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sexta-feira, 21 de setembro de 2012

26-A FESTA JUNINA

Paganismo: As origens das Festas Juninas


Uma das mais populares manifestações religiosas do calendário festivo do Brasil, as Festas Juninas trazem no bojo de suas celebrações elementos oriundos de diversas culturas. Por trás do verniz cristão e sua associação com os santos católicos homenageados, o folclore e os temas de fundo das Festas Juninas remetem às tradições espirituais pré-cristãs da Europa e também da América do Sul. A contribuição mais visível vem dos antigos festivais sazonais da Europa pagã. Tendo em mente que a palavra pagão vem do vocábulo latino pagus, ou seja: o campo, a natureza, é fácil perceber porque a espiritualidade pagã pré-cristã possui uma forte ligação com o mundo natural e seus ciclos.

Originários do clima temperado da Europa, os ritos e costumes dos europeus pré-cristãos estavam associados às estações do ano.
O mês de junho no Hemisfério Norte assiste à chegada do verão no dia mais longo do ano; o Solstício de Verão.

É um período no qual as terras européias vicejam banhadas pelo sol. Plantas, animais e demais criaturas atravessam nesta época seu período de maior fertilidade e este era o tema central das festividades juninas.
Fragmentos das tradições de povos europeus como os celtas e os germânicos, preservadas no folclore e nos costumes das culturas modernas, oferecem uma boa imagem dos antigos festivais anteriores ao cristianismo.

Envolvendo toda a comunidade agrícola ao redor da necessidade de se compreender a dinâmica da Natureza da qual ainda fazemos parte, mesmo vivendo em metrópoles -, nossos ancestrais europeus desfrutavam do apogeu da vida no verão através de rituais que garantissem a fertilidade da terra e das criaturas para que a
produção de alimentos; grãos, frutos e gado fossem suficientes para sustentar a todos nos meses frios do inverno por chegar. Nessa temática, somos capazes de identificar diversos elementos pré-cristãos que
sobrevivem ainda hoje nas festas juninas.

Comecemos pela fogueira. Não existe festa junina de verdade sem uma boa fogueira. Mesmo hoje, em ambientes onde não seja possível acender uma, temos pelo menos uma representação; uma pilha de lenha
não acesa, ou mesmo fogo artificial; de celofane. O fogo é um elemento sagrado em praticamente todas as religiões; das mais antigas, como a espiritualidade persa, às mais novas, como o cristianismo. Para os celtas, o verão era os domínios do deus Bel/Belenos, e seu nome pode ser encontrado no nome do festival celta de verão; Beltaine, ou fogo de Bel. Os druidas celtas acendiam suas fogueiras para atrair os poderes protetivos e transformadores do sol do verão, governados por Bel. Mesmo tendo sido deslocada do mês original de maio
para junho, a fogueira das festas juninas é um eco distante dessas celebrações ancestrais.

Ao redor da fogueira, os participantes das festas juninas costumam dançar cirandas e danças de roda; herança direta das antigas danças circulares sagradas de diversos povos antigos. O círculo é a imagem perfeita da ciclicidade do tempo, sem começo nem fim, como a eterna sucessão das estações do ano. Ao dançar em círculo ao redor das fogueiras, os antigos europeus harmonizavam-se com os ritmos da Natureza em que viviam.

Como o tema central das festas juninas tem origem na Europa, é evidente que esteja alinhado ao clima de lá e não do Hemisfério Sul, onde as estações são invertidas (prova da longevidade dos costumes europeus é a ceia de natal, com alimentos típicos do inverno europeu; castanhas, frutas secas e carne suína). Quando da colonização européia da América do Sul por europeus, muitos desses temas e costumes migraram para cá no bojo das celebrações cristãs, adaptando-se e mesclando-se às tradições locais.

Outro costume bastante curioso das festas juninas é o pau-de-sebo, aquele mastro ainda muito popular nas quermesses do interior, na ponta do qual é posicionado um ícone de Santo Antônio e as prendas. No interior da Inglaterra e da Irlanda (terras originalmente celtas) e também da Alemanha (terras originalmente germânicas), temos celebrações semelhantes, conhecidas em inglês como Maypole (mastro de maio), ao redor do qual dançam jovens de ambos os sexos, rapazes num sentido e garotas no oposto. A conotação original sensualmente erótica dessa tradição atualmente recatada é evidente pela complementarão da dança entre os sexos, ao redor de um símbolo fálico (o mastro) que representa o princípio masculino fértil da Natureza. No pau-de-sebo esse mesmo tema é complementado pela sacralidade do rito de fertilidade atestada pela figura de Santo Antônio no topo do mastro.

Santo Antônio, aliás, é um tema que por si só merece uma análise especial neste contexto. Tido como o padroeiro dos casamentos e amores, Santo Antônio desempenha dentro do cristianismo o papel que
anteriormente cabia a deuses como Eros na Grécia, Angus entre os celtas e Vênus em Roma; todos deuses do amor e da sensualidade, a quem os povos da Antigüidade recorriam com preces, orações e oferendas em tudo semelhantes às que os fiéis de hoje fazem ao santo católico.
Obviamente, o componente mais erótico dos mitos desses deuses antigos foi adequado à nova ética cristã, mais pudica. Para os povos antigos, o amor e a sensualidade não eram pecados, mas sim um dom divino que era celebrado ao redor das fogueiras. Afinal, é o amor que nutre a alma dos humanos, assim como a terra fértil nutre seus corpos.



fonte: http://bemzen.uol.com.br







Festas Pagãs
 
festas Junina.inofensiva ou não?


Todo mês de junho é a mesma coisa, a maioria das escolas põe lenha na fogueira para as crianças entrarem no clima da festa junina. Dei-me conta de que precisamos falar mais sobre os significados desta festa ao saber que algumas crianças da igreja estavam planejando participar delas, elas conversavam na sala da EBD:

- Eu vou dançar quadrilha na festa junina da minha escola. No que a outra respondeu:

- Eu também, e vou comer muito...

Apesar de serem assíduas na igreja, juntamente com suas famílias, essas crianças não têm idéia de onde estão entrando, precisam ser apascentadas por pais e professores que as amem. Erramos por não sabermos a origem e significados das coisas. "Assim, eu lhes digo, e no Senhor insisto, que não vivam mais como os gentios, que vivem na inutilidade dos seus pensamentos. Eles estão obscurecidos no entendimento e separados da vida de Deus por causa da ignorância em que estão, devido ao endurecimento do seu coração. Tendo perdido toda sensibilidade, eles se entregaram à depravação, cometendo com avidez toda espécie de impureza." Efésios 4:17-19.

Nossa falta de instrução e de saber tem afetado nossos pequeninos, e a nós também, é claro. Percebi que muitos pais cristãos não sabem os significados de tal comemoração, senão suas crianças não estariam evolvidas com esta festa de origem pagã, ou seja, idólatra. Fiz uma pesquisa na Net e dentre tantos sites, escolhi um de educação, (www.klickeducacao.com.br), que não é religioso, e ensina o sentido desta festa, de onde extrai as informações abaixo. Acompanhe comigo e veja você mesmo QUAL O SENTIDO DA FESTA JUNINA.
 


A festança dos santos de junho

Antônio, João e Pedro são, até hoje, os santos mais populares do Brasil. Mas o que poucos sabem é que toda essa alegria remonta à Antigüidade, quando por toda a Europa festejos pagãos comemoravam no mês de junho o início do preparo da terra para o plantio. Hoje, a festança começa no dia 12, véspera de Santo Antônio, e termina no dia 29, dia de São Pedro. Mas o auge mesmo é a noite de 23 para 24, dia de São João Batista, o santo fogueteiro.

O começo de tudo - Na Antigüidade, quando a ciência ainda não havia explicado o funcionamento do universo, as alterações no clima eram atribuídas à magia e aos deuses. Dias quentes e ensolarados, depois dos meses frios do inverno e dos dias amenos da primavera, eram considerados uma bênção divina. Assim, os povos daquela época criaram rituais para garantir a boa vontade e a bondade das divindades responsáveis por esses fenômenos.

Você sabia que antes de o cristianismo dominar a Europa, as festas juninas comemoravam a deusa Juno, mulher de Júpiter, que fazia parte do panteão do Império Romano? Com o tempo, as festas joaninas, realizadas em junho, acabaram sendo mais conhecidas como "juninas".

Sincretismo religioso. Quando o cristianismo tornou-se a religião oficial do Ocidente, no século IV, as principais celebrações pagãs foram sendo incorporadas ao calendário das festas católicas. Foi assim com o Dia de Todos os Santos e também com as festas juninas. Já no século VI, a Igreja Católica reservou o dia 24 de junho para comemorar o nascimento de São João Batista, que, segundo a Bíblia, batizou Jesus Cristo. Aos poucos os cristãos foram criando novos mitos para explicar as práticas anteriores (pagãs). Estavam fazendo o que hoje chamamos sincretismo religioso. Por exemplo: para justificar o uso do fogo na festa cristã, conta-se que Santa Isabel teria acendido uma fogueira para avisar Maria - sua prima - do nascimento de seu filho João Batista. As comemorações foram ampliadas no século XIII, incluindo o dia da morte de Santo Antônio de Pádua, 13 de junho, e o da morte de São Pedro, 29 de junho.

Cada um dos santos

Somente a partir do século VI os santos católicos Antônio, João e Pedro foram associados às alegres festas de junho. Foi uma forma de a Igreja Católica não só homenagear seus santos mais populares, mas também ofuscar a antiga tradição pagã que predominava nas festas juninas.

Tudo o que uma festa junina deve ter

Fogueiras - Além de ser um elemento de reunião das comunidades e famílias, a fogueira tem outros significados milenares: proteção contra maus espíritos, purificação, agradecimento e homenagem a deuses.

Fogos de artifício - Segundo a tradição popular, o barulho dos fogos de artifício espanta maus espíritos e acorda São João para a festa.

Balões - Simbolizam a oferenda aos céus para a realização de pedidos ou agradecimento de desejos satisfeitos.

Lavagem do santo - A tradicional lavagem de São João, no dia 24 de junho, é um batismo simbólico. Segundo a crença popular, no momento da lavagem a água do rio passa a ter poderes de cura. É por isso que os participantes molham os pés, o rosto e outras partes do corpo e guardam um pouco de sua água.

Levantamento do mastro - O mastro de São João é fincado no solo e a seu redor são lançados pedaços de unha, fios de cabelo e sementes, simbolizando o desejo de fertilidade. Apesar de ser "de São João", os três santos homenageados estão representados em sua ponta.

Casamento caipira - Uma das mais divertidas tradições das festas juninas é, sem dúvida, o casamento caipira - também chamado de "casório matuto". A representação, em tom de brincadeira, é cheia de malícia e conotações sexuais. A história sofre pequenas variações, mas o enredo é sempre o mesmo: a noiva fica grávida antes do casamento e os pais obrigam o noivo a se casar com ela. Desesperado, o noivo tenta fugir, mas é impedido pelo delegado e seus soldados, que arrastam o "condenado" ao altar e vigiam a cerimônia. Depois que o casamento é realizado, inicia-se a quadrilha."

Fonte: www.klickeducacao.com.br
 


Vamos parar por aqui com a pesquisa para pensarmos um pouco: a festa junina é inofensiva ou não?
O que Jesus faria em meu lugar? Ele dançaria quadrilha?

Como posso pensar e agir de acordo com os valores e princípios bíblicos e ensiná-los a esta geração?

A Bíblia diz claramente o quanto irrita ao nosso Deus a adoração a outros deuses. A quadrilha se parece com a festa relatada em Êxodo 32 - "Arão edificou um altar diante do bezerro de ouro e anunciou: Amanhã haverá uma festa dedicada ao Senhor (...) Na manhã seguinte, ofereceram holocaustos e sacrifícios de comunhão. O povo se assentou para comer e beber, e levantou-se para se entregar à farra (...) Disse o Senhor a Moises: Tenho visto que este povo é um povo obstinado. Deixe-me agora para que a minha ira se acenda contra eles, e ou os destrua. Depois farei de você uma grande nação."

De que lado você, suas crianças e jovens estão: do povo cabeçudo ou do lado da grande nação? Você está em comunhão com Deus ou com os demônios? (1 Co 10:14-24). "Vocês não podem participar da mesa do Senhor e da mesa dos demônios." I Co 10:21. São estes princípios e outros mais, que temos a oportunidade de ensinar aos nossos filhotes nesta época de festas junina, pois "Tudo é permitido, mas nem tudo convém. Tudo é permitido, mas nem tudo edifica". 1Co 10.23.

Se você ainda acha que festas juninas são inofensivas, sem perigos, se tiver paz para comemorá-la e deixar suas crianças se envolverem, vá em frente, mas sabendo que todos os espíritos cultuados nesta festa estarão com vocês.
Alexandra Guerra
alexaguerra.blogspot.com 




fonte:www.montesiao.pro.br

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