? Sim. Os católicos se prostram diante dessas imagens? Sim. Então estão praticando idolatria.


O simples fato de não considerar tais imagens como outro deus não implica de modo algum que não se possa cometer idolatria com algo que não é ídolo, pois, como vimos, Cornélio adorou Pedro sem intenção e João adorou o anjo sem intenção, ambos eram monoteístas e o objeto de adoração naquela situação não era outro deus. Sendo assim, a proibição bíblica não se limita apenas aos deuses pagãos, como alegam os católicos, mas a qualquer imagem que seja objeto de culto e que se prostrem diante dela, o que biblicamente é considerado adoração, e é praticada tanto pelos católicos como pelos pagãos, mas com uma só diferença: os pagãos assumem.


Paz a todos vocês que estão em Cristo.


 Fonte:
http://heresiascatolicas.blogspot.com.br/2013/05/nao-adoram-so-veneram.html
http://www.estudosgospel.com.br/estudo-biblico-duvida-pergunta-e-resposta-biblica/por-que-deus-proibiu-imagens-e-depois-mandou-fazer-querubins.html

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