CORINHOS ANTIGOS

CONTADOR DE VISITAS

contador de acessos

MENSAGENS COM FLORES

NAO À IDEOLOGIA DE GÊNERO

Defesa do Evangelho-Paulo Junior

Conselhos práticos cristãos

JOGO BÍBLICO DE PERGUNTAS

LEITURA EM INGLÊS

LEITURA EM INGLÊS

LEITURA EM INGLÊS 02

LEITURA EM INGLÊS 02

NOTICIAS DE CONCURSOS

link me

Prof Marcio de Medeiros

Por favor coloque este codigo em seu site ou blog e divulgue o nosso blog

Pag do facebook 02

domingo, 19 de janeiro de 2014

619-OS DESPENSEIROS DA INFINITA GRAÇA DO ETERNO


Despenseiros dos Mistérios de Deus
INTRODUÇÃO
Ser um despenseiro, constitui-se o maior dos privilégios. Nada poderia ser mais honroso ou ter maior significado eterno, que servir a Cristo em sua igreja. Esse privilégio é também a responsabilidade mais pesada que alguém pode assumir. O desencargo dessa responsabilidade exige uma compreensão bíblica da igreja e do ministério, como veremos nesta lição.
I- SIGNIFICADO DO TERMO DESPENSEIRO
1.1 Quem era o despenseiro? - O despenseiro ou mordomo (Gr. Oikonómos) era alguém que administrava uma casa, propriedade, ou negócio de outrem. O cargo envolvia confiança e responsabilidade, pois ele era colocado acima dos outros, e tinha uma grande tarefa a desempenhar. Mas, também estava sujeito ao seu senhor, e tinha que prestar contas de si. Em relação ao seu senhor, ele era um escravo, em relação aos escravos, era um superintendente. Um despenseiro cuidadoso e de plena confiança, aliviava muito o labor administrativo, quando fazia seu trabalho bem feito e de modo apropriado.
1.2 Terminologia - O termo despenseiro, aparece somente no NT, e vem do original grego oikonómos (mordomo da casa). Encontramos o termo nos seguintes textos: Lc 12.42; 16.1,3,8; Rm 16.23; I Co 4.1,2; Gl 4.2; Tt 1.7; I Pe 4.10. Outro vocábulo da língua grega que se insere na idéia de despenseiro, é epítropos (encarregado), que aparece três vezes no NT: Mt 20.8; Lc 8.3; Gl 4.2. No hebraico temos três expressões que se aproximam da idéia, são elas: Ben mesheq (filho de aquisição), termo que Abraão usou para referir-se a Eliezer, conforme Gn 15.2. O segundo termo hebraico é ha-ish asher al (homem que está acima), usado em Gn 49.19. O terceiro é asher al bayit (quem está sobre a casa) que encontra-se em Gn 44.4.
II- IGREJA, O CAMPO DE ATUAÇÃO DO DESPENSEIRO
A igreja é uma comunidade de remidos separados para adorar a Deus, e é nela que o despenseiro desenvolve o seu trabalho. A função do despenseiro no contexto bíblico estava sempre ligada a uma casa ou propriedade. A igreja constitui-se na habitação de Deus, sendo chamada “casa espiritual”, conforme I Co 3.16 e I Pe 2.5. O despenseiro cristão está encarregado de uma grande responsabilidade, porque ele não ministra em uma instituição humana, mas na igreja. Vejamos algumas características do campo de atividades do despenseiro, a igreja do Senhor:
CARACTERÍSTICAS DA IGREJA COMO CAMPO DE ATUAÇÃO DO DESPENSEIRO
1) A igreja é numa instituição divina, que o Senhor prometeu edificar e abençoar (Mt 16.18) 6) A igreja proclama e preserva a verdade divina (I Tm 3.15; Tt 2.1, 15)
2) A igreja reúne os verdadeiros adoradores (Fp 3.3) 7) A igreja é o lugar de edificação e crescimento espiritual (At 20.32; Ef 4.11-16; II Tm 3.16,17; I Pe 2.1,2; II Pe 3.18)
3) A igreja é a assembleia mais importante da terra, uma vez que Cristo a adquiriu com seu próprio sangue (At 20.28; I Co 6.19; Ef 5.25; Cl 1.20; I Pe 1.18; Ap 1.5)  A igreja é a plataforma de lançamento para a evangelização mundial (Mc 16.15; Tt 2.11)
4) A igreja é uma expressão terrena, de uma realidade espiritual (Mt 6.10; 18.18) 9) A igreja é o ambiente onde se desenvolve uma liderança espiritual forte (II Tm 2.2)
5) A igreja é a esfera de comunhão espiritual (Hb 10.22-25; I Jo 1.3; 6,7)   10) A igreja triunfará, tanto no âmbito local como universal(Mt 16.18; Fp 1.6)
III- AS QUALIDADES DOS FIÉIS DESPENSEIROS
A visão ministerial da igreja de Corinto, estava sendo deturpada pela influência da sociedade elitista e glamourizada daquela cidade. Entre os coríntios era corrente a idéia de que qualquer pessoa bem sucedida nos negócios, ou capacitada intelectualmente poderia exercer liderança espiritual. Por isso, começou a existir a discriminação ministerial, girando em torno do brilhantismo de cada obreiro. Paulo percebendo essa tendência, como bom missivista que era, tratou de vacinar a igreja coríntia, ensinando-lhe o verdadeiro sentido do ministério: Despenseiro, ou seja, acima de tudo um servo. Paulo queria que a igreja enxergasse a ele mesmo e aos demais obreiros como:
3.1 “Ministro de Cristo” (I Co 4.1) - Aqui o termo ministro (gr. Diakonos), está empregado literalmente como “servo”, ou escravo cujo trabalho era muito pesado. A idéia aqui é o volume de trabalho. Paulo mostra que o obreiro chamado por Deus é um assistente e servidor dEle, ou seja, um diácono de Deus (I Co 3.9). No grego popular ou koinê (comum), o termo ministro (gr. Diakonos), também era chamado de huperetes que caracterizava o escravo das galés grecoromanas que remava no piso inferior do navio. Ao utilizar esses termos, o apóstolo mostrava que o serviço cristão não tinha como propósito, dar visibilidade aos obreiros, mas glorificar o nome do Senhor. João Batista expressou bem esta idéia quando disse acerca de Jesus: “É necessário que ele cresça e que eu diminua” (Jo 3.30).
 3.2 “Despenseiro dos mistérios de Deus” (I Co 4.1) - Aqui o despenseiro (gr. Oikonómos), dá idéia da qualidade do trabalho que se faz para Deus, aludindo a alguém que se desdobra em sacrifício. Aqui também fala de “mistérios”; que são as verdades doutrinais da redenção, e da igreja do Senhor, reveladas por Jesus nos evangelhos, e também pelo Espírito Santo nas epístolas do Novo testamento (I Co 2.7).
3.3 “Que cada um se ache fiel” (I Co 4.2) - Outra condição essencial do despenseiro é a sua fidelidade. No grego “fé” e “fidelidade” vem da mesma raíz (gr. Pistis), originalmente fiel significa “cheio de fé”. Um despenseiro fiel é aquele cuja vida coaduna com aquilo que ele prega. A metáfora do despenseiro coaduna com o ensino de Jesus de que a fidelidade é uma das bases do cristianismo. Na Parábola dos talentos, o Senhor destacou o mordomo que foi bem sucedido, com esta expressão: “Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.” (Mt 25.21,23). Os despenseiros fiéis são conhecidos pelas seguintes características:
CARACTERÍSTICAS DO DESPENSEIRO
Humildes (At 20.19) Abnegados (I Cor 9.27)
Santos (Ex 28.36; Lv 21.6; Tt 1.8) Sóbrios, justos e controlados (Lv 10.19; Tt 1.8)
Puros (Is 52.11; I Tm 3.9) Hospitaleiros (I Tm 3.2; Tt 1.8)
Pacientes ( I Tm 3.2; Tt 1.7) Aptos a ensinar (I Tm 3.2; II Tm 2.24)
Voluntários (Is 6.8; I Pe 5.2) Estudiosos e meditativos ( I Tm 4.13,15)
Sem cobiça (II Co 12.14; I Ts 2.6) Vigilantes (II Tm 4.5)
Imparciais ( I Tm 5.21) Dedicados à oração (Ef 3.14; Fp 1.4)
Gentis ( I Ts 2.7; II Tm 2.24) Bons governantes de suas famílias ( I Tm 3.4,12)
Dedicados (At 20.24; Fp 1.20,21) Afetuosos com o rebanho (Fp 1.7; I Ts 2.8,11)
Fortes na fé ( II Tm 2.1) Exemplos para o rebanho (Fp 3.17; II Ts 3.9; I Tm 4.12; I Pe 5.3)
IV- A MISSÃO DOS DESPENSEIROS
Nossa missão como despenseiros, é múltipla e difícil, pois, requer dedicação, oração, e renúncia, mas é gloriosa, porque é a realização da obra de Deus. Aqui estão alguns aspectos da nossa missão:
Adorar a Deus - Deus busca verdadeiros adoradores (Ef 1.12; Ap 5.8,11,13,14; Mt 4.10; Sl 96.8,9).
Proclamar a salvação - A mensagem da salvação deve ser pregada em todo o tempo, a todos os perdidos, em todo o mundo (Mc 16.15,16; Jo 20.21; I Tm 2.3,4; Ez 3.16,21).
Discipular os crentes - É fazer de cada crente, um verdadeiro seguidor de Cristo (Mt 28.19; At 14.21,22).
Restaurar os desviados - Conduzí-los novamente, a fé (Lc 8.13; Hb 3.12; Tg 5.19,20; Jr 3.22; Os 14.1).
Doutrinar o povo - Combater as heresias e modismos com a palavra (Mt 28.29; I Tm 4.16; Cl 1.28,29).
Disciplinar e corrigir - A disciplina bíblica, aplicada com amor, visa o bem do transgressor e seu retorno à normalidade da vida cristã (Mt 18.15-17; Hb 12.5-11; Rm 16.17,18; II Ts 3.6-15).
Treinamento de obreiros - A igreja local também tem como dever o preparo dos obreiros (Mt 4.19; Lc 6.12-16; II Tm 2.2,15,21; Ef 4.11,12).
Estabelecer igrejas locais - A expansão do Reino de Deus, também se dá pela implantação de igrejas locais (At 9.31; 13.1; Ap 2.7; 22.16).
Socorro aos necessitados - A ação social é um dos pilares do evangelho (I Jo 3.17; At 11.29,30; Rm 12.13; Mt 15.32; At 4.32-35).
Assistência às famílias - cabe-nos também o apoio moral e espiritual às famílias, pois, o fortalecimento da família também reflete na edificação da igreja (At 5.42; 2.2,46; Rm 16.5; Cl 4.15).
CONCLUSÃO
No capítulo 4 da Primeira Epístola de Paulo aos Coríntios, o apóstolo combateu um problema já existente naquela época: a deturpação do ministério cristão. Ao escrever sobre este assunto, o apóstolo mostrou aos crentes coríntios, que o ministério não é um manto de status como muitos pensavam. Ele defendeu que, dentro do plano que Deus ordenou à igreja, a liderança cristã é uma posição de serviço humilde, feito com amor, e que aqueles que lideraram o povo de Deus, devem acima de tudo, ser um exemplo de sacrifício, devoção, submissão e humildade.

BIBLIOGRAFIA:
Bíblia de Estudo Pentecostal - CPAD,
Lição Bíblica de Jovens e Adultos, 4º trimestre de 1997 - CPAD,
Ministério Pastoral - John Macarthur, Jr. - CPAD,
O Novo Testamento Interpretado Vers. por Vers. - Hagnos,
O Pastor do Século 21 - David Fisher - Vida - 1999
Publicado no site da Rede Brasil de Comunicação
Fonte:
http://www.ebdweb.com.br/2009/04/20/despenseiros-dos-misterios-de-deus-rede-brasil-de-comunicacao/



618-A ULTIMA E A PIOR DE TODAS AS REALIDADES.O TERROR E SOFRIMENTO COMO VOCE NUNCA VIU!!!.

O senhor e Salvador Jesus (Yeshua),  morreu para que voce,  eu e todos nós nao ir para este lugar!.
    Leia Joao 3.16




INFERNO
“Os perversos serão lançados no inferno, e todas as nações   que se esquecem de Deus.”  
Sl 9.17
O inferno existe! É uma verdade clara na Bíblia.

Para nós cristãos, inferno é um lugar e estado de castigo em que os perdidos (morreram na prática contumaz do pecado) estão eternamente separados de Deus.
A Bíblia o descreve como um lugar terrível, de tormento e onde estarão por toda a eternidade todos aqueles que não observaram os preceitos (descritos na Bíblia) do Senhor para suas vidas.
Definir com clareza como é o inferno é muito difícil. Os muitos textos que tratam do assunto, geralmente usam a linguagem figurada que nos leva a vê-lo fisicamente como lugar de: chamas, castigo, fogo etc. Portanto, a possibilidade do inferno não ser um lugar na dimensão espiritual é muito grande, sim, um estado de sofrimento eterno.

A Bíblia afirma também que na volta do Mestre Jesus todos serão ressuscitados. Os justos para a Glória e os injustos para o castigo eterno (Inferno). Veja:

"Jesus terminou, dizendo: —Quando o Filho do Homem vier como Rei, com todos os anjos, ele se sentará no seu trono real. Todos os povos da terra se reunirão diante dele, e ele separará as pessoas umas das outras, assim como o pastor separa as ovelhas das cabras. Ele porá os bons à sua direita e os outros, à esquerda. Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: “Venham, vocês que são abençoados pelo meu Pai! Venham e recebam o Reino que o meu Pai preparou para vocês desde a criação do mundo. Pois eu estava com fome, e vocês me deram comida; estava com sede, e me deram água. Era estrangeiro, e me receberam na sua casa. Estava sem roupa, e me vestiram; estava doente, e cuidaram de mim. Estava na cadeia, e foram me visitar.” —Então os bons perguntarão: “Senhor, quando foi que o vimos com fome e lhe demos comida ou com sede e lhe demos água? Quando foi que vimos o senhor como estrangeiro e o recebemos na nossa casa ou sem roupa e o vestimos? Quando foi que vimos o senhor doente ou na cadeia e fomos visitá-lo?” —Aí o Rei responderá: “Eu afirmo a vocês que isto é verdade: quando vocês fizeram isso ao mais humilde dos meus irmãos, foi a mim que fizeram.” —Depois ele dirá aos que estiverem à sua esquerda: “Afastem-se de mim, vocês que estão debaixo da maldição de Deus! Vão para o fogo eterno, preparado para o Diabo e os seus anjos! Pois eu estava com fome, e vocês não me deram comida; estava com sede, e não me deram água. Era estrangeiro, e não me receberam na sua casa; estava sem roupa, e não me vestiram. Estava doente e na cadeia, e vocês não cuidaram de mim.” —Então eles perguntarão: “Senhor, quando foi que vimos o senhor com fome, ou com sede, ou como estrangeiro, ou sem roupa, ou doente, ou na cadeia e não o ajudamos?” —O Rei responderá: “Eu afirmo a vocês que isto é verdade: todas as vezes que vocês deixaram de ajudar uma destas pessoas mais humildes, foi a mim que deixaram de ajudar.” E Jesus terminou assim: —Portanto, estes irão para o castigo eterno, mas os bons irão para a vida eterna." Mt 25.31-46

A existência do Inferno é incontestável!
O verdadeiro Servo é aquele que está na presença do Pai, não pelo medo do inferno, sim, pelo prazer e satisfação de honrar e glorificar ao Senhor Deus.

Na Bíblia as palavras: Geena, Hades, Tártaro (grego) e Sheol (hebraico), são traduzidas pela palavra Inferno.
O Inferno é descrito como:

a) Castigo eterno: 
"E irão estes para o castigo eterno, porém os justos, para a vida eterna." Mt 25.46
b) Fogo eterno: "Então, o Rei dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos." Mt 25.41
c) Chamas eternas e Fogo devorado: "Os pecadores em Sião se assombram, o tremor se apodera dos ímpios; e eles perguntam: Quem dentre nós habitará com o fogo devorador? Quem dentre nós habitará com chamas eternas?" Is 33.14 
d) Fornalha acesa: "Mandará o Filho do Homem os seus anjos, que ajuntarão do seu reino todos os escândalos e os que praticam a iniqüidade e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes... Assim será na consumação do século: sairão os anjos, e separarão os maus dentre os justos, e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes." Mt 13.41,42,49,50
e) Lago de fogo: "E, se alguém não foi achado inscrito no Livro da Vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo." Ap 20.15
f) Fogo e enxofre: "Seguiu-se a estes outro anjo, o terceiro, dizendo, em grande voz: Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão, também esse beberá do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre, diante dos santos anjos e na presença do Cordeiro." Ap 14.9,10
g) Fogo que não apaga: "A sua pá, ele a tem na mão e limpará completamente a sua eira; recolherá o seu trigo no celeiro, mas queimará a palha em fogo inextinguível." Mt 3.12
h) Lugar de punição: "Ora, se Deus não poupou anjos quando pecaram, antes, precipitando-os no inferno, os entregou a abismos de trevas, reservando-os para juízo;" 2Pe 2.4
i) Lugar de tormento: "No inferno, estando em tormentos, levantou os olhos e viu ao longe a Abraão e Lázaro no seu seio." Lc 16.23
Veja mais:
a) 
"Porque um fogo se acendeu no meu furor e arderá até ao mais profundo do inferno, consumirá a terra e suas messes e abrasará os fundamentos dos montes."Dt 32.22
b) "Os perversos serão lançados no inferno, e todas as nações que se esquecem de Deus." Sl 9.17
e) "Os seus pés descem à morte; os seus passos conduzem-na ao inferno." Pv 5.5
f) "Eles, porém, não sabem que ali estão os mortos, que os seus convidados estão nas profundezas do inferno." Pv 9.18
g) "O inferno e o abismo nunca se fartam, e os olhos do homem nunca se satisfazem." Pv 27.20; 
h) "Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno." Pv 23.14
i) "Eu os remirei do poder do inferno e os resgatarei da morte; onde estão, ó morte, as tuas pragas? Onde está, ó inferno, a tua destruição? Meus olhos não vêem em mim arrependimento algum." Os 13.14
j) "Eu, porém, vos digo que todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento; e quem proferir um insulto a seu irmão estará sujeito a julgamento do tribunal; e quem lhe chamar: Tolo, estará sujeito ao inferno de fogo... Se o teu olho direito te faz tropeçar, arranca-o e lança-o de ti; pois te convém que se perca um dos teus membros, e não seja todo o teu corpo lançado no inferno." Mt 5.22,29; 
k) "Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo." Mt 10.28; 
l) "Tu, Cafarnaum, elevar-te-ás, porventura, até ao céu? Descerás até ao inferno; porque, se em Sodoma se tivessem operado os milagres que em ti se fizeram, teria ela permanecido até ao dia de hoje." Mt 11.23; 
m) "Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela." Mt 16.18; 
n) "Se um dos teus olhos te faz tropeçar, arranca-o e lança-o fora de ti; melhor é entrares na vida com um só dos teus olhos do que, tendo dois, seres lançado no inferno de fogo." Mt 18.9; 
o) "Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque rodeais o mar e a terra para fazer um prosélito; e, uma vez feito, o tornais filho do inferno duas vezes mais do que vós!... Serpentes, raça de víboras! Como escapareis da condenação do inferno?" Mt 23.15;33
p) "Tu, Cafarnaum, elevar-te-ás, porventura, até ao céu? Descerás até ao inferno." Lc 10.15; 
q) "Eu, porém, vos mostrarei a quem deveis temer: temei aquele que, depois de matar, tem poder para lançar no inferno. Sim, digo-vos, a esse deveis temer." Lc 12.5; 
r) "No inferno, estando em tormentos, levantou os olhos e viu ao longe a Abraão e Lázaro no seu seio." Lc 16.23
s) "Ora, a língua é fogo; é mundo de iniqüidade; a língua está situada entre os membros de nosso corpo, e contamina o corpo inteiro, e não só põe em chamas toda a carreira da existência humana, como também é posta ela mesma em chamas pelo inferno." Tg 3.6
t) "Ora, se Deus não poupou anjos quando pecaram, antes, precipitando-os no inferno, os entregou a abismos de trevas, reservando-os para juízo." 2Pe 2.4
u) "e aquele que vive; estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos e tenho as chaves da morte e do inferno." Ap 1.18; e aquele que vive; estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos e tenho as chaves da morte e do inferno.
v) "E olhei, e eis um cavalo amarelo e o seu cavaleiro, sendo este chamado Morte; e o Inferno o estava seguindo, e foi-lhes dada autoridade sobre a quarta parte da terra para matar à espada, pela fome, com a mortandade e por meio das feras da terra." Ap 6.8; 
w) "Então, a morte e o inferno foram lançados para dentro do lago de fogo. Esta é a segunda morte, o lago de fogo." Ap 20.14
Amados, a nossa preocupação não deve repousar sobre a realidade da existência do Inferno e do sofrimento reservado a este lugar; mas, no desejo de servir ao Eterno com todas as nossas forças, com todo o nosso coração e deixar-nos envolver pelo Espírito Santo, desta forma, seremos instrumentos úteis na proclamação da mensagem de salvação e conseqüente livramento de muitas almas castigo eterno 

O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE O INFERNO?
 

Como já falamos, o espírito e alma de um incrédulo voam para o inferno na hora da morte. O inferno é um lugar de punição consciente. A alma no inferno é descrita como uma pessoa com olhos, ouvidos, dedos, língua e memória. Há plena consciência das condições ali. Lucas 16:23-25. Isso não é uma parábola porque parábolas não incluem nomes pessoais. Foi um fato real. 



A Bíblia fala de outro lugar de tormento no juízo final para a humanidade. É chamado de “lago de fogo.” No juízo do grande trono branco, as almas no inferno serão unidas aos seus corpos, que serão ressuscitados dos túmulos. Cristo pronunciará a sentença final do julgamento sobre os mortos ímpios, eles serão lançados no lago de fogo, a morada eterna dos perdidos. Apocalipse 20:11-15. O inferno pode ser comparado a cadeia local onde o prisioneiro temporariamente espera pela sentença. O réu sai da cadeia para ir à presença do juiz para ouvir sua sentença final. Apocalipse 20:9-15 é o registro do julgamento de Satanás e seus seguidores diante do grande trono branco e todos que rejeitaram a Cristo. O lago de fogo poderá ser comparado à uma prisão para onde vão aqueles sentenciados por toda a eternidade. Ao descrever o inferno, nosso Senhor fala sobre o verme que não morre e o fogo que não se apaga. Marcos 9:43-48. É um lugar de sofrimento consciente com fogo literal. É a punição eterna pelo pecado. 

No livro do apocalipse, a frase “para sempre e sempre” é usada para descrever a miséria do perdido. Apocalipse 14:11. Pode um Deus de amor permitir que o homem vá para o inferno?



A . Deus não quer a morte eterna do homem. O inferno faz parte das escolhas pessoais feitas na terra. Deus já providenciou a salvação através da obra de Seu Filho na cruz do calvário. Romanos 5:6-8. Se o homem rejeitar o salvador, irá para o inferno por escolha própria. Alguém já disse que Deus ama tanto aos pecadores que se eles escolhessem ir para inferno e não para o céu, Ele os permitiria. Lembrem-se, todos vão por escolha própria.



B . Deus é um Deus de amor, I João 4:8, mas também é santo. I Pedro 1:16. Ele deve punir o pecado. Se Ele permitisse que o pecado entrasse no céu, destruiria tudo que fez ao redimir a humanidade. Satanás fez sua escolha no jardim do Éden. O homem faz sua escolha durante a vida. Ao morrer seu destino eterno já está deliberado. Não há purgatório nem lugar intermediário. A Bíblia diz claramente que só há dois lugares: “e irão estes para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna.” Mateus 25:46.



C. O homem não hesita em colocar os doentes no hospital, criminosos na cadeia ou cadáveres no cemitério. Isto não indica falta de amor de sua parte. E os pagãos que nunca ouviram o Evangelho? Como o resto da humanidade, os pagãos são pecadores perdidos e somente Cristo pode salvá-los. Eles podem ver que Deus existe pela criação, Romanos 1:20 e Salmo 19:1, e através de suas próprias consciências. Romanos 2:15. Se atentarem para a luz que têm, Deus os dará mais luz- veja Cornélio, Atos 10 e 11.



Fonte:
http://www.vivos.com.br/18.htm

http://www.bbnradio.org/wcm4/portuguesebbnmedia/Recursos/Livros/OqueaB%C3%ADbliaensina/portugueseWBT/tabid/1595/View/Chapter/ItemID/253/Default.aspx

domingo, 12 de janeiro de 2014

617- AS RAÍZES DO CRISTÃO



As Raízes do Cristão


Garantia de sobrevivência, crescimento, firmeza e produtividade. 
A bíblia utiliza muitas figuras de linguagem, especialmente metáforas e símiles, para expressar princípios espirituais. Um exemplo é a comparação entre o justo e a árvore. 

“Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria, cujas folhas não caem, e tudo quanto fizer prosperará. Não são assim os ímpios, mas são como a palha que o vento dispersa.” Salmo 1.3-4. 


Em muitos outros textos, a árvore é usada como ilustração: Os.14.5-7; Jr.17.7-8; Pv.12.3,12; II Rs.19.30; Jó 18.16; Is.27.6; Rm.11.16. 

Vamos examinar algumas características que a tornam uma figura tão interessante. 


O CEDRO DO LÍBANO

“O justo florescerá como a palmeira; crescerá como o cedro no Líbano. Os que estão plantados na casa do Senhor florescerão nos átrios do nosso Deus. Na velhice ainda darão frutos; serão viçosos e vigorosos.” Salmo 92.12-14.

O cedro é uma das árvores mais imponentes. É símbolo de força e eternidade. Nos 3 primeiros anos de vida, alcança apenas 5 centímetros de altura, mas já possui 1 metro e meio de raízes. Quem poderá arrancar tal “plantinha”? Mesmo jovem, já se mostra firme. Seu crescimento interior é bem maior que o exterior. Depois, cresce 20 centímetros por ano, chegando a 40 metros de altura. Seu desenvolvimento é lento, sem pressa, sem precipitação, mas não se pode detê-lo. Só a partir dos 40 anos é que o cedro produz sementes, mas pode viver centenas de anos [www.libano.org.br/pagina29.htm]. 

O cedro não depende da chuva, pois suas raízes profundas buscam água diretamente dos lençóis freáticos.

Nos tempos bíblicos, sua madeira era usada para construir casas (Ct.1.17), palácios (IISm.5.11), templos (IRs.6.9), cofres (Ez.27.24) e embarcações (Ez.27.5). O cedro tem beleza, perfume e força. Resiste aos desafios da água e do vento. É, portanto, muito confiável.

O salmista disse que o justo é como o cedro do Líbano. Com isso, podemos ter uma idéia do que Deus espera de nós. É natural que sejamos, pela graça do Senhor, fortes, firmes, confiáveis, apresentando a beleza da vida cristã em nós, sendo resistentes diante das dificuldades. Nossa relação com Deus não dependerá de fatores exteriores, pois a profundidade será característica da nossa espiritualidade. 

Cairão mil ao nosso lado e dez mil à nossa direita (Sl.91.7), mas não cairemos porque temos raízes profundas. 


AS RAÍZES - SUA “INVISIBILIDADE” E IMPORTÂNCIA

Quando a semente germina, ocorre um crescimento para cima (tronco, galhos, folhas, flores e frutos) e outro para baixo (raiz). Nossa vida não pode ser apenas algo exterior, mas interior. A raiz garante firmeza, nutrição e sobrevivência para a planta (Is.40.24). 

Muitas vezes, enfatizamos o que a árvore produz, o fruto, mas nos esquecemos das raízes. Nos mais variados aspectos da nossa vida, valorizamos mais o que é aparente e menosprezamos o que está oculto. O fruto é muito importante, mas a sua falta pode indicar um problema na raiz. Estamos muito preocupados com as aparências, com aquilo que pode ser visto e admirado pelos homens. 

Entretanto, nossas raízes são valores e práticas vistas apenas por Deus. Estão abaixo da superfície e precisam ser cultivadas com atenção e cuidado. Se não for assim, corremos o risco de cair, pois o peso exterior não terá sustentação interior. 

Jesus disse que os fariseus valorizavam muito as orações, jejuns e esmolas realizadas em público. Os discípulos, porém, foram ensinados a fazerem tudo isso de maneira discreta e, às vezes, secreta, de modo que só Deus pudesse vê-los (Mt.6.1-6,16-18). Uma vida de dedicação íntima a Deus é uma forma de cultivar raízes espirituais. As orações em público são válidas e importantes, mas podem também ser falsas. Quem ora sozinho, dentro de seu quarto, provavelmente o fará com sinceridade de coração. 

Muitos querem apenas bênçãos visíveis, materiais, mas não buscam virtudes espirituais que lhes trariam firmeza. 

O exterior é importante, mas o interior é imprescindível. Tronco, galhos, folhas, flores e frutos, se forem cortados, podem renascer a partir da raiz. Se esta, porém, for arrancada e morrer, será o fim para a árvore. Será que o nosso cristianismo se resume ao que fazemos no templo? Se for assim, nossas raízes estão comprometidas ou, talvez, nem existam. Nossa vida cristã é superficial ou profunda? 

O exterior depende do interior (Mt.13.5-6,20,21; Os.9.16). A falta de raiz leva à morte, conforme observamos nas palavras de Jesus: 

“E os que estão sobre pedra, estes são os que, ouvindo a palavra, a recebem com alegria, mas, como não têm raiz, apenas crêem por algum tempo, e no tempo da tentação se desviam” Lc.8.13.

Aquela semente caiu entre as pedras, onde havia pouca terra. Brotou rapidamente, mas, por falta de raízes, morreu sob o calor do sol. Jesus disse que tais pessoas “crêem por algum tempo”. São “crentes provisórios”. Não têm raízes. Este é o caso daqueles que freqüentam a igreja durante algum tempo e depois desaparecem. O texto de Lucas nos mostra que há dois momentos na caminhada com Cristo: alegria e tribulação. Precisamos ter consciência disso. Devemos conhecer tal possibilidade, pois o conhecimento também é um tipo de raiz que nos manterá de pé. Aqueles que esperam apenas momentos de alegria se decepcionam com o evangelho e o abandonam.

O dia da tentação e tribulação traz o teste para a raiz do servo de Deus. É nessa hora que manifestamos o que somos intimamente. O vento e a tempestade nos atingirão inevitavelmente. Então veremos o que existe em nós abaixo da superfície. 

A primavera é a estação mais favorável para as plantas. Contudo, não há como impedir que venha o inverno. No hemisfério norte, onde a estação fria é muito rigorosa, as árvores perdem toda a sua beleza por causa da geada e da neve. Ficam com aspecto de destruição completa. Não têm folhas, não tem flores nem frutos. Não lhes resta nem mesmo um aspecto agradável ou saudável. Parecem mortas. Contudo, sob o solo gelado, suas raízes permanecem vivas, garantindo que, na próxima estação, a árvore esteja viva, forte, bela e produtiva. 

“Porque há esperança para a árvore, que, se for cortada, ainda torne a brotar, e que não cessem os seus renovos. Ainda que envelheça a sua raiz na terra, e morra o seu tronco no pó, contudo ao cheiro das águas brotará, e lançará ramos como uma planta nova” Jó 14.7-9.

Quando Jó falou sobre a árvore, estava falando sobre sua própria vida (Jó 29.19). Ele havia perdido quase tudo o que possuía. As bênçãos materiais se foram. Ele se tornou como a árvore devastada e destruída, porém sobrevivente por causa de suas raízes. A tribulação veio sobre Jó para testá-lo. Contudo, suas raízes estavam firmes em Deus. Por isso, ele pôde brotar novamente, como se lê no capítulo 42.

Deus pode permitir que percamos o que é aparente. Ficará apenas o que é interior. É nessa hora que conhecemos o verdadeiro cristão, ao vê-lo permanecendo firme pela fé. O falso se escandaliza, blasfema contra o Senhor e se desvia do evangelho. 


ONDE ESTAMOS PLANTADOS?

A vida, o crescimento e a utilidade de uma árvore dependerão diretamente do solo onde está plantada. Se estiver em local inadequado, como um pântano ou entre as pedras, poderá definhar e morrer. O Salmo 92 diz que o justo deve estar plantado “na casa do Senhor”, “nos átrios do nosso Deus”. 

A natureza da árvore, por si só, não garante sua sobrevivência e produtividade. O ambiente também é importante, na medida em que oferece um conjunto de fatores favoráveis ao pleno desenvolvimento da planta. Da mesma forma, o cristão precisa estar plantado no lugar certo. Ele não pode pensar que irá crescer e frutificar em uma seita herege, ou em local onde se veja vinculado à prática pecaminosa. 

Se, porém, sabemos que estamos plantados num bom terreno, precisamos permanecer nele. Pode ser necessário mudar uma planta de lugar, mas isso não pode se tornar rotina, pois impedirá o crescimento da mesma. O transplante contínuo impede o lançamento de raízes. É o caso de quem vive mudando de igreja ou de denominação. Mudanças podem ser necessárias e importantes, mas não devem se tornar costume ou modo de vida (Heb.10.25). 


DEMONSTRAMOS FIRMEZA OU INSTABILIDADE?

O cristão não pode ser nômade, mutante ou uma “metamorfose ambulante”. As árvores, normalmente, permanecem onde estão. Nossos deslocamentos, se necessários, devem ser feitos com cuidado e oração. O ímpio pode ser “como a palha que o vento dispersa” (Salmo 1), mas o justo é estável. 

Muitas pessoas apresentam uma preocupante instabilidade em suas vidas. Não se firmam no emprego, na igreja, na profissão, na escola, no casamento, etc. Esse modo de vida parece favorável aos propósitos do inimigo. Imagino que ele fica muito satisfeito quando alguém chega a uma etapa avançada da vida e não tem emprego, nem profissão definida, nem estudos, nem recursos materiais, nem família, nem igreja. É o caso de quem nunca criou raízes. Uma pessoa assim pode até defender o valor de sua liberdade e independência. Contudo, será solitária, frustrada e fracassada. 

Muitas mudanças podem ocorrer em nossas vidas, mas uma hora, e que não seja muito tarde, precisaremos parar, crescer e frutificar. 

A instabilidade pode ocorrer por falta de paciência. Alguns querem que o fruto apareça instantaneamente. Não é assim. Conseguem um emprego e já querem promoção imediata. Se isso não acontece, já se mostram desanimados e querem ir embora. O mesmo acontece com aqueles que se convertem e querem que Deus faça tudo em suas vidas em pouco tempo. Não é assim. Se estamos plantados num bom lugar, precisamos ficar firmes, esperando a estação dos frutos. 

“Portanto, irmãos, sede pacientes até a vinda do Senhor. Eis que o lavrador espera o precioso fruto da terra, aguardando-o com paciência, até que receba as primeiras e as últimas chuvas. Sede vós também pacientes; fortalecei os vossos corações, porque a vinda do Senhor está próxima. Não vos queixeis, irmãos, uns dos outros, para que não sejais julgados. Eis que o juiz está à porta. Irmãos, tomai como exemplo de sofrimento e paciência os profetas que falaram em nome do Senhor. Eis que chamamos bem-aventurados os que suportaram aflições. Ouvistes da paciência de Jó, e vistes o fim que o Senhor lhe deu, porque o Senhor é cheio de misericórdia e compaixão” Tg.5.7-11. 


QUAIS SÃO NOSSAS RAÍZES?

Assim como as árvores, o cristão precisa ter raízes fortes e profundas. Raízes são vínculos, tudo aquilo que nos prende a alguém, a um lugar, etc. Precisamos ter vínculos. Devem existir pessoas que contam conosco e com as quais possamos contar também. Ninguém deve estar solto por aí.

Muitos parecem ter aversão a vínculos. Não querem se envolver. Talvez, por causa de experiências negativas no passado, tornam-se fugitivos, evitando compromissos, relacionamentos sérios e responsabilidades. 

Isto pode ser visto nas relações pessoais e também na igreja. Algumas pessoas evitam o batismo e a membresia. São eternos visitantes. Não se envolvem, não participam ativamente em sua comunidade. 

Precisamos ter raízes na igreja (Ef.3.17-18; Heb.10.25). A fé e o amor são vínculos que nos unem a Cristo e aos irmãos, mas isso não acontece automaticamente. Precisamos aprofundá-los mediante a ação da nossa vontade, com determinação e compromisso, que se manifestam em forma de participação e trabalho, com perseverança obstinada. 

Tendo encontrado uma congregação de irmãos, cada cristão, sob a direção do Senhor, deve ficar ali e criar vínculos. Assim, estará plantado e poderá crescer e frutificar. Pode ser necessário mudar de congregação, mas isso não deve ser freqüente. A igreja local é nossa família. Trocar de família não é algo que se possa considerar normal, embora possa ser necessário por algum motivo raro e especial. 

Precisamos ter raízes em Cristo (Cl.2.6-7; Is.53.2; Ap.5.5). Estaremos agarrados nele como uma árvore está agarrada ao chão. Não vamos cair por causa de um escândalo. Não vamos abandonar o Senhor. 

Precisamos ter raízes na palavra de Deus (Cl.1.23). Devemos conhecê-la e ser apegados a ela. 

Precisamos ter raízes nos compromissos e propósitos estabelecidos. Não seremos levianos. Leviano significa “leve”, ou seja, sem peso, podendo ser levado por qualquer vento. É o tipo de pessoa que não se firma em coisa alguma. Não cumpre os compromisso, não realiza o que foi prometido, nem termina o que foi iniciado. 

Como se faz para que uma árvore lance raízes? Não temos como obrigá-la a fazer isso, mas ela o faz por força de sua própria natureza. Podemos, porém, contribuir discretamente. Basta que a deixemos permanecer em um lugar adequado e a cultivemos, dando-lhe água, adubo e livrando-a das pragas. São cuidados iniciais importantes. Tal é o trabalho do líder que cuida dos filhos de Deus na igreja. Além disso, cada cristão é responsável por si mesmo, no sentido de se deixar cuidar e também cuidar-se, buscando o conhecimento bíblico e experiências profundas com Deus. 


AS ÁRVORES MORTAS

A igreja primitiva teve problemas com pessoas sem raízes. Eram falsos cristãos, ou mesmo falsos mestres, que queriam benefícios sem compromisso (Jd.4,12,13; IIPd.2.1,13-17). Eram como estrelas errantes, sem rumo, sem referência, sem vínculos. Precisamos tomar cuidado com quem aparece de repente, apresentando-se como cristão, sem ligação com nenhuma congregação específica. Esse tipo de pessoa, normalmente, cria problemas por onde anda, pois está apenas em busca da satisfação de seus próprios interesses. Não está ligado à igreja nem ao Senhor Jesus. Árvore sem raiz não produz coisa alguma. Torna-se infrutífera e inútil. Este é o desejo do inimigo, mas o propósito do Senhor é que estejamos arraigados nele, firmes, inabaláveis, e sempre frutíferos para a sua glória. 

Fonte:


http://www.estudosgospel.com.br/estudos/diversos/as-raizes-do-cristao.html

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

616-QUAL DESSES É O SEU AMOR ?




Os quatro tipos de amor

O amor está presente em filmes, novelas, canções, literaturas etc. Mas, será que todos sabem, de fato, o que é amor? Pois bem. De acordo com o léxico, o substantivo amor, que vem do latim amore, significa: 1) Grande afeição de uma pessoa por outra. 2) Afeição, grande amizade, ligação espiritual. 3) Carinho, simpatia. 4) O ser amado. (Dicionário Escolar da Língua Portuguesa Michaelis, pág. 47). Porém, do ponto de vista bíblico, amor é mais do que isso. Por isso, convido você a acompanhar comigo outras definições do amor.
Na cultura grega, o amor era visto sob quatro ângulos:

Amor “eros”: Termo grego para o amor sensual. Daí a palavra “erótico”. Esse é o amor físico, da carícia, da relação sexual. Quando um rapaz diz para a namorada: “Estou apaixonado por você!”, ele quer expressar o amor “eros”. Por isso tal amor é também conhecido como paixão. Apesar de tudo isso, esse amor é passageiro.

Amor “fileo”: É o amor-amizade, fraternal, social. Desse vocábulo grego (“fileo”) temos algumas palavras derivadas, como Filadélfia (“fileo”, amor-amizade, e “adelfos”, irmãos) que significa “amor entre irmãos” ou “amizade fraternal; Teófilo (“Teos”, Deus, e “fileo”, amizade ou amigo) que quer dizer “amigo de Deus”; Filantropia (“fileo”, amizade, e “antropos”, homem) significa “amor humano”. Em suma, se você possui boas amizades, logo o que está em evidência é o amor “fileo”.

Amor “storge”: É o amor conjugal, familiar, doméstico. Longe de ser interesseiro, esse amor é humilde, objetivo e sacrificial. É o amor que une o marido à sua mulher bem como os pais aos filhos. Logo, em um lar onde reina a harmonia, está em ação o amor “storge”.

Amor “ágape”: Dos quatro, este é o amor maior, pois tem origem no próprio Deus que é a revelação clara desse amor (Jo 3.16; 1Jo 4.8-18; 1Co 13.1-13; Ef 5.25). Esse amor é incondicional. Ou seja, não espera nada em troca. Não preciso esperar que alguém me ame para amá-lo. Aliás, com esse amor é possível amarmos até os nossos inimigos (Mt 5.44). Ele também é infalível e eterno, como se pode ver em 1Coríntios 13.8,13.

É bom salientar que, todos os seres humanos possuem, por natureza, os três tipos de amor já mencionados (“eros”, “fileo” e “storge”), entretanto, o amor “ágape” só se adquire quando se nasce de novo, ou seja, ele passa a operar na vida do homem, quando este se torna templo do Espírito Santo (Gl 5.16-22).

Com o amor “ágape” devemos amar a Deus e ao próximo: “Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amaráso teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes.” (Mc 12.30-31 – grifo meu). Na Bíblia, o termo “ágape” ocorre com mais frequência que os outros. Isso demonstra a importância desse amor!

Já, no versículo bíblico seguinte, o apóstolo Paulo cita dois dos quatro tipos de amor: “Quanto, porém, ao amor fraternal(amor “fileo”, no original “filadélfias”), não necessitais de que vos escreva, visto que vós mesmos estais instruídos por Deus que vos ameis(“ágape”) uns aos outros” (1Ts 4.9 – grifo meu). O mesmo apóstolo também escreveu: “Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal(no original, “filadelfia”), preferindo-vos em honra uns aos outros.” (Rm12.10 – grifo meu). Temos no primeiro versículo a junção do “fileo” e do “ágape”, enquanto que, no segundo, a expressão “amor fraternal” é a tradução do grego “filadelfia”.

Amar é um sentimento que nunca deveria ser extinto do ser humano, apesar de a Palavra de Deus afirmar que, “por se multiplicar a iniquidade(o pecado), o amor(“ágape”) de muitos esfriará.”(Mt 24.12 – grifo meu).

Bem. Ame sua esposa, seus filhos, seus pais, seus irmãos, seus amigos e conhecidos, seus inimigos e, sobretudo, a Deus. Amar faz bem para o corpo, para a alma e, principalmente, para o espírito.

Finalizo com uma recomendação de Jesus: “O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.” (Jo 15.12 – grifo meu).

Lucas 15.11-32
-INTRODUÇÃO: A língua portuguesa é limitada para expressar os tipos de amor. Ao mesmo tempo em que você diz ‘eu amo sorvete’, também fala que ama seu pais, mãe ou filho. Também pode ser usada a palavra amor no sentido sexual apenas desprovido de sentimento. Por isso recorremos a expressões da língua grega usadas na bíblia para explicar sobre o amor e alguns termos do latim para ajudar na compreensão do que é amor.
O antropólogo Alan John Lee, criou uma teoria chamada Estilos de amor. Lee identificou tipos básicos de amor que pessoas usam em suas relações interpessoais[1].
Os tipos de amor podem ser entendidos como níveis, altitude ou períodos da vida em que a pessoa aprende a amadurecer o amor.
O amor não pode ser entendido apenas como sentimento, baseado em histórias somente platônico ou irreal. O amor precisa ser realizado. Deve ser uma ação. O verbo ‘amar’ pode ser experimentado verdadeiramente.
Como descobrir o verdadeiro Amor?
Vamos usar como exemplo a história do Filho pródigo em Lucas 15.1-32 que fala de um jovem que vivenciou vários tipos de amor até conhecer o amor verdadeiro:
 
1- Amor material
Um amor pragmático (pragma), que visualiza apenas o momento e a necessidade temporária, do agora.
O filho pródigo só pensou nos benefícios que o dinheiro lhe traria (v.12).
Os seus companheiros também só usufruíram de seus recursos.
O irmão do filho pródigo teve amor material pelo que seu pai deu ao irmão (v.29,30)
O amor material é:
            Interesseiro
            Momentâneo
            Egoísta
Durante a primeira infância é comum um tempo em que a criança se apega ao que come e a objetos como brinquedos, por exemplo.
Todos temos amor material, por algo que gostamos como uma roupa preferida ou comida que apreciamos. Este amor é importante, mas não pode ser superestimado.

2 - Amor Lúdico
O amor que é jogado como um jogo (ludos), amor brincalhão, baseado em momentos de diversão e alegria.
Os amigos do filho pródigo gostaram dele enquanto podiam se divertir e depois todos o abandonaram ficando apenas com os porcos (v.16).
O amor lúdico é:
            Engraçado
            Espontâneo
            Momentâneo
Quando criança as primeiras amizades surgem em meio a brincadeiras. Até mesmo o apego a um animal de estimação é uma forma de carinho e distração.
Todos tivemos colegas de escola que convivemos muito bem e depois de um tempo nos esquecemos. Você tem pessoas que gosta de jogar um esporte juntos, mas não são seus verdadeiros amigos. O que não pode acontecer é gostar das pessoas somente quando elas nos dão alegria.

3- Amor generoso
Um amor afetuoso que se desenvolve lentamente, com base em semelhanças (storge) e no compartilhamento mútuo.
O dono da fazenda fez um favor de ajudar o rapaz deixando cuidar dos porcos (v.15).
O filho pródigo se lembrou do amor com que seu pai tratava os empregados e pediu se poderia ser tratado como um ‘servo’ (v.17-18).
O amor generoso é:
            Gratificante
            Compartilhável
            Baseado em troca de favores
Quando a pessoa passa a dividir o espaço com colegas de estudo e trabalho, aprende a se apegar às pessoas. É muito importante a convivência com diferentes tipos de pessoas e ambientes.
Todos devemos ter uma boa convivência com vizinhos e colegas de trabalho. Trocar favores e ser educado com as pessoas.

4- Amor fraternal
Um amor "espiritual", baseado na mente e nos sentimentos. O verdadeiro amor de amigos. Pessoas que você gosta ‘de graça’, respeita as diferenças e confia em todo tempo. É um amor consciente ou psicológico (psique) quando você se identifica com o outro.
O filho pródigo certamente tinha muitos amigos, porque seu pai lhe deu uma grande festa e todos vieram para vê-lo (v.24).
O amor fraternal é:
            Companheiro
            Confiável
            Respeitável 
Com o tempo as verdadeiras amizades são construídas. Cada pessoa aprende a selecionar amigos para compartilhar coisas mais íntimas do seu viver.
O amor fraternal é o verdadeiro amor de amigos. É nos momentos difíceis que descobrimos quem são os verdadeiros amigos. Precisamos cultivar amizades.

5- Amor sexual
Um amor apaixonado fundamentado e baseado na aparência física (éros).
Com certeza o filho pródigo teve várias namoradas, mas era apenas um amor carnal enquanto tudo estava bem (v.13). O contato físico do homem com a mulher consuma sua relação tornando-se os dois “uma só carne” (Gênesis 2.24).
O amor sexual é:
            Apaixonado
            Atraente
            Físico
Na adolescência, quando vem a puberdade, a pessoa descobre a atração pela pessoa do outro sexo.
Todos devem conhecer alguém para viver juntos. Deus viu que “não era bom” que home vivesse só (Gênesis 2.18).

6- Amor familiar
O amor pelas pessoas da família com altruísmo, generosidade (philia). A dedicação ao outro vem sempre antes do próprio interesse. 
O filho pródigo sabia que amava sua família, mesmo que por um momento se esquecera.
Seu pai e mãe o amaram o tempo todo. O pai amava os dois filhos da mesma maneira e tentava “conciliá-lo” (v.28).
O amor familiar é:
            Emotivo
            Generoso
            Perdoador
Quando a pessoa constrói uma família, aprende a valorizar o verdadeiro amor. Durante um tempo envolvido com os amigos e conquistas materiais a pessoa se esquece da família. Mas quando passa por momentos mais difíceis descobre a importância de ter o amor familiar.
Todos nós devemos cuidar da família com amor. Seja quem ou quantos forem da família é melhor amar e viver bem do que ficar sozinho.

7- Amor incondicional
O amor gratuito que é capaz de se sacrificar pelo outro independente do merecimento.
O pai do filho pródigo o abraçou sujo como estava, o beijou sem receio e se alegrou sinceramente com o seu retorno. Cuidou dele limpando-o, vestindo, alimentando e restabeleceu à sua condição de filho.
O amor incondicional é:
            Altruísta
            Espiritual
Sacrificial
Desinteressado
Gratuito
Eterno
Quando a pessoa conhece o amor incondicional de Deus, aprende a valorizar o amor e construir relacionamentos amorosos em todos os níveis citados de uma maneira verdadeira e profunda.
O amor ágape só pode ser conhecido através de Jesus Cristo que morreu gratuitamente se sacrificando pela salvação. Na cruz, Deus deu a maior prova de amor de todos os tempos.
É possível aprender a Amar!
- CONCLUSÃO:
O filho pródigo precisou decair emocionalmente ao ponto de conviver no meio de porcos, para descobrir o verdadeiro amor incondicional. Depois disse ele certamente continuou sua vida construindo relações de amor saudáveis sustentadas em Deus.
Se os tipos de amor forem entendidos como processo, a pessoa descobre o amor à medida que tem experiências na vida.
Existe uma grande movimento de pessoas descendo esta escada. Deixando o amor incondicional de Deus, abandonando a família, pervertendo o amor sexual, largando amizades, não convivendo bem com colegas, não aproveitando oportunidades de entretenimento conjunto e se apegando ao amor material.
Outros conseguem subir apenas alguns degraus no máximo até o amor sexual. É preciso subir esta escada em direção ao verdadeiro amor de Deus.

O verdadeiro amor em todos os sentidos, seja material, lúdico, generoso, fraternal, sexual e familiar ou em áreas da vida só podem ser completos se a pessoa conhecer o amor incondicional de Deus. A essência de Deus é o amor. Não existe amor sem a presença de Deus que é a coluna que sustenta o amor. Todos os tipos de amor podem ser passageiros, mas o amor de Deus além de incondicional, é eterno e infinito.
Você tem amado em que nível ou forma?
Acima de tudo busque o amor de Deus!



O Mandamento: Amar-nos Uns aos Outros

“O meu mandamento é este: que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei” ( Jo 15:12)

Quando falamos sobre mandamentos logo pensamos em “não matar”, “não adulterar”, “não roubar”. No entanto, Jesus está falando de algo muito mais profundo do que simplesmente não fazer isso ou aquilo. Ele fala do que está na base do coração do ser humano: o ódio ou o amor. Por que as pessoas matam, roubam, adulteram, desonram seus pais, buscam outros deuses para adorar, ou cobiçam o que é dos outros? Porque a semente de ódio ainda está em seus corações. 

Mas, quando uma nova semente é plantada no interior, a semente do Amor de Deus, então, seus atos serão diferentes porque o coração será diferente. O mandamento requerido, portanto, é “amai-vos uns aos outros”, porque quem ama não rouba, nem adultera, nem fala mal do próximo; e assim, cumpriremos a lei de Deus. 

a) Alegria Completa – “Tenho-vos dito estas coisas para que o meu gozo esteja em vós, e o vosso gozo seja completo.” (Jo 15:11 RA)

É impossível alguém desfrutar a verdadeira alegria tendo o coração endurecido em relação a alguém. A verdadeira alegria é fruto de um coração perdoador e amável.

Vamos acompanhar agora os 4 tipos de amor na Bíblia

Vamos entender melhor o significado da palavra “amor” na Bíblia, e compará-la com seu uso habitual. Temos basicamente 4 palavras gregas para se traduzir como amor. São elas: Eros (físico, sexual), Storge (familiar), Philos (amizade) e Ágape (amor incondicional).

1. EROS (físico, sexual):

Eros é um amor que toma.

Expressões que caracterizam o amor Eros:

• Você me faz bem;

• Você é meu/minha;

• Você é lindo (a);

• Você me pertence;

• Teu corpo é perfeito;

• Eu amo você porque você me faz feliz.

• “O amor é cego”

Por exemplo, Eros está representado no livro de Cantares (onde Salomão deleitava-se com a beleza de sua amada) e na tradução de Provérbios 7:18, onde uma prostituta faz o seguinte apelo: “Vem,embriaguemo-nos com as delícias do amor, até pela manhã”. 

Nesse versículo, “amor” é uma representação para Eros. 

A primeira palavra grega é Eros. Aparece com freqüência na literatura grega secular, mas não na Bíblia. Eros é o amor totalmente humano, carnal, voltado para o sexo. Daí a nossa palavra ERÓTICO.

Esse tipo de amor pode até incluir algum sentimento verdadeiro, mas é, basicamente, atração física, desejo sexual e expectativa de satisfação pessoal. O Eros apresenta-se como amor pelo outro, mas é amor por si próprio.

Sua melhor declaração é “Eu amo você porque você me faz feliz”. Ou “Eu me sinto fortemente atraído por sua amabilidade (você me amará), por seu temperamento alegre (você me diverte), por sua beleza e sensualidade (você me dará prazer), por seu talento (eu me orgulho de você)!” Porém, quando uma ou mais destas características desaparecem, o amor morre.

Esse tipo de amor só quer receber. O pouco que ele dá, é com o intuito de receber algo em troca.

Infelizmente, muitos jovens escolhem o namorado ou a namorada, que poderá ser o companheiro ou companheira para toda a vida, com base apenas no Eros. As relações físicas são antecipadas; a intensidade do Eros prejudica o amor genuíno. Os namorados, mesmo não sabendo quase nada um do outro, pensam que esse tipo de amor os manterá juntos. Mas isto geralmente não acontece. Seu amor não é o verdadeiro amor.

A ênfase exagerada no Eros é alimentada por uma filosofia playboy. Esta filosofia estimula em extremo a sensualidade, tanto da mulher como do homem; a mulher desnuda-se e exibe-se pelo prazer da sedução e do sexo; o homem cobiça e apropria-se pelo prazer do machismo e do sexo; a mulher é mero objeto sexual, um brinquedo (perigoso) para o homem (criança) egoísta. Nessa filosofia, relação sexual é sinônimo de “fazer amor”.

Casamentos construídos apenas sobre bases físicas e eróticas não duram muito... Antes do pleno envolvimento físico, os pretendentes precisam se conhecer nas áreas mais importantes da alma e do espírito. Para tanto, têm que namorar e noivar, por algum tempo, antes de se entregarem um ao outro, definitivamente, no casamento. O relacionamento sexual após o casamento será a coroação de um relacionamento

• consolidado,

• comprometido e

• crescente.

Se você cometeu o erro de se casar (formal ou informalmente) na base do Eros, apenas, aqui está uma boa notícia para você: O AMOR PODE CRESCER. Não crescerá automaticamente, mas na medida em que você o cultivar. Portanto, a única esperança para o seu casamento é ascensão aos níveis mais altos do amor.

2. PHILOS (amizade):

Relacionam-se com a alma, mais do que com o corpo. Lida com a personalidade humana – o intelecto, as emoções e a vontade. Envolve compartilhamento mútuo. Em português, a palavra mais próxima é amizade. A forma nominal é usada apenas uma vez no Novo Testamento (Tg 4.4), mas o verbo “amar”, no sentido de “gostar”, e o adjetivo “amável” são usados muitas vezes. 

Este é o grau de afeição que Pedro disse ter por Jesus quando este lhe perguntou, “Simão, filho de João, tu me amas?”. O pescador respondeu: “Sim, Senhor, tu sabes que te amo”. No original grego, o sentido é: “Sim, Senhor, tu sabes que gosto de ti, que sou teu amigo” (Jo 21. 15,16).

Neste nível, o amor é menos egoísta, mas ainda contempla o prazer, a realização e os interesses pessoais. Não deveria, mas... Normalmente, desenvolvemos amizades com pessoas cujas características nos agradam, cujos interesses intelectuais e gostos compartilhamos. Desejamos e esperamos que estes relacionamentos sejam agradáveis e nos beneficiem de algum modo. Damos, sim, amizade, atenção e ajuda, mas com alguma motivação egoísta. Mesmo assim, philos é um nível de amor mais elevado do que Eros. Nesse nível, “nossa” felicidade é mais importante do que “minha” felicidade.

Muitos casamentos comparativamente felizes são construídos nesse nível. É muito bom quando marido e mulher são amigos. Alguns maridos e esposas dizem que se amam, mas, no dia a dia, nem amigos eles são. Prova disto é que não têm sequer prazer e empolgação com a companhia, os interesses e assuntos um do outro.

Um casamento não pode sobreviver a menos que cresça pelo menos até ao nível do philos. Se você é jovem e está pensando em se casar, você deve tomar tempo para verificar se gosta realmente da pessoa com quem você pretende se unir para o resto da vida. Seguramente, essa pessoa tem defeitos, características e hábitos que poderão irritá-lo ou mesmo exasperá-lo no dia a dia da vida conjugal. Você vê mais virtudes do que defeitos e gosta dessa pessoa o bastante para perdoá-la, ajudá-la e fazê-la feliz?

Provavelmente você já ouviu esta frase romântica: “O amor é cego!” Cuidado! O único amor cego é o Eros. Esse tipo de amor realmente fecha os olhos para as faltas, ri dos defeitos e racionaliza os problemas potenciais (a menos que a pessoa amada não seja interessante em seu aspecto físico). Philos, por outro lado, honestamente encara os defeitos e decide se eles podem ser superados pelas virtudes.

Philos é o meio caminho do amor verdadeiro Philos é um amor que troca.


É um “amor” um tanto quanto egoísta. O amor do tipo Philos não é um amor que doa; sempre espera algo em troca.

Expressões que caracterizam o amor philos:

• metade da laranja;

• ele/ela me completa;

• ele/ela pensa como eu;

• ele/ela me ajuda em casa;

• ele/ela me dá presentes;

• Gostamos das mesmas coisas;

• Fazemos muitas coisas juntos;

3. STORGE (familiar):

Chamaremos esse amor de “amor da tia Maria”. Amamos tia Maria e tentamos ajudá-la, não com base na atração física (Eros) dela, mas porque ela é a nossa tia Maria. Ela pode ficar velha, surda e meio-cega, mas ainda é a nossa tia Maria.

Um excelente exemplo desse tipo de lealdade encontra-se em 2 Sm21:10 e 11, onde “Rispa montou guarda ao lado dos corpos de seus dois filhos e outros parentes, espantando dali aves de dia e animais do campo à noite”.

É o amor mais relacionado à família ( Rm 12.10) Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros. O desaparecimento desse amor é mencionado em Rm 1.31 – insensatos, pérfidos, sem afeição natural e sem misericórdia e 2 Tm 3.3 – sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons.

O AMOR FAMILIAR – num certo sentido todos somos filhos de Adão, porém nem todos somos filhos de DEUS, somente os nascidos de novo, regenerados pelo poder da Palavra de DEUS, assim a família de DEUS só é formada por salvos em CRISTO.

A família moderna estrutura-se basicamente em torno do casamento, e nesse sentido, é uma família conjugal – sei que há a “família pós-moderna” e seus novos arranjos sociais, aos quais não vou tecer considerações nesse momento (pais separados, casais homoafetivos, adoção pelos avós e outros).

A relação familiar é algo extremamente COMPLEXA e DINÂMICA. Daí o amor se constituir em um desafio de escolha à cada dia: escolher amar o outro apesar das diferenças e do desgaste que muitas vezes a relação apresenta diante do fator tempo.

Você pode estar pensando que isso não é fácil, mas com a sua escolha adicionada à graça de Deus torna-se possível. Porque família é projeto de Deus em primeiro lugar; Ele é o maior interessado. Mas família também tem que ser projeto de homens e mulheres; ou seja, É PRECISO IMPLICAÇÃO DE CADA MEMBRO FAMILIAR.

4. ÁGAPE (Amor Incondicional):


Chamaremos, portanto, o amor ágape de “amor chuva-sobre-justos-e-injustos”. Deus não isola pequenas áreas onde estão as pessoas boas e faz chover somente ali. Ele deixa a chuva cair sobre os maus também. A ilustração clássica desse tipo de amor encontra-se na história do bom samaritano (Lc 10:29–37), que é contada para ilustrar o amor (ágape) ao próximo (v. 27).

Quando o samaritano olhou para o homem ferido e sangrando, não houve atração física (Eros). O homem que havia sido açoitado não era um ente ou conhecido querido; os judeus e os samaritanos se odiavam (não tinham amor storge).

O homem deixado à beira da estrada não era um amigo; ele não tinha nada para oferecer; não havia possibilidade de ação recíproca (philos). Qual seria a única motivação possível para o viajante ajudá-lo? Ele era semelhante, um ser humano e o bom samaritano disse, em outras palavras: “Por isso eu vou ajudá-lo”. Isto é amor ágape.

Esse tipo de amor não espera nada em troca.

Há quem diga: “Mas isto não é possível, não é humano!” Tem razão. Ninguém pode amar desse jeito... a menos que Deus lhe dê esse tipo de amor. Ágape é amor divino! Jesus e os apóstolos usaram este substantivo (e o verbo correspondente) quando se referiram ao amor de Deus.

(Jo 3.13; Rm 5.8; I Jo 4.8-10). O Novo Testamento nos ensina também que quando nós nos arrependemos dos nossos pecados e cremos em Cristo, recebendo-o como nosso Salvador e Senhor, Deus derrama seu amor em nosso coração (Rm 5.5).

A partir daí, espera-se que o amor de Deus se manifeste através de nós, nos nossos relacionamentos, principalmente com o cônjuge. (Ef 5.25 e Tt 2.3-4).

Isto não é fácil... Todos queremos ser amados... Fazemos de tudo para conseguir um pouco de amor... E o que acontece? Nossos esforços neste sentido acabam dificultando ainda mais as coisas; talvez até afastem de nós a pessoa cujo amor tanto almejamos. A duras provas descobrimos que é preciso amar primeiro com amor ágape! 

Em I Jo 4, há várias referências ao amor de Deus por nós e recomendações para nos amarmos também uns aos outros. Nesse contexto, o apóstolo explica porque ou como isto é possível: “Nós amamos porque Deus nos amou primeiro” ( I Jo 4.19). O amor de Deus por nós ensina-nos a amar ou gera amor em nosso coração.

Deus nos ama como somos, a despeito da nossa pecaminosidade, das nossas atitudes e atos egoístas. Refletindo sobre isto, observando e agradecendo as manifestações diárias do seu amor, aprenderemos a amar de verdade. Além disso, o Espírito Santo faz alguma coisa sobrenatural em nosso coração... “O fruto do Espírito é amor...” (Gl 5.22). Só assim, seremos capazes de amar, no sentido mais elevado e nobre do termo.

Note que esse amor não é um esforço que fazemos porque é a única maneira de conseguirmos que certa pessoa nos ame.

Esse Amor, o Amor de verdade:

• É ordenado por Deus para nos induzir.

• É exemplificado por Deus para nos ensinar.

• É produzido por Deus para nos capacitar.

O marido ou esposa que ama assim não tenta mudar o cônjuge, não cobra dele o amor desejado. Simplesmente ama, sem cobrar nada em troca. Entretanto, assim como “nós amamos porque Deus nos amou primeiro”, o cônjuge amado, mais cedo ou mais tarde, responderá com amor. O princípio é simples: amor gera amor! Outras passagens ensinam esta mesma verdade ( Lc 6.38; Gl 6.7).

Ágape é o Amor que dá, de graça; dá tudo e não espera nada em troca.

Frases típicas:

• Eu te amo (sem um por que).

• Você precisa ficar internado algum tempo, porque eu te amo (numa clínica de drogas, ou até mesmo preso) – chamados por uns de “amor firme”;

• Eu te amo e por isso você precisa de correção ( Hb 12:6);

• “Vai doer mais em mim do que em você” – sem o sentido pejorativo.

Fonte:

http://www.webservos.com.br/gospel/estudos/estudos_show.asp?id=7374

http://www.institutogamaliel.com/revista/os-quatro-tipos-de-amor/


http://www.esbocosermao.com/2012/06/tipos-de-amor.html