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sábado, 27 de abril de 2013

426-O AZEITE NA BÍBLIA E SUAS FUNÇÕES




A Importância E A Função Do Azeite 
_______________________________________________________________________





A palavra azeite vem do árabe "Az + zait" e quer dizer sumo de azeitona. O azeite é o sumo decantado e purificado da azeitona.
Os nomes vulgares da oliveira nas línguas da bacia mediterrânica derivam de duas fontes, a saber: as palavras grega "elaia" e hebraica "zait", que deram origem à palavra latina "olea" e à árabe "zait".
O azeite é um óleo vegetal extraído da azeitona, fruto de uma árvore de porte médio - de várias ramas e troncos retorcidos - muito resistente e com raízes que podem atingir seis metros, conhecida como oliveira (olea europea). A sua qualidade depende da combinação de factores ambientais (clima e solo), genéticos (variedade da azeitona) e agronómicos (técnicas de cultivo) e continua com todas as operações até ao seu envasilhamento.
Mitos, Lendas e Narrativas

http://esec-ponte-sor.drealentejo.pt/azeite/images/APLICA1.JPGDesde sempre, a oliveira tem estado associada a práticas religiosas, a mitos e tradições, a manifestações artísticas e culturais, a usos medicinais e gastronómicos. Na antiga Grécia, as mulheres, quando queriam engravidar passavam longos períodos de tempo à sombra das oliveiras. Da madeira das oliveiras faziam-se ceptros reais e com o Azeite ungiam-se monarcas, sacerdotes e atletas. Com as folhas faziam-se grinaldas e coroas para os vencedores.
A oliveira era considerada símbolo de sabedoria, paz, abundância e glória.
Os egípcios, há seis mil anos, atribuíam a Ísis, mulher de Osíris, Deus supremo da sua mitologia, o mérito de ensinar a cultivar a oliveira. Na lenda grega Palas Atenea, Deusa da paz e sahttp://esec-ponte-sor.drealentejo.pt/azeite/images/APLICA2.JPGbedoria, filha de Zeus, era para os Gregos a mãe da árvore sob a qual teriam nascido Remo e Rómulo, descendentes dos Deuses e fundadores de Roma, tendo feito brotar a oliveira de um golpe e, na sua grande bondade, ensinado o seu cultivo e o seu uso. Por sua vez Minerva oferece aos romanos este presente divino, asilo também da divindade.
São várias as lendas sobre o nascimento das oliveiras. O azeite está presente em inúmeros mitos e lendas, principalmente das eras Egípcia, Grega e Romana.
Os gregos têm uma curiosa explicação para a origem da oliveira. A lenda diz que essa árvore foi o resultado da disputa por um pedaço de terra entre os deuses Poseidon (deus do mar) e Atena (deusa da sabedoria). Para resolver o problema, o Tribunal dos Deuses decidiu que ficaria com a terra quem criasse a mais fantástica obra. Mais do que depressa, Poseidon bateu com seu tridente numa rocha e criou o mar. Nada intimidada, Atena fez a oliveira brotar da terra e, assim, foi eleita pelos 12 juizes, a vencedora da batalha.
Para os gregos é Aristeo, filho de Apolo e da ninfa Cirene, e Acropos, fundador de Atenas, que ensinaram o processo de extracção do azeite desta "árvore invencível que renasce de si mesma"(Sófocles), cujo cultivo Hércules propaga nos rios de Mediterrâneo.
Cantaram a oliveira Homero, Ésquilo, Sófocles, Marcial, Virgílio, Ovído e Plínio.
Em quase todas as religiões se fala da oliveira, árvore de civilizações longínquas, que tem lugar nos textos mais antigos:


ð     no "Génesis": a pomba de Noé traz no bico um ramo de oliveira para lhe mostrar que o mundo revive.

ð     No "Êxodo", Yaveh prescreve a Moisés a "Santa Unção" na qual o Azeite se mistura com perfumes raros.

ð     Segundo a Bíblia, o rei Salomão enviava azeite a Hiram I, rei de Tiro, em troca dos materiais e dos artesãos utilizados na construção do Templo.

ð     Noutra passagem da Bíblia, Josué e Zorobabel entregam azeite às populações fenícias de Sídon e de Tiro em troca da madeira dos cedros do Líbano. Sabe-se que as azeitonas que ficavam nos ramos eram deixadas para os indigentes, enquanto o azeite de primeira qualidade era utilizado, por exemplo, na preparação dos bolos das oferendas.

ð     No horto de Getsemani vivem ainda oito grandes oliveiras que viram rezar, chorar e morrer Cristo.

ð     Também o Corão canta a árvore que nasce no monte Sinai e refere-se ao óleo que dela se extrai para ser transformado em luz de candeia "que parece um astro rutilante".

Foi sempre património dos países mediterrâneos, mas hoje em dia encontra-se disseminada um pouco por toda a parte:
O azeite na Saúde

http://esec-ponte-sor.drealentejo.pt/azeite/images/APLICA9.JPGO Azeite é muito apreciado, desde a antiguidade pelo seu valor gastronómico, pelas suas características químicas, biológicas e organolépticas, mas também porque as suas propriedades preventivas e terapêuticas fazem dele uma gordura absolutamente insubstituível.
O azeite virgem é um sumo de fruta 100% natural, que conserva o sabor, aroma, vitaminas, antioxidantes e todas as propriedades da azeitona, sendo, além disso, a única gordura vegetal que pode ser consumida directamente, virgem e crua. Este produto, pela sua composição, tem uma acção benéfica em muitas funções do nosso organismo.
É importante seleccionar um azeite de qualidade. Quando é virgem e de baixa acidez, os seus benefícios para a saúde são imensos, sendo a melhor de todas as outras gorduras.
O cultivo da oliveira para produção de azeite remonta a períodos pré-históricos e já dizia um ditado antigo que o azeite tira todo o mal. A sua importância, no decorrer das diversas civilizações, advém das suas propriedades alimentares, medicinais, conservantes, cosméticas, etc.
Estudos realizados provaram que países onde a dieta é tradicionalmente rica em Azeite, como a que se verifica nos povos mediterrâneos, têm uma incidência muito menor de doenças cardiovasculares, em comparação com aqueles onde se verifica um consumo elevado de gorduras de origem animal.
A cor e, principalmente, o cheiro e sabor do azeite, além de aumentarem a apetibilidade dos alimentos são os principais responsáveis pelas características sápidas da dieta mediterrânea.
 O azeite tem um extraordinário valor dietético e terapêutico. Previne o aparecimento de diversas doenças do sistema digestivo, a arteriosclerose e outras doenças do coração e dificulta a acumulação do colesterol do sangue, favorecendo a produção de HLD ("bom colesterol"). É também indicado na preparação dos alimentos que os doentes do fígado, vesícula biliar, aparelho circulatório, estômago, intestino, pele e sistema renal, devem consumir.
Numa alimentação completa e sã, é muito importante, usar gorduras que não signifiquem apenas o contributo de determinadas calorias, mas que cubram também as necessidades do organismo em elementos essenciais que apresentem a particularidade de não se armazenar nos tecidos. Devemos usar apenas azeites genuínos, e não aqueles que por refinação têm um aspecto claro e transparente e se transformam num produto sem cheiro e sem sabor. As características organolépticas do azeite elegem-no o óleo vegetal por excelência.
O Azeite é uma gordura essencialmente monoinsaturada (rica em ácidos gordos monoinsaturados), rica em vitamina E e outros antioxidantes naturais (caroteno e polifenóis) que ajudam o nosso organismo a defender-se dos "radicais livres" responsáveis pelo envelhecimento celular, prevenindo os efeitos nocivos da idade sobre as funções cerebrais e o envelhecimento dos tecidos e órgãos em geral.
O azeite possui ainda os seguintes compostos:
•         Clorofila – estimula o crescimento celular, a cicatrização e a formação de eritrócitos.
•         Álcoois terpénicos (cicloarterol) – favorecem a excreção fecal do colesterol, devido a um aumento da excreção de ácidos biliares.
•         Esteróis (b -sitosterol) – limitam a absorção intestinal de colesterol.

Das gorduras utilizadas na alimentação humana, o azeite é aquela que tem um perfil de ácidos gordos mais equilibrado.
O azeite é, assim, rico num tipo de gordura saudável ("gordura monoinsaturada"), que reduz o "mau" colesterol (LDL) no sangue, mantendo o nível do "bom" colesterol (HDL).Deste modo permite um equilíbrio saudável entre estes dois tipos de colesterol. O "mau" colesterol deposita-se nas paredes internas das artérias, estreitando-as e causando aterosclerose,  que pode conduzir a um enfarte do coração e a paragem cardíaca. O "bom" colesterol (HDL), pelo contrário, protege-nos do enfarte do coração. Pelos seus efeitos saudáveis sobre a gordura do sangue, o azeite diminui o risco de enfarte cardíaco.
O azeite favorece a mineralização óssea, combate o envelhecimento dos tecidos e órgãos em geral (como, por exemplo, o cérebro), contribui para o bom funcionamento da vesícula biliar e restante aparelho digestivo e ajuda a prevenir doenças cardiovasculares, alguns tipos de cancros e diabetes.
O Azeite tem uma composição em ácidos gordos essenciais que se aproxima da do leite materno e que proporciona o seu fornecimento adequado, atendendo às necessidades de um organismo em crescimento.
O Azeite, pelo seu alto teor em ácidos gordos monoinsaturados, é também aconselhado na diabetes, influenciando positivamente os valores de açúcar e gordura no sangue.
No que se refere ao aparelho digestivo, o azeite é bem tolerado pelo estômago. Diminui a secreção de ácidos estomacais, o que produz efeitos muito positivos nas úlceras do estômago e do intestino delgado.Além disso, o azeite tem um efeito preventivo na formação de pedras e actua como um auxiliador da digestão.
Também pode proteger de alguns tipos de cancro, particularmente o da mama.
A nível ósseo, favorece a mineralização, estimulando o crescimento e favorecendo a absorção do cálcio.
Resumindo, os efeitos benéficos do azeite sobre o organismo são:
•         http://esec-ponte-sor.drealentejo.pt/azeite/images/APLICA11.JPGaparelho circulatório: ajuda a prevenir a arteriosclerose e os seus riscos, actua positivamente contra a gordura no sangue e diminui o risco de enfarte cardíaco;
•         aparelho digestivo: melhora o funcionamento do estômago e do pâncreas, o nível hepato-biliar e o nível intestinal, previne as pedras da vesícula biliar e auxilia a digestão;
•         pele: efeito protector e tónico da epiderme;
•         sistema endócrino: melhora as funções metabólicas;
•         sistema ósseo: estimula o crescimento e favorece a absorção do cálcio;
•         actua vantajosamente no metabolismo em doentes diabéticos;
•         contribui para a prevenção de doenças cancerígenas;
•         é fundamental para um bom equilíbrio da alimentação.

Algumas receitas médicas baseadas em azeite:

ð     Prisão de ventre - meio litro de azeite em forma de enema.
ð     Nas cólicas produzidas por cálculos biliares - tomam-se 100 a 200g de azeite no intervalo de algumas horas.
ð     Dermatologia – usa-se muito o azeite de oliveira, principalmente como solvente, ou então na preparação de pomadas, aumentando a sua fluidez.
ð     Inflamações e irritações das mucosas – utiliza-se especialmente na preparação de instilações e toques nas afecções do nariz, garganta e ouvidos.

Curiosidade - mediante a administração de 0,3g de mentol, o azeite torna-se ainda mais agradável.

O azeite nos diferentes ramos da saúde:

Dietéctica e gastroenterologia: azeite, o rei, único entre todas as gorduras, é um sumo puro de fruta de pleno sol, rico portanto, em vitaminas. É a mais digestiva das gorduras.http://esec-ponte-sor.drealentejo.pt/azeite/images/APLICA12.JPGAbsorvido antes de uma boa refeição protege as mucosas do estômago e protege-o contra as úlceras. Tomado como laxante (1 ou 2 colheres de sopa em jejum, com ou sem limão ou café) não irrita o intestino, não contrai demasiado a vesícula, não cria hábito. Actua nas doenças das vias biliares e da vesícula.
Mercê do seu ácido oleico (que se metaboliza facilmente) é uma excelente fonte de energia, inclusive para um coração doente. Contrariamente às gorduras animais saturadas reduz o "mau" colesterol (LDL) no sangue, mantendo o nível do "bom" colesterol (HDL). O "mau" colesterol é causador da aterosclerose, que pode conduzir a enfarte do coração e a paragem cardíaca. O "bom" colesterol (HDL), pelo contrário, protege-nos daquela doença.
Graças ao seu ácido linoleico, cuja escassa percentagem é correspondente às pouco elevadas necessidades do organismo humano, é benéfico no maioria dos casos.

Em pediatria: Parecido ao leite da mulher pela sua percentagem de ácido linoleico, pode humanizar o leite da vaca desnatado e atende às necessidades de um organismo em crescimento. A sua acção emulsiva sobre as mucosas, faz dele uma indicação excelente na gastrenterite infantil. Limita as deficiências em ácidos gordos essenciais no cérebro da criança.

Em gerontologia: Atrasa o processo de envelhecimento, em especial pela sua acção nas células nervosas e do cérebro e pelo valor da sua vitamina E, alfacoterol especialmente activo uma vez que os tocoferois têm actividade precisamente sob a forma alta.

Em cardiologia e sector cerebro-vascular: É eficaz como medida preventiva e curativa. Contrariamente às gorduras animais saturadas, reduz o excesso de colesterol sanguíneo: directamente pela sua associação lípidica parecida ao fruto, e directamente pela sua acção estimulante sobre a secreção da bílis, cuja função é precisamente destruir as gorduras saponificando-as e tornar solúveis os elementos que podem obtruir os filtros capilares. É o azeite tipo(no qual prevalecem os ácidos gordos monoinsaturados) necessário na dieta preventiva de doenças cardiovasculares chamada " de distribuição por terços".

Para mais informação sobre os benefícios do azeite para a saúde, estão disponíveis na Internet alguns dos seguintes temas:

1.      Provas científicas relativas aos efeitos do azeite no metabolismo lípido.
2.      Provas científicas que relacionam o azeite com a prevenção de factores de risco cardiovascular e de doença coronária.
3.      Base científica para o azeite, a dieta Mediterrânica e a prevenção do cancro.
http://esec-ponte-sor.drealentejo.pt/azeite/images/APLICA13.JPG    4.      Base Científica para o Azeite, Ácidos Gordos Mono-insaturados, Antioxidantes e Oxidação do LDL.
     5.      O Azeite na Prevenção dos Factores de Risco Cardiovascular e da Doença Coronária – as mais recentes provas científicas .
     6.      O Azeite e o Tracto Gastrointestinal.
     7.      Azeite, Dieta Mediterrânica e Diabetes Mellitus.
     8.      O azeite, os ácidos gordos monoinsaturados e a oxidação do LDL.
9.      Os componentes secundários do azeite e os seus efeitos sobre a saúde - (Parte I)
10. Os componentes secundários do azeite e os seus efeitos sobre a saúde - (Parte II).
11. O azeite e os seus efeitos sobre o metabolismo dos lípidos.
                                                                                                     http://esec-ponte-sor.drealentejo.pt/azeite/images/TOP.GIF
O azeite na Beleza

No campo da beleza e higiene, o azeite é usado desde a Antiguidade. O Azeite nutre a pele, protege-a, suaviza-a, conserva a juventude do corpo e da cara. Desde a antiguidade continua a usar-se em unguentos, bálsamos, banhos, massagens, perfumes, máscaras de beleza ou champôs.
O azeite velho recomenda-se para aquecer o corpo, provocar a transpiração, dissolver os humores e dissipar a letargia. Posto na boca, conserva a brancura dos dentes e fortifica as gengivas.
A oleoterapia, demasiado esquecida, merece ser defendida, ensinada e praticada. Acelera a corrente sanguínea, dá dinamismo ao organismo, arma-o contra a toxemia. 
                                                                                         http://esec-ponte-sor.drealentejo.pt/azeite/images/TOP.GIF
O azeite na Alimentação

Há um ditado popular que diz: "A melhor cozinheira é a azeiteira" e os livros de receitas tradicionais portuguesas comprovam-no. O azeite aparece em quase todas. Utilizado em cru (como tempero), em cozinhados (como ingrediente), bem quente (como meio de cozedura) ou a frio (como agente conservador de enchidos, azeitonas, alguns legumes e queijos), o azeite marca presença na cozinha, não conhecendo limites nos doces e salgados. O azeite dá sabor, aroma e cor. Melhora as texturas. Transmite o calor. Versátil como poucos ingredientes culinários, ele integra os alimentos, personaliza e identifica um prato.  O bom e velho azeite de oliva faz parte dos hábitos das regiões mediterrâneas e está presente em boa parte de nossa história.
Quer numa cozinha tradicional, quer na mais sofisticada, o fundamental é escolher um azeite de qualidade e saber fazer as combinações certas. Ao comprar o azeite, o consumidor deverá fazer a escolha de acordo com a utilização pretendida.
Note que os azeites mais intensos anulam facilmente os alimentos de sabores delicados e que os azeites muito leves se perdem em pratos de sabores fortes.
O azeite de oliva - produto tradicional que confere gosto e aroma únicos à alimentação, - é a gordura mais saudável de que se tem notícia. Especialmente benéfico é o facto desta gordura, ao contrário de outras, resistir inalterada às agressões provocadas http://esec-ponte-sor.drealentejo.pt/azeite/images/APLICA14.JPGpelo calor. O azeite é a única gordura que não registra modificações substanciais da sua estrutura quando submetido a uma temperatura de 200ºC. Por isso, ele é particularmente recomendado para frituras.
A dieta mediterrânica é um dos padrões alimentares mais saudáveis do mundo, na qual abundam alimentos de origem vegetal (cereais, legumes e frutos), a carne é comida moderadamente, preferindo-se o peixe e ovos, o azeite é utilizado regularmente e o queijo e iogurtes são consumidos diariamente. É também frequente o consumo de quantidades moderadas de vinho tinto às refeições. Em associação com todos estes alimentos, o azeite proporciona todos os nutrientes necessários à preservação da saúde. A popularidade da dieta mediterrânea, praticada em alguns países europeus, contribuiu para aumentar o prestígio do azeite. Vários estudos provam que o azeite é um elemento fundamental da "dieta mediterrânica".
A tradição mediterrânica de temperar os pratos com um fio de azeite, substituindo muitas vezes as gorduras polinsaturadas que se encontram nos óleos vegetais, contribui, para além do seu bom sabor, para melhorar a saúde do coração, prevenindo a incidência de doenças cardiovasculares. Em quantidades moderadas o azeite contribui, tanto quanto é possível saber, para fazer baixar os níveis de LDL, o "mau" colesterol, sem fazer decrescer os níveis de HDL, o "bom" colesterol. Reduz também a incidência de  cancro do cólon.
Além das suas qualidades dietéticas, o azeite ocupa um lugar insubstituível no plano gastronómico. Actualmente, faz parte de uma certa "arte de viver" e o seu consumo não se restringe às zonas de origem do cultivo da oliveira. É um dos sinais de uma culinária de qualidade, que atribui a cada alimento o lugar que lhe compete numa alimentação inteligente e equilibrada.
O azeite é um produto muito versátil. De há muito conhecido pelas populações mediterrânicas como essencial para a saúde e o regime alimentar, é hoje largamente http://esec-ponte-sor.drealentejo.pt/azeite/images/APLICA15.JPGapreciado na Europa e no mundo pelas suas propriedades nutritivas e organolépticas e ao nível da saúde. A União Europeia é o primeiro produtor mundial, com 80 % da produção e 70 % do consumo de azeite.
Utilizado desde tempos imemoriais como ingrediente culinário, o Azeite foi actualmente "redescoberto", tendo-se convertido num dos pilares da cozinha moderna e saudável. O seu consumo não se confina às regiões produtoras, e espalha-se hoje por países tão distantes como o Japão ou a Austrália.
Dentro da ampla gama de Azeites hoje disponíveis no mercado, deverá eleger o Azeite em função da sua utilização culinária. Com a prática, e dependendo de seu gosto pessoal, poderá aprender a seleccionar um Azeite pelas suas características sensoriais ou pelo seu local de origem. Cada Azeite tem as suas características próprias, sem que isto implique que um seja melhor que outro.
O Azeite suporta muito bem temperaturas elevadas: a sua temperatura "crítica" é de 210º a 220ºC, o que permite todas as formas de cozinhar. As virtudes nutritivas, digestivas e gustativas do Azeite exaltam-se melhor, evidentemente, em cru. Os Azeites ideais para consumir em cru, para temperar e para utilizar em doçaria e sobremesas são os Azeites Virgem Extra, de sabor mais suave.
http://esec-ponte-sor.drealentejo.pt/azeite/images/APLICA16.JPGOs Azeites de aroma e sabor mais intenso são mais apropriados para alimentos de sabor mais pronunciado. São óptimos para escabeches, açordas, pratos de bacalhau e caldeiradas, intensificando o sabor dos alimentos. Para preparar maioneses ou molhos vinagreta, o ideal é utilizar um Azeite com um frutado mais suave.
O azeite é utilizado para cozeduras diferentes, ou seja, para cozer (os conhecidos “confitados”), para fritar ou ainda para preparar doces e salgados. O Azeite é uma óptima opção para fritar alimentos. Nas condições adequadas de temperatura, o Azeite não sofre nenhuma alteração substancial na sua estrutura, conservando intactas todas as suas propriedades dietéticas. Além disso, forma uma crosta na superfície dos alimentos, que impede a penetração do Azeite no interior dos mesmos. Com a utilização do Azeite para a fritura obtêm-se fritos mais secos e apetecíveis.
Podem-se juntar diferentes aromatizantes  (alho, cebola, nós moscada, tomilho, louro...) e desta forma ter à mão azeites dos mais diversos sabores e dietéticos.
Os azeites ideais para consumir a cru, temperar e para a doçaria são os azeites extra virgem (com acidez menor que 1%), de sabor suave.
Para preparar molhos, como maionese ou vinagreta, os azeites virgem (com acidez menor ou igual a 2%) são uma boa escolha.
Os azeites virgem, mais frutados ou picantes, de acidez eventualmente mais alta, são óptimos para os escabeches, açordas, pratos de bacalhau e caldeiradas, intensificando o sabor dos alimentos.
O azeite (azeite refinado, enriquecido com azeite virgem, de acidez menor ou igual a 1,5%) é uma boa opção para fritar e para as sopas.

Conselhos de Utilização:

ð     Em cru
O azeite conserva todas as suas propriedades como condimento de saladas, peixes ou legumes cozidos, ou quando é utilizado em molhos, como por exemplo a maionese.
Em sopas, acabadas de cozer, o azeite mantém igualmente as suas propriedades gustativas e dietéticas, ainda que perca algum do seu aroma. Daí que seja aconselhável juntar à sopa um segundo fio de azeite, quando a sua temperatura tenha já baixado um pouco.

ð     Em guisados e estufados
Em lume brando, a cozedura faz-se com o suco das carnes ou legumes que se desprende destes alimentos e do líquido que se lhes junta. Mantêm-se sabores e os aromas concentram-se, sobretudo se o cozinhado se processar num recipiente fechado.

ð     Em assados
As temperaturas para assar, especialmente carnes, são inevitavelmente altas. Dada a sua estabilidade, o azeite é a gordura mais indicada para todo o tipo de assados.
http://esec-ponte-sor.drealentejo.pt/azeite/images/APLICA17.JPG    ð     Em grelhados
Na brasa, o azeite ajuda a cozinhar, protegendo o alimento perfumado, ou não, de ervas, para que este, à mistura com a própria gordura do alimento, lhe empreste um sabor e aroma irresistíveis.

    ð     Em fritos
O azeite é a única gordura que não regista modificações substanciais da sua estrutura quando submetido a uma temperatura de 200º C. Por isso, ele é particularmente recomendado para frituras.
Por outro lado, o azeite faz surgir uma crosta à superfície dos alimentos, alourando-os e deixando-os estaladiços, impedindo assim a absorção de gordura. Contudo, não deve misturar o azeite com outros óleos vegetais nem com outras gorduras. Pode ser utilizado mais ou menos repetidas vezes na fritura, dependendo do alimento que se frita, mas quatro a cinco vezes é o recomendável.
Sintomas que nos indicam que um azeite está saturado, exigindo uma mudança imediata: o azeite demora demasiado a aquecer e, ao introduzir nele os alimentos, arrefece muito rapidamente; ao fritar, produz muita espuma e o azeite "transborda" da fritadeira; as borbulhas do azeite quente não são pequenas, mas grandes;  o azeite saturado tem uma cor mais avermelhada do que o fresco e, além disso, é mais espesso.
http://esec-ponte-sor.drealentejo.pt/azeite/images/APLICA18.JPG      ð     Em massas
As massas alimentícias (esparguete, por exemplo) ficam mais suaves e soltas se se juntar um pouco de azeite à água de cozedura.

ð     Em arroz
Nas diferentes formas de cozinhar o arroz, a qualidade e quantidade adequada de azeite têm uma enorme importância no resultado final. O arroz absorve os sabores de todos os alimentos que se lhe juntam e tem no azeite um óptimo aliado.

ð     Em pastelaria
O azeite tem um protagonismo indiscutível, participando tanto na estrutura interna – como um dos ingredientes principais das massas – como na externa – quando as massas requerem uma fritura posterior.
                                                                                                     http://esec-ponte-sor.drealentejo.pt/azeite/images/TOP.GIF

 Receitas Culinárias



ð     Bolo Caseiro (4 a 6 bolinhos)

Ingredientes:
•         1 limão;
•          375g de farinha;
•          1 colher de sopa de fermento em pó;
•          2 ovos grandes;
•          250g açúcar;
•          2 dl de azeite;
•          2 dl de leite;
•          canela em pó.

Preparação:
Forrar uma forma com folha de alumínio e untar com azeite. Lavar, enxugar e ralar a casca do limão. Peneirar a farinha com o fermento e juntar a raspa da casca do limão. Bater os ovos com uma pitada de sal. Adicionar o açúcar a pouco e pouco, batendo. Juntar depois o azeite, o leite e, por fim, a farinha. Deve resultar uma massa espessa. Deitar a massa na forma, polvilhar com um pouco de açúcar e canela e levar a cozer em forno brando (150ºC) durante cerca de 30 minutos. Deixar arrefecer um pouco na forma e desenformar. Este bolo serve-se ao pequeno-almoço e merendas e tem a vantagem de se conservar fofo durante vários dias dentro de uma caixa metálica.

ð     Bolo de azeite (mais de 4 pessoas)

Ingredientes:
•         4 ovos;
•          1 ovo batido;
•          1/2 copo de azeite;
•          Gotas de essência de amêndoas;
•          2 copos de açúcar (menos 1 dedo de cada um);
•          6 colheres de sopa de farinha de trigo;
•          1 prato fundo de nozes picadas e passas;
•         1 colher de chá de fermento em pó.

Preparação:
Enfarinhar as nozes e as passas. Reservar. Misturar o açúcar com o azeite e mexer bem. Juntar os quatro ovos levemente batidos, a farinha, o fermento, a essência, as passas e as nozes. Mexer devagar com colher de pau. Colocar esta mistura em um tabuleiro untado e enfarinhado, espalhando bem com a colher de pau. Colocar por cima o ovo batido, espalhar bem e levar ao forno quente e depois moderado. O bolo não fica alto, e está pronto quando estiver dourado. Quando ainda estiver morno, cortar em quadrados.

ð     Bolinhos de azeite (Monfortinho)

Ingredientes:
•         500 gr de açúcar;
•         1 kg de farinha;
•         Uma colher de chá de bicarbonato;
•         2 dl de azeite;
•         2 a 5 ovos;
•         2 dl de leite;
•         Canela.

Preparação:
Deita-se tudo num alguidar e amassa-se até ligar. Formam-se bolinhos, molhando os dedos em azeite. Douram-se com gema de ovo e polvilham-se com açúcar. Vão ao forno a cozer em tabuleiros untados com azeite.

ð     Bolo de cenoura, azeite e especiarias

Ingredientes:
•         Azeite virgem extra - 2,5 dl;
•         Açúcar - 500 gr;
•         Ovos - 4 unidades;
•         Farinha de trigo - 400 gr;
•         Canela em pó - 2 ch. Chá;
•         Cravinho em pó - 1 ch. Chá;
•         Cardamomo em pó - 1 ch. Chá;
•         Sal marinho - q.b.;
•         Nozes picadas - 100 gr;
•         Cenoura ralada - 500 gr;
•         Fermento em pó - 2 ch. Chá.

Preparação:
Coloque o azeite, o açúcar e os ovos na batedeira e emulsione até obter um preparado homogéneo.
Á parte coloque a farinha e os restantes ingredientes secos numa tigela de inox e faça um buraco ao centro. Adicione o preparado anterior, as nozes, a cenoura ralada e envolva tudo muito bem.
Verta o preparado em forma untada com manteiga e polvilhada com farinha e leve a cozer em forno aquecido a 160ºC durante 1h20m.
Deixe arrefecer e desenforme.

ð     Pão-de-Ló com Azeite de Porto, Pinhões e Canela

Ingredientes:
•         Farinha - 120 gr;
•         Ovos - 12 unid.;
•         Açúcar - 300 gr;
•         Pinhões - 150 gr;
•         Canela em Pó - q.b.;
•         Azeite de Porto.

Preparação:
Bata as gemas com o açúcar de forma a obter um creme fofo e esbranquiçado. Junte a farinha peneirada e envolva o preparado com as claras batidas em castelo. Leve a cozer em formas forradas a papel vegetal , em forno aquecidos a 200ºC durante 5 minutos.Torre os pinhões.

Empratamento:
Sirva o pão-de-ló tépido, ao centro do prato, guarneça com canela e pinhões torrados e perfume com Azeite de Porto.

ð     Pato Confitado em Azeite Virgem Extra do Alentejo com Alecrim e Emulsão de Salsa e Limão (10 pessoas)

Ingredientes:
•         Coxas de Pato - 10 unid.;
•         Alho em Camisa - 5 unid;
•         Cravinho - q.b.;
•         Pimenta da Jamaica - q.b.;
•         Sal Fumado - q.b.;
•         Azeite Virgem Extra do Alentejo - q.b.;
•         Alecrim - q.b..

Preparação:
Limpe as coxas de pato de gorduras e peles excessivas, tempere de sal fumado e alecrim e leve a cozer, lentamente, em azeite virgem extra do Alentejo, perfumado com pimenta da jamaica partida, cravinho e alho em camisa.

Empratamento:
Coloque a coxa no centro do prato e perfume com a emulsão.
Acompanhe com nabos confitados.

ð     Borrego Assado com Molho do Mesmo e Couve Portuguesa (10 pessoas)

Ingredientes:
Para o Assado:

•         Perna de Borrego - 3 Kg;
•         Louro - 2 folhas;
•         Cebola - 500 gr;
•         Salsa - 250 gr;
•         Vinho Branco - 1 dl;
•         Mostarda Dijon - 100 gr;
•         Tomilho - q.b.;
•         Colorau - 10 gr;
•         Sal Marinho - q.b.;
•         Pimenta de Moinho - q.b.;
•         Azeite - 2,5 dl;
•         Vinagre de Vinho Tinto - 5 cl.

Para a Guarnição:

•         Couve Portuguesa - 1 Kg;
•         Azeite Virgem - 1 dl;
•         Sal Marinho - q.b.;
•         Pimenta de Moinho - q.b..

Preparação:
Para o Assado:

Limpe a carne de gorduras excessivas e marine com pelo menos um dia de antecedência, com uma pasta de alho e mostarda.
Barre as pernas de borrego e regue-as com vinho branco.
Coloque a assar sobre uma cama de cebola, alho laminado, louro, salsa e tomilho. Ao longo da cozedura, regue com vinho branco.

Para a Emulsão do Assado:

Depois do assado, retire o fundo e triture-o, emulsione com azeite virgem extra, vinagre de vinho tinto e rectifique de temperos. Reserve.
Desosse as pernas de borrego e desfie grosseiramente a carne.

Para a Guarnição:

Lave e escalde as couves portuguesas. No momento do empratamento, salteie com azeite e alho.
Coloque batata a assar, cortada em gomos grosseiros, temperada de sal, pimenta, colorau e regue com azeite.
Quando assada, coloque no mixer para obter um puré.
Prepare o azeite de tomilho.

Empratamento:
Coloque no centro do prato as couves salteadas, sobreponha a carne lascada, e por fim, termine a montagem com o puré, tendo a ajuda de uma forma redonda. Tempere com o molho do assado.
Aromatize com azeite de tomilho. Decore com uma haste de tomilho.

Fonte:
http://esec-ponte-sor.drealentejo.pt/


O azeite é um produto muito conhecido desde tempos remotos. Fruto da oliveira, era obtido por meio do esmagar da azeitona nas mãos, como os pés ou mesmo em moinhos próprios para este fim. Essa constrição do fruto deveria ser feita com cuidado para que o caroço não fosse esmagado também, o que liberaria um líquido tido como ruim. A polpa era ensopada em água quente e depois espremida mais uma vez, deixando o líquido resultando desse processo em repouso para que as impurezas ficassem no fundo do recipiente.
Feita a decantação (ato de separar as impurezas existentes em um líquido), obtinha-se o azeite puro (também chamado de azeite batido, o líquido retirado do primeiro processo). Havia uma repetição desse processo de prensa, mas a qualidade deste segundo líquido era notavelmente inferior. Uma parte do azeite da primeira prensa, o batido, por ordem de Deus, deveria ser trazido pelos israelitas para a tenda da congregação, a fim de servir de combustível para as lâmpadas do santuário (Êxodo 27.20).
A Bíblia destaca o azeite e sua utilização em diversas situações, a saber:
a)    Como alimento. Era misturado com farinha de trigo, para que fossem feitos pães ou bolos, dependendo do produto desejado (Levítico 2.1, Levítico 2.4-7 e 1 Reis 17.12).
b)    No uso religioso. Era o combustível que permitia manter as lâmpadas acesas, que na época tinham pavios de pano torcido ou algodão (Êxodo 27.20). Os dízimos entregues ao Senhor poderiam ser feitos em parte com azeite e cereal(Deuteronômio 12.17). Também era usado para ungir uma pessoa escolhida para um determinado ministério ou função, como foi o caso de Saul e Davi, como reis.
c)    Como um remédio. Um doente poderia ter seu corpo ungido caso estivesse em estado febril, como também na unção de determinados ferimentos, e para ungir um corpo que seria sepultado. Tiago diz que se há pessoas doentes na igreja, que chamem os presbíteros e que estes procedam com a unção com azeite (Tiago 5.14). Há teólogos que entendem este “ungir” não apenas como derramar o óleo, e sim fazer uma massagem com azeite na ferida.
d)    Como produto de beleza. A expressão “cosmético” vem do grego kosmos, que traz a idéia de ordenar, de colocar em ordem, reparar o que está desarrumado. O azeite era utilizado para ungir a pele após o banho e os cabelos. Imagine passar azeite para dar um tom mais brilhoso nos cabelos... (Salmos 23.5). Este hábito em Israel seria descontinuado se os israelitas fossem desobedientes a Deus (Deuteronômio 28.40).
e)    Uso comercial. Ter azeite em abundância era considerado sinal de prosperidade e o valor comercial do azeite era reconhecido tanto como o valor dos cereais e do vinho (Números 18.12 e Deuteronômio 7.13). Salomão pagou a Hirão, rei de Tiro, uma quantia anual de azeite batido (1 Reis 5.11).
É evidente que a curiosidade humana atribuía outros fins para o azeite que não estão registrados nas Sagradas Escrituras, mas entendemos que os fins polivalentes deste presente de Deus sempre beneficiarão a humanida

História do azeite

A origem da oliveira, na sua forma primitiva, remonta à Era Terciária, anterior portanto ao aparecimento do homem, e se situa na Ásia Menor, provavelmente na Síria ou na Palestina, regiões onde foram descobertos vestígios de instalações de produção de azeite e fragmentos de vasos datados do começo da Idade do Bronze. Contudo, em toda a bacia do Mediterrâneo foram encontradas folhas de oliveira fossilizadas, datadas do Paleolítico e do Neolítico, sendo também pesquisada a sua origem ao sul do Cáucaso, nos altos planos do Irã.

O uso do azeite na Antiguidade

Por volta de 3000 anos antes de Cristo, a oliveira já seria cultivada por todo o Crescente Fértil. Sabe-se, no entanto, que, há mais de 6 mil anos, o azeite era usado pelos povos da Mesopotâmiacomo um protetor do frio e para o enfrentamento das batalhas, ocasiões em que as pessoas se untavam dele.
De acordo com a Bíblia, havia comércio de azeite entre os negociantes da cidade de Tiro, que, provavelmente, o exportavam para o Egito, onde as oliveiras, na maior parte, não oferecem um produto de boa qualidade. Há também informações extraídas do Antigo Testamento bíblico de que teria sido na quantidade de 20.000 batos (2 Crônicas 2:10), ou 20 coros (1 Reis 5:11), o azeite fornecido por Salomão a Hirão, sendo que o comércio direto desta produção era, também, sustentado entre o Egito e a Israel (1 Reis 5:11; 2 Crônicas 2:10-15; Isaías 30:6 e 57.9; Ezequiel 27:17; Oséias 12:1).
A propagação da cultura do azeite pelas demais regiões mediterrânea provavelmente deve ter ocorrido por meio dos fenícios e dos gregos. Assim, já na Grécia antiga se cultivava a oliveira, bem como a vinha. E, desde o século VII a.C., o óleo de oliva começou a ser investigado pelos filósofos, médicos e historiadores da época em razão de suas propriedades benéficas ao ser humano.
Os gregos e os romanos sem dúvida descobriram várias aplicações do azeite, com suas múltiplas utilizações na culinária, como medicamento, unguento ou bálsamo, perfume, combustível para iluminação, lubrificante de alfaias e impermeabilizante de tecidos.
Além disso, o azeite é mencionado em quase todas as religiões da Antiguidade, havendo inúmeras lendas e mitos a respeito. Muitas das vezes a oliveira era considerada símbolo de sabedoria, paz, abundância e glória para os povos.

O azeite nas religiões antigas

Para os egípcios, o cultivo da oliveira teria sido ensinado por Ísis; os gregos e romanos também acreditavam que a origem de tal cultura teria sido uma dádiva dos seus respectivos deuses.
De acordo com a mitologia grega, ao disputar as terras do que é hoje a cidade de Atenas, o deus Posidão, com um golpe de seu tridente, teria feito brotar um belo e forte cavalo e que a deusa Atenas trouxe uma oliveira capaz de produzir óleo para iluminar a noite, suavizar a dor dos feridos e de servir como um alimento precioso, rico em sabor e energia.
Na Eneida, Virgílio faz uma menção ao azeite e à oliveira: "E com um ramo de oliveira o homem se purifica totalmente".
Rômulo e Remo, considerados descendentes dos deuses e fundadores da cidade de Roma, teriam visto a luz do dia pela primeira vez debaixo dos galhos da oliveira.
Todavia, entre os judeus o azeite teve uma grande importância nos cultos quanto ao oferecimento de sacrifícios a Deus, simbolizando a sua presença entre os homens.

A simbologia do azeite na Bíblia e no cristianismo

Na Bíblia, o azeite é utilizado como símbolo da presença do Espírito Santo (Deus).
Em Gênesis, quando as águas do dilúvio tinham cessado e a arca ainda navegava sobre as águas, o patriarca Noé teria soltado uma pomba que retornou trazendo um ramo de oliveira.
Jacó, ao ter duas experiências sobrenaturais com Deus, em Betel, em ambas as vezes colocou no local uma coluna de pedra sobre a qual derramou azeite. (Gênesis 28:18 e 35:14)
Os judeus utilizavam o azeite nos seus sacrifícios e também como uma divina unção que era misturada com perfumes raros. Usava-se, portanto, o azeite na consagração dos sacerdotes (Êxodo 29:2-23; Levítico 6:15-21), no sacrifício diário (Êxodo 29:40), na purificação dos leprosos (Levítico 14:10-18 e 21:24-28), e no complemento do voto dos nazireus (Números 6:15).
Quando alguém apresentar ao Senhor uma oblação como oferta, a sua oblação será de flor de farinha; derramará sobre ela azeite, ajuntando também incenso. (Levítico 2:1)
Pode-se afirmar que a Torah previa três tipos de ofertas de manjares que deveriam ser acompanhadas com azeite e sem fermento, as quais eram: 1) flor de farinha com azeite e incenso; 2) bolos cozidos ou obreias (bolos muito finos) untadas com azeite; 3) grãos de cereais tostados com azeite e incenso. E, enquanto a ausência de fermento simbolizava a abstinência do pecado, o azeite representaria a presença de Deus. Parte das ofertas era então queimada no altar como sacrifício a Deus. Certas ofertas, contudo, deviam efetuar-se sem aquele óleo, como, por exemplo, as que eram feitas para expiação do pecado (Levítico 5:11) e por causa de ciúmes (Números 5:15).
Os judeus também empregavam o azeite para friccionar o corpo, depois do banho, ou antes de uma ocasião festiva, mas em tempo de luto, ou de alguma calamidade, abstinham-se de usá-lo.
O azeite também era reconhecido como um medicamento entre os judeus (Isaías 1:6; Marcos 6:13; e Tiago 5:14). No Evangelho segundo Lucas 10:34, o "bom samaritano" unge as feridas do homem que tinha sido atacado pelos salteadores com vinho e azeite. O azeite, nas feridas, era conhecido por ajudar a cicatrizar.
Pode-se dizer que na cultura judaica o azeite indicava o sentimento de alegria, ao passo que a sua falta denunciava tristeza, ou humilhação.
Antes de sua prisão, Jesus passou momentos agonizando no Getsêmani, ou Jardim das Oliveiras, situado nos arredores da Jerusalém antiga. O nome Getsêmani significa lagar do azeite. A escolha do local trazia com exatidão o que estava acontecendo com Jesus momentos antes de ser crucificado, quando iria ser sacrificado e esmagado como uma azeitona, a fim de que a humanidade pudesse receber o Espírito Santo em seus corações.
Ainda hoje na Quinta-Feira santa, a Igreja Católica consagra os santos óleos que são usados pelos sacerdotes ao longo do ano em rituais litúrgicos sacramentais, como o batismo, o crisma, aunção dos enfermos e a ordenação sacerdotal. De acordo com o Direito Canônico, tais óleos devem ser de origem vegetal, mas é usual utilizar o azeite para tal consagração.

Os Elementos da Unção



"Falou mais o Senhor a Moisés dizendo: Tu, pois, toma para ti das principais especiarias: da mais pura MIRRA, quinhentos siclos; e de CANELA aromática, a metade, a saber, duzentos e cinqüenta ciclo , e de CÁLAMO aromático, duzentos e cinqüenta ciclos; e de CÁSSIA, quinhentos siclos, segundo o siclo do Santuário; e de azeite de OLIVA, um him. E disto farás o azeite da Santa Unção, o perfume composto segundo a obra do perfumista; este será o azeite da Santa Unção". (Êx. 30:22-25)

       Unção é escolha. O ato de ungir alguém significa escolher ou separar esta pessoa para um propósito - Ungido quer dizer = Escolhido. Geralmente quando Deus unge alguém, tem outras pessoas em mente. Ser um ungido significa quase sempre viver para os outros.

·         ARÃO - Foi ungido para servir no Tabernáculo. - Ex. 30:30
·         DAVI - Ungido para por ordem na nação de Israel e expulsar os filisteus. - I Sm. 16:13
·         ELISEU - Ungido profeta no lugar de Elias. - I Rs. 19:16
·         JESUS - Ungido para dar a vida pela humanidade - At.10:38
       Jesus quando se declarou Ungido, disse para que foi separado: Is. 61:1-2; Lc. 4:18

       O Rei e Sacerdote -  podem ser escolhido depois, mas o Profeta, geralmente é escolhido desde criança, ou antes de nascer. (João Batista, Samuel, o próprio Jesus).

Os Elemntos da Unção - As Ervas

1. MIRRA - Simboliza renovação e embelezamento. Este elemento prepara e embeleza a noiva para encontrar-se com o Noivo.

"Quem é esta que sobe do deserto, como colunas de fumaça, perfumada de mirra, e de incenso, e de toda sorte de pós aromáticos do mercador?" - (CT 3:6)

O Segredo da Rainha Ester

·         A história da Rainha Ester (Hadassa); preparada para encontrar-se com o rei. - Antes das núpcias, seis meses se perfumando com mirra.

Em chegando o prazo de cada moça vir ao rei Assuero, depois de tratada segundo as prescrições para as mulheres, por doze meses (porque assim se cumpriam os dias de seu embelezamento, seis meses com óleo de mirra e seis meses com especiarias e com os perfumes e ungüentos em uso entre as mulheres), - (ET 2:12)

·         A mirra está quase sempre relacionada com a preparação da noiva para se encontrar com o noivo.



Levantei-me para me entregar ao meu amado; as minhas mãos destilavam mirra, e os meus dedos gotejavam mirra preciosa. - (Ct. 5:5)



Todas as tuas vestes recendem a mirra, aloés e cássia; de palácios de marfim ressoam instrumentos de cordas que te alegram. - (Sl. 45:8)

A Mirra, Como Símbolo do Espírito Santo

·         O momento mais esperado, era quando a noiva ia ser apresentada ao noivo. - Naquele dia, era usada uma grande quantidade de mirra. - O perfume era sentido de longe.
·         Ester é um símbolo da Igreja do Senhor Jesus. - Ela está sendo preparada e perfumada para ser levada a presença do noivo.
ESTER - A Noiva, a igreja.
A MIRRA - O Espírito Santo, perfumando a noiva e preparando para apresenta-la.
O REI - Jesus, o noivo.

A Expressão do Noivo ao Ver a Noiva:

       - Quem é esta...?
     - Sobe como colunas de fumaça. - Jesus vê milhões de crentes subindo. Parece uma nuvem.
       - Posso sentir o perfume de mirra.
       - Outros perfumes (nardo, oliva...)

2. CANELA - Simboliza firmeza - Esta é a raiz mais forte que existe. Ela tira todas as outras do caminho. - Este elemento significa o alicerce na vida do cristão.

3. CÁLAMO - Erva cicatrizante - Ungüento para curar cortes e feridas. Este elemento tem a função de sarar as feridas do relacionamento; marcas que ficam na pessoa precisam ser cicatrizadas. Feridas no casamento. Feridas na comunhão com Deus.

4. CÁSSIA - Limpa e perfuma ao mesmo tempo - Tem a propriedade de limpeza e purificação como o álcool

5. OLIVA - Óleo da oliveira - Simboliza prosperidade - Considerada uma árvore valiosa por causa do óleo. Juntamente com a vinha era a maior fonte de riqueza da nação de Israel.

A Oliveira ( zayt em hebraico ).

       A oliveira é uma das árvores mais importantes citadas nas Escrituras por sua conexão direta com o povo de Israel e também pela riqueza de figuras por ela representada. Seu uso era muito variado no Oriente Médio, pois ela era famosa por seu fruto, seu óleo e sua madeira. Era reputada como símbolo de beleza, força, da bênção divina e da prosperidade.

Características da Oliveira:

·         Cresce em qualquer lugar e em qualquer clima e sob quaisquer condições: Nas montanhas, nos vales nas pedras e na terra fértil.
·         Atinge até 7 metros de altura e torna-se uma árvore frondosa.
·         Até as árvores doentes lanças novos ramos. Troncos velhos tem folhas verdes. Mesmo se for queimada, saem ramos de suas raízes. Alguns brotam e crescem num sistema de raízes de até 2000 anos de idade. É quase indestrutível. Foi a única árvore que resistiu ao Dilúvio.
·         Cada árvore produz até 80lt. de azeite por ano.

Somos Comparados à Oliveira

·         Fomos chamados a dar frutos a qualquer tempo e no lugar onde estivermos plantados.
·         Mesmo vencido ou derrubado, o cristão se levanta e volta a produzir.
·         Processo lendo de amadurecimento mas pode tornar-se grande e produtivo.
·         Nossos frutos devem alimentar os que estão ao nosso redor.

Produz:

       - Alimento, Luz, Higiene e Cura.

O Azeite Fluindo Para Abastecer Lâmpada

        - A Bíblia diz que quando todas as vasilhas da viúva estavam cheias, o azeite parou. Não que acabou, mas parou. O Espírito Santo nos abastece de azeite para nos manter acesos, para brilhar.
         - O óleo fluindo simboliza a nossa comunhão com Deus.

A Luz do Mundo

       - Nenhuma lâmpada pode permanecer acesa sem azeite. Se faltar o azeite, a lâmpada vai apagando e não brilha mais. Perde a utilidade. Afinal para que serve uma luz apagada !?


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