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sexta-feira, 14 de novembro de 2014

684-DEUS SE ARREPENDE (GN 6.6)?.ELE É IMUTÁVEL?







Deus se arrepende?
Deus nunca se arrepende: Nm 23:19, I Sm 15:29, Ez 24:14, Ml 3:6 

Deus se arrepende: Gn 6:6, Ex 32:14, Dt 32:36, I Sm 15:11, 15:35, II Sm 24:16, I Cr 21:15, Is 38:1-5, Jr 15:6, 18:8, 26:3, 26:13, 26:19, 42:10, Am 7:3, 7:6, Jn 3:10"
Descontradizendo
Segundo o Novo Dicionário da Bíblia da editora Vida Nova

“Os vocábulos “arrepender-se” e “arrependimento” são raramente usados no Antigo Testamento com referência aos homens. Como traduções da raiz hebraica
 nãham (םחניו), essas palavras são mais freqüentemente aplicadas a Deus”.

No hebraico, quando a palavra arrependimento está relacionada ao homem é
 shübh (בשיו) e a Deus é nãham (םחניו).

Shübh = Está sempre aplicada ao pecado, ao erro, ao remorso. Ou seja, o homem reconhece o seu erro e se arrepende do que fez.

Nãham = Está ligada a relação de Deus para com o homem. Por exemplo: Deus diz que vai destruir o homem se ele não se arrepender. Porém, o homem se arrepende. Então a Bíblia diz que Deus se arrependeu do que disse. Ou seja, Deus não destruiu o homem porque este se arrependeu. O arrependimento aqui não está dizendo no sentido como se Deus reconhecesse o seu erro e se arrepende. E sim, que Deus não mais destruiria o homem. Ou seja, a sua atitude de destruir o homem foi anulada pelo arrependimento deste.

Quando os textos acima dizem que Deus não se arrepende está dizendo que a sua atitude para com o pecado não mudará sem o arrependimento do ser humano. E quando Ele “se arrepende” está dizendo que a sua atitude é de não mais fazer o que faria sem o arrependimento do homem.
Um exemplo
Estas linguagens humanas que freqüentemente encontramos na Bíblia para expressar o que Deus disse fazem parte do limitar-se de Deus para que haja uma comunicação Divina-Humana entendível.

Deus não se comunica ou se relaciona conosco baseando-se na sua onisciência. Um exemplo:

Digamos que eu saiba de tudo, que eu seja uma pessoa onisciente. Como vocês acham que eu deveria me relacionar com meu filho se ele não é onisciente?
 

Um dia eu chego para ele e digo: " - Filho! Eu sou um homem que nunca me arrependo do que digo! E se você fizer tal coisa um dia, você será punido".
 

E digamos que o menino vai e faça justamente o que eu disse para não fazê-lo.
 

Porém, ele se arrepende e chega até mim e diz: "- Pai! Lembra que o Senhor disse que não era para eu fazer aquilo?".
 

"- Lembro!" - lhe respondo.
 

"- Pois é, eu fiz papai. Porém, estou muito arrependido".

Então eu lhe respondo: "Ok filho, se você se arrependeu, eu não punirei você!"

Porém, os ateus desejam que meu filho reaja assim: "Não pai! O senhor tem que me punir porque você não pode se arrepender (mudar a ação) do que disse".

Eu lhe responderia: "- Filho o que eu quiz dizer, é que não me arrependo (mudo minha ação) se você não se arrepender. Porque caso você não tivesse se arrependido, eu certamente o puniria pelo teu erro".
 

Observação: Sem o uso de linguagem humana, tudo isto que disse acima perderia o sentido.
Por exemplo: Digamos que eu chegasse e falasse assim com ele: "- Eu jamais me arrependo. Vou destruir aquele povo".

Porém, o povo se arrepende. E ainda assim digo: "- Não importa, quando eu disse o que disse, eu já sabia que eles iam se arrepender e isso não importa. O que importa é que eu disse que os destruiria e eu nunca me arrependo do que digo".

Deus se arrepende?



Deus não se arrepende. 

Números 3:19 
Deus não é homem para que minta, nem filho de um homem 
para que se arrependa. 
1 Samuel 15:29 
A Força de Israel não mente nem se arrepende, pois ele não é 
um homem, para que se arrependa. 
Ezequiel 24:14 
Eu, o Senhor falou: ela deve vir a passar, e eu vou 
fazê-lo, eu não vou voltar, nem me pouparei nem eu 
arrepender. 
Malaquias 3:6 
Porque eu sou o Senhor, não mudo. 
Tiago 1:17 
Com quem não há mudança, nem sombra de variação. 

se arrepende Deus. 

Gênesis 6:6 
Então arrependeu-se o Senhor que ele tinha feito o homem na 
terra, e pesou-lhe em seu coração. 
Êxodo 32:14 
E o Senhor se arrependeu do mal que ele pensou 
fazer ao seu povo. 
Deuteronômio 32:36 
Pois o Senhor julgará o seu povo, e se arrepender 
a si mesmo por seus servos. 
1 Samuel 15:11 
Arrependo-me [Deus] que eu tenha posto a Saul para ser 
rei. 
1 Samuel 15:35 
O Senhor arrependeu-se que tinha feito Saul rei sobre 
Israel. 
2 Samuel 24:16 
O Senhor se arrependeu do mal, e disse ao anjo 
que destruiu o povo, é o suficiente: Fique agora a tua mão. 
1 Crônicas 21:15 
O Senhor viu, e ele se arrependeu do mal, e 
disse ao anjo que destruiu, é o suficiente, ficar agora os teus 
mão. 
Isaías 38:1-5 
Naqueles dias Ezequias adoeceu e esteve à morte. E Isaías ... disse-lhe: Assim diz o SENHOR, teu Set 
casa em ordem: para morrerás, e não ao vivo. Assim diz o SENHOR ... Ouvi a tua 
oração, e vi as tuas lágrimas: eis que acrescentarei aos teus dias quinze anos. 
Jeremias 15:6 
Eu [Deus] estou cansado de se arrepender. 
Jeremaih 18:8 
Eu [Deus] vai se arrepender do mal que pensava fazer 
a eles. 
Jeremaih 26:3 
Que eu [Deus] me arrependa do mal que intento
 O QUE SIGNIFICA A EXPRESSÃO “DEUS SE ARREPENDEU”?
O que vimos até aqui certamente nos demonstra que apesar de Deus ser Imutável isso não significa que Ele é um ser imóvel ou impassível. Então, diante da realidade bíblica a respeito de Deus, como podemos entender que Deus se arrependeu?
Os que defendem a completa imobilidade de Deus dirão que esse é o caso da adaptação da linguagem adaptando os infindos caminhos de Deus aos finitos caminhos dos homens. Já os que defendem a completa imanência de Deus dirão que aqui temos clara evidência de que Deus muda. Entretanto, gostaria de propor uma idéia alternativa para a visão do arrependimento divino, que não exclui a idéia da adaptação da linguagem, mas que rejeita a idéia da susceptividade de Deus à mudança.
A grande maioria dos teólogos tradicionais defende que aqui ocorre um recurso didático chamado antropopatia, que nada mais é do que atribuir sentimentos humanos a Deus. Isso é similar ao antropomorfismo, que atribui formas humanas ao Ser divino, como as mãos de Deus, os olhos do Senhor, entretanto, tal recurso fala da aplicação de sentimentos humanos a Deus. Mesmo Calvino viu o arrependimento divino desse modo e afirmou:
“O mesmo significado pelas outras formas de expressão pela qual Deus é descrito humanamente a nós. Porque nossa insuficiência não pode alcançar a excelsitude dele, qualquer descrição que nós recebemos dele deve ser abaixada a nossa capacidade para ser inteligível[10]
Calvino rejeitava abertamente a idéia de que Deus tem sentimentos e emoções e o apresentava como “incapaz de todo sentimento de perturbação” e, “portanto, quando nós ouvimos que aquele Deus está Irado, nós não devemos imaginar que há alguma emoção nele, mas deve-se considerar o modo de fala acomodado a nosso modo de sentir[11]”. É por isso que em seu comentário de Gênesis ele afirme:
“O arrependimento que aqui é atribuído a Deus, não pertencem a ele, mas tem é referido aqui para a nossa compreensão dele. Como não podemos compreender como ele é, é necessário que, para o nosso bem Ele seja em certo sentido, transformar-se. Que o arrependimento não pode ter lugar em Deus, facilmente surge a partir da consideração de que nada acontece, é por Ele inesperado ou imprevisto. O mesmo raciocínio e observação, aplica-se o que se segue, que Deus foi afetada com pesar. Certamente Deus não depressivo ou triste, mas permanece para sempre como ele em seu repouso celestial e feliz: ainda, porque não poderiam ser conhecidos quão grande é o ódio de Deus e ódio do pecado, pois o Espírito acomoda-se à nossa capacidade[12]
Entretanto, Deus fez questão de usar a linguagem como modo de comunicação de seus planos e usou homens para transcrevê-lo fielmente. Ele também usou Seu Santo Espírito para superintender os seres humanos em pleno uso de suas faculdades mentais para transcrever do melhor modo o que intencionou transmitir. Por isso tendo a crer que essa palavra é a melhor palavra hebraica para descrever o que acontece nesse texto, pois foi assim inspirada por Deus debaixo da supervisão do Espírito Santo.
A idéia da adaptação da linguagem só seria possível se conhecêssemos a linguagem divina e soubéssemos o que Ele quis dizer em Sua linguagem, do contrário, é mera especulação. Do ponto de vista da tradução, só sabemos que um texto é uma paráfrase ou adaptação do original quando conhecemos o original, quando não o conhecemos, entendemos que o texto traduzido é a melhor representação do original. A não ser que Calvino tenha acesso a excelsitude de Deus, não pode saber se isso é de fato uma adaptação de linguagem. Na verdade, entendo que a idéia do antropopatismo aqui é uma fuga sutil de um tema complicado para aqueles que não vêem em Deus a susceptibilidade à emoção.
Contudo, devemos nos lembrar que o fato de ter Deus se arrependido não expressa uma ocasião de alteração de Sua Personalidade, Plano ou Vontade, e isso pode ser demonstrado pelo próprio livro de Gênesis e pelo próprio termo à luz do todo das escrituras. Isso, de certa forma, é uma acomodação da linguagem, mas prefiro entendê-la não nos moldes de Calvino, mas em reconhecimento da falibilidade, falência e insuficiência da linguagem.
Em primeiro lugar, nas escrituras já nos temos demonstrado até aqui que Yahweh é um Deus poderoso e que faz o que quer quando quer. A idéia de um Deus Plenamente soberano e controlado, que faz tudo de acordo com um claro planejamento, pois é organizado e supremamente inteligente e sábio para arquitetar o universo do modo como o foi. No relato da criação, também conhecemos um Deus que é poderoso e doador, é capaz de criar e dar-se por sua criação. Na criação do homem vemos um Deus que faz o homem em conformidade com sua Imagem e Semelhança. A isso entendemos que tudo o que o ser humano é, o é em dependência da existência de Deus. Se sabemos e pensamos, é por que nosso Criador o é e faz em proporções Eternas. Se amamos é por que Ele nos amou primeiro. Toda nossa constituição imaterial reflete e depende do nosso criador. Nossa capacidade de se relacionar provém do nosso Criador, do mesmo modo que nossa capacidade de sentir. Todavia, nós somos criaturas, o hoje o somos de modo carnal, por isso não podemos supor que Ele sabe ou sente como nós, mas que nossa capacidade de saber e sentir provém do nosso Criador. No relato de Caim e Abel, conhecemos um Deus interativo e ativo no relacionamento com Suas criaturas, e é apresentado como um Deus paciente e misericordioso que determina o juízo do modo como lhe apraz. Na descrição das genealogias não o vemos ausente, mas participativo e relacionável com sua criação (Enos, Enoque, Noé). No relato do dilúvio, vemos um Deus que vê e intervém do modo que lhe apraz. Por isso, não podemos isolar a sentença referente a seu arrependimento do contexto do todo do livro de Gênesis. Um fato importantíssimo que se deve considerar é que Deus já fizera a promessa de libertação da raça humana no relato da queda e que tal promessa não ficaria sem cumprimento: Sabemos por fato que Deus é Fiel. Portanto, não podemos nem supor que Deus faltou com planejamento, ou que teria sido pego de surpresa pela maldade do homem. Isso significa que apesar de Seu Controle Soberano não ter sido perdido, isso não o isenta de sentir pesar por Sua Criação.
Em segundo lugar, temos que admitir que o texto de Gênesis 6 apresenta a Yahweh como um Deus participativo e interativo com sua Criação. Note que o arrependimento divino não acontece no texto como uma surpresa: Deus já havia sido apresentado como desagradado (v.3) e que após seu arrependimento Ele decretou o juízo que entendeu ser necessário para a ocasião da humanidade (v.7). Há clara idéia de participação e interatividade divina nesse texto e tal relato não pode ser minimizado a partir do todo das escrituras. Os defensores da impassividade de Deus verão nesse texto o vigo do juízo e a manutenção da promessa de Gn.3.15 em Noé, verdades que não ousamos negar. Os defensores da visão mais aberta, dirão que nesse texto vemos a interação de Deus e sua mudança de opinião ante a situação da humanidade, verdade que não aceitamos por completo, mas não ousamos descartar por completo. O fato é que entendo que o texto de Gênesis 6 demonstra ambas as idéias concomitantemente: Ainda que sua promessa seria cumprida, que Seu propósito Redentor não se tenha alterado, que Deus não se mostrou mal planejador Ele muda de atitude em relação a humanidade. A expressão “O meu Espírito não agirá para sempre no homem, pois este é carnal” (v.3) é uma clara demonstração desse fato, e provavelmente a primeira medida de Deus sobre a crescente perversidade da humanidade.
Em terceiro lugar, devemos lembrar que o termo hebraico por trás da tradução portuguesa para “arrependimento” é bem mais abrangente do que o que entendemos com o termo em português. O termo hebraico usado aqui é “nacham” e tem um dos três significados básicos dependendo do contexto:
  • Experimentar pesar ou sofrimento emocional: Esse sentido é relativamente comum e eventualmente é demonstrado no texto hebraico no passado: “Então, o povo teve compaixão de Benjamim, porquanto o SENHOR tinha feito brecha nas tribos de Israel” (Jz.21.15; cf. Jz.21.15; 1Sm.15.11,35; Jó.42.6; Jr.31.19).
  • Consolar ou ser consolado: Esse uso é relativamente freqüente no AT e claramente encontrado na literatura Mosaica: “E Isaque trouxe-a para a tenda de sua mãe Sara, e tomou a Rebeca, e foi-lhe por mulher, e amou-a. Assim Isaque foiconsolado depois da morte de sua mãe” (Gn.24.67; cf. 27.42; 37.35; 50.21; 38:12;  2Sm.13.39; 77.3; Sl.1.24; Is.1.24; Jr.31.15; Ez.14.22; 31.16; 32.31)
  • Arrepender-se ou mudar de mente: Em alguns textos não teologicamente discutidos a idéia de mudança de mente é encontrado, mas com alguma dificuldade: “Tendo Faraó deixado ir o povo, Deus não o levou pelo caminho da terra dos filisteus, posto que mais perto, pois disse: Para que, porventura, o povo não se arrependa, vendo a guerra, e torne ao Egito” (Ex.13.17; cf.Dt.32.36; )
É importante dizer que o sentido básico do termo, e certamente mais freqüente no AT é o de “consolar”. Das 108x que é usado no AT pelo menos em 66x a idéia está relacionada com o consolo. Apesar de o termo ter conotações de arrependimento, mesmo que aplicado a seres humanos, esse não é o termo normalmente utilizado para isso. Normalmente o AT usa o termo “shuwb”, que tem por idéia básica o voltar-se (Gn.3.19; 8.12; 18.14), para descrever a idéia do arrependimento como mudança de comportamento e atitude (Gn.27.45Ez.14.6).

Fonte:

http://marceloberti.wordpress.com/2010/06/16/deus-se-arrepende/

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

683-RECUPERANDO O EVANGELHO


Amados, estou publicando este artigo com o objetivo de edificar vidas, evangelizar, e gerar mudanças positivas e significativas na  vida de cada pessoa, seja ela crente, espírita, católica, etc. A crítica que faço, é uma critica construtiva e reflexiva, tem como foco a reflexão e  a mudança de atitude, caráter e de nova visão acerca do Evangelho genuíno do Senhor Yeshua( Jesus). Vamos dividir este artigo em tópicos para facilitar a leitura, reflexão e compreensão do mesmo.
Peço que divulguem este artigo no face, instargram, email etc, Podem acrescentar algo se acharam necessário, porém eu peço que indiquem a fonte e autoria.

1-O que é Evangelho?
      Como sabemos a palavra Evangelho significa boas novas ou boa notícias, é por certo uma ótima notícia da parte do Altíssimo para você!. Evangelho é poder para a salvação de todo aquele que nEle crer (Rm 1.16,17). Evangelho é algo para ser crido, meditado e bem interpretado.            Devemos pedir iluminação a Espírito Santo de Deus, bem como sabedoria para aprendê-lo e pratica-lo com sabedoria e unção.
      O Evangelho faz parte da Palavra do Eterno Deus, e é lá que é revelado o seu filho unigênito, a sua graça, a salvação, o amor, a fé e o seu sublime plano redentor para a humanidade. O Evangelho sem Cristo Jesus, não é Evangelho. O mesmo não deve ser usado para iludibriar pessoas, manipulá-las e induzí-las ao erro e as heresias.
     As boas novas de Yeshua mashiah (Jesus Cristo), não deve ser um mero objeto ou instrumento lucrativo, ou de fantasias de uma prosperidade sem precedentes para os que apenas crêem nele. O mercantilismo religioso deve afastar-se do Evangelho, pois os mesmos não se combinam, assim como o azeite e a água não se misturam. O cifrão não deve brilhar nos olhos de líderes cristãos portadores no Evangelho genuíno, o que deve brilhar é a maravilhosa graça do Eterno e sublime Redentor , Senhor e Salvador Jesus!.
       Evangelho é poder, amor, fé e graça sobre graça e salvaçao aos perdidos.
O evangelho de Jesus Cristo é o maior de todos os tesouros dados à igreja e ao cristão como indivíduo. Não é uma mensagem entre muitas, mas mensagem acima de todas as outras. É o poder de Deus para a salvação e a maior revelação da multiforme sabedoria de Deus aos homens e aos anjos. É por essa razão que o apóstolo Paulo deu primazia ao evangelho em sua pregação, esforçando-se com tudo que tinha para proclamá-lo com clareza, pronunciando até mesmo uma maldição sobre todos que pervertessem sua verdade.

Cada geração de cristãos, pelo poder do Espírito Santo, é responsável pela mensagem do evangelho. Deus nos chama a guardar este tesouro que nos foi confiado. Se quisermos ser fiéis mordomos, teremos de estar absorvidos no estudo do evangelho, tomando grande cuidado para compreender as suas verdades, comprometendo-nos a guardar o seu conteúdo. Ao fazê-lo, garantimos nossa salvação, bem como a salvação daqueles que nos ouvem.


Como sabemos comumente, a palavra Evangelho vem do vocábulo grego euangélion, que é traduzida como “boas novas”. Num sentido, toda página da Escritura contém o evangelho, mas em outro sentido, ele se refere a uma mensagem muito específica — a salvação realizada para um povo caído, por meio da vida, morte, ressurreição e ascensão de Jesus Cristo, o Filho de Deus.
O evangelho de Jesus Cristo é o maior de todos os tesouros dados à igreja e ao cristão como indivíduo. Não é uma mensagem entre muitas, mas mensagem acima de todas as outras. É o poder de Deus para a salvação e a maior revelação da multiforme sabedoria de Deus aos homens e aos anjos. É por essa razão que o apóstolo Paulo deu primazia ao evangelho em sua pregação, esforçando-se com tudo que tinha para proclamá-lo com clareza, pronunciando até mesmo uma maldição sobre todos que pervertessem sua verdade.

Cada geração de cristãos, pelo poder do Espírito Santo, é responsável pela mensagem do evangelho. Deus nos chama a guardar este tesouro que nos foi confiado. Se quisermos ser fiéis mordomos, teremos de estar absorvidos no estudo do evangelho, tomando grande cuidado para compreender as suas verdades, comprometendo-nos a guardar o seu conteúdo. Ao fazê-lo, garantimos nossa salvação, bem como a salvação daqueles que nos ouvem.


Como sabemos comumente, a palavra Evangelho vem do vocábulo grego euangélion, que é traduzida como “boas novas”. Num sentido, toda página da Escritura contém o evangelho, mas em outro sentido, ele se refere a uma mensagem muito específica — a salvação realizada para um povo caído, por meio da vida, morte, ressurreição e ascensão de Jesus Cristo, o Filho de Deus.


1.1-O que não é Evangelho?
      Mercantilismo, comércio, emoção, especulação e heresias, extremismo religioso e ilusões e contos de fadas de uma  vida prospera, sem doenças, lutas, dificuldades e problemas, “Digo isto para que em mim tenhais paz, No mundo tereis afliçoes mas tende bom ânimo, porque eu venci o mundo”.Tudo isto não é, não faz e nunca fez parte do Evangelho genuíno de Cristo. As boa novas do reino de Deus, é justiça, paz e alegria no Espírito Santo. Pseudo-evangelho é um evangelho com atraçoes circences, animadores de auditório, malabaristas e sensasionalistas cristãos, que empolgados com a fama, aplausos e vontade gananciosa de encher os seus cofres de dinheiro e seus corações de trevas e ilusões.
         Um Evangelho que não sai de uma caixinha, não é Evangelho, o referido deve ser lido, refletido e praticado com sabedoria e a sua propagação deve ser contante. Caso contrário não é Evangelho, e sim um mero instrumento de manipulação e fantasias, com uma dose de engano, uma pitada de  heresias e mais uma colher de historinha para iludir pessoas incautas e sem instrução. A falta de instrução das pessoas leva os mesmos a um falso Evangelho, um Evangelho sem amor, graça perdão, salvação e santificação, como diz nas Escrituras: “ segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá ao Senhor ” (Hb 12.14) .

1.3- Qual é o Evangelho que queremos ?
       Esta pergunta é você que deve responder, eu sei qual é o Evangelho que eu quero, e você também sabe qual você quer. Eu quero o Evangelho genuíno, um Evangelho sem emocionalismo, sem extremismos, exageros, fabulas, enganos e falsas esperanças. O mundo gospel deveria querer o mesmo, mas não é o que vemos. Pregar por dinheiro é o absurdo do absurdo, lemos nas Escrituras: “ De graça recebestes e de graça daí ”(Mt 10.8).Eu quero um Evangelho sem aspirações mercantilistas e fanáticas, um Evangelho da Eterna Graça de Deus, um Evangelho que transforme vidas e faça ressuscitar o amor , a fé e a esperança nos corações aflitos e sem salvação. Um Evangelho com Cristo Jesus e com o seu plano redentor deve ser a mais alta de todas as nossas aspirações, bem como a sua propagação em redes sociais (facebook, twitter, whats up, instargram, etc.), nas mídias de forma geral (TV, radio etc) e também através do “ boca a boca”, com alcance a nível mundial, e não apenas regional. Eu quero e luto por um Evangelho sincero, puro, cristalino e que explane a verdade da parte de Jesus nosso Senhor!.
           Eu almejo um Evangelho da transformação pelo Espírito De Deus. Boas novas Eternas que façam diferenças significativas!. Eu vejo isso, porém o Evangelho que tem sido pregado é um outro Evangelho, um Evangelho um tanto quanto confuso, distorcido e sem respaldo nas Escrituras Sagradas, um Evangelho parcial, com meias verdades, mascaras e maquiagens,  este Evangelho eu não quero!!!.

2-O Evangelho e o tempo
         Infelizmente o tempo interfere em nossas vidas, na nossa vida bio-pisico-social, na nossa parte fisiológica, na saúde, nas emoções, na area social, profissional, nos nossos comportamentos, atitudes, hábitos,  desejos, etc.Temos que reconhecer que o tempo afetou não propriamente o Evangelho, mas a sua forma de interpretação e propagação!!!.
         O tempo interfere, modifica, omite, acrescenta, distorce todas as coisas. Somos afetados e influenciados pelo tempo e pela modernidade, mas o Evangelho genuíno é imutável e deve ser livre de qualquer particular interpretação. Como o homem é influenciado pelo tempo, o mesmo quer influenciar e provocar mudanças no Evangelho e em sua forma de propagação e interpretação.É triste mais isso tem acontecido, cabe a nós querer mudar e transformar erros em acertos, mudar a historia e se reportar à realidade bíblica no tocante ao Ensino genuíno do Evangelho. Devemos orar a cada dia, alertar os nossos filhos e as futuras gerações para este mal que tem assolado o Evangelho.
         O Evangelho da Graça resisti ao tempo, nós não. Não devemos deixar o tempo e a modernidade moldar o Evangelho e a sua propagação, e sim o contrário, As boas novas eternas é que têm que moldar e lapidar nossas vidas, famílias e geraçoes posteriores.

2.1-O Evangelho no passado
       No passado distante, nos primeiros séculos da era cristã, os cristãos “Perseveravam na doutrina dos apóstolos, no partir do pão, na comunhão e nas orações, tinham tudo em comum e repartiam os seus bens de acordo com a necessidade de cada um”( leia atos 2). No inicio da igreja as pessoas cristãs eram unidas, solidarias umas com as outras, amorosas, o povo admirava os cristãos, os mesmos tinham o selo do Espírito de Deus, tinham a chama viva de Cristo ardendo em seus corações, tinham o poder, a graça e o amor de Deus cravado em seus corações. Não pensavam em seus próprios interesses, não tinham fins lucrativos, e nem atrações circences, animadores de auditório, e  nem utilizavam “retetés” e estratégias e métodos duvidosos e estravagantes!. Eles apenas pregavam as boa novas eternas e inefáveis de Deus!. Eles viviam o que tinham aprendido, procuravam agradar ao supremo mestre e Eterno Salvador Jesus. Exerciam seus deveres de cidadãos dos céus, e gozavam das esperanças eternas do Altíssimo. Vivíam uma vida abundante e gloriosa aos pés de Jesus, não um Jesus que só enriquece pessoas e dá vitorias, mas um Senhor Jesus, poderoso, que salva, cura, liberta de espíritos malignos, transforma, volta para buscar a sua igreja, perdoa pecados e realiza a redenção através de seu precioso sangue, desde que o pecador creia, e queira aceitar o plano de salvação e aspire em andar em novidade de vida  ao lado do Eterno Mestre e rei dos reis e Senhor dos Senhores!!!.
          Estamos próximos ou distantes do que foi supracitado?. vivemos este evangelho dos cristãos primitivos ou um outro Evangelho ao gosto do freguês?. O Evangelho não pode mudar nas mãos de cristãos incautos e pouco instruídos de verdades bíblicas com meras desculpas esfarrapadas, de que estamos em um mundo moderno e que temos que expor verdades diferentes e recheadas de promessas e emocoes que são semeadas em coraçoes áridos e inferteis. A desculpa é que ser pregar o Evangelho do modo antigo, as pessoas abandonam as igrejas, pois as mesmas estão em um mundo moderno que evolui a cada dia.
                O Evangelho de hoje é o mesmo do passado e vai continuar sendo o mesmo do futuro. A nossa luta para preservar a sã doutrina deve continuar.Temos que nos alistar na guerra espiritual, moral e social. O mundo moderno trás consigo, meias verdades, verdades parciais e mentiras. A modernidade carrega também em seus “ombros” uma contra-cultura ao ensino bíblico. Ela vem para mostrar que os valores deste mundo tenebroso são melhores ou iguais aos valores eternos escritos na Bíblia.  A modernidade com os seus ensinos, jargões, ditados, culturas em diversas áreas: educação, esporte, lazer, musica, entretenimento, novela, filme, desenhos, esportes, jogos etc, devem ser combatidos e recusados com sabedoria e amor , pelos cristãos verdadeiros!.
                Vamos ensinar os nossos filhos quanto a isso!!!.
  
  2.2-O Evangelho no presente
Será que estamos vivendo hoje um Evangelho autêntico?. Um Evangelho real, puro, sem erros, acréscimos e exageros?. voce vive o evangelho contido na Bíblia?. Este Evangelho, o Evangelho ao gosto do cliente, ao meu ver, é um falso Evangelho. Não escutamos mais se falar em : inferno, santificação, juízo final, parousia de Cristo, separação do mundo e comunhão intima com o Eterno.
             Jesus falou nos Evangelhos mais sobre as trevas do que sobre o paraíso. Proferiu palavras fortes, palavras de exortação, de aviso sobre o iminente perigo de as pessoas irem para ao inferno, “Senhor em teu nome não expulsamos demônios,... não fizemos maravilhas, e eu direi abertamente apartaivos de mim...” (leia Mt 7). Jesus criticou os falsos religiosos, chamando-os de sepulcro caiado, raças de víboras, etc, sempre combateu o erro e os extremismos religiosos dos fariseus!.
          Será que não temos hoje neo-fariseus, fariseus modernos na mídia e fora dela pregando um Evangelho fácil e com recheios de vitorias, prosperidades e  triunfalismo exarcebado sem precedentes?.Temos dois grupos de evangelhos: o facil e o legítimo. O legítimo é a porta estreita que Jesus pregou!!!. O fácil é a porta larga que conduz  à perdição.

2.3-O Evangelho no futuro
O Evangelho daqui a uma ou duas décadas, será um Evangelho puro e cristalino como nosso Supremo mestre e Senhor pregou?. Para garantirmos que as gerações futuras não se comprometam com um falso Evangelho, um Evangelho distorcido ou parcial, temos que implementar uma educação religiosa-familiar em nossos filhos. Vamos ensinar as crianças no caminho em que se deve andar (Pv 16.22). As igrejas também tem este papel de instruir as crianças , jovens e adultos no Caminho de Deus!.Cada um tem que fazer a sua parte, qual a parte que você tem feito?. Faça a sua parte, eduque os seus filhos, sobrinhos, netos etc. De bíblias  e livros teológicos para eles lerem, acompanhem a sua vida diária, a sua vida devocional. Fazendo assim teremos no futuro um Evangelho pregado de forma genuína, prática, sem macula, sem erros, omissões, acréscimos e nem exageros.
3- A tranformação provocada pelo verdadeiro Evangelho do Salvador e Senhor Jesus.
  Um Evangelho autentico é um Evangelho que transforma vidas pelo poder de Deus. Um Evangelho genuíno gera mudanças significativas na vida das pessoas. O verdadeiro Evangelho vem para deixar marcas, sim marcas de salvação, marcas de regeneração e santificação. Através da pregação do Evangelho vemos muitas vidas se converterem, muitas vidas serem curadas, quebrantadas, salvas, libertas, livre de desejos e pensamentos pecaminosos. Você tem que deixar o poder de Deus que está contido nos Evangelhos entrar  e iluminar mais e mais a sua vida.
          Deus proporciona transformações em nossos corações, as mesmas só podem ocorrer se permitirmos, se abrirmos nossos corações e nossas mentes de forma ampla e quebrantada para sentir o toque do Espírito Santo, a sua direção e sua diretrizes para uma vida abundante!!!. Esta transformação sempre ocorre de mão dupla, a ação do Espírito Santo em conjunto com a ação humana. Deixe Cristo te transformar!!!!.

3.1-A transformação na família
A família é a base da sociedade, a célula mater, a raiz de todos os processos. Dizem que a educação vem de berço, do ensinamento de nossos pais. Temos que provocar transformações nos nossos filhos, sobrinhos, primos, mãe, pai etc, transformação esta, pautada no Evangelho e em seus princípios Eternos. É necessário uma educação comum, como não jogar papel no chão, não xingar, dar um bom dia, obrigado,  de nada,  com licença, etc.  Temos a educação religiosa que deve ser priorizada e implementada nos lares cristãos!. Devemos fazer um culto domestico, realizar a leitura Bíblica, cantar um hino, assistir uma boa pregação, etc. O bom exemplo cristão, um bom testemunho, é de fundamental importância para os nossos filhos e vizinhos.
         A educação secular, os estudos de geografia, matemática, português, inglês, ler bons livros seculares sobre vários gêneros literários,  é imprecíndívem também.

3.2-A transformação pessoal
Se fomos educados na família ou não, não importa, não podemos colocar isto como um mero pretexto para não sermos transformados pelo Evangelho. Basta apenas querermos esta referida transformação e nos esforçarmos para adquiri-la e mantê-la. Se experimentarmos o doce e Eterno poder transformador do Evangelho, verdadeiramente seremos afetados por esta tranformação magnífica e sem par. Quando temos um maravilhoso encontro pessoal com o amoroso e Eterno Salvador Yeshua (Jesus),  por via de conseqüência somos confrontados de forma positiva pelo Evangelho genuíno, deixamos ele entrar em nossos corações e nossa vida torna-se abundante, brilhante e poderosa, pois, desfrutamos do amor, graça e poder do Espirito Santo!!!. Tudo relatamos acima deve ser buscado a cada dia, pois sem esforço e perseverança nunca virá esta transformação.

3.3-A tranformação na sociedade
A verdadeira mudança ocorre em cada coração, mas de forma individual. Quando somos transformados em nosso ser, influenciamos uma transformação nos outros, nos nossos filhos, nos vizinhos, amigos, irmãos, religiosos, autoridades e na sociedade de forma geral. Primeiro em mim, depois no próximo. Quando a mudança verdadeiramente ocorreu no meu ser, a tendência é de ocorre-la também no meu próximo.
       O ser humano é produto do meio, ele é influenciado pelo meio, e também influencia o meio ambiente em que vive, seja ele religioso, político ou social. Por exemplo, se queremos ser médicos, advogados, engenheiros, etc, é porque os nossos pais tiveram estas profissões ou vimos alguém exercê-las. A sociedade esta melhor ou pior é porque eu e você estamos melhor ou pior. As palavras convencem, mas o exemplo arrasta. O evangelho puro e genuíno e o Espírito de Deus transforma de fato, mas quando deixamos esta mudança entrar de fato nossos ser,  desta forma se expandirá para a sociedade de forma geral.

4-Qual é o principal concorrente do Evangelho?
  Existem muitas empresas, e muitos concorrentes. A concorrência sempre procura atrapalhar, minimizar, inibir, ou destruir o seu concorrente. Pois é, existem concorrentes também no meio gospel.
    Talvez o principal concorrente do Evangelho de Cristo seja a ignorância espiritual de líderes e pessoas interesseiras e sem escrúpulos, ou talvez, a preguiça, ou o comodismo espiritual, o desânimo de buscar uma vida santa e próxima do Criador, ou talvez seja uma lista imensa de coisas que praticamos, pensamos e acreditamos, até mesmo de forma inconsciente.
           Qual é o principal concorrente, eu não sei ao certo, mas você pode responder para você mesmo. Talvez você saiba, pois certamente na minha vida e na sua tem muita concorrência tentando ocupar um lugar de camarote em seu coração, concorrência esta que impede o Evangelho de ser lido, interpretado e praticado de forma correta.
            Ore para que a concorrência espiritual não tome o lugar de destaque em sua vida, e sim o Evangelho do reino de Deus, seja o exclusivo e sem concorrentes em potencial.

4.1-Como se livrar da concorrência Espiritual?
Utilizando-se de vários instrumentos espirituais receitados na Bíblia. Podemos citar a oração, diz as Escrituras: “Orai sem Cesar”  (1Ts 5.17). O exame cuidadoso das Escrituras Sagradas “Errais não conhecendo as Escrituras e nem o poder de Deus” (Mt 22.29), e (Jo5.39). Conhecendo mais ao Senhor Deus “conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor” (Os 6.4). Não amando o mundo “ Não ameis o mundo e nem o que no mundo há, ...” ( Jo2.15). A concorrência espiritual nos afasta de Deus, a mesma é como um câncer que provoca dor, sofrimento, angustia, e se alastra pelo corpo inutilizando-o e por fim levando-o à morte!. A concorrência deve ser tratada e cortada no seu início. Devemos tomar medidas preventivas, corretivas e cirúrgicas em nossa vidas espirituais!.
          Devemos analisar, questionar, refletir, e indagar a cada dia se o que temos ouvido, assistido e aprendido esta correto e pautado nas Escrituras.

4.2- concorrência midiática
A TV, rádio, internet, redes sociais etc, tem sido uma forte concorrência nas nossa vidas cristãs. Cabe a você e a mim querer mudar, tomar atitudes quanto a isso. Nós e os nossos filhos, temos sidos influenciados por este pós- modernismo desenfreado e nocivo.

4.3-A concorrência chamada ego
    O nosso ego deve ser dominado, e educado, pois muitas vezes eu e você somos levados à acharmos que somos autosuficientes, independentes, cheios de conhecimentos e achismos teológicos. Muitas vezes temos que olhar para nós mesmos, para os nossos erros, conceitos, virtude e valores, e efetuarmos um vasto e minuncioso exame introspectivo, para averiguar a veracidade e a adequação de tudo que aprendemos , pensamos e praticamos. Temos que ser mais dependentes do Altíssimo e supremo Criador, deixar Ele e somente Ele com a sua Santa, insubstituível e poderosa Palavra, iluminar e guiar nossos corações. O nosso ego, sim este mesmo, é um forte concorrente espiritual do Evangelho e de Deus. Menos ego e mais iluminação divina!!!.
5-Conclusão
Podemos concluir este artigo, afirmando que O Evangelho autêntico,  puro e cristalino deve ser lido, estudado, analisado cautelosamente e praticado com sabedoria que vem do alto. O Evangelho é simples e claro, nós é quem o dificultamos, o Evangelho é poderosos e eficaz , as vezes nós é quem o subestimamos, O Evangelho pode e deve ser difundido em casa, na nossa parentela, no meio de nossos vizinhos, amigos, no nosso bairro, município, Brasil e no mundo inteiro!!!. Podemos divulgá-lo nas redes sociais,  por email, pelo yutub, pela TV, Radio, jornal, sites e blogs e sites, “boca a boca”, e em qualquer outro meio existente ou que venha a existir. Não devemos nos envergonhar do Evangelho, pois o mesmo é poder de Deus para a salvação de todo aquele nEle crer.
            Viva uma vida pautada nos Evangelhos e na palavra de Deus como um todo, fazendo assim a sua vida será transformada, a vida de sua família, igreja e a sociedade como um todo também experimentará dessa maravilhosa transformação. E que o Eterno Deus nos ajude, shalom!!!.

Autor: Prof. Marcio de Medeiros
Data: 01/11/14